Marcado como: alfred hitchcock Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 10:53 em 13/12/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , A&E, alfred hitchcock, bates motel, , norman bates, , ,   

    Série – Bates Motel (2013) 

    Alfred Hitchcock está em alta. Já tivemos dois lançamentos em 2012 envolvendo o mítico diretor inglês. Primeiro foi The Girl e em seguida Hitchcock.

    Agora uma série promete desvendar as origens de Norman Bates, o pacato gerente de um motel de beira de estrada do filme Psicose.

    A produção do canal A&E traz no elenco Vera Farmiga interpretando Norma Louise Bates e deve contar com 10 episódios na primeira temporada que irá ao ar em 2013. A idéia, apesar de já explorada em Psicose 4 – A revelação, é revelar sua evolução ao longo da temporada.

    Para o papel interpretado por Anthony Perkins foi escalado o jovem ator inglês Freddie Highmore de 20 anos. A produção executiva fica a cargo de Carlton Cuse (Lost) e Kerry Ehrin (Friday Night Lights).

    A franquia Psicose teve mais três filmes (apenas o primeiro teve a chancela de Hitchcock) e um remake dirigido por Gus Van Sant. À época do lançamento do primeiro filme em 1960 uma massiva campanha foi feita proibindo a entrada no cinema após a sessão iniciada. Um pedido gravado pelo próprio diretor, pedia aos espectadores que não revelassem o final do filme.

    O pedido deu certo pois além do resultado nas bilheterias a película foi alçada ao patamar de clássico e escolhida como o melhor thriller de todos os tempos.

     
  • paulocarames 11:05 em 02/12/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, anthony hopkins, , Danny Huston, helen mirren, James D'Arcy, jessica biel, Michael Stuhlbarg, , , Ralph Macchio., , , Toni Collette   

    Filme – Hitchcock (Hitchcock) 2012 

    Adaptação do livro Alfred Hitchcock And The Making Of Psycho o filme traz o diretor inglês Alfred Hitchcock (Anthony Hopkins) e sua esposa Alma (Helen Mirren) durante as filmagens do clássico Psicose.

    Mesmo no ápice da carreira, ele teve de fazer o filme de maneira independente devido a resistência dos estúdios em investirem no gênero. Acabou realizando um clássico absoluto do cinema.

    Escolhido como melhor thriller de todos os tempos, Psicose apresenta Norman Bates (Anthony Perkins) como gerente de um motel que hospeda uma secretária (Janet Leigh) em fuga após roubar 40 mil dólares de seu patrão.

    O filme, todo em preto e branco representou um marco para época com uma campanha massiva em que os espectadores foram proibidos de entrar no meio da sessão e incentivados a guardar segredo sobre o desenrolar do filme.

    No filme de 2012, Scarlett Johansson interpreta Janet Leigh e Jessica Biel sua irmã enquanto James D’Arcy representa Anthony Perkins.

     
  • paulocarames 11:13 em 29/11/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , alfred hitchcock, , , , , intriga internacional, , rubicon,   

    Série – Rubicon (2010) 

    Tudo que é bom dura pouco. A velha máxima cabe bem pra resumir Rubicon que apesar da notável qualidade foi cancelada após 13 episódios.

    Começando pela cartaz de divulgação que lembra outro thriller de conspiração – Intriga Internacional, clássico de 1959 dirigido por Alfred Hitchcock – a série de 2010 é algo como não se vê hoje em dia. Exceção feita a Homeland, Rubicon foge dos convencionais dramas/comédias de hoje em dia e apresenta o agente Will Travers (James Badge Dale, de The Pacific), um sobrevivente do 11 de setembro.

    Travers não sucumbiu aos ataques pois atrasou-se para um compromisso mas nem por isso sobreviveu ileso – teve sua esposa e filha mortas no atentado. Agora, o analista da agência de espionagem American Policy, se depara com um estranho código nas palavras cruzadas do jornal.

    Mortes estranhas, suicídios suspeitos e a ordem dos superiores para abandonar a investigação vão aumentando o suspense à medida que ele chega mais perto de entender o que está por trás de ações terroristas que mais parecem ter sido motivadas por questões financeiras que por ideologias ou teologias. Ou seja, Nem toda conspiração é uma teoria.


     
  • paulocarames 11:47 em 26/11/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, , birds, , confissões de uma ladra, , marnie, pássaros, , sienna miller, the girl, toby jones   

    Filme – The Girl (The Girl) 2012 

    Baseado no livro Spellbound by Beauty, The Girl é um filme para tv co-produzido por HBO e BBC que retrata os bastidores das gravações de Os Pássaros (1963) e Marnie, confissões de uma ladra (1964) ambos do diretor inglês Alfred Hitchcock.

    Porém o foco principal está no relacionamento conturbado e obsessivo que o diretor (interpretado por Toby Jones) manteve com Tippi Hedren (Sienna Miller) durante as gravações, tudo supervisionado por sua esposa Alma.

    Hitch era conhecido por seu detalhismo e chegou a declarar que tinha previamente concebido cada cena de seus filmes não precisando portanto conferir o resultado das filmagens.

    Mesmo assim, fez incontáveis takes forçando Tippi a ser atacada repetidamente por pássaros de verdade ao invés de utilizar réplicas mecânicas. Na trama, Bodega Bay – uma cidade do interior, é alvo do ataque de aves enfurecidas. Os ataques coincidem com a chegada repentina da loira misteriosa Melanie Daniels.

    Sienna Miller incorpora com maestria a pupila de Hitchcock que à época era uma modelo desconhecida. Coincidentemente, Sienna já havia interpretado outra modelo no também biográfico The Factory Girl (2006) sobre Edie Sedgwick e seu mentor Andy Warhol.


     
  • paulocarames 19:15 em 05/08/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, , , um corpo que cai   

    ‘Um Corpo Que Cai’, de Hitchcock, é eleito o melhor filme da história 

    O elenco da produção de 1958 conta com Kim Novak (foto). Foto: ReproduçãoO elenco da produção de 1958 conta com Kim Novak (foto)
    Foto: Reprodução

    O longa-metragem Um Corpo Que Cai (1958), de Alfred Hitchcock, superou Cidadão Kane, de Orson Welles, e ocupou o posto de melhor filme de todos os tempos, segundo a última enquete da revista Sight and Sound, do Festival de Cinema Britânico (BFI) – a pesquisa é realizada a cada dez anos.

    Nesta última pesquisa da publicação, que classifica os 50 melhores filmes de todos os tempos, o filme de suspense que o reconhecido diretor britânico lançou na década de 1950 superou por 34 votos o longa Cidadão Kane, que ocupou o primeiro posto durante as últimas cinco décadas. Nenhum filme rodado nos últimos dez anos aparece na classificação da BFI.

    Ao reunir um total de 846 especialistas, entre distribuidores, críticos, acadêmicos e escritores, a enquete elaborada pela Sight and Sound pede que os filmes sejam avaliados de acordo com sua relevância na história cinematográfica, sua descoberta estética e seu impacto com base na própria visão de cinema dos jurados.

    Com um elenco que inclui nomes como James Stewart e Kim Novak, Um Corpo Que Cai aborda a história de um policial aposentado, John “Scottie” Ferguson (Stewart), que sente medo de altura. Na última pesquisa realizada pela revista, o filme de Hitchcock, considerado pelo próprio diretor britânico como sua “obra mais pessoal”, tinha ficado somente cinco votos atrás de Cidadão Kane (1941).

    Assim como a produção de Welles, Um Corpo Que Cai recebeu muitas críticas contraditórias quando foi lançado, embora tenha conquistado muito prestígio com o passar do tempo.

    Nesta classificação da BFI, o filme de Yasujiro Ozu Era uma Vez em Tóquio (1953) passou do quinto para o terceiro lugar, enquanto A Regra do Jogo (1939), de Jean Renoir, perdeu uma posição e, agora, aparece em quarto.

    Entre os dez primeiros, apenas duas produções aparecem pela primeira vez, já que todas as outras já tinham figurado anteriormente: O Homem da Câmera (1929), de Dziga Vertov, que aparece em oitavo, e A Paixão de Joana d’Arc (1927), de Carl Theodor Dreyer, na nona posição.

    Entre os filmes selecionados, o mais recente é 2001: Uma Odisséia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, que aparece em sexto lugar na lista. Em declaração aos jornalista, o diretor da revista, Nick James, disse que o resultado dessa classificação “reflete as mudanças realizadas na cultura da crítica cinematográfica” nos últimos anos.

    Fonte: Terra.

     
  • paulocarames 0:45 em 23/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, , , Exposição em Berlim mostra 80 anos de cinema através dos storyboards, , , storyboard   

    Exposição em Berlim mostra 80 anos de cinema através dos storyboards 


    Antes do diretor meter a mão na massa e começar a filmar, o processo que envolve a criação de um filme inclui a produção de um roteiro, o que logo é seguido pela storyboard.

    A técnica que mais parece uma história em quadrinhos foi criada nos anos 1920 mas foi desenvolvida mesmo por Walt Disney, responsável por Os três porquinhos de 1933, o primeiro filme a ter um storyboard completo.

    Até o final da mesma década todos os estúdios haviam adotado esta maneira de antever o filme, cena a cena. Alfred Hitchcock, por exemplo, dizia que não precisava conferir o resultado na película pois se o filme tivesse sido captado de forma adequada, respeitando seu storyboard, nada mais precisaria ser acrescentado.

    Até 27 de novembro, no Museu do Cinema em Berlim, serão exibidos storyboards de diretores renomados como Francis Ford Coppola, Alfred Hitchcock e Steven Spielberg que retratam 80 anos de cinema em peças que mais parecem obras de arte inspiradas em Michelangelo, Leonardo da Vinci e Van Gogh.


     
  • paulocarames 1:05 em 22/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1923, , alfred hitchcock, , Filme inédito de Hitchcock será exibido nos EUA, The White Shadow   

    Filme inédito de Hitchcock será exibido nos EUA 


    Antes de ser conhecido como mestre do suspense, Alfred Hitchcock trabalhou como ajudante de diretor e também desenhando cartões para filmes mudos.

    Em 1923, antes do lançamento de seu primeiro filme como diretor (The Pleasure Garden de 1925) ele atuou como diretor de arte no filme The White Shadow, dirigido pelo britânico Graham Cutts. A história é a de duas irmãs de personalidades opostas.

    Especialistas que já tiveram a chance de assistir a esta relíquia afirmam que a direção já apresentava o toque de Hitchcock apesar de não ser assinada por ele. O filme foi descoberto recentemente na Nova Zelândia e havia sido etiquetado equivocadamente, sendo assim, ninguém sabia o seu real conteúdo.

    A primeira exibição nos Estados Unidos deverá ocorrer na próxima quinta-feira na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar.

     
  • paulocarames 0:45 em 10/08/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, , cartazes   

    Seis cartazes para Hitchcock 

    Seis cartazes de filmes de Alfred Hitchcock com design de Matt Needle, à venda por 25 libras cada. No site o artista ainda disponibiliza arte de outros filmes consagrados.

     
  • paulocarames 1:21 em 07/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: alfred hitchcock, , mostra hitchcock,   

    Mostra exibe obra de Hitchcock 

    A mostra tem cursos, debates além de exibir 59 filmes e 127 episódios de séries de tv totalizando 8954 minutos da obra de Alfred Hitchcock, mestre do suspense.

    Mais informações no site http://www.hitchcock.com.br
    Imperdível.

     
  • paulocarames 4:05 em 18/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , alfred hitchcock, , , grace kelly, , peter bogdanovich, rear window, , , suspeita, , voyeur   

    Filme – Janela Indiscreta (Rear Window) 1954 

    Em Janela Indiscreta, Alfred Hitchcock desafia o espectador num exercício de voyeurismo que causou controvérsia devido aos costumes da época que repudiavam a idéia de um filme onde o protagonista passava o tempo espionando a vida alheia.

    Em Greenwich Village, o fotógrafo profissional L.B. Jeffries (James Stewart) está confinado em seu apartamento após quebrar a perna em um acidente. Seguindo o conceito de ‘não dizer aquilo que pode ser mostrado’, o diretor apresenta com genialidade a história do personagem. Mostrando as diversas fotos em sua parede entendemos que se trata de um fotógrafo que adora velocidade e compreendemos assim o motivo de sua perna quebrada.

    Ele recebe a visita da noiva Lisa (Grace Kelly) com a qual tenta evitar o casamento. Sem opções de entretenimento ele passa a observar a vida dos vizinhos. A trilha ilustra o dia-a-dia de cada um deles – um músico solteiro que se embriaga, uma bela dançarina, um casal sem filhos que adotou um cachorrinho e um casal constantemente metido em brigas violentas. Observando este casal ele percebe o desaparecimento da mulher e, imobilizado na cadeira de rodas, envolve a noiva e uma amigo policial na tentativa de desvendar o que teria acontecido com ela.

    Hitchcock dirigiu todo o filme a partir do apartamento de Jeffries e quase todas as cenas mostram o seu ponto de vista, ou seja, o que acontece no conjunto de apartamentos em frente ao seu. Para as filmagens foi construído o maior set até então já feito pela Paramount. Os atores que trabalhavam do outro lado da rua utilizaram fones de ouvido para receber as orientações do diretor.

    O filme foi baseado em um conto de Cornel Woolrich de 1942 e apesar da controvérsia inicial tornou-se um grande sucesso sendo, a exemplo de Psicose refilmado em 1998 (Com Daryl Hannah e Christopher Reeve) além de ter a história adaptada em diversos outros filmes como Paranóia, de 2007. A edição especial do filme conta extras como a entrevista de Peter Bogdanovich e mostra o processo de restauração feito para conservação dos negativos originais.

     
  • paulocarames 16:30 em 08/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1960, alfred hitchcock, , , chuveiro, , , ,   

    Filme – Psicose (Psycho) 1960/1998 

    Das tantas obras-primas criadas por Alfred Hitchcock, Psicose é sem sombra de dúvida a sua obra maior, maiúscula. Considerado pelo American Film Institute o melhor thriller já feito, está entre os 25 mais votados no Top 250 do IMDB e figura facilmente em toda lista de melhores filmes de todos os tempos além de ser um dos mais plagiados, reverenciados e referenciados.

    Embora costume comparar a obra original e seu remake, que algumas vezes supera sua fonte de inspiração, no caso da colorida refilmagem de 1998 (do diretor Gus Van Sant com Vince Vaughn, Julianne Moore e Viggo Mortensen) isto é impossível por tratar-se de um filme dispensável, que em nada acrescenta e não serve nem mesmo como homenagem – mais parece uma afronta. O mesmo pode ser dito dos três filmes feitos após a morte do diretor britânico e que dão seqüência à saga de Norman Bates, pois são no máximo, filmes médios. Até mesmo porque refilmar um Hitchcock com sucesso é tarefa que somente ele próprio conseguiu em 1956 comandando James Stewart na versão americana de seu filme feito em 1934.

    Bem, voltando ao Psicose de 1960, Marion Crane (Janet Leigh) é empregada de uma imobiliária e é constantemente assediada por um de seus clientes. Após seu chefe receber 40 mil dólares deste cliente por conta de um negócio feito entre eles, Marion fica responsável por fazer o depósito no banco para o patrão. No entanto, ela resolve fugir com a bolada – o já citado McGuffin de Hitchcock.

    Deste ponto em diante entram em cena os dois atores principais de Hitchcock, a câmera e a trilha sonora. Sua direção magistral dá o tom e a tensão é crescente enquanto acompanhamos Marion sendo parada durante a fuga por um policial que desconfia da moça. Cada instante é nervoso, a câmera flagra suas reações nos forçando a tentar adivinhar se ela conseguirá escapar. Vencido este primeiro obstáculo, ela dirige durante a noite chuvosa até que chega a um motel de beira de estrada onde Norman Bates (atuação épica de Anthony Perkins) a recebe. Uma das mais sensacionais viradas da história do cinema está para acontecer.

    Trata-se da famosa cena do chuveiro, tão explorada em outros filmes, seriados, fotografias e até mesmo desenhos animados. Para evitar custos e também o choque que tanto sangue em cores vívidas poderia causar nos espectadores o filme foi intencionalmente filmado em preto e branco.

    Foi preciso uma semana de filmagens com câmeras em 70 ângulos diferentes ao custo de 90 rolos para que o perfeccionismo do diretor fosse saciado nesta tomada de meros 45 segundos que entraram para história. Bernard Herrmann adicionou a mítica trilha à cena que fora pensada sem som. Testes exaustivos com diferentes frutas foram feitos até que o melão foi o que ficou mais próximo na tarefa de emitir o som de um corpo humano sendo esfaqueado.

    Hitchcock inovou ao incluir na exibição nos cinemas um pedido para que o final do filme não fosse contado a quem ainda não tivesse assistido. Proibiu também a entrada nas sessões depois que o filme tivesse começado (um cartaz bem humorada dizia “mesmo que você seja o presidente dos Estados Unidos ou a Rainha em pessoa, não deverá entrar se o filme tiver iniciado).

    O filme fora baseado em um livro de Robert Bloch, que Hitchcock acabou comprando quase que sua totalidade para evitar que as pessoas conhecessem de antemão o final da trama. Evidentemente vou respeitar o mestre do suspense e não revelarei mais do que o suficiente para manter a trama.

    Acabou indicado ao Oscar em quatro categorias, sem que, no entanto, a academia reconhecesse sua relevância. Janet Leigh acabou levando o Globo de Ouro daquele ano como melhor atriz coadjuvante. Apesar disto, o filme que custou menos de 1 milhão de dólares, arrecadou mais de 40 milhões e teve filas e alvoroço em suas sessões.

    A edição especial lançada em dvd duplo mostra o próprio diretor como guia pelos antagônicos prédios utilizados para as filmagens, o horizontal motel e a vertical casa da mãe de Norman. Uma aula de suspense e mais do que isto, uma aula de cinema. Aos mais jovens fica a obrigação de conhecer esta obra-prima, aos mais rodados que ainda não viram, só me resta recomendar serem queimados em praça pública.

    Trailer de Psicose:

    Análise da famosa cena do chuveiro:

     
  • paulocarames 11:30 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , alfred hitchcock, , , Companhia das Letras, françois truffaut, Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva, ,   

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva 

    Os feriados prolongados favorecem as viagens para descansarmos e visitarmos a família. O último feriado me proporcionou além desta satisfação, a leitura na íntegra daquele que é o registro definitivo a tratar da obra do maior mestre do suspense em todos os tempos que, por coincidência, morria há exatos 31 anos. HITCHCOCK TRUFFAUT – ENTREVISTAS foi idealizado pelo também cineasta François Truffaut durante os anos 1950 e 1960 quando Alfred Hitchcock era considerado, pela crítica norte-americana, mediano e comercial.
    Para mudar a opinião dos céticos Truffaut propôs a Hitchcock uma série de 500 perguntas tratando exclusivamente de sua obra e que por fim geraram 50 horas de entrevistas em que, numa conversa franca e sem censura, o diretor francês questiona o colega inglês sobre seu começo de carreira, as experiências na direção e o desafio de conduzir estrelas em seus filmes.
    Lançado pela primeira vez em 1967 o livro foi revisto em 1983 ganhando então sua edição definitiva, hoje esgotada no Brasil. Recheado de fotografias e com texto irretocável de François Truffaut, HITCHCOCK TRUFFAUT oferece ainda um apanhado com a filmografia de Sir Alfred incluindo a ficha técnica de cada um dos seus filmes e um índice remissivo que facilita a pesquisa detalhada.
    Fica a dica para uma ótima leitura de um livro que ajudou a converter Hitchcock em um dos mais celebrados realizadores do cinema mundial e pôs um carimbo de cult em suas obras. Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva (François Truffaut e Hellen Scott), Companhia das Letras, 2004

     
  • paulocarames 2:03 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , alfred hitchcock, ,   

    A morte de Alfred Hitchcock – o homem errado 

    Em 29 de Abril de 1980 morria Alfred Hitchcock. Agora, se você está se perguntando QUEM foi Alfred Hitchcock:

    Sua história confunde-se com a própria história do cinema, foi do cinema mudo e em preto/branco na Inglaterra para os filmes sonoros e coloridos em Hollywood. Introduziu o conceito do McGuffin (objeto que orienta a trama sem, no entanto, ter importância para conclusão da mesma) – em Psicose (1960) o dinheiro roubado só serve para conduzir a personagem até o Motel Bates onde ele perde a importância para trama.

    Alfred Joseph Hitchcock nascido em uma sexta-feira 13 de agosto no ano de 1899 na Inglaterra era filho de pais humildes. Aos 14 anos perdeu o pai e aos 20 começou sua carreira no cinema desenhando cartões para filmes mudos. Rapidamente foi promovido e passou a diretor. Chamou atenção à frente dos suspenses O inquilino (1926), Os 39 degraus (1936) e A dama oculta (1938). Convidado a trabalhar nos Estados Unidos, mudou-se para lá com a esposa Alma Revile, sua ajudante de longa data.

    Em Hollywood veio a consagração. Se antes as pessoas iam ao cinema para ver os grandes astros, agora tinham motivo para ver o diretor representado por sua direção vigorosa e detalhista. No início das filmagens ele tinha as cenas tão bem concebidas em sua cabeça que mal se dava ao trabalho de conferir o resultado dado a certeza de conseguir o resultado que procurava.

    Além do já citado Psicose, Janela indiscreta (1954), O terceiro tiro (1955) Um corpo que cai (1958), Intriga internacional (1959) e Os pássaros (1963) são filmes que figuram facilmente em qualquer lista de melhores de todos os tempos.

    Alfred foi responsável por alguns filmes médios e muitas obras primas fazendo concessão a outros gêneros além do suspense como provam Um Casal do Barulho (1941), Valsas de Vienna (1934) e Spellbound (1945) que complementam a excelente filmografia do diretor que jamais realizou obras menores.

    Uma crítica simplista descreveria seus filmes como: ‘conto do homem errado, acusado injustamente e que perseguido precisa provar que é inocente’. Mas é impossível ser simplista quando falamos de um verdadeiro mestre. Hitchcock filmava sexo como fosse assassinato e vice-versa, ignorando a verossimilhança e mantendo a prerrogativa de que “tudo que possa ser mostrado, não dever ser dito”. Foi assim que realizou obras até hoje copiadas, reverenciadas e que habitam nosso imaginário com cenas inesquecíveis (como a cena do chuveiro em Psicose, a perseguição do avião em Intriga Internacional ou o plano seqüência de Festim Diabólico).

    Além dos 53 filmes que dirigiu, teve seu nome associado a pelo menos dois seriados de tv (Hitchcock Presents e Hitchcock Hour), era um dos principais acionistas da Universal Studios e dirigiu em 1944, dois curtas que, em apoio ao esforço de guerra, homenageava a resistência francesa que sofria em mãos nazistas.

    Diferente da realidade atual em que a moda é a adaptação fílmica de best-sellers, Alfred Hitchcock evitava fazer tais transposições, buscando enredos originais para seus filmes. Sir Alfred (título recebido da rainha Elizabeth II quatro meses antes de morrer) defendia o envolvimento do diretor em todo processo, desde a composição dos cenários, do roteiro, da direção e da montagem (seus métodos únicos evitaram que os estúdios interferissem na montagem de seus filmes já que a maneira que filmava possibilitava apenas uma única maneira de montá-lo).

    Nos próximos posts irei detalhar algumas de suas obras. Por hora, as aparições de Hitchcock, participação que o diretor fez em cada um de seus filmes e que virou sua marca registrada:

    Filmografia:

    1925 – Jardim da Alegria, o (The Pleasure Garden)
    1927 – Anel, o – O Aviso(The Ring)
    1927 – Champagne (Champagne)
    1927 – Downhill (Downhill)
    1927 – Inquilino Sinistro – O Pensionista (The Lodger)
    1928 – Mulher do Fazendeiro, a – Pobre Pete (The Farmer’s Wife)
    1928 – Mulher Pública (Easy Virtue)
    1929 – Chantagem e Confissão (Blackmail)
    1929 – Ilhéu, o (The Manxman)
    1930 – Assassinato (Murder!)
    1930 – Juno And The Paycock (Juno And The Paycock)
    1931 – Ricos e Estranhos (Rich and Strange)
    1931 – Skin Game, the (The Skin Game)
    1932 – Mistério no nº 17, o (Number Seventeen)
    1934 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1934 – Valsas de Viena (Waltzes from Vienna)
    1935 – 39 Degraus, os (The 39 Steps)
    1936 – Agente Secreto, o – Os 4 Espiões (Secret Agent)
    1936 – Sabotagem – O Marido era o Culpado (Sabotage)
    1937 – Jovem e Inocente (Young and Innocent – The Girl Was Young)
    1938 – Dama Oculta, a (The Lady Vanishes)
    1939 – Estalagem Maldita – A Pousada da Jamaica (Jamaica Inn)
    1940 – Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent)
    1940 – Rebecca, A Mulher Inesquecível (Rebecca)
    1941 – Casal do Barulho, um (Mr. & Mrs. Smith)
    1941 – Suspeita (Suspicion)
    1942 – Sabotador (Saboteur)
    1943 – Sombra de uma Dúvida, a (Shadow of a Doubt)
    1944 – Barco e Nove Destinos, um (Lifeboat)
    1945 – Spellbound, Quando Fala o Coração (Spellbound)
    1946 – Interlúdio (Notorious)
    1947 – Agonia do Amor (The Paradine Case)
    1948 – Festim Diabólico (Rope)
    1949 – Sob o Signo de Capricórnio (Under Capricorn)
    1950 – Pavor nos Bastidores (Stage Fright)
    1951 – Pacto Sinistro (Strangers in a Train)
    1953 – Tortura do Silêncio, a (I Confess)
    1954 – Disque M Para Matar (Dial M For Murder)
    1954 – Janela Indiscreta (Rear Window)
    1954 – Ladrão De Casaca (To Catcha Thielf)
    1955 – Terceiro Tiro, o (The Trouble with Harry)
    1956 – Homem Errado, o (The Wrong Man)
    1956 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1958 – Corpo que cai, um (Vertigo)
    1959 – Intriga Internacional (North By Northwest)
    1960 – Psicose (Psycho)
    1963 – Pássaros, os (The Birds)
    1964 – Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie)
    1966 – Cortina Rasgada (Torn Curtain)
    1969 – Topázio (Topaz)
    1972 – Frenesi (Frenzi)
    1976 – Trama Macabra – Intrigas em Família (Family Plot)

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva

    Mais sobre as obras de Hitchcock, aqui

     
  • paulocarames 17:40 em 27/04/2011 Link Permanente
    Tags: alfred hitchcock, , cartaz, , jackass, pictograma, , , tubarão, viktor hertz   

    Novos cartazes para filmes 

    O artista sueco Viktor Hertz recriou cartazes de grandes sucessos do cinema utilizando apenas pictogramas. O resultado você pode conferir no site do artista e uma amostra logo abaixo. O clássico de Alfred Hitchcock, Psicose e o filme de terror Tubarão representam bem a proposta do criador:


     
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