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  • paulocarames 10:00 em 18/02/2014 Link Permanente | Resposta
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    Entrevista exclusiva com Craig Leon, produtor do disco de estréia dos Ramones 

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    Crédito: Site oficial de Craig Leon


    A história já é um tanto conhecida: entre 2 e 19 de fevereiro de 1976 os Ramones gravaram no estúdio Plaza Sound em Nova York (ao custo de meros 6400 dólares) 14 músicas que somadas tem 28 minutos e 53 segundos e que fariam parte de seu primeiro lançamento.
    A mixagem foi feita da mesma forma que os discos dos Beatles nos anos 1960, baixo no canal esquerdo e guitarra no direito com bateria e vocal misturados no meio.

    A foto da capa, simples mas incomum para época, mostrava quatro outsiders do Queens em Nova York vestindo calças jeans surradas e jaquetas de couro, mesmo visual de rua usado por eles no palco (ao contrário de astros de hard rock que se produziam/fantasiavam antes das apresentações).

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    Crédito: Roberta Bayley


    As fotos feitas inicialmente não agradaram o selo que acabou pagando 125 dólares a Roberta Bailey que os clicou em frente a um muro em uma rua próxima ao CBGB’s (clube onde fizeram seus primeiros shows e que seria lendário para cena punk). Além da capa, suas fotos foram usadas na divulgação da banda.

    O disco lançado em 23 de abril daquele ano vendeu apenas 7 mil cópias mas acabou entrando para história não pela vendagem mas por ser um marco definitivo estabelecendo: ANTES e DEPOIS dos Ramones.

    Nesta entrevista exclusiva o produtor deste clássico, Craig Leon, fala destes temas e também dos recentes relançamentos que tem sido feitos com diferentes reedições, principalmente dos primeiros álbuns.

    Nascido em Miami a 7 de janeiro de 1952, ele ainda desmente a versão que muitas biografias dão de que as demos produzidas por Marty Thau seriam decisivas para o pouco tempo e baixo orçamento das sessões.

    No currículo de produtor, além dos Ramones, Leon trabalhou com, Blondie, Luciano Pavarotti, Richard Hell & The Voidoids, Suicide, Andreas Scholl, James Galway e Cassell Webb e tem ainda vários trabalhos como compositor.

    craig-leonSequela Coletiva: Como Você se tornou produtor do primeiro disco dos Ramones?
    Craig Leon: Eu trabalhava como responsável por Artista & Repertório para um pequeno selo (Sire Records). Eu vi a banda tocando no CBGB e os levei para o selo. Quando eles assinaram eu produzi o disco como parte do meu trabalho.

    SC: Os temas das músicas dos Ramones eram bastante incomuns naquela época. Você ficou surpreso com elas?
    CL: De forma alguma. Eu gostei muito das letras deles.

    SC: Você acreditava em 1976 que os Ramones se tornariam uma banda importante?
    CL: Sim. Pq? Porque eles éram ótimos.

    SC: No começo, o selo ofereceu contrato para apenas um single. Como você convenceu-os a reconsiderar e oferecer contrato para um disco?
    CL: Disse que poderia gravar um disco inteiro pela quantia que eles queriam gastar pra fazer um ou dois singles. Meu chefe disse que se conseguisse fazer isto poderia gravar um álbum. Então foi o que fiz.

    SC: Quem na banda era responsável por tomar decisões?
    CL: Tommy era o líder da banda e inventor de sua identidade visual (junto com Arturo Vega). Acho que ele tomava as decisões pelo grupo.

    SC: E quem era o cara mais engraçado?
    CL: Todos.

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    Revista Rockscene (set/1976): divulgação do disco de estréia da banda

    SC: É sabido que a banda não tinha muito conhecimento técnico em como tocar os instrumentos. Como eles lidaram com isto?
    CL: Ensaiamos um pouco para deixar a banda no ponto para gravar. É um mito que eles tocaram ao vivo no estúdio sem preparação. Não funciona desta maneira.

    SC: Isto atrapalhou as sessões de alguma forma?
    CL: Não. Eles estavam completamente preparados para fazer as gravações quando nós fomos para o estúdio.

    SC: A mixagem do disco é bem conhecida por ter baixo e guitarra em canais diferentes. O que pode nos dizer sobre isto?
    CL: A respostas está nas prensagens inglesas das primeiras gravações dos Beatles.

    SC: De onde veio a idéia de gravar desta forma?
    CL: Eu amava os Beatles do início e trabalhei numa sessão que George Martin fez pouco antes de eu trabalhar com os Ramones. A banda também amava essas sessões.

    SC: Qual o papel das demos produzidas por Marty Thau em 1975 para o resultado final do disco?
    CL: Quase nenhum. Quando meus chefes ouviram aquelas demos, quase decidiram não assinar com a banda. Prometi que o primeiro disco dos Ramones não se pareceria em nada com aquelas demos.

    SC: O Ramones sempre enfrentou dificuldades em estúdio durante a carreira, pois os produtores não sabiam como trabalhar uma banda como eles. No entanto, você fez uma obra prima já na primeira oportunidade. Como conseguiu isto?
    CL: Odeio ser presunçoso mas eu sabia o que estava fazendo. Continuo sabendo. Os outros citados, não.

    SC: Outro grande momento a respeito deste disco está relacionado com a capa. Como foi decidido usar a foto de Roberta Bayley ao invés das feitas inicialmente?
    CL: Você tem que perguntar isso a Toni Scott (Wadler) que fez aquele trabalho. Não sei nada a respeito. Exceto que pedi que a capa invocasse o espírito do primeiro Fugs, o que aconteceu.
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    SC: Existe alguma foto da sessão original que se tornou conhecida depois da escolha da foto de Roberta?
    CL: Acho que não, mas de novo… Não sei muito sobre esta parte do projeto.

    SC: Mickey Leigh (irmão de Joey) reinvindica em seu livro algum crédito nas gravações. Você lembra dele nas sessões?
    CL: Ele estava lá. Era o roadie da banda.

    SC: Você interferiu na escolha de que músicas se tornariam single?
    CL: Sim. Bastante.

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    Revista Rockscene (jul/1976): cobertura da curta sessão de gravação.

    SC: Antes de assinar com a Sire Records os Ramones já haviam feito várias músicas. Tem alguma das canções incluídas nos discos posteriores que você gostaria de ter gravado neste primeiro?
    CL: A banda escolheu as músicas para o disco. Era direito deles fazer isto. Apoio a escolha.

    SC: Você foi consultado sobre algum dos recentes relançamentos?
    CL: Não, e isto é triste. Os relançamentos dos Ramones sonoramente são terríveis. Tanto Ed Stasium quanto eu coçamos a cabeça tentando imaginar porque os idiotas que estão relançando estes discos não perguntam nossa opinião a respeito dos discos que produzimos.

    SC: Na sua opinião, porque este disco não vendeu tanto mas influenciou tantas gerações?
    CL: Vendeu o suficiente com o passar dos anos. A Sire não tinha estrutura para vender a banda.

    SC: Qual sua canção favorita no primeiro disco e porque?
    CL: Todas. São grandes músicas. Porque? Por ser 100% eles.

    SC: Qual sua opinião a respeito da produção dos outros discos?
    CL: Gosto muito do trabalho de Ed. O disco do Spector é uma merda. Ele era um gênio, mas não mais quando produziu a banda. Ficou cada vez pior depois disto.

    SC: Para terminar: Qual o legado que os Ramones nos deixaram?
    CL: Eles representam o fim de uma era – do verdadeiro rock and roll.


     
  • paulocarames 10:00 em 15/12/2012 Link Permanente | Resposta
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    LP/CD – Richard Hell & the Voidoids: Blank Generation 1977 

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    Blank Generation, o disco, é clássico absoluto do punk rock mundial ao lado dos primeiros álbuns de Clash, Pistols e Ramones.

    Blank Generation, a música, é o hino desta geração. Ao contrário dos hippies da década anterior, eles não tinham protestos anti-guerra nem roupas coloridas ou solos longos de guitarra. Richard Hell sintetizou o pensamento niilista do final da década de 1970 que vestia jaquetas de couro, calças surradas e investia nos três acordes.

    Marc Bell (Marky Ramone) já era um músico experiente àquela altura. Com três registros de estúdio na bagagem (Dust, Hard Attack e Estus), desta vez ele deixou de lado o hard rock/heavy metal para investir na batida rápida que o notabilizaria como um Ramone a partir de Road to Ruin já no ano seguinte.

    As gravações foram feitas no Electric Lady (criado por Jimi Hendrix) e no Plaza Sound (onde os Ramones gravaram seu primeiro disco em 1976. Roberta Bailey, responsável pela foto na capa do debut dos Ramones, clicou também Richard Hell para capa deste álbum.

    Richard Hell aparece em uma pose um tanto inusitada com a inscrição ‘você me faz _______’ no peito. No relançamento em cd feito em 1990 a foto foi substituída por uma em que Hell aparecia com uma camisa rasgada. Este relançamento continha também dois bônus em relação a edição original.

    Ficha Técnica:
    Sire Records – produzido por Richard Gottehrer e Richard Hell

    Richard Hell – vocal, baixo
    Robert Quine – guitarra, backing vocal
    Ivan Julian – guitarra, backing vocal
    Marc Bell – bateria

    Traklist:
    Lado A:
    01 Love Comes in Spurts (Hell) – 2:03
    02 Liars Beware (Hell, Julian) – 2:52
    03 New Pleasure (Hell) – 1:58
    04 Betrayal Takes Two (Hell, Julian) – 3:37
    05 Down at the Rock and Roll Club [Alternate Version] (Hell) – 4:05
    06 Who Says? (Hell) – 2:07
    Lado B:
    01 Blank Generation (Hell) – 2:45
    02 Walking on the Water (Fogerty, Fogerty) – 2:17 (Creedence Clearwater Revival)
    03 The Plan (Hell) – 3:56
    04 Another World (Hell) – 8:14
    Bônus do CD:
    11 I’m Your Man (Hell) 2:55
    12 All the Way (Cahn, VanHeusen) – 3:22 (Frank Sinatra)

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    Prensagem da Philips
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    Versão em CD
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  • paulocarames 13:11 em 17/08/2011 Link Permanente | Resposta
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    LP/CD – Ramones: Ramones 1976 


    Entre 2 e 19 de fevereiro de 1976 os Ramones gravaram no estúdio Plaza Sound em Nova York (ao custo de meros 6400 dólares) 14 músicas que somadas tem 28 minutos e 53 segundos e que fariam parte de seu primeiro lançamento.

    O processo de gravação contou com uma demo feita em setembro do ano anterior no prédio do Radio City Music Hall e que de acordo com Tommy Ramone foi decisiva para que levassem pouco tempo para finalizar o disco que precisou de somente quatro dias para gravação e outros cinco para mixagem.

    A mixagem foi feita da mesma forma que os discos dos Beatles nos anos 1960, baixo no canal esquerdo e guitarra no direito com bateria e vocal misturados no meio.

    Lançado em 23 de abril vendeu apenas 7 mil cópias mas acabou entrando para história não pela vendagem mas por ser um marco definitivo estabelecendo: ANTES e DEPOIS dos Ramones.

    As bandas de sucesso naquele tempo faziam um rock burocrático (com sintetizadores e teclados) e esbanjavam solos demorados a ponto de alguns discos terem uma música de cada lado de tão longas que se tornavam.

    O desejo de voltar ao rock básico e direto dos anos 1960 (The Kinks, Bay City Rollers, Chuck Berry…) fez com que suas músicas fossem um sopro de renovação no cenário musical vigente. Suas músicas raramente ultrapassavam os dois minutos de duração e quando tocadas ao vivo soavam ainda mais rápidas.

    Se as outras bandas competiam para descobrir qual era a mais virtuosa e habilidosa, os Ramones competiam consigo mesmos tentando tocar cada vez mais rápido evitando solos ou referências de blues. Na verdade o som da guitarra de Johnny Ramone mais parecia uma motosserra.

    A capa do álbum também entraria para história sendo inclusive escolhida (na posição 58) entre as 100 melhores capas já feitas em votação da revista Rolling Stone que também classificou o disco em 33º entre os 500 maiores álbuns de todos os tempos.

    A foto, simples mas incomum para época mostrava quatro outsiders do Queens em Nova York vestindo calças jeans surradas e jaquetas de couro, mesmo visual de rua usado por eles no palco (ao contrário de astros de hard rock que se produziam/fantasiavam antes das apresentações).

    Os créditos pela foto são de Roberta Bailey que, por 125 dólares, os clicou em frente a um muro em uma rua próxima ao CBGB’s (clube onde fizeram seus primeiros shows e que seria lendário para cena punk). Além da capa, suas fotos foram usadas na divulgação da banda.

    Tommy foi cuidadosamente acomodado em cima de um tijolo para que não parecesse tão mais baixo que os demais enquanto Joey se abaixou para disfarçar seus 2,02m de altura.

    A foto da contracapa é de Arturo Vega, responsável pelo design gráfico da banda e proprietário do loft onde Dee Dee e Joey moraram de 1975 a 1977.

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    A gravação praticamente obedeceu a ordem em que as músicas haviam sido compostas. Blitzkrieg Bop representa a carta de intenções da banda e imediatamente virou um hino. Em seguida temas como medo (I don’t wanna go down to the basement e Havana Affair), drogas (Now i wanna sniff some glue), prostituição (a autobiográfica 53rd and 3rd) e relacionamento (Judy is a Punk, I Don’t Wanna Walk Around With You e I wanna be your boyfriend) eram exploradas com muito humor e sarcasmo (Beat on the Brat). Ainda sobrou espaço para Let’s dance, cover de Chris Montez e para homenagem ao filme Massacre da Serra Elétrica de 1974 (Chainsaw).

    rockscene-jul1976-1Today your love, tomorrow the world era mais uma música falando de relacionamento mas que causou polêmica pela sua letra “sou um nazi lutando pela pátria; garotinho alemão, numa cidade alemã; hoje seu amor, amanhã o mundo”. A acusação de simpatia pelo nazismo acabou sendo sempre refutada pela banda e por amigos próximos – um dos principais argumentos é que Joey era judeu e a música não tinha um sentido literal.

    O minimalismo ditava o estilo da banda, tanto na maneira de tocar, quando na maneira de compor. As letras eram extremamente simples e contavam muitas vezes experiências na primeira pessoa. Em outros casos, relacionamentos podiam ser resumidos em duas linhas como em I don’t wanna walk around with you: “I don’t wanna walk around with you; So why you wanna walk around with me?”. Para 1min42s é letra mais do que suficiente.

    O CD lançado em 2001 inclui como bônus as demos que tanto facilitaram o processo de gravação das faixas definitivas. I Wanna Be Your Boyfriend, I Don’t Care e Now I Wanna Sniff Some Glue estavam nesta demo.

    Tudo muito simples, direto e na primeira pessoa. Binário mesmo: I wanna (eu quero)/I don’t wanna (eu não quero). Revolucionário!

    Ficha Técnica:
    Sire Records – produzido por Tommy Ramone e Craig Leon

    Joey Ramone – vocal
    Johnny Ramone – guitarra
    Dee Dee Ramone – baixo, backing vocal
    Tommy Ramone – bateria

    Letra das músicas
    Partituras

    Edição Original (Sire Records) – incluía um taco de beisebol customizado de brinde
    Lado A:
    01. “Blitzkrieg Bop” – 2:14 (Tommy Ramone, Dee Dee Ramone)
    02. “Beat On The Brat” – 2:31 (Joey Ramone)
    03. “Judy Is A Punk” – 1:32 (Joey Ramone, Dee Dee Ramone)
    04. “I Wanna Be Your Boyfriend” – 2:24 (Tommy Ramone)
    05. “Chain Saw” – 1:56 (Joey Ramone)
    06. “Now I Wanna Sniff Some Glue” – 1:35 (Dee Dee Ramone)
    07. “I Don’t Wanna Go Down To The Basement” – 2:38 (Dee Dee Ramone, Johnny Ramone)
    Lado B:
    08. “Loudmouth” – 2:14 (Dee Dee Ramone, Johnny Ramone)
    09. “Havana Affair” – 1:56 (Dee Dee Ramone, Johnny Ramone)
    10. “Listen To My Heart” – 1:58 (Ramones)
    11. “53rd & 3rd” – 2:21 (Dee Dee Ramone)
    12. “Let’s Dance” – 1:51 (Jim Lee)
    13. “I Don’t Wanna Walk Around With You” – 1:42 (Dee Dee Ramone)
    14. “Today Your Love, Tomorrow The World” – 2:12 (Ramones)

    Prensagem da Philips
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    Edição em K7
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    Edição 8 Track
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    Edição em CD

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    Edição da Rhino em CD de 2001
    As 14 músicas da edição original + Bônus:
    15. “I Wanna Be Your Boyfriend (demo)” – 3:02
    16. “Judy Is a Punk (demo)” – 1:36
    17. “I Don’t Care (demo)” – 1:55
    18. “I Can’t Be (demo)” – 1:56
    19. “Now I Wanna Sniff Some Glue (demo)” – 1:42
    20. “I Don’t Wanna Be Learned/I Don’t Wanna Be Tamed (demo)” – 1:05
    21. “You Should Never Have Opened That Door (demo)” – 1:54
    22. “Blitzkrieg Bop (single)” – 2:12
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    O disco fez parte ainda de uma compilação que incluía as 14 músicas da versão original e a íntegra de It’s Alive:
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    ramones - it's alive 2
    ramones - it's alive 3
    ramones - it's alive 5ramones - it's alive 6
    ramones - it's alive 4

    Edição da Rhino em LP de 2011
    As 14 Músicas da prensagem original + EP 7″ Bônus:
    01. “I Wanna Be Your Boyfriend”
    02. “California Sun”/”I Don’t Wanna Walk Around With You”

    O disco também fez parte da compilação dupla da Sire Records intitulada All The Stuff and More Vol 1 (1990) que incluía ainda a íntegra do segundo álbum, Leave Home (1977).
    As 14 músicas da edição original + Bônus:
    15. “I Don’t Wanna Be Learned / I Don’t Wanna Be Tamed” [Demo] (Joey Ramone) – 1:03
    16. “I Can’t Be” (Joey Ramone) [Demo] – 1:51


    Box Three Classic Albums contendo este disco, o álbum Brain Drain e a coletânea Greatest Hits:
    three classic albums

    Edição Especial 2 em 1 com Rocket to Russia de 1977:

    Edição Especial 3 em 1 com Ramones, Rocket to Russia e End of the Century:
    cds051acds052a

    Singles:






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    ger7011ger7012
    ger7013ger7014
    ger7015ger7031
    ger7016
    ramones-blitzkrieg-bop-philipshol7003
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    usa7109usa7110
    ramones-blitzkrieg-bop-sire-2

    Mais sobre o disco*:




    rockscene-set1976-1rockscene-set1976-2rockscene-set1976-3

    * artigos publicados na revista Bizz Especial 100 Maiores Capas; no livro 1001 Discos para ouvir antes de morrer; revistas Q Special Edition – Here’s the True Story of Punk, Metal Head Especial nº 11 e General Especial.

     
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