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  • paulocarames 0:11 em 16/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Documentário – Pearl Jam: Twenty 2011 

    Com entrevistas de Kurt Cobain, Neil Young, Chris Cornell, e do próprio diretor Matt Cameron, Twenty conta os 20 anos de carreira de uma das mais respeitadas bandas do rock mundial.

    Formada a partir do fim de outra banda, Mother Love bone, o Pearl Jam após 6 dias de ensaios já fazia seu primeiro show. A banda foi revelada na mesma safra que Soundgarden, Alice in Chains e Nirvana – e seu primeiro disco Ten, foi lançado em 1991 ao mesmo tempo que Nevermind do Nirvana.

    Mas, ao contrário das suas contemporâneas que ou acabaram ou então enfrentaram dissoluções e retornos nos últimos anos, o Pearl Jam sobreviveu ao desafio do tempo e permanece em plena atividade com turnês, discos e agora, um documentário.

    Apesar da banda evitar lançar videoclipes ou dar entrevistas sua popularidade é invejável. Uma das marcas registradas da banda que continua levando milhares de fãs fiéis aos seus shows é o lançamento de bootlegs de seus shows que cobrem praticamente toda história da banda ao vivo.

    Cameron Crowe foi preciso e cobriu os principais acontecimentos que fizeram estes 20 anos de carreira. Do projeto tributo, Temple of the Dog, ao Acústico MTV, a turnê com Neil Young e a briga com a Ticketmaster.

    As performances ao vivo incluídas no vídeo dão idéia do impacto que tem uma apresentação da banda que recentemente passou pelo país com sua Twenty Tour.


     
  • paulocarames 0:04 em 13/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Pearl Jam faz show apoteótico em Porto Alegre 

    Paguei, na noite de ontem uma dívida de 6 anos que tinha comigo mesmo e com o bom senso. Em novembro de 2005 o Pearl Jam tocou no estado e simplesmente não fui ao show. Um erro consciente mas que não poderia ser cometido duas vezes.

    Minha escolha àquela altura foi lógica. Simples assim. Apesar das dezenas de shows que vi da banda em DVD e uma quantia ainda mais numerosa dos tão famosos bootlegs do grupo que ouvi (e que só atenuam a minha culpa) é lógico pensar que pagar um valor por um produto ou serviço é uma decisão que não se toma sem levar em consideração outros aspectos.

    Ingressos caros, horas de viagem, outras tantas de espera em filas mal organizadas sob sol forte ou mal tempo. Estrutura do evento carente de conforto para o público, preços abusivos de bebida e comida e para completar atrasos absurdos e um show burocrático por parte de uma banda cansada da rotina de repetir o repertório uma cidade após a outra. Esta é a prática que se aplica a festivais e grandes eventos no país e é o motivo lógico que sempre me fez evitá-los.

    Bem, continuo pensando desta maneira embora há seis anos tenha percebido que Pearl Jam é uma das únicas três bandas que seriam capazes de me fazer dar razão ao emocional, ignorando os fatores já enumerados e compensariam tamanho esforço. Sendo assim, comprei o ingresso e fui preparado para o pior.


    O resultado? Não poderia ter sido melhor. Fiquei em uma das filas protegido do sol forte sob uma sombra providencial e adentrei ao estádio do São José (o famoso Zequinha) tão logo os portões abriram e de acordo com o que havia sido prometido pela organização. Já na entrada uma boa surpresa para quem gosta de voltar pra casa com algo mais do que fotos, vídeos ou histórias para contar. Camisetas, bonés, cartazes e outros itens oficiais da banda estavam disponíveis para venda.

    O fato de toda arquibancada ser coberta, as apresentações quase pontuais e os shows que vieram a seguir não me deixam outra alternativa além de elogiar a organização do evento e concluir que valeu cada centavo. A banda Wannabe Jalva subiu ao palco às 18:45 para um set rápido enquanto o lugar ainda enchia de fãs e o sol desaparecia no horizonte.

    Praticamente uma hora mais tarde foi a vez dos veteranos do X, banda formada ainda nos anos 1970 e que, liderada pelo vocalista John Doe, levantou o público com todos os hits que os fãs da banda poderiam esperar. Johny Hit and Run Paulene passando por Nausea, Los Angeles e sua versão de Soul Kitchen dos The Doors, finalizando com Devil Dog e Eddie Vedder nos vocais.

    Com quinze minutos de atraso Eddie Vedder (vocal e guitarra), Mike McCready (guitarra), Stone Gossard (Guitarra), Jeff Ament (baixo) e Matt Cameron (bateria) subiram ao palco já com a casa cheia e fizeram vibrar cada um dos vinte mil presentes. A sequência inicial com Why Go e Do the Evolution davam mostra do que estaria por vir. Falando com frequência entre as músicas (a maioria das vezes em português) Vedder avisou que este era o último show da turnê no Brasil e assumiu seu apreço pelo público brasileiro.

    A platéia correspondeu cantando parabéns a você para esposa do vocalista. Black, Jeremy, Daughter, Even Flow e uma versão arrepiante de Crazy Mary estiveram entre as 32 músicas que o público entoou como hino.

    As homenagens continuaram com Light Years emendada em I Believe in Miracles dos Ramones, tributo ao falecido guitarrista Johnny Ramone, velho amigo de Vedder.

    Foram quase 3 horas em que o Pearl Jam apresentou um set bastante vigoroso e com set diferente dos demais shows da turnê com direito ao vocalista passeando em meio a galera e ainda convidando três adolescentes para subirem ao palco e assistirem ao show com maior conforto.


    Ainda teve Alive e Rockin in the Free World com o estádio em êxtase, incluindo Eddie Vedder que também não continha a euforia. O show terminou quando já passava da meia noite. Vedder e cia seguiram viagem com sua tour mundial que estão fazendo celebrando os 20 anos de banda e que inclui Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e México.

    Eu, voltei pra casa, cansado mas satisfeito. Convencido que um grande show pode ser bem organizado, pontual e cuidar bem do seu público. Com uma dívida quitada e com a promessa da banda de um retorno em breve. Bem, estarei lá também.

    Main Set: Why Go, Do the Evolution, Severed Hand, Corduroy, Got Some, Low Light, Given To Fly, Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town, Evenflow, Unthought Known, Present Tense, Daughter/Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It’s Ok, 1/2 Full, Wishlist, Rats, State of Love and Trust, Black

    Encore 1: Just Breathe (Crowd sang Happy Birthday to Jill prior to song), Oceans, Comatose, Light Years (Dedicated to Johnny Ramone), I Believe in Miracles, The Fixer, Rearviewmirror

    Encore 2: Last Kiss, Betterman, Crazy Mary, Jeremy, Alive, Rockin’ in the Free World, Indifference, Yellow Ledbetter




     
    • Vitor 18:36 em 13/11/2011 Link Permanente | Resposta

      Cara, eu também deixei de ir no show de 2005, e na mesma situação de arrpendimento, não poderia ter deixado de ir neste. Fiquei na arquibancada coberta também. Que showzaço!! Tche, valeu muuuito!

  • paulocarames 1:34 em 10/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Hangar 110 recebe homenagem a Redson do Cólera 

    Após os shows que ocorrerão no próximo final de semana em homenagem aos 30 anos das bandas Garotos Podres e Ratos de Porão dia 15 de novembro (feriado) é a vez do Hangar 110 sediar o show Que Esse Grito Não Seja em Vão – homenagem ao Redson. Val e Pierre tocarão com convidados mais do que especiais lembrando o guitarrista do Cólera, morto recentemente. Confira a programação e os convidados:

    Clemente (Inocentes)
    Gordo e Jão (R.D.P.)
    Ari, Finho & Miro (365)
    Ariel (Invasores)
    Daniel ET (Muzzarelas)
    Helinho (ex-Cólera)
    Tatola (Não Religião)
    Nene Altro (Dance Of Days)
    Wendel (Sociedade Sem Hino)
    Cacá (Garotos Podres)
    Kojeka & Anselmo (Kolapso 77)
    Nem (Cama de Jornal – BA)
    Cherry (Hellsakura)
    Houly (Horda Punk – SC)

    DJ Set: Ratinho

    Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo
    15 de novembro de 2011
    19h às 23:30
    R$15 (antecipado) – R$20 (na porta)
    Antecipados nas lojas 255 (R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – f: 3361-6951)

     
  • paulocarames 0:48 em 08/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Pearl Jam em Porto Alegre 11/11/11 

    Depois de 2 shows no Morumbi em São Paulo e um no Rio de Janeiro (dia 6 na Apoteose) os americanos do Pearl Jam se apresentam em Curitiba (dia 9 no Estádio do Paraná Clube) e encerram a passagem pelo Brasil em Porto Alegre (dia 11 no Estádio Zequinha).

    A banda liderada por Eddie Vedder se apresentou no país em 2005 e recentemente lançou um documentário em comemoração aos 20 anos de carreira do grupo que surgiu no começo dos anos 1990 na cena grunge de Seattle junto com Nirvana, Soundgarden e Alice in Chains.

    A abertura fica por conta dos punks de Los Angeles X que prometem esquentar o clima para Vedder e cia. No repertório do X hits como Johny Hit and Run Paulene e Burning House of Love.





     
  • paulocarames 1:56 em 11/10/2011 Link Permanente | Resposta
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    Saldo do primeiro final de semana do Morrostock 2011 

    Versão curta: quem foi, presenciou a história sendo escrita diante dos próprios olhos. Para quem deixou de ir, lamentar-se não será suficiente.

    Versão sem cortes:
    Começou no último final de semana o Festival Morrostock que, mesmo sendo bem menos badalado e sem as atrações midiáticas trazidas pelo Rock in Rio ou SWU, chega a sua 5ª edição em 2011 .

    Sediado em Sapiranga, a 60 km de Porto Alegre, o evento reúne bandas do cenário alternativo gaúcho e nacional apresentando atrações underground já veteranas e outras tantas sem o mesmo tempo de estrada.

    A abertura dos trabalhos ficou por conta da banda Atrito (de Campo Bom) que no começo da noite da última sexta-feira (7/10) abriu caminho para as porto alegrenses Draco, Phornax e Tierramystica (que coverizou a clássica Fear of the Dark) além dos paulistas da Soulspell.

    A inclusão de bandas de diferentes vertentes do hardcore e do heavy metal garantiu um público heterogêneo: bikers, bangers e punks dividiram democraticamente o espaço destinado aos shows e a área de camping anexa ao complexo conhecido como Bar do Morro.

    A ameaça de temporal que se anunciava desde o princípio da semana felizmente converteu-se em poucos pingos que não foram suficientes para estragar a festa. Os atrasos é que, sim, desafiaram a paciência da galera. A afinação de instrumentos por parte de algumas bandas acabou durando tanto tempo quanto a própria apresentação.

    Com o cronograma atrasado em até duas horas teve banda que não se apresentou por conta do atraso e por divergências com a organização do evento. A grande expectativa da noite ficou por conta da lendária banda precursora do punk paulista Condutores de Cadáver.

    Fora dos palcos por um longo período a banda declarou estar feliz pelo retorno apesar do único “ensaio” ter ocorrido horas antes – eles faziam referência a apresentação no programa Radar da TVE.

    Por volta das 6 da manhã a formação que abriga figurinhas carimbadas do cenário alternativo: Índio (ex-Hino Mortal) nos vocais, Calegari (ex-Inocentes e 365) na guitarra, Hélio (ex-Cólera) no baixo e Babão (ex-Hino Mortal) na bateria, subiu ao palco e fez um show vigoroso com músicas como Choque, Condução para o Inferno e Futebol – que bem poderia ser o hino da copa no Brasil.

    Em um set de 45 minutos eles mostraram porque serviram de influência para tantas bandas como Cólera e Ratos de Porão e merecem serem considerados os Stooges tupiniquins.

    Já com sol nascendo, a banda argentina Diferent encerrou a primeira noite que deixou a promessa de mais para o dia seguinte.

    Iniciando mais cedo que no dia anterior (17h ao invés de 21h) e contando com representantes do hardcore e seus subgêneros, a segunda noite destacou-se pela pontualidade das bandas caminhando para um desfecho de luxo com a aguardada apresentação do Olho Seco – inativa por 10 anos e que agora volta ao front.

    Antes deles, o hardcore da 4 Acordes (Sapiranga) e da Inseto Social (Santa Maria) deram mostra do que estaria por vir. O set dos santamarienses deve estar entre os melhores shows que já fizeram. Na sequência, o rock n’ roll de saia da Stella Can e o peso da Barulho Ensurdecedor (ambas de Porto Alegre). Chute no Rim (Alvorada) fechou o primeiro tempo de shows tão contundente quanto o título sugere.

    Imagine um jogo de futebol onde o técnico conversa no vestiário e a equipe volta ainda melhor pro segundo tempo. E este segundo tempo se mostraria avassalador com um show surpresa da Condutores de Cadáver que premiou aqueles que não haviam comparecido no dia anterior ou que não agüentaram esperar até 6 da manhã.

    Desta vez eles fizeram o show da noite anterior parecer um simples ensaio. A química entre banda e público (que comparecia em número expressivo já naquela altura) resultou em uma aula de hardcore. A performance do vocalista Índio era de um touro bravo solto na arena e a guitarra de Calegari conduzia a banda com poderosos riffs. Difícil de ser batido.

    Ainda se apresentaram Audioterapia (Osório), The Efficients (Canoas) e Out of Reason (Canoas) até que problemas técnicos afetaram o fornecimento de energia elétrica.

    Enquanto a galera esperava uma solução para o problema pode trocar uma idéia com os músicos de bandas lendárias do punk/hardcore nacional que circulavam pelo local além de poder comprar discos, DVDs e camisetas de bandas do gênero. Destaque para atenção que as bandas deram aos fãs demonstrando verdadeiro respeito por todos. Algo a ser aprendido por bandas mainstream.

    Depois de alguma espera o problema foi parcialmente solucionado, foi o suficiente para Conduta Destrutiva e a veterana Pupilas Dilatadas irem ao palco.

    Já eram 3 horas da madrugada quando a politizada banda paulista Ação Direta levou sua mensagem de consciência e contestação e aproveitou para fazer uma homenagem ao guitarrista Redson do Cólera, que morreu na semana passada.

    Finalmente a banda mais aguardada do primeiro final de semana começou a afinar os instrumentos. Liderada pelo vocalista Fábio Sampaio (único membro da formação original) acompanhado por André (bateria) e pelos integrantes do Agrotóxico Marcos (guitarra) e Jeferson (baixo). A vontade era tanta que durante a queda de energia Fábio ameaçou bem humorado: ‘vamos tocar mesmo sem luz, vai ser um acústico’.

    O que aconteceu logo depois foi uma catarse coletiva. A banda emendou Olho de Gato, Nada, Eu não sei, Sinto e óbvio, o hino Isto é Olho Seco em uma performance tão feroz que jamais se encaixaria em um projeto acústico. Punk rock de verdade, classudo e pegado. Ainda deu tempo para Ignorante, cover do Ulster e uma homenagem a Redson com a música Botas, Fuzis, Capacetes.

    Após a volta da Condutores de Cadáver aos palcos (com direito a dois shows) e o primeiro show do Olho Seco em solo gaúcho em 30 anos de banda os músicos ainda acharam tempo e disposição para dar entrevistas a documentaristas que estavam no local.

    Se nem o Rock in Rio com toda grife e o investimento feito escapou ileso de falhas, podemos dizer que a organização do Morrostock está de parabéns. Principalmente por se apropriar tão bem do conceito ‘faça você mesmo’ tão presente na filosofia punk.

    O festival, que tinha ainda no domingo a Confraria do Blues com Solon Fishbone, Fernando Noronha e Gaspo Harmônica vai até dia 16 deste mês com apresentação de diversas bandas. Acesse aqui a programação completa.

    O brother Homero Pivotto, responsável pelo programa Let’s Start também repercutiu os shows. Confira no site da web rádio Putzgrila.




     
  • paulocarames 0:22 em 06/10/2011 Link Permanente | Resposta
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    Festival Morrostock – 7 a 16 de outubro de 2011 

    Esqueça o Rock in Rio, Planeta Terra ou SWU, festival de rock é o Morrostock 2011.

    O festival que já reuniu Dead Fish (em 2007), Inocentes (em 2008), Mukeka di Rato e Replicantes (em 2009), Lobotomia, Armagedom e Tijolo Seis Furos (em 2010) chega à sua quinta edição com presença confirmada dos santamarienses da Inseto Social e dos paulistanos Condutores de Cadáver, Ação Direta e Olho Seco.

    O ingresso para os dois primeiros dias custa R$ 40,00 e dá direito, além dos shows, à área de camping para aproveitar o fim de semana de rock de verdade.

    7/10 – sexta-feira – bardomorro
    21:00 – Atrito (Campo Bom)
    21:45 – Draco (Poa)
    22:40 – Redoma (POA)
    23:25 – Phornax (POA) 23:30
    00:15 – Tierramystica (POA) 2:00
    01:20 – Soulspell – Ópera Metal (SP) 3:00
    02:25 – Campbell Trio (POA) 4:30
    03:10 – Wall Ride (POA) 5:10
    03:55 – Diferent (ARG) 6:40
    04:50 – Condutores de Cadáver (SP) 5:50

    8/10 – sábado – bardomorro
    17:00 – 4 Acordes (Sapiranga)
    17:45 – Inseto Social (SM)
    18:30 – Stella Can (POA)
    19:15 – Barulho Esurdecedor (POA)
    20:00 – Chute no Rim (Alvorada)
    20:50 – Condutores de Cadáver (SP)
    21:45 – Audioterapia (Osório)
    22:30 – The Efficients (Canoas)
    23:15 – Out of Reason (Canoas)
    00:00 – Conduta Destrutiva (POA)
    00:45 – Pupilas Dilatadas (POA)
    01:30 – Ação Direta (SP)
    02:35 – Olho Seco (SP)
    03:45 – Burn The Mankind (POA)
    04:35 – PANIC (POA)

    Confira mais sobre o festival no site do evento.



     
  • paulocarames 1:16 em 29/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , Morre Redson, , , vocalista do Cólera   

    Morre Redson, vocalista do Cólera 


    Morreu na noite de ontem (27/9/2011), aos 49 anos, o guitarrista e vocalista Edson Pozzi (na foto, à direita – na última passagem da banda pelo RS).

    Redson, como era conhecido, junto com o irmão (o baterista Carlos Lopes Pozzi – o Pierre) e o baixista Val Pinheiro formaram em 1979 o Cólera – um dos pioneiros do punk rock nacional.

    A banda participou das principais coletâneas nos primórdios do punk no país (algumas lançadas pelo selo Ataque Frontal, do qual Redson era um dos sócios): Grito Suburbano de 1982 (com Olho Seco e Inocentes), SUB de 1983 (com Ratos de Porão, Psykóze e Fogo Cruzado) e Ataque Sonoro de 1985 na qual dividiu espaço com Garotos Podres, Ratos de Porão e Lobotomia.

    Gravaram ainda um álbum split com Ratos de Porão, ao vivo no Teatro Lira Paulistana. Estes álbuns, com baixa tiragem (em alguns casos, poucas centenas), se tornariam itens de colecionador procurados ainda hoje por apreciadores do gênero.

    Redson e cia se destacaram pelo seu ativismo contra a violência e em favor da natureza tanto nas letras de suas músicas quanto na arte da capa em seus discos.

    A primeira informação sobre a morte foi dada por Val no perfil da banda no Orkut: “lamento informar a todos os nossos amigos, fãs e família que o nosso principal membro da banda Cólera, Redson, faleceu hoje, deixando um legado incalculável em nossas vidas”. A partir de então o Facebook e o twitter receberam inúmeras manifestações de pesar de fãs que respeitavam e admiravam o trabalho do Cólera.

    Atualmente, o Cólera fazia uma extensa turnê (que incluiu o Rio Grande do Sul em junho passado) em comemoração dos 30 anos da banda, por todo o Brasil. Eles foram os primeiros artistas da cena alternativa nacional a excursionar pela Europa – viagem que rendeu um disco ao vivo em 1988.

    Álbuns de estúdio:
    Tente Mudar o Amanhã (LP, 1984, Ataque Frontal)
    Pela Paz em Todo Mundo (LP, 1986, Ataque Frontal)
    Verde, Não Devaste! (LP, 1989, Devil Discos)
    Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico (LP, 1991, Devil Discos)
    Caos Mental Geral (CD, 1998, Devil Discos)
    Deixe a Terra em Paz! (CD, 2004, Devil Discos)

    Álbuns ao vivo:
    split-LP c/Ratos de Porão (LP, 1985, Ataque Frontal)
    European Tour ’87 (LP, 1988, A. Indie Records)
    20 Anos ao Vivo (CD, 2002, Devil Discos)

    EPs:
    Dê o Fora (7″ EP, 1986, Hageland Records)
    É Natal!!? (12″ EP, 1987, Ataque Frontal)

    Coletâneas:
    Grito Suburbano – The Best of (CD e LP, 2004, Dirty Faces)
    Primeiros Sintomas (CD, 2006)

    A repercussão em alguns veículos oficiais:
    Zero Hora
    UOL
    Rolling Stone Brasil
    Terra



     
  • paulocarames 1:13 em 26/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 2011, , , , , , Pq o rock in rio é tão ruim???, , ,   

    Pq o rock in rio é tão ruim??? 

    O assunto do momento é o tal do festival de ‘rock’ que acontece na tal ‘cidade maravilhosa’.

    Faço coro aos descontentes que se ressentem por não termos um festival verdadeiramente roqueiro como acontece em outros países.

    Seja ele de hardcore (Warped Tour), metal (Ozzfest, Monsters of Rock) ou um mix de gêneros (Download Festival, Graspop, Sonisphere, Rock Am Ring, Lollapalooza e Coachella).

    A choradeira é grande e (ao contrário do que muitos pensam) o Rock in Rio não piorou, apenas não melhorou. Salvo poucas bandas de qualidade, o que era ruim, continua ruim. O que separa o lineup das duas últimas edições é a marca de 10 anos, pois a escalação é no mínimo, equivalente. Dá uma conferida:

    2001 / 2011
    Ira e Ultraje a Rigor / Paralamas do Sucesso e Titãs
    Sandy e Junior / Claudia Leitte
    Britney Spears / Katy Perry
    Carlinhos Brown / Nx Zero
    Rob Halford / Stone Sour
    Capital Inicial / Capital Inicial
    Oasis / Snow Patrol
    Red Hot Chili Peppers / Red Hot Chili Peppers
    Foo Fighters / Motörhead
    Sepultura / Slipknot
    Iron Maiden / Metallica
    R.E.M. / Jamiroquai
    Pato Fu / Jota Quest
    Cássia Eller / Pitty
    Papa Roach / Evanescence
    Silverchair / System of a Down
    Guns N’ Roses / Guns N’ Roses


     
  • paulocarames 1:44 em 22/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , , , , , sea of memories   

    CD – Bush: Sea of Memories 2011 


    A Zuma Rock Records – selo do vocalista e guitarrista Gavin Rossdale, deve lançar em outubro o disco Sea of Memories, novo registro da banda inglesa Bush.

    O disco quebra uma sequência de dez anos sem gravações (o último álbum havia sido Golden State de 2001) e que deixou como saldo apenas Rossdale e o baterista Robin Goodridge da formação original que iniciou as atividades em 1992.

    Nos últimos anos Rossdale dedicou-se a um projeto chamado Institute e atuou como ator em filmes como Constantine ao lado de Rachel Weisz e Keanu Reeves.

    Já a produção do disco ficou por conta de Bob Rock (Metallica, Aerosmith e Offspring) que conseguiu entegar um disco médio com bom momentos como The sound of Winter e All night doctors.

    Superior a Golden State, embora longe do brilho dos principais trabalhos da banda – Sixteen Stone (1994) e Razorblade Suitcase (1996).

    Tracklist:
    01- The Mirror Of The Signs
    02- The Sound Of Winter
    03- All My Life
    04- The Afterlife
    05- All Night Doctors
    06- Baby Come Home
    07- Red Light
    08- She’s A Stallion
    09- I Believe In You
    10- Stand Up
    11- The Heart of the Matter
    12- Be Still My Love


     
  • paulocarames 1:05 em 22/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1923, 2011, , , Filme inédito de Hitchcock será exibido nos EUA, The White Shadow   

    Filme inédito de Hitchcock será exibido nos EUA 


    Antes de ser conhecido como mestre do suspense, Alfred Hitchcock trabalhou como ajudante de diretor e também desenhando cartões para filmes mudos.

    Em 1923, antes do lançamento de seu primeiro filme como diretor (The Pleasure Garden de 1925) ele atuou como diretor de arte no filme The White Shadow, dirigido pelo britânico Graham Cutts. A história é a de duas irmãs de personalidades opostas.

    Especialistas que já tiveram a chance de assistir a esta relíquia afirmam que a direção já apresentava o toque de Hitchcock apesar de não ser assinada por ele. O filme foi descoberto recentemente na Nova Zelândia e havia sido etiquetado equivocadamente, sendo assim, ninguém sabia o seu real conteúdo.

    A primeira exibição nos Estados Unidos deverá ocorrer na próxima quinta-feira na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar.

     
  • paulocarames 10:50 em 08/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , , ,   

    CD – Red Hot Chili Peppers: I’m With You 2011 


    O décimo álbum de estúdio do Red Hot Chili Peppers chega às lojas com a mudança nas guitarras de John Frusciante, substituído por Josh Klinghoffer mas com a manutenção do som vitorioso apresentado nos últimos discos: Californication (1999), By The Way (2002) e Stadium Arcadium (2006) – ganhador de 5 prêmios Grammy.

    Coube ao vocalista Anthony Kiedis e ao baixista Flea comandarem o barco com a saída de Frusciante que teve duas passagens pela banda e entre 1988 a 2006 ficou fora entre 92 e 98 sendo substituído por Dave Navarro no (irregular) One Hot Minute de 1995.

    Desta vez, Frusciante deixa a banda para dedicar-se aos seus projetos solo enquanto o baterista Chad Smith promete dar um tempo com o Chickenfoot, projeto que mantém ao lado de Sammy Hagar e Joe Satriani.

    O primeiro single (The Adventures of Rain Dance Maggie) foi lançado em julho. A produção ficou a cargo de Rick Rubin, que havia produzido Blood Sugar Sex Magik de 1991 e já trabalhou com gigantes como Beastie Boys, Run DMC, Public Enemy, Slayer e Johnny Cash.

    Faz um tempinho os Chili Peppers são garantia de bons discos e desta vez não é diferente. Certamente ainda ouviremos canções deste disco nas rádios e em shows (como o que a banda deve fazer ainda em setembro, na cidade de São Paulo).

    Track List:
    01.”Monarchy of Roses” 4:11
    02.”Factory of Faith” 4:20
    03.”Brendan’s Death Song” 5:38
    04.”Ethiopia” 3:50
    05.”Annie Wants a Baby” 3:40
    06.”Look Around” 3:28
    07.”The Adventures of Rain Dance Maggie” 4:42
    08.”Did I Let You Know” 4:21
    09.”Goodbye Hooray” 3:52
    10.”Happiness Loves Company” 3:33
    11.”Police Station” 5:35
    12.”Even You Brutus?” 4:01
    13.”Meet Me at the Corner” 4:21
    14.”Dance, Dance, Dance” 3:45

     
  • paulocarames 3:42 em 24/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , ,   

    Top Five CQC 22/08/2011 

     
  • Leandro Araujo 2:23 em 23/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, agosto, cyberpunk, deus ex, deus ex revolution, game, gameplay, , ps3, release, resenha, review, x360   

    Deus Ex Human Revolution – Agosto 2011 

    Enfim a nova sequência de DEUS EX chegou nesse mês de agosto Deus Ex Human Revolution,  com a mesma idéia de jogabilidade ao estilo METAL GEAR SOLID (Konami, 1998, PS)  e  SPLINTER CELL (2002) e com sua atmosfera CYBERPUNK vale conferir.  Nota 8,5 na GAMESPOST dessa semana.  Interessante de “rever” este game é porque sua última versão foi lançada em 2004. Existem versões para MAC OSX 9, PS2, PC e XBOX contando todas as suas versões.

     

    Bom como gosto de ser objetivo, segue abaixo um GAMEPLAY, que temos bem a noção do seu visual e jogabilidade do game (FPS e RPG).

    Segue abaixo o trailer oficial, me deu até a idéia de BLADE RUNNER.

    REQUISITOS

    Mínimo:

    1. OS: Windows XP, Windows Vista ou Windows 7 com DirectX 9.0c
    2. Processador: 2 GHz dual core
    3. RAM: 1 GB de RAM (Windows XP) / 2 GB (Windows Vista e Windows 7)
    4. Placa Gráfica: NVIDIA GeForce série 8000 ou ATI Radeon HD série 2000 ou melhor
    5. Espaço em disco necessário: 8,5 GB

    Recomendado:

    1. OS: Windows 7
    2. Processador: AMD Phenom II X4 ou Intel Core 2 Quad ou melhor
    3. RAM: 2 GB
    4. GRÁFICOS: AMD Radeon HD 5850
    5. Espaço em disco necessário: 8,5 GB
     
  • paulocarames 16:23 em 22/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , , , , the greatest songs   

    Box – Johnny Cash: The Greatest Songs 2011 


    Lançado pela Music Brokers um pacote com um apanhado do melhor da música de Johnny Cash. Contemporâneo de Elvis Presley, Cash fez sucesso entre o público country, folk e também entre roqueiros.

    A coletânea é dividida em 3 discos totalizando 48 faixas. O primeiro é Singles AS & BS com sucessos como Cry, Cry, Cry, Folsom Prison Blues e I Walk the line.

    O segundo, Favourite Album Tracks, destaca canções importantes de sua carreira, como Country Boy, Rock Island Line e A Boy Named Sue.

    No terceiro CD, grandes clássicos de Cash, como Oh, Lonesome me, Ring of Fire, Jackson e IF I were a carpenter, os dois últimos com sua esposa e companheira de palco, June Carter.

    Um ótimo apanhado para conhecer melhor a obra deste grande artista e ir além da trilha sonora de I Walk the Line.

    CD 1: THE SINGLES AS & BS
    01. Cry, Cry, Cry
    02. Hey Porter
    03. Folsom Prison Blues
    04. So Doggone Lonesome
    05. I Walk The Line
    06. Get Rhythm
    07. There You Go
    08. Train Of Love
    09. Don´t Make Me Go
    10. Next In Line
    11. Home Of The Blues
    12. Give My Love To Rose
    13. Ballad Of A Teenage Queen
    14. Big River
    15. Guess Things Happen That Way
    16. Come In Stranger

    CD 2: FAVOURITE ALBUM TRACKS
    01. Country Boy
    02. Straight A´s In Love
    03. If The Good Lord´s Willing
    04. I Can´t Help It (If I´m Still In Love With You)
    05. Doin´ My Time
    06. I Just Thought You´d Like To Know
    07. I Could Never Be Ashamed Of You
    08. Rock Island Line
    09. Luther Played The Boogie
    10. I Loved You Because
    11. You´re The Nearest Thing To Heaven
    12. Wreck Of The Old 97
    13. Born To Lose
    14. Blue Train
    15. Mean Eyed Cat
    16. A Boy Named Sue

    CD 3: CLASSICS
    01. Katy Too
    02. Oh, Lonesome Me
    03. Hey, Good Lookin´
    04. Sugartime
    05. Wide Open Road
    06. Ring Of Fire
    07. Jackson (with June Carter)
    08. The Long Black Veil
    09. If I Were A Carpenter (with June Carter)
    10. Two Timin´ Woman
    11. Port Of Lonely Hearts
    12. You´re My Baby
    13. My Treasure
    14. New Mexico
    15. I Was There When It Happened
    16. You Win Again

     
  • paulocarames 1:43 em 16/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 2011, , elvis não morreu, , remember the king, the king is gone but not forgotten   

    Antes de Elvis, não havia nada. 

    A frase acima, do ex-Beatle John Lennon, resume bem a importância que Elvis Aaron Presley (8 de janeiro de 1935) teve para música mundial. Há um vasto leque de opções para quem se propõe a descrever este mito.

    Podemos, por exemplo, dividir sua carreira em três. De forma quase hermética, anos 1950, 60 e 70.

    A origem apoteótica e a consagração como Rei do Rock aconteceram ainda nos anos 50 quando virou a sociedade americana de cabeça para baixo. Ele, na época um motorista de caminhão, fez algumas gravações nos estúdios da Sun Records e não parou mais.

    Apesar de branco, cantava como negro e em suas apresentações se valia de um requebrado que seria mais tarde censurado na tv americana.

    Em 1958 alistou-se no exército e foi servir na Alemanha. Neste período perdeu sua mãe (fardo que carregou pro resto da vida).

    Seu casamento com Priscilla Beaulieu, que conhecera em 1959 com então 14 anos, duraria até 1972 e seria responsável por sua única herdeira – Lisa Marie Presley.

    Dedicou praticamente toda a década ao cinema fazendo uma média de 3 filmes por ano (sendo muitos de qualidade questionável) lançando trilhas sonoras à medida que seus filmes eram produzidos em um processo quase de linha de montagem.

    Balada Sangrenta (1958), Feitiço Havaiano (1961), Saudades de um Pracinha (1960) e Seresteiro de Acapulco (1963) destacam-se entre um total de 33 filmes que ele estrelou em toda carreira.

    Com o famoso ‘show da volta‘ em 1968 mostrou que ainda tinha bala na agulha após ter seu talento e sua majestade questionadas por público e crítica.

    Os anos 1970 seriam marcados pelas turnês (incluindo inúmeras apresentações em Las Vegas – com direito a até 3 shows por dia) que só teriam fim com sua morte em 16 de agosto de 1977.

    Graceland (mansão que ele comprara para sua mãe e onde hoje repousa seu corpo) recebe peregrinação de fãs comparável a de fiéis em visita a Terra Santa.

    Nascia assim o mito. Diversas teorias de que Elvis não teria morrido tiveram origem desde então e foram endossadas por um sem número de fãs que todos os anos alegam ter estado com o Rei em toda parte do globo.

    Cunhou-se a partir de então a expressão “Elvis não morreu” que para muitos se aplica a sua obra. Para outros tem um sentido literal e indicaria que ele não morreu naquele fatídico dia de agosto de 1977.

    Algumas das tantas teorias dão conta de que Elvis seria agente do FBI viajando pelo mundo. Na Argentina cartazes com uma simulação de sua fisionomia caso continuasse vivo alimentam a paranóia.

    Outra faceta passível de ser explorada para compreender seu legado é por meio dos números. Mesmo após sua morte, continua sendo um dos artistas mais rentáveis do mundo, superando inclusive artistas ainda em atividade (o total de vendas supera 1 bilhão de discos comercializados).

    Foi indicado 14 vezes ao Grammy e seu especial de tv direto do Hawaii em 1973 foi assistido por 1,5 bilhão de pessoas – audiência maior do que os primeiros passos do homem na lua.

    Único artista indicado para três diferentes Halls da Fama: Rock and Roll (1986), Música Country (1998) e Música Gospel (2001). Teve seu rosto impresso em um selo comemorativo que teve mais de 500 milhões de unidades produzidas. Fez ao todo 1145 shows e recebeu discos de ouro, prata e platina por seus 150 álbuns (incluindo singles) e a cada anos são lançados outros boxes e edições especiais que mantém a lenda viva.

    Ou como diz Neil Young, “o Rei está morto mas não esquecido“.

     
  • paulocarames 15:11 em 14/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , , wacken   

    Sepultura: Show completo no Wacken Open Air 2011 

     
  • paulocarames 0:04 em 12/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 2011, , , Lollapalooza,   

    Foo Fighters: Show no Lollapalooza 2011 

    Pra quem perdeu, esta é a íntegra do show que foi transmitido ao vivo pelo youtube no domingo (7/ago):

     
  • paulocarames 10:53 em 10/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 180 gramas, , , , , 2011, babysitter, , carbona not glue, , , , , , , , sheena is a punk rocker   

    Ramones em Edição Especial 

    Os Ramones lançaram seus discos pela Sire Records de 1976 a 1987, período que compreende seus álbuns mais clássicos (somando 10 discos nesta fase).

    Acontece que a Sire acabou sendo comprada pela Warner Music (Rocket to Russia inclusive teve uma tiragem relançada em 1987 com o selo da WM). O tempo passa e o catálogo dos Ramones acaba parando nas mãos da Rhino Records, também subsidiária da Warner.

    O resultado foi que em 2001 a Rhino lançou em CD edições especiais dos álbuns de estúdio da banda desde o primeiro disco (1976) até Too Tough to Die (1984). Os relançamentos continham diversos bônus. Eram sobras de estúdio, takes alternativos e apresentações ao vivo que “completavam” os cds, já que cada disco tinha em média 30 minutos de duração deixando outros 50 minutos de sobra no disquinho de plástico a serem preenchidos.

    Agora em 2011 (julho passado) a Rhino fez diferente e relançou em vinil 180 gramas os quatro primeiros e principais discos dos Ramones – na ordem original Ramones (1976); Leave Home (1977); Rocket to Russia (1977) e Road to Ruin (1978).

    Os bolachões vem com um agrado para os 500 primeiros compradores de cada título. Um EP 7″ azul com o single lançado pela banda na época da divulgação do álbum. Uma oportunidade rara pois estes singles já estão há muito tempo fora de catálogo.

    A nota triste é a ausência, a exemplo do que aconteceu em 1977, de Carbona not Glue (Carbona não é cola em tradução literal). A tiragem inicial de Leave Home com 5 mil exemplares continha esta música que por uma ameaça de processo pela fábrica da tal Carbona acabou substituída por Babysitter no Reino Unido e por Sheena is a Punk Rocker no restante do mundo deixando-a no limbo por quase 15 anos.

    Carbona not Glue

    Babysitter

    Sheena is a Punk Rocker

    Ela apareceria novamente na versão americana de Loco Live (1991) e em 2001 na reedição de Leave Home em cd e no box/coletânea Anthology.

    Diante deste lapso, resta buscar a edição especial picture disc que contém o track list original e contempla a polêmica canção.

    Confira os singles que acompanham cada disco:
    Ramones: “I Wanna Be Your Boyfriend”/”California Sun/I Don’t Wanna Walk Around With You”
    Leave Home: “Swallow My Pride”/”Pinhead”
    Rocket to Russia: “Sheena is a Punk Rocker”/”I Don’t Care”
    Road To Ruin: “She’s the One”/”I Wanna Be Sedated”

     
  • paulocarames 0:21 em 08/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 007 Cassino Royale, , , , , , , 2011, 4 Meses 3 Semanas e 2 Dias, A Banda, Batismo de Sangue, Batman - O Cavaleiro das Trevas, , Editora Contexto, , Quase Dois Irmãos, , , Se eu Fosse Você   

    Livro – Os melhores filmes novos, 290 filmes comentados e analisados 

    Boa sacada para quem gosta de unir cinema e literatura e pretende se inteirar do que tem sido produzido com qualidade nos últimos anos. Cerca de dois mil filmes lançados no mercado nacional no período de três anos entre 2005 e 2008 serviram de base para este guia.

    Dividido em aventura, brasileiros, comédia, documentário, drama, fantasia, história e infantil o autor organiza uma obra interessantíssima a partir de cinco critérios (argumento, roteiro, elenco, produção e direção) oferecendo ao leitor ficha técnica, análise e uma boa foto de cada filme.

    Luciano Ramos é graduado em Ciências Sociais pela USP, crítico de cinema no Jornal da Tarde. Editou o Guia de Filmes da Abril Cultural nos anos 1980 e 1990 e ficou na Rede Bandeirantes comandando o Departamento de Cinema, até ir em 1995 para o Ministério da Cultura, como coordenador de comunicação. Na Fundação Armando Álvares Penteado, ensina nos cursos de pós-graduação em Jornalismo Cultural e Crítica de Cinema.

    Blockbusters como 007 Cassino Royale (2006) e Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) e filmes menos comerciais como o romeno 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (2008) e o israelense A Banda (2007) dividem espaço com o cinema nacional. Batismo de Sangue (2007), Quase Dois Irmãos (2005) e a comédia Se eu Fosse Você (2006) são boas amostras do melhor de nossa produção na última década.

    Um índice alfabético e outro por gênero ajudam na busca. No site, conteúdo exclusivo e atualizado dão conta de outras 50 obras lançadas no mercado brasileiro após a publicação do livro. Editora Contexto, 328 páginas.

    Ficou curioso? No site, a editora desponibiliza uma prévia do primeiro capítulo.

     
  • paulocarames 0:18 em 03/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , 2011, , Capitalism: A Love Story, Capitalismo: Uma História de Amor, , inside job, , , , trabalho interno   

    Homem primata, capitalismo selvagem: Capitalismo / Trabalho Interno 

    Lado A – Capitalismo: Uma História de Amor (Capitalism: A Love Story) 2009

    Após abordar os atentados de 11 de setembro (Fahrenheit, 2004), o sistema público de saúde (SICKO, 2007) e as eleições presidenciais (Slacker Uprising, 2008) Michael Moore volta a carga questionando desta feita o sagrado capitalismo americano em Capitalismo: Uma História de Amor.

    Após a bolha do mercado imobiliário que gerou recessão e desemprego, Moore entrevista pessoas comuns afetadas pela crise e que perderam todas as suas economias enquanto banqueiros receberam 700 billhões de dólares do congresso e destinaram milhões em bônus para seus executivos (remunerando exatamente os principais causadores da crise).

    Com a desregulação do sistema financeiro, Wall Street criou uma bolha a partir de derivativos usados como garantia de tal maneira que o resultado que vimos em 2008 não poderia ter sido outro.

    Um mesmo imóvel era dado como garantia para diferentes empréstimos até o ponto em que era impossível que as dívidas fossem executadas gerando um calote em cascata.

    Com o senso de humor e a ironia peculiares, característicos de suas obras, Michael Moore vai até congressistas entender o motivo deles autorizarem uma ajuda bilionária para os bancos causadores de toda crise enquanto saúde e educação foram deixadas de lado pela administração Bush.

    Lado B – Trabalho Interno (Inside Job) 2010

    Vencedor do Oscar de melhor documentário em 2011, Trabalho Interno, narrado por Matt Damon expõe de forma menos caricata mas não menos contundente os motivos que levaram à crise financeira que abalou o mundo entre 2007 e 2009.

    Derivativos, desregulação, mercado de ações, hipoteca. De cunho bem mais sério e técnico que Capitalismo de Michael Moore, Trabalho Interno investiga os motivos pelos quais uma crise anunciada foi tratada com tamanho descaso e depois remediada a custa dos contribuintes sem que ninguém fosse responsabilizado.

    O diretor Charles Ferguson retrata os lados obscuros de Wall Street que com a conivência do Secretário do Tesouro Hank Paulson (ex-CEO do Goldman Sachs, uma das principais envolvidas no escândalo dos derivativos) manteve a mesma estrutura sem que regras mais rígidas fossem implementadas para evitar novas fraudes financeiras.

     
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