Atualizações de outubro, 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • carames 12:00 em 31/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , manowar   

    Esse pessoal da imprensa não sabe nada 

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  • carames 12:00 em 30/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: 13 de fevereiro, , , , , , , , , , , , , , ,   

    Ramones no Grammy 


    Depois de serem reconhecidos no Hall da Fama do Rock n’ Roll em 2002, foi a vez dos Ramones terem sua obra reconhecida por meio de um prêmio Grammy.

    A cerimônia ocorreu no dia 13 de fevereiro de 2011 (um dia antes da cerimônia principal) e foi dedicada a prêmios não competitivos. No caso do quarteto punk, foi um reconhecimento pelo conjunto de sua obra.

    Os três ex-bateristas (Tommy, Marky e Richie Ramone) foram os únicos ex-integrantes presentes na cerimônia.

    Com a ausência de CJ Ramone e com três dos quatro fundadores já falecidos, coube a familiares receberem e agradecerem a homenagem.

    Linda Cummings representou o marido Johnny Ramone enquanto Mickey Leigh falou por seu irmão Joey Ramone.



     
  • carames 12:26 em 29/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , evil dead,   

    Refilmagem do pior filme de todos os tempos 

     
  • carames 12:09 em 28/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , System of a Down versão quadrilha   

    System of a Down versão quadrilha 

     
  • carames 11:30 em 27/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Danny Lommen, , Gert Jan "Joe" Avesaath, I Hate Freaks Like You, ICLC, Johnny Carco, nina hagen, , , , , , , Rough Trade Records, World Service   

    LP/CD – Dee Dee Ramone ICLC: I Hate Freaks Like You 1994 


    Dee Dee Ramone acompanhado de Johnny Carco (Baixo) e Danny Lommen (Bateria) ou ICLC (Inter-Celestial Light Commune) como foram batizados lançou I Hate Freaks Like You em 1994, pontuando sua volta ao punk rock após aventurar-se pelo hip hop como Dee Dee King.

    Neste álbum, somos presenteados com nada mais nada menos que I’m Making Monsters For My Friends e It’s Not For Me To Know mais tarde aproveitadas pelos próprios Ramones no álbum de despedida ¡Adios Amigos! de 1995.

    Já percorrendo o caminho inverso temos All’s Quiet On The Eastern Front (originalmente gravada pelo quarteto no álbum Pleasant Dreams de 1981) e I Don’t Wanna Get Involved With You (interpretada no primeiro dos 2263 shows da banda ainda como trio) e que aqui recebem a releitura do ex-baixista.

    Destaque também para Nina Hagen cantando em duas faixas e para o produtor Daniel Rey, co-autor de 12 músicas ao lado de Dee Dee.

    Ficha Técnica:
    Rough Trade Records/World Service – produzido por Gert Jan “Joe” Avesaath

    Dee Dee Ramone – Vocal, guitarra
    Johnny Carco – Baixo
    Danny Lommen – Bateria

    Traklist:
    01 I’m Making Monsters For My Friends – 2:42 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    02 Don’t Look In My Window – 2:39 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    03 Chinese Bitch – 1:47 (Dee Dee Ramone – Andy Shernoff)
    04 It’s Not For Me To Know – 3:02 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    05 Runaway – 3:44 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    06 All’s Quiet On The Eastern Front – 2:17 (Dee Dee Ramone)
    07 I Hate It – 1:51 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    08 Life Is Like A Little Smart Alleck – 2:32 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    09 I Hate Creeps Like You – 1:46 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    10 Trust Me – 4:28 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    11 Curse On Me – 2:56 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    12 I’m Seeing Strawberry’s Again – 4:02 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    13 Lass Mich In Ruhe – 3:02 (Dee Dee Ramone – John Carco – Nina Hagen)
    14 I’m Making Monsters For My Friends – 2:35 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    15 Chinese Bitch – 1:29 (Dee Dee Ramone – Andy Shernoff)*
    16 I Don’t Wanna Get Involved With You – 1:36 (Dee Dee Ramone)*
    17 That’s What Everybody Else Does – 2:37 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)*
    18 We’re A Creepy Family – 1:20 (Dee Dee Ramone – John Carco)*

    *bônus lançados na Argentina em CD, extraídas do EP Chinese Bitch.













    Singles:



     
  • carames 12:09 em 26/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Tietando Messi   

    Tietando Messi 

     
  • carames 12:07 em 25/10/2012 Link Permanente | Resposta  

    Filme para a TV sobre Hitchcock ganha primeiro trailer em inglês 

     
  • mateus 21:45 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , ,   

    Não tá fácil pra ninguém: baterista do Soulfly abandona a música 

    Estrada? Rock n’ roll? Fama?

    Já tem gente desistindo até de ser rockstar para pensar no futuro. É a consciência de que nem todo músico vai chegar a ser um Lemmy, um Gene Simmons ou um Angus Young.

    O baterista David Kinkade, no Soulfly desde o ano passado, anunciou que a turnê asiática deste ano seria sua última atividade como músico. Depois disso, estaria abandonando tudo: banda, bateria e música.

    Segundo o site hornsuprocks.com, ontem, 23 de outubro, teria sido o último show de David no Hollywood Awards em Bangkok, Tailândia.

    David afirma que “a música não fornece um ‘plano B'”, referindo-se aos limites humanos que podem se esgotar dentro de alguns anos, não dando garantia nenhuma de “aposentadoria”.

    “A música não garante nada, não há plano de aposentadoria, nada que possa apoiar a mim ou minha família quando meu corpo não aguentar mais. Não posso mais correr pra cama de mamãe quando alguma coisa der errado. Pessoas dependem de mim e não posso mais ser egoísta. Preciso focar no que é real ao invés de viajar em um sonho.”

    David também disse que nunca passaria de um músico contratado e que, apesar de ter conseguido ter ido mais longe do qua a maioria consegue, não consegue ver glamour na vida que leva na estrada.

    Referindo-se à sua noiva, filhos, mãe e avô o (ex)-baterista afirma: “as únicas pessoas que significam algo pra mim, e fico feliz de tomar essa decisão aos 29 anos, e não aos 39”.

     
  • carames 12:02 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta
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    Marky Ramone: “Joey não teve nada a ver com esse CD novo” 

    Por Alexandre Saldanha

    Recentemente, tanto Joey quanto CJ Ramone lançaram discos solo. Você chegou a ouvir? O que acha desses álbuns?

    Esse disco solo recente de Joey que você fala foi feito a partir de faixas rejeitadas para o seu único disco solo que ele produziu em vida. Joey não teve nada a ver com esse CD novo. Quando a qualquer material do CJ, nem sabia que ele continuava tocando.

    CJ disse que o objetivo de seu novo disco era trazer de volta o que realmente importa sobre os Ramones: a música. Você concorda que as brigas internas estavam tomando uma proporção maior que que a música em si?

    Não, acho que não tem nada a ver. 99% [dos Ramones] era estar no palco, tocando. As brigas não eram nada. O DVD End of the Centrury focou na negatividade para comercializar um produto.

    Você planeja lançar um disco novo do Marky Ramone?

    Nesses dias de hoje, CDs são coisa do passado.

    Quando os Ramones se aposentaram, você tinha sua própria banda – Marky Ramone and the Intruders – que se separou após alguns discos. Por quê? Você pretende formar outra banda ou vai continuar fazendo shows como Marky Ramone e convidados?

    Não tenho planos de começar uma nova banda. O mundo quer ouvir as músicas dos Ramones e eu me divirto fazendo isso.

    Uma vez vi você dizendo no Facebook que o livro Poisoned Heart [Phoenix Books, ainda sem tradução em português], de Vera Ramone King, é o único bom livro sobre os Ramones. Por quê?

    Porque Vera fez parte daquilo tudo. Além disso, o livro foi escrito com suas próprias palavras e não com entrevistas com pessoas de fora.

    Você vai lançar um livro no ano que vem. É sobre seus anos nos Ramones ou sobre sua vida como um todo?

    O livro abrange toda a minha carreira como músico. Dust, the Voivods e Ramones.

    Seu primeiro single com os Intruders é uma música sobre o Brasil, Argentina e Chile [“Three cheers for you”]. Quase todos os anos você vem ao Brasil, seja como DJ, para lançar sua linha de óculos de sol ou para fazer shows. Qual a importância da América do Sul para você e para os Ramones?

    A América do Sul deixou a banda extremamente feliz. Ficamos extremamente surpresos com a recepção que tivemos aí!!! Tenho voltado aí sozinho desde 1997 e continuo me divertindo muito!

    Há alguns anos, você tocou bateria com os Misfits. Agora você excursiona com Michale Graves, que foi vocalista dos Misfits nos anos 1990. Como surgiram essas parcerias?

    Eu sabia o quanto Michale cantava vem. Achei que ele se encaixaria perfeitamente em minha banda.

    Você tem planos para lancer o Marky Ramone’s Brooklyn’s Own Pasta Sauce [molho de tomate criado pelo baterista] no Brasil?

    Ainda não tinha pensado nisso… talvez!

     
    • Wagner 13:08 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

      “Quando a qualquer material do CJ, nem sabia que ele continuava tocando.” Um pouco arrogante, no mínimo…

      • carames 15:00 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

        ahan, faz d conta q nóis acredita tio Marky

      • Prude Fabricio 17:05 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

        Pois é, ele odeia o C.J., só não se sabe porque.

        • carames 18:01 em 24/10/2012 Link Permanente

          Lá por 97/98 rolou uma treta pq o CJ falou mal do Marky por continuar usando o sobrenome após o fim da banda quando ele andava com os The Intruders – coisa que o CJ só resolveu fz recentemente. além disto, o CJ era casado com a sobrinha do Marky e desde que ele se separou o Marky senta o pau em tudo que tem relação com o baixista.

    • carames 11:33 em 27/10/2012 Link Permanente | Resposta

      • Prude Fabricio 7:26 em 28/10/2012 Link Permanente | Resposta

        Como diria o CPM 22 o mundo da voltas.

        • carames 12:36 em 28/10/2012 Link Permanente

          esse ciúme todo só pq o Richie tocou bateria e não ele? será?

  • carames 12:23 em 23/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Num bolicho no Alegrete   

    Num bolicho no Alegrete 

    O gauchão entra no boteco e vê os preços num cartaz:

    Canha__________________________ R$ 1,00
    Cerveja________________________ R$ 2,50
    Pastel_________________________ R$ 2,00
    Sanduíche _____________________ R$ 3,00
    Massagem no órgão sexual_______ R$ 15,00

    Checando na carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama uma das três gurias que ali estão servindo:
    Ô guria, com licença

    Sim? – responde ela com um sorriso lindo… O que posso servir?

    É tu que massageia o órgão sexual dos freguêis?

    Sou eu mesma- responde ela, com voz caliente e um olhar bem sensual.

    Então, tu lava bem a mão e me serve um pastel!!!
    Nós, Gaúcho, semo meio grosso, mas temo higiene !

     
  • carames 12:28 em 22/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , essentials, , , ,   

    Discografia do Rancid em pequenas doses 


    Para os fãs do Rancid que curtem o bom e velho vinil, a banda lançou um pacote pra lá de tentador. Trata-se de um box alusivo aos 20 anos do grupo contendo 46 discos 7″ com o essencial lançado por eles entre 1992 e 2009 – canções remasterizadas e alguns outtakes.

    Tudo isto em uma embalagem de couro e em edição limitada nas cores Branca, Vermelha ou Branca com detalhes em vermelho.

    O Boxset Inclui:
    • Self-Titled 7” EP (1992)
    • Rancid (1993)
    • Let’s Go (1994)
    …And Out Come The Wolves (1995)
    • Life Won’t Wait (1998)
    • Rancid (2000)
    • Indestructible (2003)
    • B Sides and C Sides (2007)
    • Let The Dominoes Fall (2009)
    • Let The Dominoes Fall (acoustic) (2009)

    Você pode adquirir o pacote, já em pré-venda, aqui.


     
  • carames 12:00 em 21/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Jornal Jornal   

    Hermes e Renato: Jornal Jornal 

     
  • carames 18:00 em 20/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , ,   

    “O conceito do disco não funciona mais”, diz Marky Ramone 

    A internet e a nova ordem na indústria musical não impedem que Marky Ramone viva o rock and roll à sua maneira, em turnês pelo mundo com sua nova banda, Blitzkrieg, cujo nome é deliberadamente inspirado em “Blitzkrieg Pop”, icônica canção de 1976. Aos 56 anos, a frase “hey ho, let’s go” ainda é o grito de guerra de Marc Steven Bell. “Você vive e aprende”, diz ele, à Rolling Stone Brasil, por telefone, do seu escritório em Nova York.

    Acompanhado de sua banda, o baterista do lendário Ramones, de quem ele ganhou o sobrenome artístico, volta ao Brasil em mais uma de suas visitas. Marky se apresenta no Two Wheels Brazil, um evento direcionado aos amantes de motos. “Gosto do cheiro da gasolina”, comenta.

    O baterista não vê mais a necessidade de se compor canções para um disco. A internet e a facilidade que ela proporciona de se ouvir o que quiser quando quiser, para ele, aniquilou o que antes era sagrado para qualquer banda. “O conceito do disco não funciona mais”, diz, taxativo.

    Marky mantém o nome dos tempos da banda finada em 1996, mas não se pode alegar que ele vive apenas do que se passou. Com a Blitzkrieg, cujos vocais cantados por Michele Graves, ex-Misfits, ele lançou dois singles de 2010 para cá, “When We Were Angels” e “If and When” – que serão executadas em São Paulo, além de clássicos dos tempos de Ramones. “Se tiver uma boa ideia para uma música, eu faço. Quando tiver a quantidade suficiente de singles, posso fazer uma compilação”, explica. “As duas músicas que fizemos foram bem em vendas no iTunes. É assim que as pessoas fazem hoje em dia. Ninguém mais compra discos, as pessoas baixam músicas. As lojas de discos não existem mais”, completa.

    Para ele, o modo como o consumo de música se dá mudou e não há como voltar atrás. O experiente baterista entende que não há necessidade disso. “Agora, você pode escolher o que quiser”, diz. “Mesmo há muitos anos, as bandas faziam muitos discos, mas as músicas nem sempre eram todas boas. Eram o que chamávamos de ‘enchimento’. Hoje, você pode ir no iTunes, ouvir um disco e pensar: ‘não gostei tanto, mas curti essa música’. Não podemos criticar a tecnologia. Ela está aqui. É o que as pessoas querem hoje em dia.”

    O Marky dos novos tempos não é só um músico capaz de arrebentar baquetas na bateria como há 30 anos. É empresário, dono de um restaurante sobre rodas em Nova York chamado Cruisin’ Kitchen e criou seu próprio molho de tomate. “Foram seis meses criando a receita. Foi um trabalho duro”, conta ele.

    O lado empreendedor pode ter feito com que alguns fãs mais ardorosos do Ramones tenham torcido seus narizes. Nada que incomode Marky, como ele mesmo garante. “Não importa o que eles pensam, mas, sim, o que eu penso. O que faço da minha vida é problema meu”, diz. “Muitos outros gostam do fato de que 10% da receita é doado para instituições de caridade que cuidam de pessoas com autismo”, completa. Ele conta que a ideia veio justamente porque, em alguns casos, os autistas o viam tocando bateria, mas não tinha controle motor suficiente para brincar no instrumento.

    É a mesma doença que acomete o filho de C.J. Ramone, baixista que tocou na banda de 1989 até seu fim, em 1996. Mas nunca, jamais, cite o nome de C.J. para Marky. “Sou um cara do Dee Dee”, diz ele, lembrando o baixista da formação clássica do grupo. “Não sabia que o filho dele tinha autismo. Dee Dee era um amigo muito próximo e nunca fui fã do C.J.”

    Marky mantém uma espécie de diário desde os anos 70, antes mesmo de se juntar ao Ramones, e suas memórias serão publicadas em uma autobiografia em breve, garante ele. “Estou escrevendo ainda. Vou colocar coisas boas e ruins que aconteceram. Serei honesto com meus textos e com a minha vida. Ainda consigo ter uma vida movida a rock and roll, faço turnês pelo mundo, tocando e como DJ”. Mas o rock and roll é só musical. “Não uso drogas, não bebo, Não preciso fazer isso. Essas coisas ficam no passado”, diz. E, agora, Marky está de olho no futuro.

    Two Wheels Brazil 2012

    Dia 20 de outubro:
    Marky Ramone’s Blitzkrieg e Toyshop

    Dia 21 de outubro:
    Raimundos, Chrome Division e Michael Graves (solo)

    Estrada Velha do Mar, 4335 – S. Bernardo do Campo – Estrada São Paulo 148 – Km 35,5
    Das 9h às 23h
    Ingressos: R$ 150 a R$ 200

    Postado originalmente aqui.

     
  • carames 12:00 em 20/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: 14 de outubro, , ain't it fun, , , , , , , , , , , , zonked   

    CD – Dee Dee Ramone: Zonked 1997 


    Disco de inéditas lançado por Dee Dee Ramone, em 14 de outubro de 1997 – um ano após a dissolução dos Ramones. Aqui ele está acompanhado pelo produtor Daniel Rey, sua esposa Barbara Zampini e por Marky Ramone na bateria.

    Dee Dee participou da composição de todas as faixas neste disco que ainda tem Joey Ramone nos vocais de I Am Seeing UFOs e pérolas como Victim Of Society e Never Never Again (esta interpretada por sua esposa).

    O disco foi lançado também na Europa mas com o título de Ain’t It Fun e contendo a bônus track Please Kill Me pela Blackout – responsável pelo álbum de estréia de Marky Ramone and The Intruders.

    Ficha Técnica:
    Other Peoples Music – produzido por Daniel Rey

    Dee Dee Ramone – guitarra e vocal
    Barbara Zampini – baixo e vocal
    Daniel Rey – guitarra e backing vocal
    Marky Ramone – bateria

    Traklist:
    01 I’m Zonked, Los Hombres – 1:56 (Dee Dee Ramone)
    02 Fix Yourself Up – 2:51 (Dee Dee Ramone – John Carco)
    03 I Am Seeing UFOs – 4:04 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    04 Get Off Of The Scene – 2:10 (Dee Dee Ramone)
    05 Never Never Again – 2:39 (Dee Dee Ramone)
    06 Bad Horoscope – 2:24 (Dee Dee Ramone)
    07 It’s So Bizarre – 3:32 (Dee Dee Ramone)
    08 Get Out Of My Room – 2:49 (Dee Dee Ramone)
    09 Someone Who Don’t Fit In – 2:05 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    10 Victim Of Society – 2:16 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    11 My Chico – 2:38 (Dee Dee Ramone)
    12 Disguises – 3:54 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)
    13 Why Is Everybody Always Against Germany – 2:37 (Dee Dee Ramone – Daniel Rey)



    dee dee ramone - AIN'T IT FUN (1)
    dee dee ramone - AIN'T IT FUN (2)
    dee dee ramone - AIN'T IT FUN (3)
    dee dee ramone - AIN'T IT FUN (4)



     
  • carames 12:29 em 19/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , duro de matar,   

    Trailer: Duro de Matar 5 

     
  • carames 12:52 em 18/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , ,   

    Richie Ramone South American Invasion 2012 em Porto Alegre 


    Após o cancelamento da turnê que aconteceria em agosto, Richard Reinhardt (conhecido como Richie Ramone) se apresenta pela primeira vez na capital gaúcha.

    O evento acontece dia 20 de outubro no Beco (casa que em março deste ano recebeu outra lenda do punk rock – Jello Biafra) e a abertura fica por conta da banda Flanders 72.

    Richie foi baterista dos Ramones tocando em 400 shows, gravou os três álbuns da fase mais hardcore da banda: (Too Tough to Die em 1984, Animal Boy em 1986 e Halfway to Sanity em 1987) e contribuiu em algumas músicas do disco póstumo de Joey Ramone (…Ya Know?) lançado este ano.

    Ingressos:
    http://www.ticketjam.com.br/Evento/Exibir/120-Tributo_Ramones_com_Richie_Ramone
    1º lote 40.00
    2º lote 50.00
    Na hora 60.00
    Meet and greet+soundcheck+show 70.00

    Ponto de Venda:
    Short Fuse – Shopping Total
    Heaven And Hell – Gen. Vitorino, 140/201
    Stoned Discos – Marechal Floriano 371
    Zeppelin – Marechal Floriano 185/209 Gal. Luza

     
  • carames 12:18 em 17/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Brendinha 89, linda de rosto confesso que você não é   

    Brendinha 89: linda de rosto confesso que você não é 

     
  • carames 12:24 em 16/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Maior fair play da história   

    Maior fair play da história 

     
  • carames 12:19 em 15/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , ,   

    Perpetuando o ‘1,2,3,4’: entrevista com CJ Ramone 


    CJ Ramone, ex-baixista dos Ramones, durante show na Arena Palco 7, em Estância Velha (RS)

    Há vários clichês no rock’n’roll. Alguns desses chavões, inclusive, acabam virando marca registrada de algumas bandas. É o caso do ‘one, two, three, four’, dos Ramones. A indefectível contagem, feita antes do início de praticamente todas as músicas ao vivo e outras tantas nos discos deixados pela banda, era tarefa do finado baixista Dee Dee Ramone (1951 – 2002). Após sua saída do grupo nova-iorquino, em 1989, essa responsabilidade ficou sob a batuta de Christopher Joseph Ward, mais conhecido como CJ Ramone, que assumiu o baixo.

    Com o fim do quarteto que eternizou a simplicidade dos três acordes, em 1996, CJ seguiu seu caminho com outros projetos musicais (Los Gusanos e Bad Chopper). O cara também encontrou tempo para cuidar da família, que precisou de sua ajuda. Recentemente, ele resolveu retomar o pseudômino que usava com a antiga banda e colocou no mercado um trabalho solo. Reconquista (2012) é o primeiro álbum do músico sob a alcunha de CJ Ramone. Nas apresentações que tem feito, CJ executa algumas canções desse registro. Porém, o repertório é, em maior parte, formado por temas dos saudosos Ramones. Foi esse show que CJ Ramone mostrou ao público gaúcho, dia 16 de setembro, na Arena Palco 7, em Estância Velha.

    No dia seguinte, 17 de setembro, o programa Let’s Start... colou no músico e conseguiu bater um papo com ele. Na entrevista, o baixista e agora vocalista falou sobre a importância dos Ramones na sua vida, a doença de um de seus filhos, o convite para entrar no Metallica, entre outros assuntos. Senta a buzanfa na frente do computador e comece a ler isso em… ‘one, two, three, four’!

     

    Texto, fotos e vídeos: Homero Pivotto Jr.

    Você tocou em Porto Alegre com os Ramones, em 1994, na mesma noite em que o Sepultura e o Raimundos. Recorda de algo?

    CJ – Eu lembro do show, mas não recordo de qualquer coisa em particular que tenha acontecido.

     O que você andou fazendo nos últimos anos, antes de lançar o disco Reconquista?

    CJ – Quando os Ramones se aposentaram, em 1996, eu saí por aí com o Los Gusanos (banda criada por volta de 1992 na qual CJ tocava guitarra e cantava) durante um tempo. Em seguida, comecei uma família e meu filho foi diagnosticado com autismo. Então, eu tirei alguns anos para ficar em casa cuidando dele. Por volta de 2007/2008,comecei a fazer alguns shows ocasionalmente, aqui e acolá. Em 2009, ano em que completou-se o 20º aniversário da minha entrada nos Ramones, eu decidi que iria sair e tocar só músicas deles, já que eu não tinha feito isso antes. Percebi isso e saí por e saí com um set list de Ramones. Fiquei fazendo isso durante todo o ano e foi muito bom. As pessoas realmente gostaram e nós tivemos diversas boas ofertas. Aí, conversei com meu amigo Gene, que costumava trabalhar com os Ramones, e decidimos que poderia ser uma boa voltar e continuar tocando. Então, fiz o novo disco, que é um tipo de tributo aos Ramones e aos fãs.  E é por isso que estou aqui! (risos)

    ‘Reconquista’ é uma palavra usada em idiomas como o português e o espanhol. Por que colocar o nome do disco assim, e não em inglês?

    CJ – Eu gosto muito de história, sabe? Vi o título ‘Reconquista’ em um livro e curti a palavra em si, mas gostei ainda mais do significado. Pensei comigo mesmo que seria um belo nome para o álbum. Eu imediatamente comecei a viajar no significado da palavraEstou muito feliz com essa escolha!

    E sobre o processo de criação desse álbum?  O disco é bem rock’n’roll, repleto de melodias grudentas, bons riffs de guitarra e coisas assim. Na verdade, o registro soa como algo que os Ramones poderiam ter feito. Era essa a ideia?

    CJ – Boa parte das composições foram escritas, possivelmente, cerca de dois ou três anos antes da gravação. Há uma música que tem uma melodia muito bonita, chamada ‘You’re the Only One’, que provavelmente Joey poderia ter escrito. Foi uma canção que fiz para ninar minha filha pequena e pensei: “que bela música!” Então, sentei, trabalhei na linha de guitarra e soou muito bom.  Eu pensei: “está é uma canção que Joey teria adorado!” Pareceu bastante inspirada por ele. Tem ainda ‘Three Angels’, que foi uma experiência muito estranha, pois eu estava dirigindo e a letra simplesmente me veio à cabeça. Eu tive de parar o carro e escrevi toda a música de uma vez. Eu não precisei sentar e trabalhar na próxima linha, a inspiração simplesmente veio toda de uma vez… A melodia e tudo mais estavam lá! Eu sabia como a canção ficaria depois de completa mesmo antes de pegar a guitarra e tocá-la! Foi bem estranho!

    Você sente a presença de Joey, Johnny e Dee Dee de alguma maneira?

    CJ – Eu não sinto sempre, mas eu ouço! Fui escutar algumas das músicas que escrevi para  Reconquista, depois de gravadas, e pude absolutamente ouvi-los. Pode ser influência ou o que for, mas alguns dos temas que escrevi tinham de ser guiados por Joey, Johnny e Dee Dee. Especialmente ‘Three Angels’ e ‘You’re the Only One’, que foram músicas que praticamente se compuseram por conta própria. Foi verdadeiramente uma experiência pela qual precisei passar.

    Quais os seus discos preferidos dos Ramones?

    CJ – Meus preferidos são os quatro primeiros discos – Ramones (1976), Leave Home (1977),Rocket to Russia (1977) e Road To Ruin (1978).

    Existe uma lenda que, quando você entrou para os Ramones, eles disseram para você fazer certas coisas. Por exemplo: usar um determinado jeito de vestir (jeans, camisetas, tênis e jaquetas de couro), tocar com o baixo quase na altura dos joelhos e as pernas abertas. Isso é verdade?

    CJ – Eles não precisaram me dizer nada. Eram coisas que eu já fazia, como fã dos Ramones. Quando eu era garoto fui muito influenciado por eles. Eu até sabia o que fazer quando estava no palco, porque eu os vi diversas vezes. Eu sabia que Joey, Johnny e Dee Dee andariam para frente e depois voltariam para trás no palco. Eu sabia tudo isso! Johnny disse em entrevistas que ele me falou para fazer essas coisas. E ele realmente disse! Mas o fato é que eu já sabia isso tudo. Assisti os Ramones inúmeras vezes e era fã de longa data. Se você ver fotos minhas quando moleque perceberá que pareço um clone de Johnny e Dee Dee. Eu tinha o corte de cabelo, os tênis, o jeans, a camiseta… Era isso que eu usava todo dia!

    Você disse que tem um filho com autismo. Como isso afetou sua vida

    CJ – Bom, isso me fez mais consciente sobre algumas coisas. Fui ensinado que a vida não é sempre sobre você, sobre o que você quer fazer e o que precisa. Especialmente quando há um enorme sacrifício de outras pessoas envolvidas. Isso me ajudou a ter mais foco. Ensinou-me sobre dedicação e a não desistir, mas sempre trabalhar duro. Eu meio que agia assim, mas para algo que eu queria. Essa foi a primeira vez que tive de fazer as mesmas coisas por outra pessoa.

    E sobre ser convidado para substituir Jason Newsted no Metallica, como isso ocorreu? Você já pensou como seria, se tivesse aceitado, fazer parte de duas das maiores bandas de rock’n’roll da história em uma só vida (risos)?

    CJ – Eu tenho que agradecer ao Johnny Ramone por duas oportunidades! Foi ele que me escolheu para entrar no lugar de Dee Dee, nos Ramones. Ele também era amigo do Kirk Hammett (guitarrista do Metallica). Quando Jason Newsted saiu, Johnny me ligou e disse: “os caras do Mettalica gostariam que você fosse lá e tocasse com eles”. Eu falei para Johnny que eu não poderia fazer aquilo, que estava lisonjeado, que era um grande fã da banda e que eu adoraria. Porém, meu garoto precisava de mim em casa trabalhando com ele e tendo certeza de que ele estava sendo cuidado. Johnny falou que eu era louco por deixar passar essa chance. Eles me ligaram de volta (o Metallica), uns dois ou três meses depois, me fazendo a oferta novamente. Eu disse outra vez que estava inacreditavelmente lisonjeado, pois respeito demais o Metallica, mas não havia maneira de eu aceitar. Seria muito legal se eu estivesse apto a fazer o trabalho. Entretanto, hoje, meu filho está fazendo as coisas incrivelmente bem, levando sua vida normalmente. Acredito que se eu tivesse aceitado entrar no Metallica, ele talvez não estivesse se recuperado tão bem. Não tenho arrependimento!

    Você pretende lançar mais discos solo sob o nome de CJ Ramone?

    CJ – Vou sim! No próximo ano já terei um álbum novo saindo!

    CJ Ramone (à esq.) e Steve Soto (do Adolescents), outro grande nome do punk rock norte-americano

    Você ainda mantém contato com Marky ou com algum outro integrante ainda vivo da banda?

    CJ – Na verdade, me juntei com Richie Ramone em um show. Nós nos encontramos no palco para executar algumas músicas em Nashville. Foi a primeira vez que eu toquei com ele! Com Marky eu não tenho muito contato. Nós convidamos Marky algumas vezes para sair e fazer algumas apresentações, mas ele tem os projetos dele. Não é que eu não goste dele, não me importe com ele ou coisa assim. É só porque ele está fazendo suas próprias coisas. Então, isso (um encontro entre os dois) provavelmente não acontecerá.

    Quando você estava nos Ramones, como eram escolhidas as músicas que entrariam para o set list em cada show?

    CJ – Johnny escolhia muito bem as músicas e as ordenava no repertório de um jeito que manteria o show excitante e o público agitado. Ele era bom nisso! Eu acho que Johnny apenas pegava as canções que sabia que os fãs queriam ouvir.

    CJ Ramone e João Gordo no camarim do Opinião antes da apresentação do Ratos de Porão em Porto Alegre, dia 17 de setembro. O baixista tocou ‘Commando’, cover dos Ramones, junto com os amigos brasileiros do RDP. Confira o vídeo dessa parceria aqui: http://www.youtube.com/watch?v=loT8jftQ5h4

    Em novembro, haverá a eleição para escolher o novo presidente dos Estados Unidos. Você tem alguma preferência entre republicanos e democratas?

    CJ – Atualmente, os dois partidos parecem a mesma coisa. Eu me considero independente, não sou filiado a nenhum dos dois partidos. Os políticos tornaram-se muito corruptos. Não é sobre fazer o país progredir. Eles lutam apenas por seus próprios partidos, não necessariamente pela nação. Eu votei em um cara fora do circuito, chamado Ron Paul. Ele é o único fora desses dois partidos que talvez tenha alguma chance de mudar algo no país. Se não der certo, não importa. Eu não posso apoiar um sistema no qual não acredito!

     

    Postado originalmente aqui.

     
  • carames 12:35 em 14/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , planet hemp, Show do Planet Hemp no VMB   

    Show do Planet Hemp no VMB 2012 

     
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