Atualizações de setembro, 2010 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 17:30 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 18 de setembro, 1951, 5 de junho de 2002, , , coração envenenado, , Editora Barracuda, , , , , , , surviving the poison heart   

    Livro – Dee Dee Ramone Coração Envenenado: Minha Vida com os Ramones 

    Dee Dee Ramone (seu nome verdadeiro era Douglas Glen Colvin) nasceu em 18 de setembro de 1951 na Virgínia mas foi criado na Alemanha. Nos escombros da segunda guerra, procurava balas, baionetas e capacetes que depois vendia para soldados americanos em serviço no país. Lá mesmo viciou-se em heroína, antes de sair da casa da mãe e voltar aos Estados Unidos.

    No final dos anos setenta foi um dos fundadores da emblemática banda punk Ramones. Como baixista Dee Dee gravou oito discos sob o pseudônimo Dee Dee Ramone deixando a banda em 1989 durante a turnê do álbum Brain Drain para uma tentativa frustrada de seguir a carreira como rapper (Dee Dee King).

    Neste livro, lançado em 1997 na Inglaterra e posteriormente traduzido para o português, podemos conhecer desde sua infância na Alemanha chegando a era ramoniana em plena Nova Iorque.

    Narrado em primeira pessoa, ele derruba vários mitos e mostra como era de fato a relação entre os integrantes da banda – fiquem tranquilos, não vou antecipar nenhum fato aqui, vale a pena mesmo é ler o livro. Por outro lado, consolida em nosso imaginário outros tantos feitos que fizeram do baixista (incluindo os outros membros da banda) respeitado mesmo após o fim da banda e no caso do biografado em questão, mesmo após sua morte em 5 de junho de 2002. Editora Barracuda, 196 páginas.

    Love Kills é uma das melhores músicas de Dee Dee e é uma homenagem ao seu amigo Sid Vicious (ex-baixista do Sex Pistols) que morreu de overdose em fevereiro de 1980.

    deedeesgrave2

     
  • paulocarames 17:12 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta
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    Jimi Hendrix (27/11/1942 – 18/09/1970) 

    Há 40 anos morria Jimi Hendrix. Poderia fazer como de costume e elaborar uma resenha sobre sua vida e sua obra. Porém, meu grande amigo Márcio Grings fez um trabalho de pesquisa tão completo que seria vergonhoso fazer outra coisa aqui que não fosse simplesmente citar seu post como fonte de informação ao invés de tentar rascunhar algo:

    O Rei da Guitarra

     
  • Leandro Araujo 5:25 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: cambio, , ,   

    CÂMBIO NEGRO 

    Pessoal não sou muito fã de rap mas como disse um cara nos comentários do clipe, “esse é um dos últimos “orgânicos” “, ou seja, um dos ultimos que exigia instrumentos de verdade tocando com o rapper, e não samplers artificiais que é só da um ENTER no notebook e deu ta feito o rap, não é assim, esse é um rap legitimo brasileiro, muito melhor q D2 e outros comerciais q tem por ai . Abraço.

     
    • carames 8:50 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta

      essa banda de Brasília é muito boa, pena que acabou. o X (mc) é um baita letrista. tem a música Sub-raça que é clássica do Yo! Raps da MTV.

  • Leandro Araujo 4:44 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta  

    Estamos Romanticos :D 

    Vamo la da uma chance pra esses imbecis hauhuahuahuahua

    Falto só CNJ ::D:D:D:

     
  • paulocarames 3:14 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 20 de setembro, , ,   

    Não me perguntes onde fica O Alegrete 

    Como disse Richard Dawkins em seu livro mais recente, existe a crítica à crença e existe a crítica ao sistema de crenças. Eu explico, segundo Dawkins você pode, por exemplo, ser católico e criticar o islamismo, budismo ou qualquer outra religião diferente da sua. Mas existe uma grande rejeição ao fato de que você seja ateu ou questione o sistema de crenças. O importante é acreditar em alguma religião disponível no cardápio, acreditar no sistema e suas crenças.

    Por que esse papo? Simplesmente, quero entender o feriado que está chegando. Ao contrário e com todo respeito aos meus colegas de blog, taí um feriado que nunca consegui compreender mesmo tendo nascido no Alegrete (sabe do que estou falando né? terceira capital farroupilha, onde é provável que existam mais CTG’s do que igrejas, onde você é supostamente mais gaúcho que os outros gaúchos, onde acontece o maior desfile farroupilha do estado…).

    Mas afinal, estou enganado ou o 20 de setembro homenageia uma revolução onde os revolucionários foram vencidos e ainda assim a derrota é celebrada em hinos e paradas de estado como sendo um grande feito? (como comemorar vice-campeonato ou se o lado derrotado na Segunda Guerra comemorasse o Dia D). Sei que ele nos celebra como um povo guerreiro por essência, embora cada povo na história da humanidade tenha construído sua civilização desta mesma forma (caso contrário não existiria mais). Bom, mas nos ensinam que nesta guerra o povo rebelou-se contra o império.

    Ou a revolução aconteceu para que estancieiros não pagassem impostos ao império e pudessem continuar fazendo contrabando na fronteira? E para engrossar as tropas, não foi prometida liberdade a escravos negros que mais tarde foram entregues ao inimigo para serem massacrados?

    É uma questão de incompatibilidade com estes feriados de setembro. Qualquer tipo de fanatismo (nacionalista, bairrista ou religioso) até hoje só gerou intolerância e guerra. O tal ‘orgulho de ser gaúcho’ já parte do princípio que nascer em outro lugar seja motivo de vergonha.

    Não me entendam mal, não tenho nenhum problema com o gauchismo, só acho que o lugar de história é no museu – mesmo que tenha muita coisa mal contada no meio de toda esta festa. Não é preciso fantasiar-se para um desfile para ser gaúcho, o critério é outro: basta nascer no Rio Grande do Sul, ponto.

    O que tento entender é a verdade por trás da crença. Mas talvez eu seja muito cético ou niilista demais. Talvez eu tente encontrar razão onde só existe fé incondicional e isto torne impossível compreender o que acontece nesta data. Alegrete será nos próximos dias a maior concentração de merda de cavalo do planeta – cerca de 10 mil eqüinos desfilarão pelas ruas da cidade. Estarei lá para visitar minha família e tenho certeza que será engraçado, serei como um ateu em férias na Terra Santa. E caso alguém tenha a resposta para alguma das minhas dúvidas, ajude a iluminar este descrente.

     
    • Mateus 13:55 em 23/09/2010 Link Permanente | Resposta

      tchê (comecei bem o comentário), no nosso estado, o que se cultua é o ser “não-brasileiro”, ser diferenciado do resto. e nesse sentido somos autênticos. é por isso que lá pra cima nos odeiam tanto. pra mim não tem nada melhor que um churrasco. gosto um pouco de chimarrão. mas nunca fui de gostar, por exemplo, de música gaúcha. observa… hoje em dia tu vê grupos de “tchê isso”, “tchê aquilo”, “tchê não-sei-o-quê”… e aí tu olha pra quem toca isso: “gauchões” de brinco e bombacha batucando pandeiro em músicas que depois de 30 segundos, tu te surpreende em descobrir que o vocal não é o da ivete.
      isso tudo em meio ao modismo que toma conta. bem como tu disse, fantasiam-se de gaúchos por uns dias, metem o pé no estrume e banalizam a bombacha, que aliás já existe até na versão feminina (para as “prendas” mais fashion) na cor rosa.
      mas felizmente não sinto necessidade de me enturmar, pois é uma semana que só se fala e só se faz isso. sem ofensa aos adeptos, mas nesses dias se te fazem um convite é pra ir num baile. se te perguntam o que tu fez no feriado é se tu foi em algum baile.
      já tô acostumado a dizer “não”, “não gosto”, “não vou”, “não fui”… mas me pergunto: claro que não vai acontecer, mas e se um dia eu me cansar da autenticidade? bom, acho que daí eu vou em alguma esquina, compro uma bombacha verde-limão, uma alpargata, meto um quilo de gel no cabelo e pronto. não sou mais um traidor do movimento. dia 21 vai tudo pro fundo do baú e terei mais 365 dias pra observar qual vai ser a cor da moda pra usar no próximo 20 de setembro.
      de todo meu bagualismo, só o que me resta é viver falando aquela primeira palavra que usei nesse comentário e as fotos de bombacha com 5 anos de idade fingindo que toca gaita.
      um abraço, e até domingo que vem, gaúchos e gaúchas de todas as querências!

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