Documentário She’s a Punk Rocker UK


Not Sorry, Documentário Shes A Punk Rocker UK, Coletânea Sound Of Horror, Bridge Nine Records

Dirigido por Zillah Minx (vocalista da Rubella Ballet), o documentário de uma hora de duração, lançado em 29 de março deste ano, contém entrevistas com lendas da cena punk rock do Reino Unido dos anos 70, como: Gaye Advert (The Adverts), Vi Subversa(Poison Girls), Poly Styrene (X-Ray Spex), Gee Vaucher (Crass), Julie Burchill(colunista), Caroline Coon (jornalista, ativista política e artista, quem fez a artwork de bandas como The Clash e The Police nos anos setenta) e muito mais.

O documentário visa mostrar o nascimento da era “mulheres do punk rock” no Reino Unido e como elas mudaram o estereótipo feminino.

A história do punk é extremamente importante na história da libertação feminina. Atráves da atitude, ideologia e caráter, as mulheres puderam mostrar que também são tão capazes quanto os homens de fazerem qualquer coisa. Inclusive, o movimento punk foi o primeiro onde as mulherem puderam ser tratadas igualmente.

Se as punk rock chicks eram tão visadas por conta do seu comportamento fora do padrão, então porque as mulheres se tornavam punks? Era apenas questão de aparência ou para causar mesmo, de forma escandalosa? Foi porque as punks eram tratadas igualmente por membros da mesma cultura? E como foram tratadas pelo resto da sociedade? Como elas se tornaram punks? Como que o fato de ter se tornado punk, afetou suas vidas? Será que as punks da época influenciaram diretamente nas atitudes das mulheres na sociedade atual?

Essas perguntas serão esclarecidas através desse excelente documentário, onde as lendas do punk rock do Reino Unido revelam a visão punk feminina e o lado real de uma cultura que tem sido muito mal compreendida e mal representada na mídia.

Suas histórias exploram suas experiências de vida ao se tornarem punks: Turnês, músicas, políticas, amigos, relacionamentos, eventos, estilos, etc.

Hoje em dia pode ser que a maioria dessas mulheres não se vistam mais como antigamente. Mas aí é que está o ponto culminante: O documentário mostra que você não precisa se mostrar punk no visual. Basta que a ideologia; o sentimento, permaneça no coração e você não abra mão disso nunca.

Levei mais de dez anos, sem financiamento algum e ajuda na distribuição para fazer o documentário no meu tempo livre. Como eu faço parte da cena punk e tenho estado nela desde 1976, essa foi uma bela forma de fazer contato com mais mulheres punks, foi incrível.” Zillah Minx.

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Postado no TMDQA.

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