Atualizações de outubro, 2012 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • mateus 21:45 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta
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    Não tá fácil pra ninguém: baterista do Soulfly abandona a música 

    Estrada? Rock n’ roll? Fama?

    Já tem gente desistindo até de ser rockstar para pensar no futuro. É a consciência de que nem todo músico vai chegar a ser um Lemmy, um Gene Simmons ou um Angus Young.

    O baterista David Kinkade, no Soulfly desde o ano passado, anunciou que a turnê asiática deste ano seria sua última atividade como músico. Depois disso, estaria abandonando tudo: banda, bateria e música.

    Segundo o site hornsuprocks.com, ontem, 23 de outubro, teria sido o último show de David no Hollywood Awards em Bangkok, Tailândia.

    David afirma que “a música não fornece um ‘plano B'”, referindo-se aos limites humanos que podem se esgotar dentro de alguns anos, não dando garantia nenhuma de “aposentadoria”.

    “A música não garante nada, não há plano de aposentadoria, nada que possa apoiar a mim ou minha família quando meu corpo não aguentar mais. Não posso mais correr pra cama de mamãe quando alguma coisa der errado. Pessoas dependem de mim e não posso mais ser egoísta. Preciso focar no que é real ao invés de viajar em um sonho.”

    David também disse que nunca passaria de um músico contratado e que, apesar de ter conseguido ter ido mais longe do qua a maioria consegue, não consegue ver glamour na vida que leva na estrada.

    Referindo-se à sua noiva, filhos, mãe e avô o (ex)-baterista afirma: “as únicas pessoas que significam algo pra mim, e fico feliz de tomar essa decisão aos 29 anos, e não aos 39”.

     
  • paulocarames 12:02 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta
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    Marky Ramone: “Joey não teve nada a ver com esse CD novo” 

    Por Alexandre Saldanha

    Recentemente, tanto Joey quanto CJ Ramone lançaram discos solo. Você chegou a ouvir? O que acha desses álbuns?

    Esse disco solo recente de Joey que você fala foi feito a partir de faixas rejeitadas para o seu único disco solo que ele produziu em vida. Joey não teve nada a ver com esse CD novo. Quando a qualquer material do CJ, nem sabia que ele continuava tocando.

    CJ disse que o objetivo de seu novo disco era trazer de volta o que realmente importa sobre os Ramones: a música. Você concorda que as brigas internas estavam tomando uma proporção maior que que a música em si?

    Não, acho que não tem nada a ver. 99% [dos Ramones] era estar no palco, tocando. As brigas não eram nada. O DVD End of the Centrury focou na negatividade para comercializar um produto.

    Você planeja lançar um disco novo do Marky Ramone?

    Nesses dias de hoje, CDs são coisa do passado.

    Quando os Ramones se aposentaram, você tinha sua própria banda – Marky Ramone and the Intruders – que se separou após alguns discos. Por quê? Você pretende formar outra banda ou vai continuar fazendo shows como Marky Ramone e convidados?

    Não tenho planos de começar uma nova banda. O mundo quer ouvir as músicas dos Ramones e eu me divirto fazendo isso.

    Uma vez vi você dizendo no Facebook que o livro Poisoned Heart [Phoenix Books, ainda sem tradução em português], de Vera Ramone King, é o único bom livro sobre os Ramones. Por quê?

    Porque Vera fez parte daquilo tudo. Além disso, o livro foi escrito com suas próprias palavras e não com entrevistas com pessoas de fora.

    Você vai lançar um livro no ano que vem. É sobre seus anos nos Ramones ou sobre sua vida como um todo?

    O livro abrange toda a minha carreira como músico. Dust, the Voivods e Ramones.

    Seu primeiro single com os Intruders é uma música sobre o Brasil, Argentina e Chile [“Three cheers for you”]. Quase todos os anos você vem ao Brasil, seja como DJ, para lançar sua linha de óculos de sol ou para fazer shows. Qual a importância da América do Sul para você e para os Ramones?

    A América do Sul deixou a banda extremamente feliz. Ficamos extremamente surpresos com a recepção que tivemos aí!!! Tenho voltado aí sozinho desde 1997 e continuo me divertindo muito!

    Há alguns anos, você tocou bateria com os Misfits. Agora você excursiona com Michale Graves, que foi vocalista dos Misfits nos anos 1990. Como surgiram essas parcerias?

    Eu sabia o quanto Michale cantava vem. Achei que ele se encaixaria perfeitamente em minha banda.

    Você tem planos para lancer o Marky Ramone’s Brooklyn’s Own Pasta Sauce [molho de tomate criado pelo baterista] no Brasil?

    Ainda não tinha pensado nisso… talvez!

     
    • Wagner 13:08 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

      “Quando a qualquer material do CJ, nem sabia que ele continuava tocando.” Um pouco arrogante, no mínimo…

      • carames 15:00 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

        ahan, faz d conta q nóis acredita tio Marky

      • Prude Fabricio 17:05 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta

        Pois é, ele odeia o C.J., só não se sabe porque.

        • carames 18:01 em 24/10/2012 Link Permanente

          Lá por 97/98 rolou uma treta pq o CJ falou mal do Marky por continuar usando o sobrenome após o fim da banda quando ele andava com os The Intruders – coisa que o CJ só resolveu fz recentemente. além disto, o CJ era casado com a sobrinha do Marky e desde que ele se separou o Marky senta o pau em tudo que tem relação com o baixista.

    • carames 11:33 em 27/10/2012 Link Permanente | Resposta

      • Prude Fabricio 7:26 em 28/10/2012 Link Permanente | Resposta

        Como diria o CPM 22 o mundo da voltas.

        • carames 12:36 em 28/10/2012 Link Permanente

          esse ciúme todo só pq o Richie tocou bateria e não ele? será?

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