Atualizações de abril, 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • carames 11:30 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Companhia das Letras, françois truffaut, Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva, ,   

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva 

    Os feriados prolongados favorecem as viagens para descansarmos e visitarmos a família. O último feriado me proporcionou além desta satisfação, a leitura na íntegra daquele que é o registro definitivo a tratar da obra do maior mestre do suspense em todos os tempos que, por coincidência, morria há exatos 31 anos. HITCHCOCK TRUFFAUT – ENTREVISTAS foi idealizado pelo também cineasta François Truffaut durante os anos 1950 e 1960 quando Alfred Hitchcock era considerado, pela crítica norte-americana, mediano e comercial.
    Para mudar a opinião dos céticos Truffaut propôs a Hitchcock uma série de 500 perguntas tratando exclusivamente de sua obra e que por fim geraram 50 horas de entrevistas em que, numa conversa franca e sem censura, o diretor francês questiona o colega inglês sobre seu começo de carreira, as experiências na direção e o desafio de conduzir estrelas em seus filmes.
    Lançado pela primeira vez em 1967 o livro foi revisto em 1983 ganhando então sua edição definitiva, hoje esgotada no Brasil. Recheado de fotografias e com texto irretocável de François Truffaut, HITCHCOCK TRUFFAUT oferece ainda um apanhado com a filmografia de Sir Alfred incluindo a ficha técnica de cada um dos seus filmes e um índice remissivo que facilita a pesquisa detalhada.
    Fica a dica para uma ótima leitura de um livro que ajudou a converter Hitchcock em um dos mais celebrados realizadores do cinema mundial e pôs um carimbo de cult em suas obras. Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva (François Truffaut e Hellen Scott), Companhia das Letras, 2004

     
  • carames 2:03 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
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    A morte de Alfred Hitchcock – o homem errado 

    Em 29 de Abril de 1980 morria Alfred Hitchcock. Agora, se você está se perguntando QUEM foi Alfred Hitchcock:

    Sua história confunde-se com a própria história do cinema, foi do cinema mudo e em preto/branco na Inglaterra para os filmes sonoros e coloridos em Hollywood. Introduziu o conceito do McGuffin (objeto que orienta a trama sem, no entanto, ter importância para conclusão da mesma) – em Psicose (1960) o dinheiro roubado só serve para conduzir a personagem até o Motel Bates onde ele perde a importância para trama.

    Alfred Joseph Hitchcock nascido em uma sexta-feira 13 de agosto no ano de 1899 na Inglaterra era filho de pais humildes. Aos 14 anos perdeu o pai e aos 20 começou sua carreira no cinema desenhando cartões para filmes mudos. Rapidamente foi promovido e passou a diretor. Chamou atenção à frente dos suspenses O inquilino (1926), Os 39 degraus (1936) e A dama oculta (1938). Convidado a trabalhar nos Estados Unidos, mudou-se para lá com a esposa Alma Revile, sua ajudante de longa data.

    Em Hollywood veio a consagração. Se antes as pessoas iam ao cinema para ver os grandes astros, agora tinham motivo para ver o diretor representado por sua direção vigorosa e detalhista. No início das filmagens ele tinha as cenas tão bem concebidas em sua cabeça que mal se dava ao trabalho de conferir o resultado dado a certeza de conseguir o resultado que procurava.

    Além do já citado Psicose, Janela indiscreta (1954), O terceiro tiro (1955) Um corpo que cai (1958), Intriga internacional (1959) e Os pássaros (1963) são filmes que figuram facilmente em qualquer lista de melhores de todos os tempos.

    Alfred foi responsável por alguns filmes médios e muitas obras primas fazendo concessão a outros gêneros além do suspense como provam Um Casal do Barulho (1941), Valsas de Vienna (1934) e Spellbound (1945) que complementam a excelente filmografia do diretor que jamais realizou obras menores.

    Uma crítica simplista descreveria seus filmes como: ‘conto do homem errado, acusado injustamente e que perseguido precisa provar que é inocente’. Mas é impossível ser simplista quando falamos de um verdadeiro mestre. Hitchcock filmava sexo como fosse assassinato e vice-versa, ignorando a verossimilhança e mantendo a prerrogativa de que “tudo que possa ser mostrado, não dever ser dito”. Foi assim que realizou obras até hoje copiadas, reverenciadas e que habitam nosso imaginário com cenas inesquecíveis (como a cena do chuveiro em Psicose, a perseguição do avião em Intriga Internacional ou o plano seqüência de Festim Diabólico).

    Além dos 53 filmes que dirigiu, teve seu nome associado a pelo menos dois seriados de tv (Hitchcock Presents e Hitchcock Hour), era um dos principais acionistas da Universal Studios e dirigiu em 1944, dois curtas que, em apoio ao esforço de guerra, homenageava a resistência francesa que sofria em mãos nazistas.

    Diferente da realidade atual em que a moda é a adaptação fílmica de best-sellers, Alfred Hitchcock evitava fazer tais transposições, buscando enredos originais para seus filmes. Sir Alfred (título recebido da rainha Elizabeth II quatro meses antes de morrer) defendia o envolvimento do diretor em todo processo, desde a composição dos cenários, do roteiro, da direção e da montagem (seus métodos únicos evitaram que os estúdios interferissem na montagem de seus filmes já que a maneira que filmava possibilitava apenas uma única maneira de montá-lo).

    Nos próximos posts irei detalhar algumas de suas obras. Por hora, as aparições de Hitchcock, participação que o diretor fez em cada um de seus filmes e que virou sua marca registrada:

    Filmografia:

    1925 – Jardim da Alegria, o (The Pleasure Garden)
    1927 – Anel, o – O Aviso(The Ring)
    1927 – Champagne (Champagne)
    1927 – Downhill (Downhill)
    1927 – Inquilino Sinistro – O Pensionista (The Lodger)
    1928 – Mulher do Fazendeiro, a – Pobre Pete (The Farmer’s Wife)
    1928 – Mulher Pública (Easy Virtue)
    1929 – Chantagem e Confissão (Blackmail)
    1929 – Ilhéu, o (The Manxman)
    1930 – Assassinato (Murder!)
    1930 – Juno And The Paycock (Juno And The Paycock)
    1931 – Ricos e Estranhos (Rich and Strange)
    1931 – Skin Game, the (The Skin Game)
    1932 – Mistério no nº 17, o (Number Seventeen)
    1934 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1934 – Valsas de Viena (Waltzes from Vienna)
    1935 – 39 Degraus, os (The 39 Steps)
    1936 – Agente Secreto, o – Os 4 Espiões (Secret Agent)
    1936 – Sabotagem – O Marido era o Culpado (Sabotage)
    1937 – Jovem e Inocente (Young and Innocent – The Girl Was Young)
    1938 – Dama Oculta, a (The Lady Vanishes)
    1939 – Estalagem Maldita – A Pousada da Jamaica (Jamaica Inn)
    1940 – Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent)
    1940 – Rebecca, A Mulher Inesquecível (Rebecca)
    1941 – Casal do Barulho, um (Mr. & Mrs. Smith)
    1941 – Suspeita (Suspicion)
    1942 – Sabotador (Saboteur)
    1943 – Sombra de uma Dúvida, a (Shadow of a Doubt)
    1944 – Barco e Nove Destinos, um (Lifeboat)
    1945 – Spellbound, Quando Fala o Coração (Spellbound)
    1946 – Interlúdio (Notorious)
    1947 – Agonia do Amor (The Paradine Case)
    1948 – Festim Diabólico (Rope)
    1949 – Sob o Signo de Capricórnio (Under Capricorn)
    1950 – Pavor nos Bastidores (Stage Fright)
    1951 – Pacto Sinistro (Strangers in a Train)
    1953 – Tortura do Silêncio, a (I Confess)
    1954 – Disque M Para Matar (Dial M For Murder)
    1954 – Janela Indiscreta (Rear Window)
    1954 – Ladrão De Casaca (To Catcha Thielf)
    1955 – Terceiro Tiro, o (The Trouble with Harry)
    1956 – Homem Errado, o (The Wrong Man)
    1956 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1958 – Corpo que cai, um (Vertigo)
    1959 – Intriga Internacional (North By Northwest)
    1960 – Psicose (Psycho)
    1963 – Pássaros, os (The Birds)
    1964 – Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie)
    1966 – Cortina Rasgada (Torn Curtain)
    1969 – Topázio (Topaz)
    1972 – Frenesi (Frenzi)
    1976 – Trama Macabra – Intrigas em Família (Family Plot)

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva

    Mais sobre as obras de Hitchcock, aqui

     
  • carames 17:40 em 27/04/2011 Link Permanente
    Tags: , , cartaz, , jackass, pictograma, , , tubarão, viktor hertz   

    Novos cartazes para filmes 

    O artista sueco Viktor Hertz recriou cartazes de grandes sucessos do cinema utilizando apenas pictogramas. O resultado você pode conferir no site do artista e uma amostra logo abaixo. O clássico de Alfred Hitchcock, Psicose e o filme de terror Tubarão representam bem a proposta do criador:


     
  • carames 19:52 em 17/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , pastor rocha e sua banda,   

    System of a Down cover 

    Pois é, música de louvor não tá com nada, para atrair fiéis o negócio é interpretar grandes hits:

     
  • carames 14:19 em 17/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , brother, estrombelete, receita   

    Receita: Estrombelete de Pombo Obeso 

    Anonymous nada, quem manja de cozinha é o Away. Pra quem recém acordou e quer algo rápido e fácil de preparar, segue uma dica para o almoço de hoje:

     
  • carames 0:36 em 17/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , perfeito, rosana alves   

    No caminho do sucesso 

    Se o Away tinha as ‘tentativa d delícia’, taí uma tentativa de sucesso:

     
  • carames 1:48 em 16/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 10 anos, 19 de fevereiro de 2002, , , , , , don't worry about me, Frank Funaro, , , , , , , , ,   

    LP/CD – Joey Ramone: Don’t Worry About Me 2002 

    Em abril de 2001 o punk rock perdia Joey Ramone (Jeffrey Ross Hyman: 19 de maio de 1951 — 15 de abril de 2001). O vocalista era também um dos principais letristas dos Ramones, com os quais realizou mais de dois mil shows e lançou 14 discos de estúdio em cerca de 20 anos de carreira.

    Joey era fã da música dos anos 1960 (Phil Spector, Buddy Holly, Rolling Stones) e aos 13 anos de idade já tinha sua própria bateria. Começou tocando em uma banda glam chamada Sniper até que se juntou a Dee Dee e Johnny para formar os Ramones.

    Parte da obra de Joey (ao menos o que coube na foto):

    Foi, ao lado de Dee Dee Ramone, um dos principais letristas da banda. Suas músicas falavam de drogas, violência e relacionamentos – tudo com bom humor. Um bom exemplo é a música The KKK Took my Baby Away onde a Ku Klux Klan representava o guitarrista Johnny Ramone. Sua briga com Johnny, que começou por divergências ideológicas (Johnny era conservador, Joey tinha idéias liberais) se agravou quando Linda, então namorada de Joey, o trocou por Johnny.

    joeyramone-placeEm 2002, pouco após sua morte em decorrência de câncer linfático, foi lançado este que é o único álbum solo de sua carreira (embora tenha feito participações em projetos com seu irmão Mickey Leigh e no álbum de covers do Skid Row). Destaque para What a Wonderful World de Louis Armstrong, 1969 dos Stooges e Don’t Worry About Me, além das participações de Daniel Rey (antigo produtor dos Ramones), Andy Shernoff (ex-Dictators e letrista parceiro de Joey nos últimos trabalhos com os Ramones) e do baterista Marky Ramone.

    Em vida, além da música Joey atuou como ativista em diversas causas (como a legalização do aborto) e em 30 de novembro de 2003 a esquina entre a East 2nd Street e Bowery recebeu o nome de Joey Ramone Place em sua homenagem.

    Em 2009 seu nome foi incluído no Hall da fama do rock n’ roll ao lado de seus colegas, exceto CJ e Richie.

    Local onde foi enterrado Joey Ramone:

    Ficha Técnica:
    Sanctuary Records – produzido por Daniel Rey

    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra
    Andy Shernoff – baixo
    Frank Funaro / Marky Ramone – bateria

    Lançado em 19 de fevereiro de 2002

    Tracklist:
    01.”What a Wonderful World” (Joey Ramone/Andy Shernoff) – 2:23
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Joe McGinty – teclados
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria

    02.”Stop Thinking About It” (Joey Ramone) – 2:57
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Frank Funaro – bateria

    03.”Mr. Punchy” (Joey Ramone) – 2:35
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria
    Veronica Kofman – backing vocals
    Helen Love – backing vocals
    Captain Sensible – backing vocals

    04.”Maria Bartiromo” (Joey Ramone) – 3:58
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria

    05.”Spirit in My House” (Joey Ramone) – 2:02
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Joe McGinty – teclados
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Frank Funaro – bateria

    06.”Venting (It’s a Different World Today)” (Joey Ramone) – 3:17
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria

    07.”Like a Drug I Never Did Before” (Joey Ramone) – 2:04
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria

    08.”Searching for Something” (Joey Ramone/Al Maddy) – 4:12
    Joey Ramone – vocal
    Al Maddy – guitarra, baixo, backing vocals
    Marky Ramone – bateria

    09.”I Got Knocked Down (But I’ll Get Up)” (Joey Ramone/Al Maddy) – 3:42
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Joe McGinty – teclados
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Frank Funaro – bateria

    10.”1969″ (Dave Alexander/Ronald Asheton/Scott Asheton/Osterberg) – 3:40
    Joey Ramone – vocal
    Daniel Rey – guitarra, backing vocals
    Jerry Only – baixo
    Dr. Chud – bateria

    11.”Don’t Worry About Me” (Joey Ramone/Al Maddy) – 3:55
    Joey Ramone – vocal
    Mickey Leigh – guitarra, backing vocals
    Joe McGinty – teclados
    Andy Shernoff – baixo, backing vocals
    Frank Funaro – bateria






    joeyramone-dontworryaboutme (5)joeyramone-dontworryaboutme (6)

    Singles:





     
  • carames 23:53 em 06/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , bonnie tyler, , total eclipse of the heart   

    Cover de Bonnie Tyler 

    Um hit pra dançar juntinho com a namorada, intérprete com inglês fluente.

     
  • carames 1:16 em 06/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 5 de abril de 1994, , , , , , ,   

    LP/CD – Nirvana: Nevermind 1991 

    No dia 5 de abril de 1994 morria Kurt Donald Cobain, líder do Nirvana e responsável pelo melhor disco feito nos anos 1990. Kurt tirou a própria vida com um tiro de espingarda em sua casa em Seattle e seu corpo foi descoberto três dias mais tarde por um funcionário que faria reparos na instalação elétrica da mansão em que Cobain vivia com sua filha Frances Bean Cobain e sua mulher Courtney Love (polêmica líder da banda Hole).
    Escolhido pelo canal de tv VH1 como o segundo melhor álbum de rock de todos os tempos (perdendo apenas para Revolver dos Beatles), Nevermind foi lançado em setembro de 1991 e desbancou inclusive Michael Jackson nas paradas de sucesso. Sua capa foi escolhida como a melhor já feita e foi diversas vezes parodiada na obra de outros artistas.
    O disco conta com petardos como Smells like teen spirit, Territorial Pissings, Come as you are e Lithium e simplesmente não tem uma música passível de ser ignorada.
    A morte de Kurt encerrou a carreira da banda que lançou cinco discos oficiais e excursionou mundo afora tendo passado pelo Brasil com uma apresentação inesquecível no Hollywood Rock de 1993.

    Mais sobre Kurt, aqui

    Tracklist:
    01.”Smells Like Teen Spirit” – 5:01
    02.”In Bloom” – 4:14
    03.”Come as You Are” – 3:39
    04.”Breed” – 3:03
    05.”Lithium” – 4:17
    06.”Polly” – 2:57
    07.”Territorial Pissings” – 2:22
    08.”Drain You” – 3:43
    09.”Lounge Act” – 2:36
    10.”Stay Away” – 3:32
    11.”On a Plain” – 3:16
    12.”Something in the Way” – 3:55

     
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