Atualizações de maio, 2011 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 21:21 em 27/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , papo de homem, trapalhões   

    Trapalhões: os Beatles brasileiros 

    Caro leitor, prepare-se. O conteúdo do texto que começa agora pode chocar, causar revolta e até mesmo pequenas isquemias cerebrais, principalmente para quem gosta de música.

    As ideias apresentadas a seguir representam uma linha racional e lógica de pensamento, expressada a partir de criteriosa análise e pesquisa. Ou não.

    Tudo começou quando eu estava no bar (novidade!), ao lado do meu grande amigo Luiz Miani, quando surgiu um pensamento que ecoou em nossas cabeças: os Trapalhões são os Beatles brasileiros!

    Seriam os Beatles “os Trapalhões” ingleses?

    Fã de música como sou, relutei em concordar com esta premissa, entretanto, tive que me render aos fatos, assim como você se renderá ao final deste absurdo travestido de texto.

    Para dar mais veracidade a argumentação, pedi a ajuda de diversos amigos, que me auxiliaram e foram obrigados a concordar com essa verdade irrefutável. Para uma análise definitiva, farei a comparação individual entre os integrantes de cada grupo.

    Lennon e Mussum: os gênios

    John Lennon sempre foi o típico inglês dos anos 60. Com uma veia rebelde e contestadora que muitas vezes era aparente na genialidade de suas letras, as mais famosas e marcantes dos Beatles.

    Mussum seguia a mesma linha, perfil típico do sambista carioca do morro da mesma época, demonstrava em seu humor genial, toda a malandragem e alegria do Rio de Janeiro, mostrando que existe sim, muita felicidade em meio a tantas dificuldades. Lennon e Mussum eram os gênios.

    Link YouTube | Mussum, o mé e a malandragem

    Link YouTube | A Malícia inglesa de Lennon ao pedir para os ricos balançarem suas jóias (não etendeu o inglês?)

    George Harrison e Zacarias: os excêntricos

    George Harrison sempre foi o integrante mais exótico dos Beatles. Seu fascínio pela cultura oriental, mais precisamente pelo lado espiritual comprova isso. Entretanto, o talento de Harrison foi desvalorizado por muitos, que não o consideravam fundamental na composição da banda, e só entenderam a importância dele após sua morte.

    Assim foi também com Zacarias, sem dúvida nenhuma o integrante mais excêntrico dos Trapalhões, com seu jeito diferente e sua careca que insistia em aparecer nos momentos mais oportunos. Zacarias nunca foi o mais badalado da trupe, muito pelo contrário, muitas vezes era ofuscado e fazia papéis secundários. Entretanto, sua morte comprovou seu grande talento, os Trapalhões nunca foram os mesmos sem o grande Zaca.

    A cabeleira também é parecida…

    Dedé e Ringo: os secundários (leia-se insignificantes)

    Dedé e Ringo Star eram os mais discretos, até mesmo por serem os menos talentosos. No meio de grandes figuras do humor e da música, ambos figuravam como coadjuvantes.

    A grande prova disso é que após o término dos Trapalhões e dos Beatles, nem Dedé, muito menos Ringo tiveram projetos paralelos de sucesso, vivem do passado até hoje, afinal: “Ninguém pode ter o Ringo Star como Beatle favorito”, tanto quanto “Ninguém pode ter o Dedé como Trapalhão favorito”.

    Sortudos ou ‘escadas’ competentes

    Didi e Paul McCartney: os esforçados e populares

    Didi e Paul McCartney podem não ser os mais excêntricos ou talentosos, mas certamente eram os mais esforçados.

    Além de terem a pegada pop necessária para êxito, o esforço dos dois foi fundamental para o sucesso de Beatles e Trapalhões, tanto que, após o término dos grupos, Didi e Paul mantiveram suas carreiras baseadas no forte alicerce que Beatles e Trapalhões forneceram e continuam até hoje ganhando muito dinheiro, com um grande número de programas de televisão e shows, respectivamente.

    Link YouTube | Veja como o Didi dominava toda a cena de seu grupo…

    Link YouTube | McCartney tomou as rédeas de sua banda e gravou o considerado melhor disco de todos os tempos

    Apresentados os argumentos, agora, meu caro leitor, grite, esperneie, se revolte, mas no fundo, reconheça que Os Trapalhões eram os Beatles brasileiros!

    Reprodução. Postado originalmente no blog Papo de Homem.

     
  • paulocarames 1:08 em 27/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1962, , , , , , , , O Homem Que Matou o Facínora, , The Man Who Shot Liberty Valance   

    Filme – O Homem Que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance) 1962 

    Filme clássico dirigido pelo mestre do Western, John Ford e protagonizado por James Stewart, Lee Marvin e por John Wayne – que faria 104 anos hoje se fosse vivo.

    Ransom Stoddard (James Stewart) é um senador que viaja para Shinbone para o enterro de seu amigo de longa data, Tom Doniphon (John Wayne), um bêbado que morre incógnito e sem nenhum centavo no bolso. Filmado em preto-e-branco e utilizando o recurso de flashback o filme nos apresenta a história destes dois amigos que disputam o amor da mesma mulher e divergem em relação ao confronto armado. Enquanto Ransom recusa-se a usar uma arma, Tom defende não haver forma mais adequada de resolver os problemas.

    No retorno à cidade, Ransom começa a recordar seu começo como advogado recém formado e o incidente que mudou sua vida. O Liberty Valance (Lee Marvin) do título original, é o típico bandido do velho oeste, perturba quem cruza seu caminho e impõe sua vontade à força. Até que ele é morto em um confronto em uma noite escura. Resta descobrir quem matou o tal facínora.

    Um faroeste longe de ser um filme comum que obedece a máxima que John Ford bem definiu: Na dúvida, publique-se a lenda.

     
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