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  • paulocarames 21:34 em 12/01/2013 Link Permanente | Resposta
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    Oscar 2013 | Indicados ao prêmio 

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na manhã desta quinta-feira (10) os indicados ao Oscar 2013. A cerimônia de entrega acontece em 24 de fevereiro, em Los Angeles. O principal concorrente deste ano é “Lincoln”, de Steven Spielberg, que disputa em 12 categorias, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator, para Daniel Day-Lewis. Em seguida, vem “As aventuras de Pi”, de Ang Lee, com 11.

    Um dos destaques é a pequena Quvenzhané Wallis, de 9 anos, indicada a melhor atriz por “Indomável sonhadora”. De acordo com o portal IMDb, Quvenzhané teve de mentir sua idade quando foi fazer o teste para o papel: embora tivesse apenas cinco anos, ela declarou ter seis, o mínimo exigido para se candidatar à vaga. Se levar a estatueta, a garota será a mais jovem atriz a ganhar na categoria.

    Cena de 'Lincoln', de Steven Spielberg, com ator Daniel Day-Lewis ao centro (Foto: AP Photo/DreamWorks)Cena de ‘Lincoln’, de Steven Spielberg, com ator Daniel Day-Lewis ao centro (Foto: AP Photo/DreamWorks)

    A lista foi divulgada por Seth MacFarlane, que também será o anfitrião da premiação, e pela atriz Emma Stone (“O espetacular Homem-Aranha”). MacFarlane é conhecido por ser diretor de “Ted” e criador da animação “Family guy”.

    O longa brasileiro inscrito para concorrer ao prêmio de melhor filme em língua estrangeira, “O palhaço”, de Selton Mello, já está fora da disputa desde o dia 21 de dezembro, quando foi divulgada uma lista de nove pré-selecionados para a categoria.

    Veja abaixo a lista de indicados:

    Filme
    “Indomável sonhadora”
    “O lado bom da vida”
    “A hora mais escura”
    “Lincoln”
    “Os Miseráveis”
    “As aventuras de Pi”
    “Amor”
    “Django livre”
    “Argo”

    Jennifer Lawrence e Bradley Cooper em cena do longa 'Silver linings playbook', do diretor David O. Russell ('O vencedor') (Foto: Divulgação)Jennifer Lawrence e Bradley Cooper em cena de ‘O lado bom da vida’; tanto os atores quando o diretor David O. Russell receberam indicações pela produção, que concorre ainda a melhor filme (Foto: Divulgação)

    Diretor
    Michael Haneke (“Amor”)
    Benh Zeitlin (“Indomável sonhadora”)
    Ang Lee (“As aventuras de Pi”)
    Steven Spielberg (“Lincoln”)
    David O. Russell (“O lado bom da vida)

    Ator
    Daniel Day-Lewis (“Lincoln”)
    Denzel Washington (“Voo”)
    Hugh Jackman (“Os miseráveis”)
    Bradley Cooper (“O lado bom da vida”)
    Joaquin Phoenix (“O mestre”)

    Quvenzhane Wallis e o diretor Benh Zeitlin em evento no dia 8 de janeiro, em Nova York. (Foto: Evan Agostini/Invision/AP)Quvenzhane Wallis, 9, indicada ao Oscar de melhor atriz pelo filme ‘Indomável sonhadora’, e o diretor do longa, Benh Zeitlin, em evento no dia 8 de janeiro, em Nova York. (Foto: Evan Agostini/Invision/AP)

    Atriz
    Naomi Watts (“O impossível”)
    Jessica Chastain (“A hora mais escura”)
    Jennifer Lawrence (“O lado bom da vida”)
    Emmanuelle Riva (“Amor”)
    Quvenzhané Wallis (“Indomável sonhadora”)

    Ator coadjuvante
    Christoph Waltz (“Django livre”)
    Philip Seymour-Hoffman (“O mestre”)
    Robert De Niro (“O lado bom da vida”)
    Tommy Lee Jones (“Lincoln”)
    Alan Arkin (“Argo”)

    Anne Hathaway em cena de 'Os miseráveis' (Foto: Reprodução)Anne Hathaway em cena de ‘Os miseráveis’, que rendeu a ela indicação ao Oscar (Foto: Reprodução)

    Atriz coadjuvante
    Sally Field (“Lincoln”)
    Anne Hathaway (“Os miseráveis”)
    Jacki Weaver (“O lado bom da vida”)
    Helen Hunt (“The sessions”)
    Amy Adams (“O mestre”)

    Filme estrangeiro
    “Amor” (Áustria)
    “No” (Chile)
    “War witch” (Canadá)
    “O amante da rainha” (Dinamarca)
    “Kon-tiki” (Noruega)

    Cineasta Quentin Tarantino e ator Jamie Foxx no painel de 'Django livre' na Comic-con, em San Diego, neste sábado (14) (Foto: Jordan Strauss/Invision/AP)O diretor Quentin Tarantino, que recebeu indicação ao Oscar de melhor roteiro original por ‘Django livre’, apresenta o longa estrelado por Jamie Foxx  na Comic-con 2013 (Foto: Jordan Strauss/Invision/AP)

    Roteiro original
    Michael Haneke (“Amor”)
    Quentin Tarantino (“Django livre”)
    John Gatins (“Voo”)
    Wes Anderson e Roman Coppola (“Moonrise kingdom”)
    Mark Boal (“A hora mais escura”)

    Roteiro adaptado
    Chris Terrio (“Argo”)
    Lucy Alibar e Benh Zeitlin (“Indomável sonhadora”)
    David Magee (“As aventuras de Pi”)
    Tony Kushner (“Lincoln”)
    David O. Russell (“O lado bom da vida”)

    Imagem da animação 'Frankenweenie', de Tim Burton (Foto: Divulgação/Disney)Cena de ‘Frankenweenie’, de Tim Burton, indicado ao Oscar de animação (Foto: Divulgação/Disney)

    Animação
    “Valente”
    “Frankenweenie”
    “ParaNorman”
    “Piratas pirados!”
    “Detona Ralph”

    Documentário em longa-metragem
    “5 broken cameras”
    “The gatekeepers”
    “How to survive a plague”
    “The invisible war”
    “Searching for a sugar man”

    Documentário em curta-metragem
    “Inocente”
    “Kings point”
    “Mondays at Racine”
    “Open heart”
    “Redemption”

    Cineasta Ang Lee e ator Suraj Sharma em estreia de 'As aventuras de Pi' em 16 de novembro na cidade de Los Angeles (Foto: Phil McCarten/Reuters)Ang Lee e ator Suraj Sharma apresentam ‘Pi’ em evento realizado em novembro; o longa tem 11 indicações aos Oscar, incluindo fotografia, e fica atrás somente de ‘Lincol’, com 12 (Foto: Phil McCarten/Reuters)

    Fotografia
    “Anna Karenina”
    “Django livre”
    “As aventuras de Pi”
    “Lincoln”
    “007 – Operação Skyfall”

    Edição
    “Argo”
    “A vida de Pi”
    “Lincoln”
    “A hora mais escura”
    “O lado bom da vida”

    Trilha sonora original
    Dario Marianelli (“Anna Karenina”)
    Alexandre Desplat (“Argo”)
    Mychael Danna (“As aventuras de Pi”)
    John Williams (“Lincoln”)
    Thomas Newman (“007 – Operação Skyfall”)

    Daniel Craig e Judi Dench em '007 - Operação Skyfall' (Foto: Divulgação/United Artists)Daniel Craig e Judi Dench em ‘007 – Operação Skyfall’, que teve indicação a melhor canção original (Foto: Divulgação/United Artists)

    Canção original
    “Before my time”, de “Chasing ice” – J. Ralph (música e letra)
    “Everybody needs a best friend”, de “Ted” – Walter Murphy (música) e Seth MacFarlane (letra)
    “Pi’s lullaby”, de “As aventuras de Pi” – Mychael Danna (música) e Bombay Jayashri (letra)
    “Skyfall”, de “007 – Operação Skyfall” – Adele (música e letra)
    “Suddenly”, de “Os miseráveis” – Claude-Michel Schönberg (música), Herbert Kretzmer (letra) e Alain Boublil (letra)

    Efeitos visuais
    “O hobbit: Uma jornada inesperada”
    “As aventuras de Pi”
    “Os vingadores”
    “Prometheus”
    “Branca de Neve e o caçador”

    Cena do filme 'Zero dark thirty', sobre a caçada a Osama Bin Laden (Foto: Divulgação)Cena do filme ‘A hora mais escura’, que rendeu indicação ao Oscar de melhor atriz a Jessica Chastain e ainda concorre em categorias como Edição de som (Foto: Divulgação)

    Edição de som
    “Argo”
    “Django livre”
    “As aventuras de Pi”
    “A hora mais escura”
    “007 – Operação Skyfall”

    Mixagem de som
    “Argo”
    “Os miseráveis”
    “As aventuras de Pi”
    “Lincoln”
    “007 – Operação Skyfall”

    Melhor curta-metragem
    “Asad”
    “Buzkashi boys”
    “Curfew”
    “Death of a shadow (doos van een schaduw)”
    “Henry”

    Curta-metragem de animação
    “Adam and dog”
    “Fresh guacamole”
    “Head over heels”
    “Maggie Simpson in ‘The Longest Daycare'”
    “Paperman”

    Figurino
    “Anna Karenina”
    “Os miseráveis”
    “Lincoln”
    “Espelho, espelho meu”
    “Branca de Neve e o caçador”

    O ator Martin Freeman na pele Bilbo Bolseiro, em 'O hobbit: uma jornada inesperada', de Peter Jackson (Foto: Divulgação)O ator Martin Freeman na pele Bilbo Bolseiro, em ‘O hobbit: Uma jornada inesperada’,  indicado em três categorias técnicas, dentre elas Design de produção (Foto: Divulgação)

    Design de produção
    “Anna Karenina”
    “O hobbit: Uma jornada inesperada”
    “Os miseráveis”
    “A vida de Pi”
    “Lincoln”

    Maquiagem e cabelo
    “Hitchcock”
    “Os miseráveis”
    “O hobbit: Uma jornada inesperada”

    Post original, G1.

     
  • paulocarames 11:00 em 12/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , 22 de julho, 9 de julho, , , , , , , , , , , , , ,   

    LP/CD – Ramones: Paco Ramone Pour Homme 1987 

    ramones - paco ramone 1
    Os Ramones sempre fizeram músicas rápidas e curtas. Cada disco de estúdio cabia em um lado de uma fita K7, ou seja, pra cada fita dois discos. No caso de Paco Ramone Pour Homme são cinco shows.

    Claro, não são shows completos, eles não eram assim tão curtos. Mas são cinco momentos da banda em fases distintas. Com Marky na bateria temos os shows no New York Palladium e Old Grey Whistle Test em 1978 divulgando Road to Ruin.

    Em 1980 durante o New Pop Festival eles estavam com a tour de End of the Century a pleno vapor enquanto o registro de 1982 em Nova Iorque traz a pérola Surf City – que seria incluída uma década depois no disco de covers Acid Eaters.

    Com a saída de Marky, Richie ficou com a responsabilidade de manter o ritmo na bateria. O resultado do seu trabalho pode ser conferido nas faixas gravadas em Minneapolis em 1986 – o show ocorreu de fato no dia 27 apesar de creditado no álbum como 22.

    Bootlegs como este são a melhor forma de conferir o desempenho do batera já que Loud, Fast Ramones Their Toughest Hits é o único registro oficial com ele.

    Ficha Técnica:
    Live Bootleg

    Joey Ramone – vocal
    Johnny Ramone – guitarra
    Dee Dee Ramone – baixo, backing vocal
    Marky Ramone/Richie Ramone – bateria

    Lado A:
    Recorded live at the New York Palladium, 01/14/1978
    01 . Rockaway Beach
    02 . Teenage lobotomy
    03 . Blitzkrieg bop
    04 . Sheena is a punk rocker
    05 . Havana affair
    06 . Commando
    07 . Surfin’ Bird (White /Frazier /Harris /Wilson)
    08 . Pinhead
    Recorded live Holland, Rotterdam , New Pop Festival, 09/07/1980
    09 . Gimme gimme shock treatment
    10 . Rock’n’roll high school
    11 . I wanna be sedated
    12 . Judy is a punk
    13 . Do you remember rock’n’roll radio?
    Lado B:
    Recorded live at British TV Show “Old Grey Whistle Test”, 1978
    14 . Don’t come close
    15 . She’s the one
    16 . Go mental
    Recorded live at New York City , 07/20/1982
    17 . Surf city (Wilson / Berry)
    18 . I don’t want you
    19 . Go mental
    Recorded live at Minneapolis, First Avenue , 07/22/1986 data correta 07/27/1986
    20 . Cretin hop
    21 . I don’t want to walk around with you
    22 . Today your love, tomorrow the world
    23 . Pinhead
    24 . Chinese rock (Dee Dee Ramone / Richard Hell)
    25 . Somebody put something in my drink (Richie Ramone)
    26 . Rockaway beach
    27 . Do you wanna dance? (Freeman)
    28 . California sun (Glover / Levy)
    29 . We’re a happy family

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    DSC01795 aDSC01795 b
    ramones - paco ramone 1ramones - paco ramone 2
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  • paulocarames 10:55 em 11/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Satanic Bullshit   

    Ratos de Porão – Satanic Bullshit 

     
  • paulocarames 11:00 em 10/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , família soprano, , os sopranos, , the sopranos   

    Série – The Sopranos (1999-2007) 

    Se misturássemos o clássico O Poderoso Chefão (1972) com a série In Treatment (2008) o resultado provavelmente seria The Sopranos.

    Nesta série, Tony Soprano (James Gandolfini) dirige um negócio de coleta de lixo que é, na verdade, faxada para suas atividades mafiosas.

    Extorsão, cobrança de propina e clubes de strip são o verdadeiro ganha-pão deste pai de família que resolve procurar uma psicóloga para tratar suas crises de ansiedade.

    Nestas sessões ele acaba revelando os bastidores do crime organizado e os princípios de lealdade impostos pela família mafiosa que não é composta somente pelos parentes de sangue mas pelos parceiros de crime.

    O conceito da mãe de família mafiosa que faz vista grossa para os negócios do marido é muito bem explorada também. Afinal, enquanto a casa está abastecida e o dinheiro continua entrando, não há motivo para criar caso.

    Falando em caso, Tony também revela os detalhes das suas amantes enquanto tenta ser menos impulsivo, ou em bom português, perguntar antes de sair atirando.

    Premiada com um Grammy e dois Emmys de melhor série é frequentemente apontada como a melhor de todos os tempos. Se hoje a HBO é conhecida pelo altíssimo padrão de qualidade, parte desta fama se deve a The Sopranos.

     
  • paulocarames 10:55 em 09/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , pastor, Solução para seus problemas financeiros   

    Solução para seus problemas financeiros 

     
  • paulocarames 11:00 em 08/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , ,   

    Marky Ramone muito além dos Ramones 

    Em meados da década de setenta os Ramones viraram o rock de ponta cabeça com suas canções curtas, batida reta, muralha de guitarras e refrões pegajosos. Era o antídoto perfeito para o rock megalômano e o pop insosso que dominavam o cenário musical. Apesar do sucesso comercial modesto, a influência do quarteto novaiorquino se espalhou pelos quatro cantos do mundo.

    Esta revolução teria sido mais difícil sem a ajuda de Marc Bell. Mais conhecido como Marky Ramone, o baterista se juntou aos Ramones em 1978, vindo a fazer parte da formação mais duradoura da banda e gravando álbuns clássicos como “Road To Ruin”, “End Of The Century” e “Pleasant Dreams”.

    Mas sua carreira e personalidade vai muito além disso. Ainda na adolescência, gravou dois álbuns com uma banda pioneira do heavy metal, o Dust. Mais adiante tocou com Richard Hell, um dos personagens mais importantes do início do punk rock e nos anos 80 viu seu estilo de tocar influenciar o surgimento do hardcore e do thrash metal.

    Pensando em tudo isso, entrevistamos Marky tendo como foco sua própria carreira e impressões e evitando perguntas genéricas sobre os Ramones. No que logo se tornou um bate-papo informal, o baterista, que passava por São Paulo com sua banda Blitzkrieg, contou tudo sobre sua trajetória, sem deixar de lado o grupo com quem fez fama e fortuna.

    A formação clássica dos Ramones com Dee Dee, Marky, Johnny e Joey em foto de 1978

    Como foi seu início na música? Quais foram suas influências no início?

    Nasci em 1956, tinha 14 anos quando os anos 60 acabaram. Então, basicamente, sou um filho da década de 70. Mas sempre gostei de música dos anos 40, 50, 60, 70 até hoje. Gosto de Frank Sinatra, Elvis, Little Richard, Chuck Berry, Ronettes, Alice Cooper, David Bowie, Stones, The Who, Kinks…

    Quando eu discoteco, toco garage rock dos anos 60, punk rock como Clash e Sex Pistols, soul como Marvin Gaye, Wilson Pickett, James Brown. Gosto de muitos tipos de música diferentes.

    Muita gente não sabe que sua carreira vai muito além dos Ramones. Já na adolescência você lancou dois álbuns com o Dust (“Dust”, de 1971 e “Hard Attack”, de 1972).

    Sim, eu tinha 16 anos, ainda estava no ensino médio. Nós éramos amigos do bairro, no Brooklyn.

    Fizemos dois álbuns e fomos uma das primeiras bandas de heavy metal dos EUA. Os álbuns são muito bons. O livro “The Heavy Metal Almanac” colocou uma das músicas do primeiro no Top 10 de todos os tempos.

    Mas banda não estourou porque éramos jovens demais para sair em turnê. Nos EUA você precisa ter 21 anos para beber e nós tínhamos 16, então não podíamos entrar em lugares que serviam álcool sem um adulto responsável acompanhando, o que impossibilitava muitos shows. A banda acabou porque precisamos nos formar na escola.

    Depois disso tudo, o guitarrista, Richie Wise acabou produzindo os primeiros dois discos do Kiss, aos 19 anos de idade.

    Na virada dos anos 60 para os 70, a maior parte do rock pesado estava vindo da Inglaterra. O que vocês estavam ouvindo para fazer um som desse tipo nos EUA?

    É verdade. No metal, a Inglaterra estava mais ou menos um ano à frente dos EUA. No punk, nos chegamos dois anos antes… Mas enfim, eu era fã do Keith Moon (The Who), Ginger Baker (Cream), Buddy Rich (baterista de jazz), Mitch Mitchell (Jimi Hendrix Experience), Al Blaine (baterista de studio do produtor Phil Spector) e o John Bonham do Led Zeppelin, é claro. Se você juntar isso tudo, é o som que eu fazia.

    Muitas vezes, quando fazíamos uma música nova, nem sabíamos que era algo parecido com o que essas bandas estavam fazendo. O Black Sabbath apareceu em 1970 e foi a primeira banda heavy metal de verdade. Muitas bandas tocavam um blues rock mais pesado, mas eles criaram uma sonoridade própria.

    Havia outras bandas pioneiras do heavy metal nos EUA, mas a maioria não era de Nova York e tínhamos a nossa própria cena ali, mas a molecada não tinha idade para entrar nos clubes, eles eram ainda mais novos do que nós. Nosso maior problema era com a lei. O próprio metal só tinha um ano de idade da época!

    Hoje em dia todo mundo quer uma reunião do Dust.

    Você toparia?

    Depende da quantidade de ensaios que nós poderíamos fazer e da vontade dos outros caras. Teria que ser feito corretamente. Mas estou a fim sim, gosto de tocar esse tipo de música, porque posso me soltar.

    O Dust no início da década de 1970. Marky é o último à direita.

    Você sentia saudades de se soltar assim quando tocava com os Ramones?

    Não, porque era algo totalmente diferente. Era um groove, batida 4 por 4, que eu gosto também. Como o Ringo Starr.

    O que os ex-integrantes do Dust estão fazendo hoje? Você manteve contato?

    Sim, o Kenny Aaronson (baixista) tocou com Bob Dylan, Joan Jett, Billy Idol e muitos outros. O Richie Wise (guitarrista) ganhou tanto dinheiro com os discos do Kiss que se aposentou e vive na Califórnia hoje em dia. Está todo mundo bem hoje em dia.

    O próximo trabalho de destaque que você teve foi com o Richard Hell & The Voidoids, já em 1976/77. O que você fez nesse meio tempo?

    Fiz um álbum com o Andrew Oldham, ex-empresário dos Rolling Stones. Em 1973 ele me chamou para gravar com uma banda de hard rock meio country do Missouri, o Estus. Topei porque ele sairia pela Columbia e seria produzido pelo Andrew, que foi quem fez “Satisfaction”, “Get Off My Cloud” e outros clássicos dos Stones. Mas eles queriam que eu me mudasse para o Missouri e eu queria ficar em Nova York, porque a cena nova-iorquina estava começando a acontecer.

    Depois disso, comecei a andar nessa cena, em clubes como Max’s Kansas City e CBGB’s e foi onde eu conheci o Wayne County (pioneiro punk transexual, conhecido depois como Jayne County). Nós formamos o Wayne County & The Backstreet Boys e começamos a tocar pela cidade. Só gravamos demos juntos. Quando o Wayne gravou um disco próprio já estava com outra banda de apoio, o Electric Chairs.

    Nessa altura, o Richard Hell já estava formando os Voidoids.

    Isso, ele tinha saído dos Heartbreakers (banda do ex-New York Dolls Johnny Thunders) e estava afim de formar um grupo novo. Todo mundo se conhecia na época e ele me chamou no Max’s Kansas City. Começamos a ensaiar e gravamos o EP “Blank Generation”, que esgotou em duas semanas. Assinamos com a Sire, que era a gravadora dos Ramones, Talking Heads e Dead Boys e lançamos o primeiro álbum.

    Saímos numa turnê de 5 semanas com o The Clash na Inglaterra em 1977. Os punks ingleses amavam o Richard Hell, porque sabíamos que ele era o criador do visual punk. O Malcolm McLaren (empresário dos Sex Pistols) havia visto ele em Nova York com o cabelo arrepiado e as roupas rasgadas e vestiu os Sex Pistols assim.

    Os Heartbreakers, os New York Dolls e a maioria das primeiras bandas da cena punk de Nova York tocavam um som mais calcado no rock and roll básico, enquanto os Voidoids eram mais inovadores, mais parecidos com o que viria a ser o pós-punk. De onde veio essa sonoridade tão distinta dos demais?

    Bem, nós gostávamos de Jazz, o (guitarrista) Bob Quine e eu principalmente. Curtíamos mudanças repentinas de tempo, éramos melhores musicalmente do que a maioria das pessoas na cena de Nova York da época. Conseguíamos sair daquele modelo 4 por 4. “Blank Generation” era uma música meio jazz/swing (imita a batida típica do estilo).

    A base é a mesma de “Minnie The Moocher” do Cab Calloway.

    Exato, é nessa pegada. E “16 Tons” também, do Tennessee Ernie Ford. Você mistura isso com o punk e tem Blank Generation.

    Richard Hell & The Voidoids em 1977

    Como era trabalhar com um personagem legendário como o Richard Hell?

    Nós éramos gente diferente. Ele vinha do Kentucky, no sul dos EUA, não era de Nova York. Era um tipo intelectual, boêmio, beatnik, punk. Eu sou um cara do Brooklyn, NY. Ele gostava de heroína, eu gostava de bebida. Rolava um conflito. Independente disso, nos dávamos bem musicalmente .

    Mas depois de um ano e meio, depois da turnê com o Clash, eu saí da banda. Estava na hora. Queria continuar fazendo turnês e ele não e foi aí que o Dee Dee Ramone me chamou para conversar. Os Ramones vinham sempre nos ver. O Tommy (baterista original dos Ramones) não estava se dando bem com eles, sofria muito bullying, pegavam no pé dele, então resolveu sair. Isso foi no início de 1978.

    Como foi para você, um músico bastante competente e técnico, substituir alguém que na realidade nem baterista era e só começou a tocar quando entrou na banda?

    Foi fácil (risos)! O estilo dele (Tommy Ramone) era bem básico. Não precisei mudar muita coisa, só comecei a tocar as músicas do jeito que elas deveriam ter sido tocadas desde o início. Meu estilo apareceu em coisas que eu criei, como a batida de “I Wanna Be Sedated” e as introduções de “Rock and Roll Radio” e “Rock and Roll High School”.

    Voltando ao lado mais intelectual da cena de Nova York, no início da coisa bandas mais complexas como Television e Talking Heads eram considerados parte do punk rock. Depois, o nome passou a ser sinônimo apenas do estilo mais próximo ao do Ramones. Você concorda com essa limitação?

    Essas bandas foram rotuladas assim, mas uma banda punk deveria ter a energia no som ou o conteúdo nas letras. Os Ramones tinham as duas coisas. As bandas punks intelectuais/boêmias eram mais como um “peido mental”, música cerebral para universitários. Nós queríamos que todo mundo curtisse a gente, mas principalmente a juventude, o moleque comum das ruas.

    Depois de entrar nos Ramones, você começou a tocar cada vez mais rápido, até que uns dois anos depois surgiu uma nova cena punk, o hardcore e uns anos depois veio o thrash metal. Você sente que isso se deve, em parte, ao seu estilo de tocar?

    Claro que sim! Não havia mais ninguém tocando como nós. Então eles pegavam o que a gente fazia e tentavam acelerar. Mas quando você ouve essas bandas você não entende o que eles estão dizendo, é rápido demais para o meu gosto. E a batida é diferente, eles não conseguiam tocar o 4 por 4 naquela velocidade como os Ramones, então  dobravam o ritmo e tocavam 2 por 2, como uma polka russa ou polonesa. Isso é fácil, difícil é tocar Ramones durante uma hora e 15 minutos.

    Eu e o Johnny Ramone tivemos uma discussão sobre tocar mais rápido por causa dessas bandas de hardcore e speed metal que estavam aparecendo. Eu disse “John, nós já tocamos rápido o suficiente, a garotada gosta, não vamos destruir o groove da música”. E ele respondeu “não, vamos tocar mais rápido”. Ele pensava que se eles achavam que podiam tocar mais rápido do que nós, nós íamos mostrar que podíamos tocar mais rápido do que eles. Mas eu discordava, acho que deveríamos ter continuado na mesma velocidade de antes.

    Na verdade, nós gostávamos dessas bandas, desde o Black Flag até coisas mais novas como Anti-Flag e gosto do fato deles estarem mantendo a música punk viva. Mas no fim das contas, o que conta são as canções. E essas bandas não tinham canções como as nossas. Que músicas você conhece que continuam com a mesma força 35 anos depois, como as nossas?

    Os ex-Ramones Dee Dee, Johnny, Tommy e Marky na cerimônia do Rock And Roll Hall of Fame em 2002

    Você tinha algum segredo para conseguir tocar a batida dos Ramones durante tanto tempo? É bem difícil fisicamente, principalmente bebendo e fazendo turnês, que é algo cansativo.

    Sempre toquei no mínimo três vezes por semana, mesmo antes de entrar nos Ramones. Sempre fiz exercício, corri, lutei boxe… Nunca fumei cigarro e nunca usei drogas pesadas. Tive minha fase de bebedeira, mas me cuidei, no geral.

    Quem você sente que foi precursor da batida dos Ramones?

    Ninguém exatamente, mas em parte o Ringo Starr e o Dave Clark, do Dave Clark Five, que é meu amigo. Amo ele!  Esses caras eram bateristas básicas que ficavam presos à batida. O Hal Blaine também, que gravou com as Ronettes e a maioria das produções do Phil Spector e foi o músico que tocou em mais hits em todos os tempos.

    Você saiu dos Ramones em 1983 e voltou em 1987. O que você fez neste meio tempo?

    Resolvi dar um tempo, porque a bebida estava me afetando. O Dee Dee estava usando heroína, eu bebia e estava na hora de decidir o que era mais importante.

    Enquanto estive fora, toquei com o Richie Stotts dos Plasmatics numa banda chamada King Flux. Era um som bem direto, punk-metal. O baixista era o irmão do estilista Tommy Hilfiger, Andy Hilfiger. Quase assinamos com a Elektra Records, mas alguma coisa aconteceu entre o Richie e o Andy e não rolou. Logo em seguida me chamaram de volta para os Ramones. Eu sentia que devia algo a eles e aceitei.

    O Ritchie Ramone, que me substituiu, desertou  sem nem dizer para os demais que estava saindo. Quando voltei para a banda, tive que ouvir essa história por um ano. Mas ele era um músico contratado, assim como o (baixista) CJ. Tanto é que eu voltei logo que melhorei.

    O CJ ficou sete anos na banda, mas nós sempre achamos que o Dee Dee iria voltar, mas ele nunca voltou. Chamamos ele algumas vezes e fizemos uma reunião, mas ele queria fazer o lance dele e nós mantivemos o CJ até o final.

    Na sua carreira solo você sente pressão para repetir a fórmula dos Ramones?

    Me sinto livre para fazer coisas diferentes, mas você sempre tem que se lembrar de onde veio. Não posso me esquecer que sou conhecido como o baterista dos Ramones e tenho que tocar algo com alguma similaridade. Sem copiar, mas mantendo a batida.

    O pessoal que toca comigo sempre é fã dos Ramones. Não precisam ser fanáticos, mas têm que ter algum conhecimento. Tocamos 33 músicas dos Ramones no show e já fizemos 3 turnês mundiais fantásticas. Crianças vêm ao show com os pais, é muito estranho.

    Você já deve ter respondido isso mil vezes, mas qual é o apelo dos Ramones na América do Sul? Por que, na sua opinião, vocês eram maiores aqui do que nos EUA?

    Acho que as pessoas se identificam com as letras, com a energia da música e com a nossa imagem. Na verdade, nós somos maiores nos EUA hoje do que quando a banda estava junta. Tocamos no Lollapalooza, fizemos várias turnês, mas acho que estávamos à frente do nosso tempo. Só fomos reconhecidos na América na dácada de 90. “I Wanna Be Sedated” e “Blitzkrieg Bop” venderam milhões de cópias… antes tarde do que nunca.

    E quais são os planos para o futuro?

    Meu livro sai em 2013. Li todos os livros sobre os Ramones, vi todas as baboseiras e exageros que escreveram sobre nós e vou esclarecer tudo. O livro do Dee Dee em grande parte é ficção, o irmão do Joey escreveu um livro mas ninguém quer saber sobre a vida dele, querem ouvir sobre o Joey. E o Johnny lançou um livro que na verdade foi escrito pela mulher dele. Ele estava doente demais para fazer qualquer coisa, então deve ter escrito os primeiros capítulos, mas morreu logo depois. Meu livro vai contar toda a verdade e nada além da verdade.

    Falando nisso havia muita animosidade entre os Ramones, especialmente Joey e Johnny (por causa de uma mulher). Mas você parecia se dar razoavelmente bem com todo mundo.

    É verdade. Eu sempre tentava reuní-los, fazê-los rir, promover a paz e a amizade entre eles. Mas era difícil. Quando o Joey estava no hospital eu liguei para o Johnny e disse que ele tinha que vir fazer uma visita. O Johnny disse “não me importo, não gosto dele, não vou me dar o trabalho de ir até aí”.

    Até que o Joey morreu, logo depois disso. Foi aí que o Johnny ficou doente. Na minha opinião a mágoa que um tinha pelo outro foi o que causou o câncer deles. Eu sempre acreditei nisso. Quando você tem pensamentos negativos por alguém isso te devora. Foi por isso que eles morreram cedo. Amo os dois e sinto muitas saudades deles, eram meus irmãos. Fizemos 1700 shows juntos, 10 álbuns de estúdio. Fazem muita falta.

    Post original aqui.

     
  • paulocarames 10:56 em 07/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: ,   

    Calote no travesti 

     
  • paulocarames 10:00 em 06/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , felipe melo, Felipe Melo dá uma de goleiro no último minuto, ,   

    Felipe Melo dá uma de goleiro no último minuto 

     
  • paulocarames 11:00 em 05/01/2013 Link Permanente | Resposta
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    CD – Ramones: Raisin Hell 1991 

    ramones-rasinhell
    Bootleg que compila dois shows dos Ramones e ainda, demos de 1975 que serviram de base para seu debut no ano seguinte. No primeiro show, eles tocam em Amsterdam no Paradiso em fevereiro de 1980. As dez faixas selecionadas dão uma mostra do que seria aquela tour que recém iniciara.

    Uma semana antes eles haviam acabado de lançar seu quinto disco de estúdio, e começavam sua divulgação. Embora não estejam neste cd, naquela noite a banda ainda tocaria All the way e I’m affected também presentes em End of the Century.

    O segundo show resgata um show no The Roxy em Los Angeles em 1976, ainda com Tommy Ramone na bateria. O set inclui músicas do primeiro disco e músicas naquela altura inéditas que seriam lançadas em janeiro de 1977 no disco Ramones Leave Home.

    Por fim, cinco demos de músicas que apareceriam de forma mais polida no disco homônimo de 1976. I don’t wanna go down to the basement; 53rd & 3rd; I wanna be your boyfriend; Judy is a punk e Loudmouth representam quase metade das músicas do disco de estréia e são uma boa mostra do que viria a ser o som da banda a partir de ensaios e da produção de Tommy.

    Ficha Técnica:
    Live Bootleg and demos

    Joey Ramone – vocal
    Johnny Ramone – guitarra
    Dee Dee Ramone – baixo, backing vocal
    Tommy Ramone/Marky Ramone – bateria

    Recorded live at the Paradiso, Amsterdam, Nertherlands, 11 de fevereiro de 1980
    01 . Go mental 1.56
    02 . Gimme gimme shock treatment 2.01
    03 . Rock’n’roll high school 1.48
    04 . I wanna be sedated 2.21
    05 . Do you remeber rock’n’roll radio ? 3.08
    06 . Judy is a punk 1.15
    07 . California sun 1.41 (H Glover / M Levy)
    08 . I don’t walk around with you 1.21
    09/10 . Today your love , tomorrow the world 1.48
    11 . Pinhead 2.16
    Recorded live at the Roxy Theatre, Los Angeles, CA, USA, 12 de agosto de 1976
    12 . Loudmouth 1.56
    13 . Beat on the brat 2.34
    14 . Blitzkrieg bop 2.07
    15 . I remember you 2.16
    16 . Glad to see you go 2.02
    17 . Chainsaw 1.50
    18 . 53rd & 3rd 2.12
    19 . I wanna be your boyfriend 2.13
    20 . Havana affair 1.47
    21 . Listen to my heart 1.48
    22 . California sun 1.53 (H Glover / M Levy)
    23 . Judy is a punk 1.22
    24 . I don’t wanna walk around with you 1.48
    25 . Now i wanna sniff some glue / Let’s dance (Jim Lee) 3.06
    The 914 Session (1975)
    26 . I don’t wanna go down to the basement 2.39
    27 . 53rd & 3rd 2.15
    28 . I wanna be your boyfriend 1.39
    29 . Judy is a punk 1.31
    29 . Loudmouth 2.12

    ramones-rasinhellramones-rasinhell (2)
    ramones-rasinhell (1)



     
  • paulocarames 10:55 em 04/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Everyone Else is an Asshole, ,   

    Reel Big Fish – Everyone Else is an Asshole 

     
  • paulocarames 10:58 em 03/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: Benito Martinez, , Catherine Dent, David Marciano, David Rees Snell, Jay Karnes, Kenny Johnson, Michael Chiklis, Michael Jace, , the shield, Walton Goggins   

    Série – The Shield (2002-2008) 

    The Shield divide com The Wire e Homicide não só a temática policial mas também sucesso de crítica e garantia de público devotado.

    Mas diferente das demais, a verossimilhança aqui não é a principal preocupação. Ainda assim, a série é bastante inovadora ao abordar a linha tênue entre bom e mal policial que não está assim tão longe da porta de nossas casas.

    Vic Mackey lidera uma espécie de tropa de choque dedicada ao combate a crimes violentos e tráfico de drogas. O detalhe é que ele faz isto da sua maneira. Coagindo testemunhas, costurando acordos com traficantes, ocultando provas, revendendo armas e drogas para bandidos e assim por diante.

    Com o capitão David Aceveda no seu pé, ele, sua equipe e principalmente seus golpes parecem com os dias contados. Basta dizer que a série teve sete temporadas para você imaginar o quanto ele terá que suar para não ser pego.

    Repleta de reviravoltas nada óbvias a trama é costurada com maestria e sem dúvida alguma faz questionar se os fins realmente justificam os meios. E o final da trama é, no mínimo, única.

     
  • paulocarames 10:59 em 02/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Como matar uma aranha   

    Como matar uma aranha 

     
  • paulocarames 10:55 em 01/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , ,   

    Saiba o que Chuck Berry achava de Ramones, Clash, Sex Pistols e mais nos anos 70 

    Chuck Berry deu sua opinião sobre bandas punk

    Que Chuck Berry é uma lenda do rock, isso é algo extremamente indiscutível. No início do mês começou a circular na internet, mais precisamente na página do facebook do The Future Heartum arquivo onde ainda nos 70, o músico comentava sobre sua opinião à respeito das bandas punks que começaram a surgir naquela época, e que hoje são grandes ícones do rock.

    A imagem está logo abaixo, e traduzimos algumas opiniões pra você:

    The Sex Pistols – God Save The Queen

    Com o que esse cara está tão puto? As guitarras, a progressão é como a minha. Boa batida. Não entendo a maior parte dos vocais. Se você quer ser um cara bravo, pelo menos faça com que as pessoas saibam com o que está bravo.

    The Clash – Complete Control

    Soa como a primeira. Os ritmos e acordes funcionam bem em conjunto. Esse cara estava com dor de garganta quando gravou os vocais?

    Ramones – Sheena Is A Punk Rocker

    Uma boa música para pular. Esses caras me fazem lembrar de mim mesmo quando comecei. Eu também só sabia tocar três acordes.

    chuck-berry-punk-rock-70

    Post original aqui.

     
  • paulocarames 10:55 em 01/01/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , feliz 2013   

    Feliz 2013 

    feliz-ano-novo-2013

     
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