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  • paulocarames 10:00 em 17/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , ai-5, anarquia planetária e a cena brasileira, , , , camisa de vênus, cólera, , , , , , , , , , , , , , , , , , silvio essinger,   

    Livro – Punk, anarquia planetária e a cena brasileira 1999 

    anarquia interplanetária-0Punk, anarquia planetária e a cena brasileira é um cuidadoso estudo de Silvio Essinger explorando a cena punk desde os primórdios na segunda metade dos anos 1970 em Londres e Nova Iorque.

    Foi lá que bandas como Sex Pistols, The Clash, Buzzcocks e, claro, Ramones foram precursores deste movimento social/cultural/musical que atravessaria continentes e transporia hemisférios.

    Já no Brasil, o punk paulista (Inocentes, Cólera, Restos de Nada, AI-5, Garotos Podres e Ratos de Porão), carioca (Coquetel Molotov, Descarga Suburbana, Desespero e Eutanásia) e brasiliense (Plebe Rude e Aborto Elétrico) são extensamente abordados. Não ficam de fora Camisa de Vênus e Replicantes, originados em locais mais improváveis.

    Essinger ainda inclui o revival nos anos 1990 com Green Day, Offspring e Rancid e as influências das primeiras bandas no emergente som grunge.

    A editora 34 apadrinha mais uma grande obra sobre a música a exemplo das biografias do Sepultura e Paralamas do Sucesso mas aqui apresentando um gênero, como feito em Blues, da lama a fama. Editora 34, 224 páginas.




     
  • paulocarames 0:45 em 28/09/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , cólera, MMDC, , Que Esse Grito Não Seja em Vão,   

    Que esse grito não seja em vão – tributo a Redson do Cólera 


    Em 27 de setembro de 2011 morria Redson Pozzi – vocalista e guitarrista da banda Cólera – aos 49 anos. Os tributos e as referências à obra de Redson só aumentaram de lá pra cá.

    Chegou a vez do documentário “Que esse grito não seja em vão” lembrar a vida e a obra do vocalista em pré-estréia no dia 29 de setembro (sábado). A premiere vai acontecer durante o show tributo no Hangar 110 em São Paulo que terá como atrações a nova formação do Cólera e as bandas Agrotóxico e MMDC.

    Enquanto isto, você confere além do teaser do que rola no sábado, os documentários 20 minutos de Cólera (1989) e Três acordes de Cólera (2005)



     
  • paulocarames 18:06 em 26/02/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , cólera, , decadência social, desertores, dose brutal, estado de coma, extermínio, , fogo cruzado, , , , , juízo final, , M-19, negligentes, neuróticos, o começo do fim do mundo, , passeatas, psykóze, , , , suburbanos, ulster   

    Festival O Começo do Fim do Mundo (1982-2012) 


    O festival O Começo do Fim do Mundo reuniu no Sesc Pompéia diversas bandas punk da capital e do ABC paulista (Cólera, Decadência Social, Desertores, Dose Brutal, Estado de Coma, Extermínio, Fogo Cruzado, Hino Mortal, Inocentes, Juízo Final, Lixomania, M-19, Negligentes, Neuróticos, Olho Seco, Passeatas, Psykóze, Ratos de Porão, Suburbanos e Ulster).

    Organizado pelo escritor Antônio Bivar (o mesmo das obras Jack Kerouac: o rei dos beatniks e O Que é Punk), o evento ocorreu nos dias 27 e 28 de novembro de 1982, foi gravado em áudio e lançado em LP no ano seguinte – deixando a banda Ulster de fora.

    Em 1995 foi lançada uma reedição em CD com músicas extras e, desta vez, com a inclusão da Ulster que havia optado por não participar do LP por não ter gostado da qualidade das gravações.

    30 anos depois do evento, no mesmo Sesc Pompéia, ocorre no final de março deste ano a reedição do festival que deverá reunir bandas que sobreviveram ao teste do tempo e continuam na ativa como Ratos de Porão, Inocentes, Garotos Podres e Invasores de Cérebro. Contando com a curadoria de Clemente (Inocentes) e assessoria de Bivar, além dos shows, quem for até lá poderá conferir debates, exibição de filmes e oficinas.

    Bandas que surgiram depois deste festival tanto no cenário nacional (como Flicts) como no exterior (a argentina Ataque 77) também estão escaladas para o evento deste ano que ainda poderá contar com Olho Seco.

    Confira a programação:

    Inocentes, Devotos e Os Excluídos
    Dia 29/03 Quinta, às 21h30.

    Garotos Podres, Attaque 77 (ARG) e Flicts
    Dia 30/03 Sexta, às 21h30

    Ratos de Porão, Invasores de Cérebros e Questions
    Dia 31/03 Sábado, às 21h30.

    Tracklist do LP de 1983
    Lado A:
    01 “Faces da Morte” (Dose Brutal)
    02 “19 de Abril” (M-19)
    03 “Carecas” (Neuróticos)
    04 “Salvem El Salvador” (Inocentes)
    05 “Papo Furado” (Psykóze)
    06 “Ratos de Esgoto” (Fogo Cruzado)
    07 “Liberdade” (Juízo Final)
    08 “Não Quero” (Desertores)
    09 “C.D.M.P. (Cidade dos Meus Pesadelos)” (Cólera)
    Lado B:
    10 “Herói” (Negligentes)
    11 “Holocausto” (Extermínio)
    12 “Êra Suburbanos” (Suburbanos)
    13 “Direito de Protestar” (Passeatas)
    14 “Punk!” (Lixomania)
    15 “Haverá Futuro?” (Olho Seco)
    16 “Decadência Social” (Decadência Social)
    17 “Marginal” (Estado de Coma)
    18 “Novo Vietnã” (Ratos de Porão)
    19 “Desequilíbrio” (Hino Mortal)




     
    • Denão tattoopunk 7:19 em 26/09/2012 Link Permanente | Resposta

      Mássa..!!!.ke vivenciou,,,,,,nunka skecerá…!!!eu sou pós-80…e fiko apenas kom o registro em minhas mãos….o LP..!!!…tenho…guardo e kuido komo um filho!!!!..Punk’s not dead!

  • paulocarames 0:06 em 24/12/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: é natal, , cólera, , infeliz natal, , , ,   

    Papai Noel Velho Batuta 

    Minha mensagem pra este velho assistencialista, escravo do capital e pedófilo que gosta de botar criancinha no colo, invadir a casa alheia e empregar menores.



     
  • paulocarames 1:34 em 10/11/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , cacá, cólera, , dance of days, , hangar 110, helinho, , , , , não religião, nene altro, , , tatola   

    Hangar 110 recebe homenagem a Redson do Cólera 

    Após os shows que ocorrerão no próximo final de semana em homenagem aos 30 anos das bandas Garotos Podres e Ratos de Porão dia 15 de novembro (feriado) é a vez do Hangar 110 sediar o show Que Esse Grito Não Seja em Vão – homenagem ao Redson. Val e Pierre tocarão com convidados mais do que especiais lembrando o guitarrista do Cólera, morto recentemente. Confira a programação e os convidados:

    Clemente (Inocentes)
    Gordo e Jão (R.D.P.)
    Ari, Finho & Miro (365)
    Ariel (Invasores)
    Daniel ET (Muzzarelas)
    Helinho (ex-Cólera)
    Tatola (Não Religião)
    Nene Altro (Dance Of Days)
    Wendel (Sociedade Sem Hino)
    Cacá (Garotos Podres)
    Kojeka & Anselmo (Kolapso 77)
    Nem (Cama de Jornal – BA)
    Cherry (Hellsakura)
    Houly (Horda Punk – SC)

    DJ Set: Ratinho

    Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo
    15 de novembro de 2011
    19h às 23:30
    R$15 (antecipado) – R$20 (na porta)
    Antecipados nas lojas 255 (R. 24 de Maio, 62 – loja 255 – f: 3361-6951)

     
  • paulocarames 1:16 em 29/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , cólera, Morre Redson, , , vocalista do Cólera   

    Morre Redson, vocalista do Cólera 


    Morreu na noite de ontem (27/9/2011), aos 49 anos, o guitarrista e vocalista Edson Pozzi (na foto, à direita – na última passagem da banda pelo RS).

    Redson, como era conhecido, junto com o irmão (o baterista Carlos Lopes Pozzi – o Pierre) e o baixista Val Pinheiro formaram em 1979 o Cólera – um dos pioneiros do punk rock nacional.

    A banda participou das principais coletâneas nos primórdios do punk no país (algumas lançadas pelo selo Ataque Frontal, do qual Redson era um dos sócios): Grito Suburbano de 1982 (com Olho Seco e Inocentes), SUB de 1983 (com Ratos de Porão, Psykóze e Fogo Cruzado) e Ataque Sonoro de 1985 na qual dividiu espaço com Garotos Podres, Ratos de Porão e Lobotomia.

    Gravaram ainda um álbum split com Ratos de Porão, ao vivo no Teatro Lira Paulistana. Estes álbuns, com baixa tiragem (em alguns casos, poucas centenas), se tornariam itens de colecionador procurados ainda hoje por apreciadores do gênero.

    Redson e cia se destacaram pelo seu ativismo contra a violência e em favor da natureza tanto nas letras de suas músicas quanto na arte da capa em seus discos.

    A primeira informação sobre a morte foi dada por Val no perfil da banda no Orkut: “lamento informar a todos os nossos amigos, fãs e família que o nosso principal membro da banda Cólera, Redson, faleceu hoje, deixando um legado incalculável em nossas vidas”. A partir de então o Facebook e o twitter receberam inúmeras manifestações de pesar de fãs que respeitavam e admiravam o trabalho do Cólera.

    Atualmente, o Cólera fazia uma extensa turnê (que incluiu o Rio Grande do Sul em junho passado) em comemoração dos 30 anos da banda, por todo o Brasil. Eles foram os primeiros artistas da cena alternativa nacional a excursionar pela Europa – viagem que rendeu um disco ao vivo em 1988.

    Álbuns de estúdio:
    Tente Mudar o Amanhã (LP, 1984, Ataque Frontal)
    Pela Paz em Todo Mundo (LP, 1986, Ataque Frontal)
    Verde, Não Devaste! (LP, 1989, Devil Discos)
    Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico (LP, 1991, Devil Discos)
    Caos Mental Geral (CD, 1998, Devil Discos)
    Deixe a Terra em Paz! (CD, 2004, Devil Discos)

    Álbuns ao vivo:
    split-LP c/Ratos de Porão (LP, 1985, Ataque Frontal)
    European Tour ’87 (LP, 1988, A. Indie Records)
    20 Anos ao Vivo (CD, 2002, Devil Discos)

    EPs:
    Dê o Fora (7″ EP, 1986, Hageland Records)
    É Natal!!? (12″ EP, 1987, Ataque Frontal)

    Coletâneas:
    Grito Suburbano – The Best of (CD e LP, 2004, Dirty Faces)
    Primeiros Sintomas (CD, 2006)

    A repercussão em alguns veículos oficiais:
    Zero Hora
    UOL
    Rolling Stone Brasil
    Terra



     
  • paulocarames 23:50 em 13/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , cólera, garagem hermética, , ,   

    O U2 não chega nem perto 

    No final da década de 1970 a cena musical era tomada de assalto pelo punk. Nova York e Londres convulsionavam ao som de Ramones, Sex Pistols e The Clash – para citar alguns.

    Neste período surgia, em um país um tanto improvável, uma banda que em suas letras pregava a igualdade social e a consciência ambiental. Passados mais de 30 anos eis que esta banda continua na ativa, fazendo shows viscerais e arrebatando velhos e novos fãs.

    Bom, você errou se pensou que o país em questão era a Irlanda e a banda era o U2  (que se tornaria a maior banda pop do planeta). No Brasil o Cólera – Redson (vocal e guitarra), Val (baixo) e Pierre (bateria) – fez parte das principais coletâneas de música punk lançadas no país como Grito Suburbano (1982), SUB (1983), O Começo do Fim do Mundo (1983) e Ataque Sonoro (1985) ao lado de Garotos Podres, Inocentes, Olho Seco e Ratos de Porão.

    Passado aquele primeiro momento em que produzir um disco completo era um feito inimaginável, em 1985 lançaram Tente mudar o amanhã (pelo selo Ataque Frontal) que trazia músicas anti-guerra (Duas Ogivas; Marcha; Amnésia e 1.9.9.2.) e contra o conformismo e a violência policial (Não existe mais; Passeata; São Paulo; Agir e Em Você).

    As letras conscientes e o som furioso ainda estariam presentes nos discos seguintes: Pela Paz em Todo Mundo (1986), Verde, Não Devaste! (1989), Mundo Mecânico, Mundo Eletrônico (1991), Caos Mental Geral (1998) e Deixe a Terra em Paz (2004) além do registro ao vivo da turnê feita pela Europa intitulado European Tour 87 (1988).

    Foto: Homero Pivotto

    Se a estrutura de shows multimilionária do U2 conta com telões de LED e recursos tecnológicos de ponta o Cólera por sua vez fez uma única exigência no show de sexta-feira passada no Garagem Hermética na capital gaúcha: que a estrutura do show proporcionasse um som de qualidade para banda e para o público.

    As cinzas do tal vulcão chileno atrasaram o vôo de Val e Pierre que, com o pano de fundo (vermelho com o nome da banda escrito em branco, simples assim) colocado às pressas, subiram ao palco junto com Redson após a apresentação das duas bandas escaladas para fazer a abertura.

    Foto: Homero Pivotto

    A apresentação começou com Qual violência é pior seguida por Palpebrite, Subúrbio Geral e com 1.9.9.2. no bis. Com letras atemporais e a vitalidade de uma banda em começo de carreira (mas que tem componentes já cinquentões) a viagem no tempo estava garantida – com direito a briga entre punks e carecas, como nos velhos tempos, infelizmente.

    As paradas para ajuste do som e as interrupções causadas pelas brigas não foram capazes de afetar a performance deste grupo lendário que tocou até passado de cinco da manhã e ainda achou disposição para circular pelo bar para trocar uma idéia com os fãs (na faixa dos trinta anos que em sua maioria começou a ouvir a banda ainda em fitas K7 e hoje carrega MP3 deles no celular) e dar esta entrevista ao amigo Homero Pivotto.

    Além desta apresentação a banda ainda tocaria em Ivoti no sábado e em Canoas no domingo. Para quem perdeu fica o consolo de uma eventual vinda ao estado em setembro passando por Caxias do Sul, Rio Grande e Santa Maria.

     
  • paulocarames 0:45 em 09/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , cólera, pela paz em todo mundo, , , , , tente mudar o amanhã   

    Show – Cólera em Porto Alegre 

    A banda punk paulista formada em 1979 se apresenta na capital gaúcha na sexta-feira (10/6). Na bagagem, hinos como Pela paz em todo mundo, Em Setembro e Vivo na cidade além de outros petardos de discos emblemáticos como Tente mudar o amanhã (1984) e Verde não devaste (1989).

    No início da carreira o Cólera fez parte das principais coletâneas de música punk lançadas no país – Grito Suburbano (1982), SUB (1983) e Ataque Sonoro (1985) – ao lado de Garotos Podres, Inocentes e Ratos de Porão.

     
  • paulocarames 11:05 em 31/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , cólera, , Editora Brasiliense, , , , O Que é Punk, , , , , ,   

    Livro – O Que é Punk 

    Integrante da Coleção Primeiros Passos, O Que é Punk de Antonio Bivar, traça um panorama do movimento punk na América do Sul começando pelo surgimento dos Sex Pistols na Inglaterra no final dos anos 1970. Sucesso absoluto, agora em sua 5ª edição, o livro de Bivar conta com imagens escolhidas a dedo e texto impecável para representar a história deste movimento que antes de ser música é atitude e que está presente há 30 anos em nosso país. Começando com Sex Pistols e passando por Bad Religion, Dead Kennedys e Circle Jerks até chegar nos nossos Hino Mortal, Ratos de Porão e Dead Fish. O festival O Começo do Fim do Mundo, marco importante na consolidação da identidade nacional, e a cobertura tendenciosa da mídia mainstream não foram deixados de lado. Se Mate-me por favor pode ser considerada a bíblia do movimento punk novaiorquino e londrino, O Que é Punk cumpre este papel pelo movimento em terra brasilis. Editora Brasiliense, 184 páginas.

     
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