Era uma vez Paul Kersey: Era uma vez no oeste / Desejo de matar


Charles Bronson (nascido Charles Dennis Buchinsky em 3 de novembro de 1921) morreu no dia 30 de agosto de 2003 aos 81 anos em consequência de uma pneumonia. Entre tantos filmes, Bronson estrelou a sequência Desejo de Matar, diversos faroestes e também um filme ao lado de Elvis Presley (Kid Galahad, 1962) em que o rei do rock aprendia a lutar boxe.

Lado A – Era uma Vez no Oeste (C’era una volta il West) 1968
Fruto de uma parceria entre Sergio Leone, Dario Argento e Bernardo Bertolucci, o roteiro original previa cerca de oito horas de filme. No fim das contas o filme foi feito com “somente” 3 horas de duração e é o equivalente ao Pulp Fiction dos faroestes dada a violência apresentada. Jill (Claudia Cardinale) é uma ex-prostituta que tem sua nova família assassinada pelos capangas de um ganancioso dono de ferrovia que tem planos de expandir-se passando pelas terras da família. Ela é ajudada por um pistoleiro sem nome (Charles Bronson) que busca um acerto de contas com o vilão Frank (Henry Fonda). Um filme antológico, especialmente pela trilha sonora de Ennio Morricone e pela sequência inicial que dura 14 minutos sem diálogo, onde três homens esperam a chegada de um trem.

Lado B – Desejo de Matar (Death Wish) 1974

Paul Kersey é um pacato arquiteto que vive tranquilamente em Nova York até que três marginais invadem sua casa, estuprando sua filha e assassinando sua mulher. A partir da inércia da polícia, Paul decide atuar como um vigilante justiceiro. Começa então, a andar armado e a eliminar todo e qualquer bandido ou ladrão que cruza seu caminho. É perseguido por um policial insatisfeito com a ação do vigilante. Filme que deu início a uma série total de 5 filmes.

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