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  • paulocarames 23:55 em 16/09/2010 Link Permanente | Resposta
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    O valor da segunda chance: O Lutador / Coração Louco 

    Lado A – O Lutador (The Wrestler) 2008
    Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, O Lutador conta a história de Randy “The Ram” Robinson (Mickey Rourke, indicado ao oscar de melhor ator), um lutador que após ter tido sucesso nos anos 1980 vive fazendo pequenos serviços e lutando em centros comunitários na esperança de um último combate contra seu grande adversário dos tempos de glória.
    Um ataque cardíaco o impossibilita de voltar aos ringues o fazendo trabalhar em um restaurante onde conhece a stripper Cassidy (Marisa Tomei, indicada ao oscar de melhor atriz coadjuvante) com quem tenta manter um relacionamento. Ao mesmo tempo, tenta se reconciliar com sua filha, a qual abandonou enquanto ela era criança. O desejo de voltar aos ringues continua presente e ele terá que fazer uma escolha entre realizar seu sonho ou manter sua saúde.
    O filme marcou a volta por cima de Rourke (aniversariante de hoje) após um período de atuações irregulares e uma tentativa frustrada de tornar-se boxeador.

    Lado B – Coração Louco (Crazy Heart) 2009
    Jeff Bridges é o cara, não só pelo seu papel em O Grande Lebowski, onde seu personagem repetidamente se auto-intitulava como O CARA. Ele ganhou o Oscar e o Globo de Ouro de melhor ator por sua interpretação como Bad Blake, um cantor country em decadência e com dificuldades para vencer o alcoolismo.
    Blake ganha a vida apresentando-se em boliches e pequenos clubes freqüentados por antigos fãs enquanto seu pupilo torna-se um astro deixando-o como mero coadjuvante. A jornalista Jean Kraddock aparece em sua vida como um último sopro de esperança para sair do fundo do poço.
    Inicialmente Bridges havia recusado o convite quando soube que não havia música no roteiro, desta forma, condicionou sua atuação à entrega da trilha sonora nas mãos do amigo T-Bone Burnett (especialista em música popular norte-americana, do blues rural ao country roots).
    O resultado é que a trilha sonora de Burnett é tão boa quanto seu sucesso anterior em E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (filme de 2000 dos irmãos Coen) e a performance de Bridges é magistral. Ou como definiu o diretor Scott Cooper, “uma mistura de Kris Kristofferson, Waylon Jennings e Johnny Cash”. De quebra o filme ainda conta com Robert Duvall, Colin Farell e Maggie Gyllenhaal.
    Alguma dúvida se vale a pena assistir?

     
  • paulocarames 16:54 em 29/08/2010 Link Permanente | Resposta
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    Mercenários(as): Sex and The City 2 / Os Mercenários 

    Lado A – Sex and the City 2 (Sex and the City 2) 2010
    Baseado na série e dando sequência ao primeiro filme (Sex and the City, 2008), retrata os dilemas das quatro amigas peruas, fúteis e consumistas durante uma viagem a Abu Dhabi.
    Se depender da minha opinião, fadado a encalhar na prateleira da locadora. Exceto, caso o Inter perca o mundial que será na mesma Abu Dhabi, os gremistas poderão parodiar o filme para fazer piada com o rival.

    Lado B – Os Mercenários (The Expendables) 2010

    Existem duas maneiras de ver este filme. A primeira, é observar que ele reforça a percepção dos americanos de que tudo abaixo da linha do equador é uma republiqueta de bananas que precisa da intervenção de seus mercenários (aliás, o título em português veio a calhar) e que as mulheres bonitas que lá habitam anseiam por seus valentões para salvá-las dos nativos. Percepção reforçada pelos comentários feitos na Comic Con deste ano e que serviram como golpe de marketing para divulgar o filme. Aquela velha história, não existe propaganda ruim, existe propaganda.
    Acrescente à crítica o fato de que coisas impensáveis até mesmo para garotões são executadas por atores na maioria sessentões (acredite, meu pai tem esta idade e não conseguiria pular num avião cargueiro em movimento).
    Bom, tem também a segunda maneira. Imagine uma máquina do tempo que te leve de volta aos anos 80 onde nos filmes de ação toca rock n’ roll no talo, as coisas explodem por todo lado enquanto uma luta é travada na proporção de 1 mocinho pra cada mil bandidos, os diálogos não fazem muito sentido e acontecem em meio a piadas desengonçadas. Os figurantes morrem no começo, os coadjuvantes ficam até o final pra dar graça. E no final, óbvio, os mocinhos vencem.
    Tá certo, a máquina do tempo não existe, porém o filme que Sylvester Stallone rodou em parte no Brasil e que gerou tanta polêmica ao menos tem tudo isto e ainda trás de volta a sensação de viver de novo naquele tempo. O que dizer de um filme que reuniu a santíssima trindade dos filmes de ação: Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis (coincidentemente em uma igreja) e de quebra Jet Li, Jason Statham, Dolph Lundgren e Mickey Rourke?
    A trama é bem simples, um grupo de mercenários é contratado para eliminar um ditador num pequeno país da América do Sul, o resto, dá pra imaginar. Certamente não vai concorrer ao oscar em categoria alguma e também não dá pra chamar de cinema arte, embora seja bem melhor que o sofrível Rambo 4. Nesse caso você está procurando no lugar errado, se quer arte, alugue Ladrões de Bicicleta.
    Como diz a música durante os créditos finais, The boys are back in town.

     
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