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  • paulocarames 11:00 em 29/01/2013 Link Permanente | Resposta
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    Max Cavalera: turnê com Ramones foi ponto alto da carreira 

    Jeff Maki, do site Live-Metal.net, conduziu em novembro de 2009 uma entrevista com o vocalista e guitarrista Max Cavalera (SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY, ex-SEPULTURA). Confira alguns trechos da entrevista abaixo:

    Live-Metal.net: NAILBOMB foi um projeto temporário? Você algum dia consideraria fazer outro disco do NAILBOMB, talvez com uma colaboração diferente ou algo do tipo?

    Cavalera: “Não, o NAILBOMB na verdade acabou. Foram apenas dois álbuns que fizemos, ‘Point Blank’ e ‘Proud to Commit Commercial Suicide’. Eu ainda toco algumas das faixas do NAILBOMB ao vivo de tempos em tempos. Muitos fãs curtem, muitas pessoas estão perguntando a respeito, mas não vou mais fazer nada com a banda. Nós a mataríamos, sabe? Nós terminamos com ela”.

    Live-Metal.net: É, eu achei que era algo completamente único na época, algo completamente inesperado. Me impressionou muito. É quase como se houvesse um culto de seguidores da banda e do álbum.

    Cavalera: “Sim, eu escuto muito isso sobre o NAILBOMB.”

    Live-Metal.net: Digamos que daqui a 20 anos alguém tenha o livro de história do metal. Onde você acha que o seu legado estará? No SEPULTURA ou no SOULFLY, e por que?

    Cavalera: “Eu acho que seria com ambos. Porque o SEPULTURA foi uma grande parte disso, também, porque nós apresentamos uma banda do Brasil. Foi algo inédito naquela parte do mundo com uma banda de heavy metal. Então fomos os primeiros em muitas coisas – primeira banda da América do Sul, primeira banda brasileira. Os álbuns que eu fiz com eles, até o ‘Roots’, são álbuns legendários. As pessoas os consideram álbuns muito, muito legais, que mudaram a vida de muitas pessoas. Também há o SOULFLY, que é outro capítulo que está se desdobrando agora, enquanto falamos. Então, ambos”.

    Live-Metal.net: Você disse “até o ‘Roots’. Eu na verdade estava ouvindo o “Roots” no caminho para cá e eu acho que [é um álbum incrível. Na sua opinião, “Roots” é um álbum menor ou é só o que você escuta da perspectiva dos fãs?

    Cavalera: “Você tem fãs do SEPULTURA que gostam de diferentes discos. Alguns deles gostam do ‘Arise’, alguns deles gostam do ‘Chaos A.D.’, alguns deles gostam do ‘Beneath the Remains’. Alguns deles gostam do ‘Roots’ — diferentes álbums para diferentes pessoas. Eu fico satisfeito por gostarem dele [do “Roots”] — eles gostam do álbum, então eu acho que isso é o que importa”.

    Live-Metal.net: Como o NAILBOMB, “Roots” foi meio inesperado — o disco estava cheio de surpresas.

    Cavalera: “Nós adotamos uma abordagem diferente. Toda a viagem até os índios [a tribo Xavante, no Mato Grosso] e a coisa toda foi realmente única — o visual da capa do disco com o índio, aquilo foi inédito no metal. Eu acho que até Dave Grohl disse que aquele foi o álbum que, para ele, mudou o metal. Ele disse isso em uma entrevista, e eu achei legal, vindo de alguém tão ‘grande’ quanto ele. Então eu fico contente que o álbum tenha conseguido tudo isso, e eu ainda toco ‘Roots [Bloody Roots]’ toda noite — a canção ‘Roots’ é um clássico, é algo que eu tenho que tocar — uma ‘música obrigatória do Max. E eu me divirto muito fazendo isso, de verdade.”

    Live-Metal.net: Quais foram os pontos altos e baixos da sua carreira com o SEPULTURA ou o SOULFLY?

    Cavalera: “Os mais baixos foram a morte do Dana [Wells, enteado de Max] e a separação do SEPULTURA, que aconteceram ao mesmo tempo. Na época, eu até pensei em desistir da música por um tempo — foi um período realmente depressivo. Os mais altos… Eu acho que com o SEPULTURA foi a turnê com os RAMONES no Brasil. Aquilo foi incrível. Foram apenas cinco shows — era a turnê do ‘Chaos A.D.’ e o promotor decidiu trazer os RAMONES para fazerem cinco shows, juntos, SEPULTURA e os RAMONES. E os shows lotaram, isso se espalhou como fogo selvagem. E pra mim foi uma turnê legendária, viajando com uma banda como os RAMONES, dividindo o palco com eles. Eles eram ótimos caras, muito legais. Aquela turnê foi ótima. Foi no meu país, e eu toquei na minha cidade natal [Belo Horizonte]. Eu acho que o show na cidade natal foi o ponto mais alto. Cinco mil pessoas aparecem na minha cidade natal, todos fãs do SEPULTURA, então foi ótimo”.

    Live-Metal.net: CAVALERA CONSPIRACY, isso é como o NAILBOMB? Uma coisa temporária?

    Cavalera: “Não, na verdade o CAVALERA CONSPIRACY vai continuar. É algo que eu vou carregar por um longo tempo — acho que enquanto eu puder. É ótimo tocar com o Igor [Cavalera, baterista] — é meu irmão, e é uma enorme conexão com o passado. E é ótimo fazer discos com ele. Eu adorei fazer o álbum ‘Inflikted’. Foi tão divertido gravar com ele novamente. Sem pressão, foi apenas divertido. É divertido estar em um estúdio com ele e detonar aquelas canções e só observar o álbum ganhar vida. E muitas pessoas estão perguntando pelo segundo. Está nos planos. Em algum momento do ano que vem, ou coisa assim”.

    Fonte: Whiplash.

     
  • paulocarames 1:34 em 25/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Max Cavalera deve lançar autobiografia em breve 


    Previsto para 2012 o lançamento da autobiografia de Max Cavalera. A empreitada está sendo tocada pelo escritor britânico Joel McIver, responsável por obras sobre Metallica, Motorhead e Slayer. A introdução deve ficar a cargo do atarefado Dave Grohl (eles tocaram juntos no projeto Probot) e entre os entrevistados estão Ozzy Osbourne e Chino Moreno (Deftones).

    Em 1999 uma biografia escrita por André Barcinski e Silvio Gomes retratava as origens da banda que revelou Max para o mundo. Ao lado de seu irmão e do baixista Paulo Jr e do guitarrista Andreas Kisser, eles mudaram a cara do trash metal mundial com o Sepultura.

    Após lançar o aclamado Roots em 1996, Max deixou a banda e criou o Soulfly (banda que lidera até hoje) e o projeto Cavalera Conspiracy (ao lado de seu irmão Igor Cavalera) além do Nailbomb (projeto com o qual lançou dois discos).

    Max falou ao programa The Bone’s a respeito de sua autobiografia e também da morte de seu enteado Dana Wells, assassinado em 1996.






     
  • paulocarames 15:31 em 22/08/2010 Link Permanente | Resposta
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    CD/DVD – Nailbomb: Live at Dynamo 2005 

    Lançados com uma diferença de 10 anos (Proud to commit commercial suicide – 1995; Live at Dynamo – 2005) são, respectivamente, os registros em áudio e vídeo da passagem da banda pelo Dynamo Open Air Festival. Nos distantes anos 1990, Nailbomb foi um projeto paralelo dos irmãos Cavalera e que gerou outro disco além do já citado acima – Point Blank, álbum de estúdio de 1994.
    Além de músicas do cd de estúdio, executadas com extrema competência, destaque para Police Truck dos Dead Kennedys, mais uma homenagem dos Cavalera à banda de Jello Biafra, que já havia sido homenageada com a cover de Drug Me nos EPs Slave New World e Refuse/Resist, ambos do Sepultura, ainda no tempo do disco de vinil. Ótimo material para fãs de Sepultura, Soulfly ou Cavalera Conspiracy. O cd ainda conta com duas faixas extras que não estão no dvd. Orgulhoso de cometer suicídio comercial.

    01.”Wasting Away” – 3:56
    02.”Guerillas” – 3:27
    03.”Cockroaches” – 4:07
    04.”Vai Toma No Cú” – 4:10
    05.”Sum of Your Achievements” – 2:52
    06.”Religious Cancer” – 4:34
    07.”Police Truck” (East Bay Ray, Jello Biafra) – 3:11
    08.”Exploitation” (Dickens, Nash, Pickering, Talbot) – 2:09
    09.”World of Shit” – 3:26
    10.”Blind and Lost” – 2:09
    11.”Sick Life” – 6:53
    12.”While You Sleep, I Destroy Your World” – 5:09
    13.”Zero Tolerance” – 6:32

     
    • Rafael 6:27 em 29/08/2010 Link Permanente | Resposta

      Gostei do seu Blog, qnd tiver um tempo visite o meu tb. Abs!

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