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  • paulocarames 12:37 em 10/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1968, , light my fire, live in europe,   

    The Doors: Light My Fire (Live In Europe 1968) 

     
  • paulocarames 14:51 em 02/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1968, , , , , , , , ,   

    Filme – A Noite dos Mortos Vivos (The Night of the Living Dead) 1968/1990/2006 

    Se o livro Eu sou a Lenda (1956) de Richard Matheson é o pai das histórias de zumbis (ou mortos vivos, como preferirem) sem dúvida alguma A noite dos mortos vivos fez o mesmo para os zumbis nas telas, embora o termo nunca tenha sido usado no decorrer do filme. Dar esta importância não é nenhum exagero já que este clássico de George A. Romero de 1968 praticamente criou um subgênero para os filmes de terror, seguido posteriormente por uma infinidade de produções que exploram o tema – como a série The Walking Dead que estreou esta semana sendo o primeiro seriado a abordar o assunto.
    Que me perdoem os mais conservadores, afinal, falar de mortos vivos no dia de finados pode soar um tanto estranho. Mas, não se deixem levar pelas aparências, pois distúrbios civis, racismo, fim do núcleo familiar e a possibilidade de um final de vida apocalíptico eram medos vividos pelos americanos e são magistralmente explorados por Romero enquanto usa o conflito entre vivos e mortos para entreter o público.

    Trama:
    Um casal de irmãos (Johnny e Barbra) viaja em direção a uma cidadezinha para visitar o túmulo onde sua mãe está enterrada. Em meio ao cemitério deserto são atacados por um homem de aparência grotesca que por fim acaba por matar Johnny. Barbra foge e refugia-se em uma casa afastada onde um grupo de pessoas também buscou abrigo. Eles pregam portas e janelas enquanto a casa vai sendo cercada por cambaleantes criaturas renascidas dos mortos que buscam a todo custo carne humana para alimentar-se.
    Transmissões de rádio e tv dão informações desencontradas de uma possível epidemia que poderia ter escala mundial e que faz com que as pessoas revivam e saiam de seus túmulos. Dentro da casa, os conflitos para decidir o rumo a seguir nesta jornada faz com que os sobreviventes fiquem ainda mais em perigo enquanto esperam por uma ajuda que não sabem se virá.

    Principais Diferenças:
    1968 – Em preto e branco tem 96 minutos e além da narrativa acima, mostra, numa das primeiras vezes no cinema americano, um negro como herói da trama.
    1990 – Remake colorido com 92 minutos, teve o argumento re-escrito pelo próprio Romero. Além de mudanças sutis, como a grafia no nome dos protagonistas tem o final totalmente alterado em relação a obra original.
    2006 – Uma homenagem explícita durante os 80 minutos do filme, que tem início com a mesma cena do filme de 68. No instante seguinte revela-se que na verdade é um televisor transmitindo o filme em preto e branco. Então temos um corte para mesma estrada nos dias atuais em filmagem colorida e em 3D. Desta vez Barbra e Johnny vão ao enterro de uma tia onde eles são atacados por criaturas reanimadas e Johnny foge deixando a irmã em apuros. Fica devendo em relação aos demais.

    Qual assistir:
    O original, de 1968. Extremamente perturbador, todo em preto e branco, retrata os conflitos da época além de ter inovado os filmes de terror. Uma verdadeira obra prima que jamais foi alcançada por outros filmes do gênero, seja por remakes ou por aqueles que deveriam ser a continuação da trama, “Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead, 78) e “O Dia dos Mortos” (Day of the Dead, 85) ou mesmo pelas demais obras de Romero para o tema, “Terra dos Mortos” (Land of the Dead, 2005), “Diário dos Mortos” (Diary of the Dead, 2007) e “Survival of the Dead” (idem, 2009).

     
    • Mateus 19:15 em 03/11/2010 Link Permanente | Resposta

      they’re comin’ to get you, barbara!
      clássico mesmo! pessoalmente prefiro o de 1990 por ter sido o 1° filme de zumbi que assiti na vida. esse e os 3 primeiros “return of the living dead” são definitivos. fora eles, os outros eu olho atravessado. ¬¬ (com algumas excessões, é claro!)

  • paulocarames 1:31 em 09/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1968, at folsom prison, , , ,   

    LP – Johnny Cash: At Folsom Prison 1968 

    Depois de um período de 5 anos sem gravar um disco de sucesso e com seus problemas tendo atingido um nível crítico, 1968 foi o ano da virada para Johnny Cash. Em 13 de janeiro junto com June Carter, com quem casou-se naquele mesmo ano, apresentou-se para dois mil detentos nesta perigosa penitenciária da Califórnia.
    O disco foi resultado de duas apresentações feitas no mesmo dia e tendo no repertório, sucessos como Folsom Prison Blues, 25 minutes to go, Jackson (com a participação de June) e Greystone Chapel composta por Glen Sherley, um detento em Folsom – retratado na biografia feita por Reinhard Kleist.

    Versão lançada em 1999 com alguns extras em relação ao original em LP:
    01.”Folsom Prison Blues” – 2:42
    02.”Busted” (Harlan Howard) – 1:25
    03.”Dark as a Dungeon” – 3:04
    04.”I Still Miss Someone” – 1:38
    05.”Cocaine Blues” – 3:01
    06.”25 Minutes to Go” – 3:31
    07.”Orange Blossom Special” – 3:06
    08.”The Long Black Veil” – 3:58
    09.”Send a Picture of Mother” – 2:05
    10.”The Wall” – 1:36
    11.”Dirty Old Egg-Suckin’ Dog” – 1:30
    12.”Flushed from the Bathroom of Your Heart” – 2:05
    13.”Joe Bean” (B. Freeman, L. Pober) – 3:05
    14.”Jackson” (with June Carter) – 3:12
    15.”Give My Love to Rose” (with June Carter) – 2:43
    16.”I Got Stripes” – 1:52
    17.”The Legend of John Henry’s Hammer” (Johnny Cash, June Carter) – 7:08
    18.”Green Green Grass of Home” – 2:13
    19.”Greystone Chapel” – 6:02

     
  • paulocarames 16:15 em 30/08/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1968, , , Charles Bronson, Desejo de Matar, , Ennio Morricone, Era uma vez no oeste, , , ,   

    Era uma vez Paul Kersey: Era uma vez no oeste / Desejo de matar 

    Charles Bronson (nascido Charles Dennis Buchinsky em 3 de novembro de 1921) morreu no dia 30 de agosto de 2003 aos 81 anos em consequência de uma pneumonia. Entre tantos filmes, Bronson estrelou a sequência Desejo de Matar, diversos faroestes e também um filme ao lado de Elvis Presley (Kid Galahad, 1962) em que o rei do rock aprendia a lutar boxe.

    Lado A – Era uma Vez no Oeste (C’era una volta il West) 1968
    Fruto de uma parceria entre Sergio Leone, Dario Argento e Bernardo Bertolucci, o roteiro original previa cerca de oito horas de filme. No fim das contas o filme foi feito com “somente” 3 horas de duração e é o equivalente ao Pulp Fiction dos faroestes dada a violência apresentada. Jill (Claudia Cardinale) é uma ex-prostituta que tem sua nova família assassinada pelos capangas de um ganancioso dono de ferrovia que tem planos de expandir-se passando pelas terras da família. Ela é ajudada por um pistoleiro sem nome (Charles Bronson) que busca um acerto de contas com o vilão Frank (Henry Fonda). Um filme antológico, especialmente pela trilha sonora de Ennio Morricone e pela sequência inicial que dura 14 minutos sem diálogo, onde três homens esperam a chegada de um trem.

    Lado B – Desejo de Matar (Death Wish) 1974

    Paul Kersey é um pacato arquiteto que vive tranquilamente em Nova York até que três marginais invadem sua casa, estuprando sua filha e assassinando sua mulher. A partir da inércia da polícia, Paul decide atuar como um vigilante justiceiro. Começa então, a andar armado e a eliminar todo e qualquer bandido ou ladrão que cruza seu caminho. É perseguido por um policial insatisfeito com a ação do vigilante. Filme que deu início a uma série total de 5 filmes.

     
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