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  • paulocarames 10:00 em 06/03/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Curiosidades do Western, Faroeste, , , , , , , ,   

    Livro – Curiosidades do Western 2003 

    livrocuriosidadesdowesternEngana-se quem imagina o faroeste como mero filme de tiroteio ou com foco no conflito entre colonos e indígenas. O Western ou Faroeste é um gênero que abriga outros tantos em si próprio.

    Situado em um determinado local no tempo e espaço da história norte-americana o Western pode ser classificado como drama, romance, ação e até mesmo comédia.

    Ao lado de Publique-Se A Lenda: a história do western e 100 Anos de Western, Curiosidades do Western celebra o centenário do gênero com um guia rápido de obras que ajudam a mergulhar na mística do velho oeste.

    Uma interessante seleção de fotos e dados pitorescos estimulam a curiosidade do leitor a conhecer mais de obras clássicas e outras menos conhecidas. Opera Graphica Editora, 144 páginas.


     
  • paulocarames 10:00 em 13/02/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Faroeste, , , , , , Publique-Se A Lenda, , ,   

    Livro – Publique-Se A Lenda: a história do western 2004 

    livro-publiquesealendaO autor, A. C. Gomes de Mattos, é professor de História do Cinema Americano e aborda nesta obra os principais elementos do western, os primeiros filmes, a era mais clássica e o western moderno – embora produzido em menor escala, mantendo a mística e resultando em grandes produções.

    Mattos empresta o título para o livro de uma frase do clássico O Homem Que Matou o Facínora (1962) de John Ford: “No Oeste, quando a realidade se converte em lenda, publicamos a lenda.”. Na trama, James Stewart, John Wayne e Lee Marvin compõe a história de um senador americano que ainda jovem fica famoso após a morte de um renomado bandido da região.

    O autor faz uma minuciosa pesquisa e entrega, além de um panorama abrangente do western, detalhada ficha técnica e breve sinopse de uma filmografia selecionada proporcionando aos leitores uma experiência mais completa.

    Lançado durante a celebração do centenário do gênero, é acompanhado por 100 Anos de Western ajudando na perpetuação de atores, diretores e obras excepcionais. Editora Rocco, 224 páginas.


     
  • paulocarames 11:03 em 25/12/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , David Milch, , Faroeste, Ian McShane, Jeffrey Jones, , , , Timothy Olyphant   

    Sete motivos para assistir Deadwood 

    Uma das séries mais subestimadas da década passada é Deadwood. Uma obra-prima do primeiro ao último plano, foi a série que consolidou o nome de David Milch como o de um grande gênio criativo da televisão. Entretanto, muitos série maníacos acabam por esquecer da existência dessa série, principalmente pela falta de alarde em relação às outras séries excelentes que coexistiam. Por causa disto, preparei aqui uma lista de sete motivos para você começar a assistir Deadwood agora e perceber o quanto a sua vida não fazia sentido antes de Deadwood. Estão prontos?

    1-Ambiente pouco explorado em séries

    O Western foi um tema rico para o cinema, quando clássicos como os dirigidos por Sérgio Leone, ou estrelados por Clint Eastwood e John Wayne ganharam destaque no mundo inteiro como o maior marco do cinema de massa americano. Mas na televisão o destino não foi o mesmo, sendo um ambiente com exploração quase nula. Portanto, se você é um desses que gostam de Velho Oeste, acredito que não exista motivo algum para não assistir à série.

    2-A abordagem do Western

    Sabe aquele universo tradicional do Western, onde a anarquia das instituições era sinônimo de criar um ambiente que, mesmo violento, tinha um conceito claro de bem e mal e quem deveria ser recompensado ou castigado? Esqueça isso! Deadwood prefere realizar uma abordagem oposta, mostrando como a vida cotidiana funcionava, e quem eram os beneficiados verdadeiros no ambiente. É uma abordagem mais sofisticada, inteligente, e que por isso a fez perder público entre aqueles que estavam esperando uma série que fizesse jus ao faroeste tradicional. Em contrapartida, essa desvirtuação do gênero talvez seja a melhor característica de Deadwood e a que a imortalizou como uma das melhores séries já feitas.

    3-O modo como retrata a evolução do cenário e dos personagens

    No início da série, Deadwood é uma vila submersa no caos, e a maior parte dos personagens são viajantes que tentam se abrigar no local para alcançar uma nova forma de vida que idealizam, representado principalmente por Seth Bullock e Alma Garret. Durante três anos, vemos a cidade se desenvolver, ganhar proporções econômicas e políticas maiores, vemos os personagens mudarem, ao ponto de em alguns casos deixemos de sentir o afeto por eles que tínhamos antes. Essa evolução funciona de forma dupla, como se a mudança da própria cidade gerasse efeitos nos personagens, gerando perguntas sobre a forma como a civilização muda as pessoas.

    4-Elenco entre os mais fortes da televisão

    Cada personagem de Deadwood tem um propósito de existir e as atuações conseguem na sua totalidade transmitir quem é o personagem e qual sua função dentro da trama. São poucas as obras que conseguem possuir uma quantidade tão grande de personagens fortes e explorá-los com a maestria que é feita por David Milch.

    5-Al Swearengen

    Sabe aquele personagem que, ao mesmo tempo, lhe provoca ódio, repulsa, medo e admiração? Esse é Al, retratado com vivacidade por Ian McShane, o destaque absoluto no já mencionado ótimo elenco, em uma atuação a qual absorvia os menores trejeitos do personagem e, infelizmente, rendeu em termos de premiação muito menos do que seria em um mundo justo. É uma encenação tão magistral, que deveria ser conferida não só por qualquer um que se diga série maníaco, mas para qualquer fã de audiovisual.

    6-A qualidade do Piloto

    Os dez primeiros minutos de Deadwood são uma aula de televisão, onde o espectador é ensinado que alguns maiores momentos de genialidade de uma obra podem sim ser executados em um episódio que sempre é tido como nebuloso. Apenas com esse tempo já estamos completamente fisgados pelo ambiente da série e o resto, embora não tão magistral, continua com a ótima qualidade, gerando um dos melhores Pilotos já feitos em toda a televisão.

    7-O fato de ela ser terceira melhor série feita pela HBO

    The Sopranos foi a série que revolucionou a televisão, tanto em termos estéticos quanto narrativos. Neste aspecto, muitos comentam que The Wire acabou por ter a má sorte de ser ofuscada durante a época, só sendo desenterrada anos depois. O que poucos comentam é qual seria a terceira melhor série do canal, mas pelo andar da carruagem você já sabe a resposta, não é? Se você gosta das duas obras de arte citadas anteriormente, só finalizo o texto com a seguinte informação: se Deadwood não pode ser considerada melhor que ambas, a diferença de qualidade está em detalhes, pois é uma obra com um número tão grande de características positivas quanto de suas “irmãs”. E, francamente, se ela conseguiu a proeza de rivalizar com as duas maiores séries já feitas, como pode um série maníaco ao saber de sua existência simplesmente ignorá-la? Se você ainda não conhece a série, a hora é agora!

    Postado originalmente em Sériemaniacos.com


     
  • paulocarames 11:52 em 24/12/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: Best time of day to go fuck yourself!, , , Faroeste,   

    Bom dia em Deadwood 

     
  • paulocarames 1:08 em 27/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1962, , , Faroeste, , , , , O Homem Que Matou o Facínora, , The Man Who Shot Liberty Valance   

    Filme – O Homem Que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance) 1962 

    Filme clássico dirigido pelo mestre do Western, John Ford e protagonizado por James Stewart, Lee Marvin e por John Wayne – que faria 104 anos hoje se fosse vivo.

    Ransom Stoddard (James Stewart) é um senador que viaja para Shinbone para o enterro de seu amigo de longa data, Tom Doniphon (John Wayne), um bêbado que morre incógnito e sem nenhum centavo no bolso. Filmado em preto-e-branco e utilizando o recurso de flashback o filme nos apresenta a história destes dois amigos que disputam o amor da mesma mulher e divergem em relação ao confronto armado. Enquanto Ransom recusa-se a usar uma arma, Tom defende não haver forma mais adequada de resolver os problemas.

    No retorno à cidade, Ransom começa a recordar seu começo como advogado recém formado e o incidente que mudou sua vida. O Liberty Valance (Lee Marvin) do título original, é o típico bandido do velho oeste, perturba quem cruza seu caminho e impõe sua vontade à força. Até que ele é morto em um confronto em uma noite escura. Resta descobrir quem matou o tal facínora.

    Um faroeste longe de ser um filme comum que obedece a máxima que John Ford bem definiu: Na dúvida, publique-se a lenda.

     
  • paulocarames 0:03 em 09/02/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Faroeste, , , , , , , , true grit,   

    Livro – 100 Anos de Western 

    O Grande Roubo do Trem de 1903 é o pontapé inicial na saga dos Western (ou faroestes  como são conhecidos no Brasil) e também do livro 100 Anos de Western – A epopéia do velho oeste no cinema, obra de Primaggio Mantovi. A partir deste filme mudo do começo do século passado o gênero se desenvolveu e se estabeleceu tendo consagrado muitos atores e diretores. O mestre John Ford realizou clássicos e épicos enquanto Sergio Leone fez uma revolução com os western spaghetti. Quanto aos atores, John Wayne, James Stewart, Clint Eastwood e até Ronald Reagan (que mais tarde seria eleito presidente americano) tiveram papéis marcantes assim como Lee Van Cleef destacou-se como o bandido clássico.
    Apesar de ter sofrido forte concorrência da televisão na década de 1950, o faroeste permaneceu forte e ampliou seu leque com diversos filmes abordando diferentes temáticas. Os filmes narravam o conflito entre o homem branco e os nativos norte-americanos além dos duelos entre xerifes e gangues de pistoleiros. Havia também aqueles em que prevaleciam romances ou em oposição a isto, abordavam temas como a vingança, assaltos e crimes. Enfim, diversão para toda a família.
    Com a chegada dos anos 80 o faroeste foi dado como morto. Dança com Lobos (90), Os Imperdoáveis (92), Dead Man (95) e Pacto de Justiça (03) demonstram que, se o lançamento de diversas obras por ano não é mais uma realidade, ao menos os poucos faroestes tardios são repletos de qualidade, excelente narrativa e atuações irretocáveis.
    A refilmagem de Bravura Indômita (filme homônimo de 1969 que deu a John Wayne o único oscar de sua carreira) é uma prova da qualidade das obras ainda produzidas concorrendo ao oscar em 10 categorias. Voltando ao livro, repleto de fotografias e dados históricos, recria o ambiente e retrata diversos fatos que ajudaram a criar o mito que envolve o Bang Bang. Em edição limitada e numerada, é fundamental para quem curte um duelo ao pôr-do-sol. Opera Graphica Editora, 144 páginas.

     
  • paulocarames 16:15 em 30/08/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Charles Bronson, Desejo de Matar, , Ennio Morricone, Era uma vez no oeste, Faroeste, , ,   

    Era uma vez Paul Kersey: Era uma vez no oeste / Desejo de matar 

    Charles Bronson (nascido Charles Dennis Buchinsky em 3 de novembro de 1921) morreu no dia 30 de agosto de 2003 aos 81 anos em consequência de uma pneumonia. Entre tantos filmes, Bronson estrelou a sequência Desejo de Matar, diversos faroestes e também um filme ao lado de Elvis Presley (Kid Galahad, 1962) em que o rei do rock aprendia a lutar boxe.

    Lado A – Era uma Vez no Oeste (C’era una volta il West) 1968
    Fruto de uma parceria entre Sergio Leone, Dario Argento e Bernardo Bertolucci, o roteiro original previa cerca de oito horas de filme. No fim das contas o filme foi feito com “somente” 3 horas de duração e é o equivalente ao Pulp Fiction dos faroestes dada a violência apresentada. Jill (Claudia Cardinale) é uma ex-prostituta que tem sua nova família assassinada pelos capangas de um ganancioso dono de ferrovia que tem planos de expandir-se passando pelas terras da família. Ela é ajudada por um pistoleiro sem nome (Charles Bronson) que busca um acerto de contas com o vilão Frank (Henry Fonda). Um filme antológico, especialmente pela trilha sonora de Ennio Morricone e pela sequência inicial que dura 14 minutos sem diálogo, onde três homens esperam a chegada de um trem.

    Lado B – Desejo de Matar (Death Wish) 1974

    Paul Kersey é um pacato arquiteto que vive tranquilamente em Nova York até que três marginais invadem sua casa, estuprando sua filha e assassinando sua mulher. A partir da inércia da polícia, Paul decide atuar como um vigilante justiceiro. Começa então, a andar armado e a eliminar todo e qualquer bandido ou ladrão que cruza seu caminho. É perseguido por um policial insatisfeito com a ação do vigilante. Filme que deu início a uma série total de 5 filmes.

     
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