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  • carames 15:02 em 18/03/2017 Link Permanente | Resposta
    Tags: 17 de março, 2017, american beauty, , BuzzBomb Sound Labs, , , , Jessica Jill Guerra, Kate Eldridge, , , , , ramones solo, , ,   

    LP/CD – CJ Ramone: American Beauty 2017 


    Quem procura acha e se você procurar referências no novo disco solo de CJ Ramone, irá encontrar. Lançado em 17 de março de 2017 pela Fat Wreck Chords, American Beauty é o terceiro trabalho solo do ex-baixista dos Ramones.

    O disco começa como se fosse o lado C do LP anterior, Last Chance to Dance de 2014: Let’s Go tem solos faceiros de guitarra, marcação nas palmas e o título mais do que ramônico com uma letra que fala em cair na estrada mais uma vez. Coisa que CJ tem feito bastante, inclusive tocando na Argentina em momento histórico ao acompanhar Richie Ramone na celebração dos 30 anos do primeiro show da banda no país vizinho.

    Yeah Yeah Yeah é sobre fugir de encrenca mas saber que, invariavelmente, ela o encontra. A sirene de carro de polícia é um saudável déjà-vu de Psicho Therapy e a canção lembra trabalhos solo de outro baixista, Dee Dee Ramone.

    Se em 2012 CJ se desculpava com One More Chance e pedia mais uma chance para tentar fazer a coisa certa, em You’ll Never Make Me Believe ele parece ter escrito a resposta cética e taxativa ao pedido: “agora não tem jeito, você nunca me fará acreditar”. E segue, “você age como se fosse especial, vejo nos seus olhos mas sei que você é apenas louca, que grande novidade. não sou tão estúpido e menos ainda você é tão brilhante… estou cansado de todas suas histórias, estou cansado de todas suas mentiras e simplesmente não acredito mais em suas promessas vazias”. Impossível ser mais direto.

    Before the Lights Go Out é uma balada no melhor estilo fim de festa. “por favor, faça uma coisa por mim: sussurre delicadamente antes das luzes se apagarem, diga que me ama girl. pela manhã eu terei partido e você estará sozinha”.

    Girlfriend in a Graveyard lembra composições mórbidas da fase aura dos Ramones. Quem mais escreveria sobre encontrar uma namorada em meio a lápides, que pareça a noiva vampiro, em pleno jardim da sanidade?

    As referências continuam em Tommy’s Gone com o baterista fundador da banda sendo lembrado – Tommy Ramone que morreu em 2014. Os outros três membros originais (Joey, Dee Dee e Johnny já haviam sido celebrados em Three Angels, canção de 2012) mas agora o toque é sutil e mais pessoal, comparável ao poder de The Bowery Electric, ocasião em que CJ e Tommy trabalharam juntos homenageando Joey.

    Run Around (sobre perder mais do que ganhar e mesmo assim não desistir) e Steady as She Goes (exaltando a rotina de turnês, “um dia ruim na estrada é melhor que um dia bom em casa”) são duas levadas pra cima para dançar pelo salão como propunha o álbum anterior. Assim como Without You que empresta o riff inconfundível de The KKK Took my Baby Away e conta com vocais de Kate Eldridge da banda Big Eyes falando da dificuldade de se relacionar à distância.

    Mais uma balada, Be a Good Girl, quebra o ritmo da trinca anterior com “baby baby baby seja uma boa garota e eu serei verdadeiro com você”. Moral to the Story conta três histórias com fim trágico mas deixa uma lição, “viva sua vida, você será lembrado por seu nome e suas histórias através daqueles que te amam”.

    O disco encerra com a única canção que não leva assinatura do baixista e honra a tradição de incluir uma cover. Desta vez de Tom Waits que já havia cedido I Don’t Want To Grow Up para despedida da banda em ¡Adios Amigos! de 1995. Em Pony (original do disco Mule Variations de 1999) o trompete é vigoroso, e bem poderia ter sido gravado pelo próprio Waits.

    A arte da capa ficou a cargo de Jessica Jill Guerra e é impossível não fazer alusão ao filme (também de 1999) com mesmo nome (Beleza Americana no Brasil) e estrelado por Kevin Spacey.

    Embora American Beauty não alcance o êxito do debut Reconquista, também não chega a decepcionar. Os fiéis escudeiros Dan Root e Steve Soto repetem a parceria dos trabalhos anteriores segurando a bronca nas guitarras, desta vez acompanhados de Pete Sosa na bateria. É um disco que certamente irá envelhecer com o tempo a seu favor.

    Ficha Técnica:
    Fat Wreck Chords – produzido por CJ Ramone e Paul Miner

    CJ Ramone – baixo e vocal
    Steve Soto – guitarra e backing vocal
    Dan Root – guitarra e backing vocal
    Pete Sosa – bateria

    Edição Original
    A1 Let’s Go
    A2 Yeah Yeah Yeah
    A3 You’ll Never Make Me Believe
    A4 Before The Lights Go Out
    A5 Girlfriend In A Graveyard
    A6 Tommy’s Gone
    B1 Run Around
    B2 Steady As She Goes
    B3 Without You
    B4 Be A Good Girl
    B5 Moral To The Story
    B6 Pony






     
  • carames 1:55 em 20/06/2016 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 30 de novembro, , , , king of the surf, , , , ramones solo, , Striped Records, surfer girl, the manges   

    Compacto – CJ Ramone And The Manges: Surfer Girl-King of the Surf 2015 

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    Depois do excelente Last Chance to Dance de 2014, eis que CJ Ramone nos presenteia com este compacto, lançado em 30 de novembro de 2015. As duas canções contidas aqui são resultado da parceria do ex-baixista dos Ramones com a banda italiana The Manges – oriundos de La Spezia, onde o quarteto de Nova Iorque se apresentou em 1991.

    No lado A, Surfer Girl dos Beach Boys e no oposto, King of the Surf da banda Trashmen, da qual os Ramones emprestaram Surfin’ Bird em 1977 no álbum Rocket to Russia (que contava com ilustrações do mesmo John Holmstrom que aqui assina a arte da capa). Detalhe, a tiragem é de apenas 500 cópias.

    Ficha Técnica:
    Striped Records

    Chris Eller/Manuel Manges – Bateria
    Josh Blackway – Guitarra
    Andrea Manges – Guitarra/Vocal
    CJ Ramone – Baixo/Vocal
    Mass Manges – Baixo
    Mayo Manges – Guitarra

    Traklist:
    A1 Surfer Girl (Brian Wilson)
    B1 King of the Surf (Larry LaPole)
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    CJ Ramone feat The Manges aaCJ Ramone feat The Manges bb



     
  • carames 3:06 em 03/05/2016 Link Permanente | Resposta
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    Marky Ramone: Ao vivo no Bar Opinião, Porto Alegre – 1 de maio de 2016 

    2016-05-01 12.08.08Minha professora de história no ensino médio dizia: “a história só se repete como uma farsa”. Ela se referia a eventos que ao longo do tempo se parecem muito mas são na verdade, únicos, distintos.

    Neste final de semana viajei no tempo tentando reescrever a história. De volta ao dia 9 de novembro de 1994 quando Porto Alegre recebeu Raimundos, Sepultura e Ramones para um show antológico – até hoje celebrado pelos que assistiram e motivo de lamento pelos ausentes.

    Pude assistir os Raimundos depois desta data, assim como os Ramones – na verdade alguns deles, e de forma isolada, já em carreira solo. Mas o lamento permaneceu. Agora, findando o mês de abril e inaugurando maio, tive a chance de ver Raimundos e Marky Ramone em solo porto-alegrense com acréscimo da Tequila Baby, que vi em 1998 também com Marky mas durante sua primeira turnê pelo país com os The Intruders.

    Os calangos do serrado se apresentaram no sábado com seu forrócore e revisitaram parte da carreira para um público considerável, que não lotou mas ocupou boa parte da casa. Os célebres frequentadores do Puteiro em João Pessoa executaram metade do primeiro álbum e canções do disco seguinte Lavô tá Novo (I sawyousaying, Opa, Peraí Caceta, Esporrei na Manivela, Tora Tora e Eu Quero ver o Oco – esta já durante o bis).

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    Raimundos ao vivo no Opinião – 30/4/2016

    Canções indispensáveis do Lapadas do Povo ficaram de fora. Perderam espaço para repetidos improvisos com trechos de canções do Metallica, Nirvana e outros tantos. Havia ainda previsão de meia hora de clássicos dos Ramones que também não ocorreu.

    Em compensação, Boca de Lata, Deixa eu Falar, Me Lambe e A Mais Pedida foram entoadas em uníssono pelos presentes. O quarteto ainda conversou com fãs ao final da empreitada e logo partiu em disparada rumo ao próximo compromisso, ainda naquela noite, em Cachoeira do Sul – distante 200km da capital gaúcha.

    Vencida esta primeira etapa, na manhã seguinte foi a vez de encontrar Marky Ramone e sua trupe na porta do hotel. Recém chegando do aeroporto ele atendeu brevemente um pequeno grupo de fãs, posou para fotos e em seguida subiu para o seu quarto.

    Oscar Chinellatto, vocalista da Wardogs (excelente banda italiana tributo aos Ramones) dedicou mais tempo conversando e explicando que os últimos dias haviam sido de intensa correria. Shows à noite e viagens durante o dia, mas que enfim teriam uns dias para descanso.

    Acompanhado dos argentinos Marcelo Gallo (guitarra) e Alejandro Viejo (baixo), ele preferiu não comentar o incidente no Rio de Janeiro em que a banda deixou o palco prematuramente frustrando fãs depois de meros 50 minutos de apresentação. A seu favor, o entrosamento de repetir a formação que em 2014 excursionou pelo país.

    Em Porto Alegre o desafio não seria pequeno. Encerrariam o Let’s Go Punk Rock Festival que ocorreria na tarde de domingo, sediado no mesmo Opinião em que eu estivera na noite anterior.

    Fiquei em débito com a rapaziada de São Leopoldo da Flanders 72 pois perdi a abertura que eles fizeram. No currículo, nada menos que terem aberto para CJ Ramone em 2012 (na cidade de Estância Velha), e agora acrescentando mais um ramone na lista.

    Em seguida foi a vez da Motor City Madness, de Porto Alegre, com sua mistura punk rock stoner. Em um show competente e preciso justificaram os dois cds na praça e o EP em vinil que sai nos próximos dias.

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    Motor City Madness

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    Zumbis do Espaço

    Os Zumbis do Espaço pisaram no palco com a casa tendo uma boa ocupação e contaram com boa adesão do público cantando suas músicas que falam essencialmente de horror e morte (como A marca dos 3 noves invertidos, O mal nunca morre e Caminhando e matandoNos braços da vampira, regravada pelos Inocentes, fechou o set). O baixista Gargoyle, doente, foi substituído neste show por Giovanni Soares do Leather Faces.

    Chegou a vez da Tequila Baby tocar. Na condição de donos da festa que eram, foi como time da casa jogando em estádio cheio. Desfilaram seus vários hits, acumulados desde 1994. Prefiro sua mãe, Sangue, ouro e pólvora, Bem-vindo à sua geração, 51, Velhas Fotos eCaindo (versão para I’ve Just Seen a Face dos Beatles) seguindo o script do Gray Matter.

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    Tequila Baby

    Quando Oscar, Gallo e Viejo subiram ao palco e Marky proferiu seu tradicional ‘Hi Everybody’ o que já era festa, virou êxtase. Precedidas pelo ‘one,two,three,four’ as músicas iam se sucedendo em ritmo alucinante. Vinte anos após a dissolução da banda, o baterista não parece sentir o passar do tempo. Tocava com vigor, no entanto, sem fazer o mínimo esforço. Digno de quem conhece todos os atalhos do que faz.

    A sequência avassaladora era quase que a reprodução exata do set tradicional dos Ramones. Exceto, claro, pelo fato dele não tocar canções originalmente gravadas com Richie na bateria. E a formação, entrosada, deu conta do recado com méritos.

    A essa altura uma senhora de uns 70 anos que havia cantado a plenos pulmões ‘o meu problema é sexo, algemas e cinta-liga’ (hino da Tequila Baby) vibrava com cada canção dos Ramones. Não muito longe dela, a criançada também curtia a apresentação e integrantes das bandas que haviam se apresentado durante toda a tarde também vibravam em meio ao público num clima de festa absoluto sem restrição de idade ou espaço para estrelismos.

    Os três primeiros discos continuam servindo de referência principal, mas mesmo assim houve tempo para I Believe in Miracles e Pet Sematary, lançadas em 1989. Para surpresa de muitos ainda rolou Baby I Love You e What a Wonderful World antes do grande desfecho com o Opinião inteiro bradando o lema HEY HO! LET’S GO! de Blitzkrieg Bop – primeira e mais icônica música do quarteto.

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    Marky Ramone’s Blitzkrieg

    Os Ramones, aliás, souberam fazer escola. Tanto os Raimundos na noite de sábado, quanto as bandas que tocaram no domingo, marcaram presença vendendo discos e camisetas – principal fonte de renda do quarteto nova-iorquino ao longo da carreira.

    Quando a melancólica My Way na voz de Frank Sinatra tomou conta do sistema de som era sinal que o espetáculo havia terminado. Passados dois bis e uma hora e tanto de duração, era tempo de ir pra casa. Antes das onze da noite de domingo, bastante razoável para quem trabalharia no dia seguinte, seja morando na cidade ou enfrentando estrada de volta para o interior do estado.

    O relógio marcava pontualmente 4 horas da manhã com temperatura de um dígito quando desembarquei na rodoviária de Santa Maria – mas isto de nada importava, havia exorcizado ao menos um pouco do fantasma que é não ter visto Raimundos abrindo para os Ramones naquela vez.

    A formação dos Raimundos não é mais a mesma e os Ramones se separaram vinte anos atrás. E ainda faltou o Sepultura. Enfim, parece que a história só se repete como uma farsa (e mesmo assim valeu muito a pena).

     
  • carames 10:00 em 15/08/2015 Link Permanente | Resposta
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    O mundo sem Joey (Ramone) 

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    No tributo The Bowery Electric os ex-integrantes dos Ramones decidiram homenagear seu antigo vocalista, Joey Ramone. Na bela letra da canção título eles falam em uma cidade menos divertida e com menos bondade sem seu ilustre morador morto em 2001.

    Por aqui, os cariocas da Carbona já cantaram sobre ‘o mundo sem Joey‘, música de onde empresto o título para este post. Mas, como seria a banda sem seu frontman e fundador? O brother Anderson Lima fez uma compilação com os registros da banda em estúdio sem Joey a cargo dos vocais – incluindo algumas músicas conhecidas na sua voz mas que ganharam versões alternativas com Dee Dee e Richie em seu lugar.

    O primeiro registro sem Joey nos vocais é uma tímida versão de I’m Not An Answer com Dee Dee em um take alternativo, diferente do que foi incluído no álbum Pleasant Dreams (1981).

    Foi no disco seguinte, Subterranean Jungle – sétimo de estúdio na carreira do quarteto, que Dee Dee estrearia oficialmente assumindo os vocais interpretando Time Bomb, composta por ele.

    O álbum posterior, Too Tough To Die, é o que tem mais canções/versões sem Joey. Sem contar Durango 95 (única instrumental de toda carreira dos Ramones) temos Wart Hog e Endless Vacation com vocais de Dee Dee – estas inclusas no lançamento oficial.

    Nas sessões de TTTD, o baterista Richie Ramone gravou Smash You e Elevator Operator que permaneceriam inéditas até serem conhecidas mais tarde a partir de bootlegs e relançamentos oficiais a exemplo das versões gravadas por Dee Dee para I’m Not Afraid of Life, Too Tough to Die, Danger Zone e Planet Earth 1988.

    Para Animal Boy, lançamento de 1986, Dee Dee cantou em Love Kills e Eat that Rat enquanto Richie (mais uma vez de fora dos lançamentos oficiais) deixou registrada a ótima Can’t Say Anything Nice.

    Nos dois discos seguintes (Halfway to Sanity e Brain Drain) apenas uma música em cada não teve Joey à frente da banda. I Lost My Mind e Punishments Fits The Crime, respectivamente, foram cantadas por Dee Dee que deixaria a banda em 1989.

    CJ Ramone foi trazido para assumir o posto trazendo novo fôlego para banda e contribuiria com performances em Strength to Endure (com direito a videoclipe) e Main Man, ambas composições de Dee Dee para o disco Mondo Bizarro.

    Acid Eaters não trazia canções originais mas teve Journey to The Center of The Mind, The Shape of Things to Come e My Back Pages com o novo baixista como cantor.

    Adios Amigos encerraria a carreira da banda em estúdio e traria CJ em quatro momentos: Making Monsters for My Friends, The Crusher, Cretin Family e Scattergun. A versão japonesa ainda ofereceria de bônus R.A.M.O.N.E.S. em versão alternativa também com CJ nos vocais. O ao vivo Greatest Hits Live conta com uma versão de estúdio com Joey nos vocais.

    Na fase pós banda, que se dissolveu em 1996, Dee Dee registrou versão para onze canções em seu Greatest and Latest: Blitzkrieg Bop, Time Bomb, Sheena Is a Punk Rocker, I Wanna Be Sedated, Cretin Hop, Teenage Lobotomy, Gimme Gimme Shock Treatment, Come On Now, Pinhead, Rockaway Beach e Beat On the Brat sendo que já havia regravado All’s Quiet on The Eastern Front no disco I Hate Freaks Like You de 1994.

    Mais recentemente Richie lançou seu primeiro disco solo (Entitled) e não fugiu do repertório ramônico fazendo releituras para Somebody Put Something In My Drink, I Know Better Now, Smash You, I’m Not Jesus e Humankind – todas compostas nas sessões para os três discos que registrou como baterista do quarteto.

    CJ, em suas recentes turnês, interpreta diversas canções dos Ramones mas curiosamente muito pouco das que foi responsável pela gravação dos vocais ou que interpretava em lugar de Dee Dee.

    Por outro lado, é curioso o quanto canções consagradas na voz de Joey soam descaracterizadas quando trocam de intérprete reforçando sua força como artista único. Assim como é difícil imaginar temas mais hardcore como Wart Hog, Cretin Family ou Love Kills interpretadas por ele ao invés do baixista.

    Em resumo, mais um pretexto para ouvir a discografia da banda novamente e tirar suas próprias conclusões.




     
    • Anne Ramone 12:17 em 17/08/2015 Link Permanente | Resposta

      Muito bom! Bom material… sentimento: escutar essas músicas “sem Joey”, só me faz pensar em como estou ficando velha e como o mundo sem Joey fica cada dia mais deprimente…saudades eternas Joey Ramones.

  • carames 10:00 em 28/03/2015 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 25 de novembro, , , , David Hidalgo Jr, , , last chance to dance, , , , , ramones solo, , , , The Racket Room, The Raven and The Crow Inc   

    LP/CD – CJ Ramone: Last Chance to Dance 2014 

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    Em agosto de 2014 foi anunciado que a gravadora Fat Wreck Chords de Fat Mike (NOFX) iria lançar o novo álbum de CJ Ramone e já no mês seguinte saiu o single com Understand Me? (falando que é preciso acreditar para as coisas darem certo) e Rise Above (cover do Black Flag gravada e mixada por Daniel Rey durante as sessões do álbum anterior de CJ, Reconquista).

    Last Chance To Dance (segundo disco em que o artista assina como CJ Ramone), lançado em 25 de novembro, tem a faixa título do single abrindo caminho para mais onze músicas sendo que algumas delas apresentadas por CJ em sua mais recente turnê no Brasil.

    Para as gravações nada menos que Steve Soto e Dan Root (Adolescents) nas guitarras/backing vocals e David Hidalgo Jr (Social Distortion) na bateria, além da produção executiva de Jiro Okabe (também produtor de Reconquista e baixista em Entitled de Richie Ramone).

    A autobiográfica Won’t Stop Swinging ganhou vídeo gravado no Bar Opinião em Porto Alegre e conta a trajetória do músico antes de ficar conhecido como baixista dos Ramones.

    One More Chance é a promessa de fazer a coisa certa depois de um arrependido pedido de desculpas e Carry Me Away fala sobre ficar três anos no mar longe de Evangeline, suplicando aos amigos que o levem de volta pra casa. O Final é de cortar o coração.

    ‘Til The End é uma bela balada com letra simplista que se encaixaria muito bem em um single com Life’s a Gas enquanto Long Way To Go fecha o lado A deixando claro que há um longo caminho pela frente.

    Mr. Kalashnikov (tributo a Mikhail Kalashnikov, criador da AK-47) dá início à segunda metade da empreitada e é a única a chegar a quatro minutos de duração e precede as rápidas Pitstop e Grunt que logo são interrompidas pela balada You Own Me (que se identifica mais com as primeiras canções do disco).

    Pra fechar, impossível não lembrar de Teenage Lobotomy logo nas primeiras batidas de Last Chance To Dance, canção animada mas também nostálgica. Clusterfuck é um rolo compressor sem freios ladeira abaixo durante 59 segundos.

    A exemplo do single (lançado nas cores preta e verde) o disco ganhou duas edições em LP: rajado em branco/preto e todo preto além do CD em formato digipack.

    Fica a torcida para que CJ continue lançando bons discos como este e que não seja de fato nossa última chance de dançar ao som de um Ramone.

    Ficha Técnica:
    The Raven and The Crow Inc e Fat Wreck Chords – produzido por CJ Ramone, Jim Monroe e Steve Soto.

    CJ Ramone – baixo e vocal
    Steve Soto – guitarra e backing vocal
    Dan Root – guitarra e backing vocal
    David Hidalgo Jr – bateria
    Pete Sosa – percussão

    Edição Original
    01 Understand Me? 2:08
    02 Won’t Stop Swinging 2:00
    03 One More Chance 1:51
    04 Carry Me Away 3:10
    05 ‘Til The End 2:48
    06 Long Way To Go 2:33
    07 Mr. Kalashnikov 4:04
    08 Pitstop 2:26
    09 Grunt 1:33
    10 You Own Me 2:42
    11 Last Chance To Dance 3:12
    12 Clusterfuck 0:59
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    CJ Ramone - Last Chance to Dance 8CJ Ramone - Last Chance to Dance 9
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    CJ Ramone - Last Chance to Dance 12CJ Ramone - Last Chance to Dance 13

    Edição em CD Digipack:
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 1
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 2
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 3
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 4
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 5

    Edição Argentina em CD:
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 14
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 15
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 16
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 17
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 19CJ Ramone - Last Chance to Dance 18
    CJ Ramone - Last Chance to Dance 20
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    Single:
    CJ Ramone - Understand Me 0CJ Ramone - Understand Me 1
    CJ Ramone - Understand Me 8CJ Ramone - Understand Me 9
    CJ Ramone - Understand Me 4CJ Ramone - Understand Me 5




     
  • carames 10:00 em 24/11/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , 21 de novembro, , curitiba, , , music hall, , , , , ramones solo, ,   

    Marky Ramone: Ao vivo no Music Hall, Curitiba – 21 de novembro de 2014 

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    Não conheço outro gênero musical que, tal como o rock n’ roll, crie tamanho senso de unidade em seus adeptos. Você chega no primeiro dia de aula e no fundo da sala vê alguém com uma camiseta de banda e instintivamente já sabe que vai ter companhia e assunto para o restante do ano.

    E ninguém melhor que os Ramones para personificar este conceito de irmandade. A adoção de sobrenomes idênticos (o que faz muitos leigos acharem que eram todos parentes) mas principalmente a persistência por tocar tanto tempo juntos apesar de todas as divergências – como se fossem de fato uma família de quem você pode até não gostar eventualmente, mas que não se desfaz por nada.

    Este sentimento ao longo do tempo foi incorporado pelos fãs da banda. Seja no Brasil, Argentina, Chile, Finlândia, Itália ou Japão, eles absorveram este espírito em parte por culpa de Joey e Dee Dee com suas letras sobre famílias disfuncionais mas ao mesmo tempo felizes (We’re a Happy Family e Cretin Family, para dar apenas dois exemplos mais explícitos).

    Foi com este espírito de família reunida que na noite de sexta, 21 de novembro, fãs de vários lugares do Brasil se reuniram na capital paranaense para prestigiar o lendário baterista Marky Ramone. Ele tocou em mais discos e em mais shows que qualquer outro que assumiu este posto ao longo dos 22 anos de carreira da banda.

    É verdade que nem por isto ele é uma unanimidade, principalmente nos últimos anos quando não se esquiva de declarações polêmicas se autointitulando o único e verdadeiro defensor do legado ramônico na terra – mesmo sendo esta uma discussão estéril.

    Polêmicas à parte, ele recebeu fãs no lobby do hotel onde tirou fotos e por um bom tempo autografou, literalmente, mais de uma centena de itens esbanjando simpatia e pedindo “publiquem as fotos no twitter e instagram” e ao final da sessão improvisada fez questão de posar para foto com alguns dos itens que recém assinara.

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    Para o show no Music Hall, ele contou com a companhia do guitarrista Marcelo Gallo e a surpresa Oscar (John Fontaine, vocalista da italiana Wardogs) substituindo Michale Graves que o acompanhou nas últimas turnês de sua Marky Ramone’s Blitzkrieg. Passagem de som feita e casa com boa presença de público, restou ao quarteto subir ao palco e mandar ver três dezenas de hits ramônicos.

    O estilo de Oscar lembra Joey no começo da carreira, claro que o biotipo alto e magro ajuda, mas sua principal contribuição é a execução sem firulas nem paradas o que contribuiu para fluidez do show. Com Menos pausas restou a Marc Bell surrar a bateria impiedosamente.

    Clássicos absolutos como Cretin Hop, Rockaway Beach, I Wanna Be Sedated e Judy is a Punk foram apresentados em velocidade ultrasônica ao longo de pouco mais de uma hora e dois bis.

    Do you remember Rock n’ Roll Radio embalou a homenagem a Tommy Ramone, baterista a quem Marky sucedeu na banda. Tomorrow She Goes Away surgiu como uma bela surpresa em meio a hits que não poderiam ficar de fora como I Believe in Miracles e The KKK Took My Baby Away.

    Numa clara homenagem a Joey, a dobradinha Life’s a Gas (uma pérola de uma linha só: “não fique triste pois eu estarei lá, não fique triste mesmo”) e What a Wonderful World (única que não faz parte do repertório do quarteto).

    Ao final, vários amigos unidos a partir do interesse comum nesta banda única e o êxtase de ver um ‘senhor’ de 56 anos tocando bateria como fosse uma locomotiva sem freios e fechando o show com Blitzkrieg Bop. Você pode estar pensando “mas então foi um show tributo aos Ramones?”, sim, mas com um Ramone na bateria.

    Setlist:
    rockaway beach / teenage lobotomy / psycho therapy / do you wanna dance / i don’t care / sheena is a punk rocker / 53rd and 3rd / now i wanna sniff some glue / gimme gimme shock treatment / rock ‘n’ roll high school / oh oh i love her so / tomorrow she goes away / surfin’ bird / judy is a punk / i believe in miracles / the kkk took my baby away / pet sematary / chinese rock / i wanna be sedated / i don’t wanna walk around with you / pinhead

    rock ‘n’ roll radio / i just want to have something to do / i don’t wanna grow up / cretin hop / ramones

    i wanna be your boyfriend / life’s a gas / what a wonderful world / blitzkrieg bop

     
  • carames 10:00 em 22/11/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Billy Rogers, , born to lose, , , , , , ramones solo, ,   

    Compacto – Dee Dee Ramone: Born to Lose 2002 

    Dee Dee Ramone - 2002 - Born to Lose 1
    Lançado pelo selo finlandês Woimasointu em 1º de fevereiro de 2002, este compacto conta com duas canções lançadas no álbum Hop Around (Born to Lose, cover de Johnny Thunders, e Hop Around, canção de Dee Dee Ramone).

    Editado em vinil preto e também em edição limitada em azul (300) e branco (300), a foto da sua capa é de Jari-Pekka Laitio, autor de Heaven Needed a Lead Singer, Rock in Peace e Soundtrack of Our Lives.

    Ficha Técnica:
    Woimasointu Records – produzido por Chris Spedding

    Dee Dee Ramone – Guitarra/vocal
    Barbara Zampini – Baixo/vocal
    Billy Rogers – Bateria
    Chris Spedding – guitarra

    Traklist:
    A1 Born to Lose
    B1 Hop Around
    Dee Dee Ramone - 2002 - Born to Lose 1Dee Dee Ramone - 2002 - Born to Lose 2
    Dee Dee Ramone - 2002 - Born to Lose 4Dee Dee Ramone - 2002 - Born to Lose 6

     
  • carames 10:00 em 15/11/2014 Link Permanente | Resposta
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    Compacto – The Warm Jets: The Warm Jets 2000 

    CJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla A
    Com a dissolução dos Los Gusanos, CJ Ramone partiu para uma nova empreitada. Em princípio o projeto chamava-se The Warm Jets.

    O resultado foi este lançamento feito pela ACME Records que teve tiragem de 113 cópias em vinil branco e outras 783 em vinil transparente. Pouco depois o nome foi deixado de lado e surgia Bad Chopper, disco homônimo lançado em 2007, precedido pelo compacto Real Bad Time.

    Ficha Técnica:
    ACME Records – produzido por The Warm Jets

    John – Guitarra
    CJ Ramone – Baixo/vocal
    Mark Sheehan – Bateria

    Traklist:
    A1 She Says
    B1 Diabla
    CJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla ACJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla B
    CJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla label A2CJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla label B2
    CJ Ramones (The Warm Jets) - 2000 - She Says-Diabla C

     
  • carames 10:00 em 08/11/2014 Link Permanente | Resposta
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    Compacto – Bad Chopper: Real Bad Time 2002 

    real_bad_time_capa
    Após deixar de lado o projeto com o Los Gusanos, CJ Ramone deu início ao The Warm Jets, que acabou se tornando Bad Chopper.

    Este compacto, lançado pelo selo finlandês Woimasointu, precede o disco de 2007 batizado com o nome da banda. Aqui são duas canções: a faixa título e Diabla – presente também no lançamento do The Warm Jets. Foram lançadas duas versões, em vinil preto e outra em azul.

    Ficha Técnica:
    Woimasointu Records

    Brian Costanza – Guitarra
    CJ Ramone – Baixo/vocal
    Mark Sheehan – Bateria

    Traklist:
    A1 Real Bad Time
    B1 Diabla
    real_bad_time_capareal_bad_time_contra_capa
    CJ Ramone (Bad Chopper) - 2003 - Real Bad Time label aaCJ Ramone (Bad Chopper) - 2003 - Real Bad Time label bb
    real_bad_time_vinyl2

     
  • carames 10:00 em 25/10/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Dee Jaywalker, , , , Nick CQ Cooper, , , , ramones solo, Rawk Over Scandinavia, , , Vito Jr. Dagostini,   

    Compacto – Marky Ramone and The Speed Kings: Rawk Over Scandinavia 2002 

    ramone marky - rawk over scandinavia (1)
    Compacto lançado em 10 de outubro de 2002 pelo selo finlandês Woimasointu, também responsável por discos de Dee Dee (Born to Lose e Hop Around) e CJ Ramone (Real Bad Time).

    São quatro canções dos Ramones com Marky Ramone em performance ao vivo acompanhado dos The Speed Kings e interpretadas em 4 diferentes idiomas nórdicos (islandês, finlandês, sueco e norueguês).

    Gravado na Europa (Noruega, Suécia e Finlândia) em dezembro de 2001, a mixagem foi feita no Midas Studios, o mesmo em que a banda gravou Good Cop, Bad Cop.

    Também produzido com tiragem limitada, das mil cópias de Rawk Over Scandinavia, 350 foram lançadas em vinil vermelho, 150 azul e 500 em vinil preto.

    Ficha Técnica:
    Woimasointu Records – produzido por Nick CQ Cooper

    Dee Skywalker – Guitarra
    Nick Cooper – Guitarra/vocal
    Vito Jr. Dagostini – Baixo/backing vocal
    Marky Ramone – Bateria

    Traklist:
    A1 Sheena Is A Punk Rocker (Translated By – Andy Dahlmann)
    A2 I Wanna Be Sedated (Translated By – Kenneth Bergdahl)
    B1 Rockaway Beach (Translated By – Valgarður Guðjónsson)
    B2 Blitzkrieg Bop (Translated By – Jari-Pekka Laitio)
    ramone marky - rawk over scandinavia (1)ramone marky - rawk over scandinavia (2)

     
  • carames 10:00 em 18/10/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: 16 de maio, aaron dowell, ben trokan, , cj gunya, david brooks, , , , , , , , , , ramones solo, , , , start of the century,   

    CD – Marky Ramone: Start of the Century 2006 

    Marky Ramone - 2006 - Start of the Century Sticker
    Não se deixe enganar pelo título, Marky Ramone: Start of the Century não se trata do começo mas sim do trabalho do ex-batera dos Ramones no final do século passado.

    Este disco duplo, lançado em 16 de maios de 2006, é a forma (merecida, aliás) que Marky encontrou para dar uma nova chance ao seu trabalho ao lado dos The Intruders.

    A íntegra dos dois discos da banda, Marky Ramone and the Intruders (1997) e Don’t Blame Me (1999) aparecem aqui no CD 1 com ordem diferente dos originais – e com a adição de Road Rage e Motivate To Move, também dos Intruders mas lançadas apenas no disco Legends Bleed dos The Speed Kings.

    Entre tantas coletâneas da banda que nada acrescentam aos fãs eis um pacote que merece atenção por tratar-se de um dos melhores momentos da era solo dos ex-Ramones. Canções rápidas, letras sarcásticas e no caso de Don’t Blame Me, produção de Lars Frederiksen do Rancid que aqui também assina as notas do encarte.

    Em resumo: 3 Cheers for You, One Way Ride, Telephone Love, Anxiety, Better Than Being You (que poderia facilmente estar em um disco do Rancid) mais as covers Better Things e Nowhere Man. Pra completar, 18 clássicos dos Ramones no CD 2 – captados durante show de Marky no México em fevereiro de 2005. Precisa mais?

    Ficha Técnica:
    True North Records – produzido por Marky Ramone, Skinny Bones, Mark Neuman e Lars Frederiksen

    Johnny Pisano – baixo e vocal
    Skinny Bones – baixo, guitarra e vocal
    Mark Neuman – baixo, guitarra e vocal
    Ben Trokan – vocal e guitarra
    Marky Ramone – bateria

    CD 1:
    01 Under The Gun 02:11 – Don’t Blame Me
    02 Nowhere Man 01:48 – Don’t Blame Me
    03 Nobody Likes You 02:28 – Don’t Blame Me
    04 Can’t Take It With You 02:19 – Marky Ramone and The Intruders
    05 Peekhole 01:37 – Don’t Blame Me
    06 Oh No Not Again 01:58 – Marky Ramone and The Intruders
    07 One Way Ride 03:11 – Don’t Blame Me
    08 I Wants My Beer 02:04 – Marky Ramone and The Intruders
    09 What If 01:50 – Don’t Blame Me
    10 Coward With A Gun 01:58 – Marky Ramone and The Intruders
    11 Probation 01:40 – Don’t Blame Me
    12 Telephone Love 02:02 – Marky Ramone and The Intruders
    13 Don’t Blame Me 02:58 – Don’t Blame Me
    14 Lottery 01:17 – Don’t Blame Me
    15 Maybe Tomorrow 02:10 – Marky Ramone and The Intruders
    16 Life Sucks 01:51 – Don’t Blame Me
    17 Anxiety 02:05 – Marky Ramone and The Intruders
    18 Good Luck You’re Gonna Need It 02:44 – Marky Ramone and The Intruders
    19 Cry Baby 02:06 – Don’t Blame Me
    20 Holding A Grudge 02:43 – Marky Ramone and The Intruders
    21 Better Things 02:48 – Marky Ramone and The Intruders
    22 Don’t Think 02:03 – Don’t Blame Me
    23 3 Cheers For You 02:30 – Marky Ramone and The Intruders
    24 Middle Finger 02:18 – Don’t Blame Me
    25 Back Off 01:59 – Marky Ramone and The Intruders
    26 Better Than Being You 02:13 – Don’t Blame Me
    27 Man Of God 03:18 – Marky Ramone and The Intruders
    28 Road Rage 02:14 – Legends Bleed
    29 Motivate To Move 03:17 – Legends Bleed

    David Brooks – vocal
    CJ Gunya – guitarra
    Aaron Dowell – baixo
    Marky Ramone – bateria

    CD 2:
    01 Rockaway Beach 02:19
    02 Teenage Lobotomy 01:59
    03 I Don’t Care 01:48
    04 Sheena Is A Punk Rocker 02:34
    05 Commando 01:55
    06 I Just Want To Have Something To Do 02:40
    07 Havana Affair 02:06
    08 Pet Semetary 03:15
    09 Rock & Roll High School 02:27
    10 53rd & 3rd 02:22
    11 Psycho Therapy 02:36
    12 The KKK Took My Baby Away 02:44
    13 I Wanna Be Sedated 02:32
    14 Don’t Come Close 03:04
    15 Chinese Rocks 02:53
    16 Happy Birthday 00:41
    17 She’s The One 02:27
    18 Blitzkrieg Bop 03:00
    Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (4)
    Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (5)
    Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (8)Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (1)
    Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (6)Marky Ramone - 2006 - Start of the Century (7)

    Singles:
    marky-nowhere man (1)marky-nowhere man

     
  • carames 10:00 em 04/10/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , In A Family Way, , , , , , , ramones solo, , Sibling Rivalry   

    EP – Joey Ramone: Sibling Rivalry ‎– In A Family Way 1994 

    Sibling Rivalry in a Family Way
    Lançado em 11 de outubro de 1994 pela Alternative Tentacles, Sibling Rivalry ‎– In A Family Way apresenta Joey Ramone nos vocais e seu irmão Mickey Leigh na guitarra em três canções, todas incluídas mais tarde no lançamento não oficial Unreleased Tracks de 1996:

    See My Way foi produzida por Andy Shernoff e Daniel Rey – parceiros de Joey a partir de 1987. O Baby Monster Studios, mesmo de Mondo Bizarro e Adios Amigos, foi o escolhido pela dupla para este registro.

    On the Beach foi extraída do EP de mesmo nome dos Rattlers de 1979 e é de autoria de Mickey. A produção é de Ed Stasium que fez a gravação no Electric Lady (por onde passaram Richard Hell and the Voidoids para gravação de Blank Generation).

    O disco fecha com Don’t be so Strange, parceria de Mickey com David Baillie, produzida por Joe Blaney e gravada no Intergalactic Studios (de Animal Boy e Halfway to Sanity).

    A foto da capa é mais uma vez de George DuBose. Detalhe, na foto interna, Joey aos 6 e Mickey aos 3 anos de idade já esboçavam os primeiros acordes.

    Ficha Técnica:
    Alternative Tentacles – produzido por Andy Shernoff, Daniel Rey (1), Ed Stasium (2) e Joe Blaney (3)

    1 See My Way (M. Abrahams) 4:11
    Vocal – Joey Ramone
    Guitarra – Mickey Leigh
    Baixo – Steven Sane
    Bateria – Whitey Benezra

    2 On The Beach (Mickey Leigh) 3:02
    Vocal – Joey Ramone
    Guitarra – Mickey Leigh
    Baixo – David Merrill
    Bateria – Matty Quick

    3 Don’t Be So Strange (D. Baillie, Mickey Leigh) 2:25
    Vocal – Joey Ramone
    Guitarra – Mickey Leigh
    Baixo, Vocal – Mickey Leigh
    Bateria – Whitey Benezra
    Guitarra, Vocal – David “Billy” Baillie
    Sibling Rivalry in a Family WaySibling Rivalry in a Family Way (2)
    Sibling Rivalry in a Family Way (1)


     
  • carames 10:00 em 27/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , 29 de julho, , , , , , , , , , , , ramones solo, , ,   

    LP/CD/DVD – Misfits (with Marky Ramone): Project 1950 (2003) 

    ramone marky - misfits project 1950
    Marky Ramone, Jerry Only (Misfits) e Dez Cadena (Black Flag) apresentam 10 clássicos dos anos 1950 como Diana, Donna e Runaway em versão punk rock.

    O trabalho, intitulado Project 1950, foi lançado em diferentes versões. Em LP (verde, rosa ou azul), CD, e uma versão que incluía DVD com algumas músicas ao vivo.

    A produção ficou por conta do parceiro de longa data, John Cafiero. John produziu RAW, vídeo dos Ramones lançado em 2004 e, junto de Jerry, Dez e Marky, integrou o Osaka Popstar além de ter editado a biografia de Johnny Ramone, Commando.

    Ficha Técnica:
    Misfits Records – produzido por John Cafiero

    Jerry Only – vocal e baixo
    Dez Cadena – Guitarra
    Marky Ramone – Bateria

    Traklist:
    LP/CD
    01 – This Magic Moment 2:35
    02 – Dream Lover 2:28
    03 – Diana 2:09
    04 – Donna 2:33
    05 – Great Balls Of Fire 1:50
    06 – Latest Flame 2:16
    07 – Monster Mash 2:37
    08 – Only Make Believe 2:15
    09 – Runaway 2:23
    10 – You Belong To Me 3:10

    DVD
    01 – This Magic Moment (Live) 2:30
    02 – Dream Lover (Live) 2:20
    03 – Diana (Live) 2:20
    04 – Donna (Live) 2:20
    05 – Runaway (Live) 2:40
    Bonus Material
    06 – Day The Earth Caught Fire (Live In NYC) 3:45
    07 – The Haunting / Don’t Open Till Doomsday (Live In Japan) 5:28
    08 – Day The Earth Caught Fire (Live In Japan) 3:20
    09 – The Haunting / Don’t Open Till Doomsday (Music Video) 5:18
    10 – Out Of The Blue (Music Video) 4:06
    ramone marky - misfits project 1950 1
    ramone marky - misfits project 1950 2
    ramone marky - misfits project 1950 3
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    ramone marky - misfits project 1950 7
    ramone marky - misfits project 1950 8
    ramone marky - misfits project 1950 9
    ramone marky - misfits project 1950 10
    ramone marky - misfits project 1950 11
    ramone marky - misfits project 1950 12
    ramone marky - misfits project 1950 15
    ramone marky - misfits project 1950 13ramone marky - misfits project 1950 14
    misfits-project 1950 (16)misfits-project 1950 (17)

     
  • carames 10:00 em 09/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , cond show, , , lugh, , , , , ramones solo, , , ,   

    CJ Ramone em dose tripla no sul (2014) 

    cj ramone - 6 de setembro
    Tal como ocorrido em sua última passagem pelo Rio Grande do Sul em setembro de 2012, a tour de CJ Ramone pelo estado em 2014 ofereceu três momentos para os fãs interagirem com o músico.

    Começando em Novo Hamburgo na noite de 5 de setembro (após tocar em São Paulo, Goiânia, Santos, Uberlândia, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis – num ritmo digno das intermináveis turnês dos Ramones) o ex-ramone se apresentou no Rock Show com abertura dos gaúchos da Tequila Baby, que já gravaram cd/dvd com o ex-parceiro de CJ, Marky Ramone.

    Na serra gaúcha o evento aconteceu no Cond Show Bar, em Caxias do Sul, com abertura da banda local Dones Primata. Em seguida foi a vez dos paulistas da Gritando HC com clássicos como Ande de skate e destrua, Quero ser punk com você e a apropriada Quero meu ingresso pro show dos Ramones.

    Em seguida foi a vez dos Replicantes com Festa Punk, Eu Quero é mucra, Astronauta e outras tantas, chamar a galera pra pista. Os veteranos irmãos Cláudio e Heron Heinz, ao lado do batera Cléber Andrade e de Júlia Barth, fizeram jus aos mais de 30 anos de estrada em show rápido mas com pegada que contou com um guitarrista adicional.

    O som, infelizmente deixou a desejar e acabou comprometendo não só as bandas convidadas mas também a atração principal. Após certa demora, CJ subiu ao palco acompanhado de Steve Soto e Dan Root (ambos do Adolescents) nas guitarras e Michael Wildwood (do D Generation– única mudança na formação que passou por aqui dois anos antes) na bateria.

    No setlist, um mix de canções do novo disco que será lançado em novembro, músicas do álbum Reconquista e, claro, vários clássicos dos Ramones. Chama atenção a predileção pelos primeiros discos do grupo. Exceção feita por Strenght to Endure, nenhuma interpretação remete ao tempo de CJ na banda, inaugurado em estúdio com Mondo Bizarro – e a lista não é pequena: Cretin Family, Scattergun, Makin Monsters for my friends, The Crusher, Main Man, My back pages, The Shape of things to come e Journey to the center of the mind.

    No dia em que se comemora a independência do Brasil foi a vez da capital gaúcha receber o último show desta tour no Bar Opinião – palco onde dois anos antes CJ fizera uma participação especial com os Ratos de Porão tocando Commando.

    Na noite de domingo a abertura ficou por conta dos santamarienses da Lugh. Com presença de palco e composições próprias o punk celta logo deu lugar a uma atração de última hora com a proposta de prestar um tributo aos Ramones mas que mostrou-se uma grande roubada.

    O pano de fundo com seu nome e a parede de tijolos do disco de estréia da banda já decoravam o palco pouco antes das 22h quando CJ e cia deram início ao show que durou pouco mais de uma hora mas, mais recheado que o da noite anterior.

    Algumas variações no set valeram o ingresso de quem pode acompanhar mais de um show. Entre as músicas novas destaque para Clusterfuck, hardcore no estilo Wart Hog. Para I wanna be your boyfriend uma mensagem dedicando a canção aos namorados e namoradas mas também namorados e namorados, namoradas e namoradas.

    Não poderia faltar Three Angels, homenagem a Joey, Dee Dee e Johnny (com a adequada menção a Tommy). Dannys Says foi uma das surpresas da noite, incluída de última hora. R.A.M.O.N.E.S. do Motorhead fechou a noite de reencontro, não só de CJ com os fãs mas de amigos que se encontram a cada evento ramônico. Agora é esperar pelo cd em novembro e pela próxima passagem dos caras por aqui.

    Setlist:
    judy is a punk/ understand me/ what we gonna do now/ commando/ king cobra/ judy is a punk/ ghost ring/ low on ammo/ danny says/ carry me away/ last chance to dance/ rockaway beach/ you’re the only one/ strength o endure/ 3 angels/ won’t stop swinging/ i wanna be your boyfriend/ glad to see you go/ clusterfuck/ one more chance/ 53rd and 3rd/ cretin hop/ blitzkrieg bop/ do you wanna dance/ california sun/ i wanna be sedated/ what’s your game/ i just want to have something to do/ sheena is a punk rocker/ r.a.m.o.n.e.s.

     
  • carames 10:00 em 26/08/2014 Link Permanente | Resposta
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    CJ Ramone lança novo single pela Fat Wreck Chords 

    cj ramone understand me CJ Ramone lança novo single pela Fat Wreck Chords

    O lendário baixista CJ Ramone assinou com o selo Fat Wreck Chords e novidades muito boas já foram anunciadas.

    A primeira delas é um novo single que será lançado no dia 30 de Setembro. Understand Me? comemorará os 25 anos do primeiro show de CJ com os Ramones, que aconteceu em 30 de Setembro de 1989, na Inglaterra. A segunda é a oficialização do novo álbum, intitulado Last Chance To Dance, ainda sem data de lançamento definida.

    Dan RootSteve Soto (ambos da banda The Adolescents) e David Hidalgo Jr.(Social Distortion) acompanham CJ tanto no single quanto no disco. Os músicos também participaram do primeiro registro solo do baixista (Reconquista, de 2012).

    O lado B de Understand Me? é uma versão da música “Rise Above“, do Black Flag. Dez Cadena (Black Flag, Misfits) toca guitarra e faz os vocais de apoio na faixa.

    Adquira o single na pré-venda clicando aqui e ouça ”Understand Me?” no fim da postagem.

    CJ RAMONE NO BRASIL

    No fim de de Agosto e início de Setembro, CJ Ramone excursionará pelo Brasil. Confira abaixo as datas e os locais por onde a turnê brasileira de CJ passará:

    cj ramone1 CJ Ramone lança novo single pela Fat Wreck Chords

    Post original TMDQA.

 
  • carames 10:00 em 23/08/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , ramones solo,   

    CD – Marky Ramone and Teenage Head: Teenage Head With Marky Ramone 2008 

    marky ramone and teenage head
    Marky Ramone juntou-se aos canadenses veteranos da Teenage Head em 2003 e o resultado é este cd, com doze canções, lançado em 22 de abril de 2008.

    Além de releitura de músicas da própria banda, eles ainda fazem três versões de outros artistas, incluindo Chris Montez e Jim Lee, autores de Let’s Dance – gravada pelos Ramones já no disco de estréia em 1976.

    Top Down já inicia os trabalhos com a assinatura de Marky nas baquetas. Embora a pegada seja diferente de outros projetos em que o batera se envolveu como The Intruders, The Speed Kings ou Osaka Popstar.

    O que não muda é a produção de Daniel Rey, presente em quase 100% dos registros de estúdio em carreira solo dos ex-ramones.

    Ficha Técnica:
    Sonic Unyon – produzido por Daniel Rey

    Frankie Venom – vocal
    Gord Lewis – Guitarra
    Steve Marshall – Baixo
    Marky Ramone – Bateria

    Traklist:
    01 Top Down 2:04
    02 Let’s Shake 3:06
    03 You’re Tearin’ Me Apart 2:46
    04 Picture My Face 3:34
    05 Some Kinda’ Fun (Chris Montez, Jim Lee) 2:44
    06 Lucy Potato 3:39
    07 You’re The One I’m Crazy For (Dave Desroches, Gord Lewis) 1:31
    08 Ain’t Got No Sense 4:38
    09 Little Boxes 3:26
    10 Teenage Beer Drinkin’ Party 3:35
    11 First Time (John Plain) 2:54
    12 Full-Time Fool 2:38
    marky ramone and teenage head
    marky ramone and teenage head (2)
    marky ramone and teenage head (3)
    marky ramone and teenage head (4)
    marky ramone and teenage head (5)
    marky ramone and teenage head (6)
    marky ramone and teenage head (7)
    marky ramone and teenage head (8)
    marky ramone and teenage head (11)marky ramone and teenage head (10)
    marky ramone and teenage head (9)

     
  • carames 10:00 em 29/07/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: 10th Anniversary, , 24 de agosto, , Duff McKagan, hollywood forever cemetery, , Johnny Ramone Tribute, , , , ramones solo, ,   

    Johnny Ramone Tribute 10th Anniversary 

    JohnnyRamoneTribute10
    Acontece no dia 24 de agosto (no Hollywood Forever Cemetery em Los Angeles) o Johnny Ramone Tribute – 10th Anniversary, evento em homenagem ao ex-guitarrista dos Ramones. Organizado por Linda, viúva do músico, o evento contará ainda com Rob Zombie, Steve Jones (Sex Pistols) e Duff McKagan (Guns N’ Roses) entre outros.

    O evento terá exibição do filme Rejeitados pelo Diabo (de Rob Zombie), exposição de memorabilia de horror da coleção de Kirk Hammett e muito mais.

     
  • carames 10:00 em 08/07/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , d generation, , Michael Wildwood, , , , , ramones solo,   

    CJ Ramone anuncia datas de nova turnê pelo Brasil 

    CJ Ramone anuncia datas de nova turnê pelo Brasil

    Publicado em ZonaPunk.

    Após ser a primeira atração confirmada do renomado Porão do Rock, CJ Ramone, ex-baixista dos Ramones, anuncia praticamente todas as datas da terceira turnê consecutiva pelo Brasil.

    Acompanhado dos renomados Steve Soto (guitarra – Adolescents), Dan Root (guitarra – Adolescents) e Michael Wildwood (bateria – D Generation), CJ Ramone excursionará, entre 26 de agosto e 7 de setembro, em cidades as quais ainda não havia se apresentado.

    Considerado um dos artistas mais carismáticos da música mundial, o ex-integrante da histórica banda americana de punk tem os seguintes shows confirmados:
    28/08 – Bolshoi Pub – Goiânia/GO
    29/08 – Tribal Club – Santos/SP
    30/08 – TBA
    31/08 – Porão do Rock – Brasília/DF
    01/09 – TBA
    02/09 – TBA
    03/09 – Espaço Cult – Curitiba /PR
    04/09 – John Bull – Florianópolis/SC
    05/09 – Rock and Roll Sinuca Bar – Novo Hamburgo/RS
    06/09 – Associação Rural – Pelotas/RS
    07/09 – Opinião – Porto Alegre/RS

    O repertório será recheado por diversos clássicos dos Ramones, além das excelentes composições de seu álbum solo “Reconquista”. Também existe a possibilidade de que canções de seu novo disco integrem o set list.

    São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Brasília (DF), Curitiba (PR), Santos (SP), Florianópolis (SC), Palmas (TO), Taguatinga (DF), Maringá (PR), Bragança Paulista (SP), Fortaleza (CE), Estância Velha (RS) e Betim (MG) são as cidades que já receberam o ilustre músico.

    Christopher Joseph Ward foi escolhido para substituir Dee Dee, o lendário baixista dos Ramones, em 1989, e ficou até o fim da banda em 1996. Com o grupo, e já usando nome de CJ Ramone, lançou os álbuns Loco Live (1991), Mondo Bizarro (1992), Acid Eaters (1994) e Adios Amigos (1995). Depois disso, o artista montou outros projetos como o Los Gusanos e Bad Chopper, e inclusive chegou a receber um convite para tocar no Metallica, mas recusou a oferta para cuidar do filho, que havia sido diagnosticado com autismo.

    Promotores interessados em contratar o espetáculo devem entrar contato através dos e-mails contato@cacapratesmanagement.com.br, runawayrec@hotmail.com, cacaprates@live.com ou pelos telefones ID 55*11*43758, (55 11) 98149.9987 e (55 11) 99557.8358.

     
  • carames 10:00 em 05/07/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , DC-Jam Records, , , , , ramones solo, , , tommy bolan   

    LP/CD – Richie Ramone: Entitled 2013 

    richie ramone - entitled (9)
    Richie Ramone foi baterista dos Ramones de 1983 a 1987 ocupando a vaga que Marky deixara por problemas com álcool. Com a banda ele fez cerca de 400 shows e lançou três discos de estúdio (Too Tough to Die, Animal Boy e Halfway to Sanity). Gravou também a bateria no segundo álbum póstumo de Joey (no primeiro o batera havia sido Marky) mas apesar disto, é o menos ativo dos ex-ramones.

    Após deixar a banda de forma conturbada devido a uma briga relacionada a royalties provenientes da venda de camisetas ele desapareceu do cenário musical. Recentemente retomou a carreira excursionando (inclusive com turnê pelo Brasil em 2012) e lançando em 2013 este trabalho que reúne inéditas de sua autoria e canções de seu tempo como ramone, assinando também a produção do álbum.

    Jiro Okabe que assina a produção executiva de Reconquista do também ex-ramone CJ Ward ficou a cargo do baixo e Tommy Bolan com as guitarras.

    Richie segue na batera mas ao invés dos backing vocals que foram sua marca registrada ao lado de Joey, Dee Dee e Johnny, aqui ele assume o vocal de todas as faixas.

    Criminal abre o cd e teve direito a clip enquanto a faixa título e Forgotten Years também merecem destaque. Smash You, I’m Not Jesus, Humankind e I Know Better Now gravadas pelos Ramones ganham releitura a exemplo de Somebody Put Something in My Drink (maior êxito de Richie e aqui presente apenas na versão em LP na cor branca).

    Ficha Técnica:
    DC-Jam Records – produzido por Richie Ramone.

    Jiro Okabe – baixo
    Tommy Bolan – guitarra e backing vocal
    Richie Ramone – bateria e vocal

    Edição Original
    A1 Somebody Put Something In My Drink 3:56
    A2 Criminal 3:41
    A3 I Know Better Now 3:04
    A4 Entitled 3:24
    A5 Take My Hand 2:45
    A6 Smash You 3:01
    A7 Better Than Me 3:49
    B1 Into The Fire 3:20
    B2 I’m Not Jesus 2:59
    B3 Someday Girl 4:41
    B4 Humankind 2:45
    B5 Vulnerable 3:11
    B6 Forgotten Years 4:18
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    Edição em CD
    01 Criminal 3:41
    02 I Know Better Now 3:04
    03 Entitled 3:24
    04 Take My Hand 2:45
    05 Smash You 3:01
    06 Better Than Me 3:49
    07 Someday Girl 4:41
    08 Into The Fire 3:20
    09 I’m Not Jesus 2:59
    10 Humankind 2:45
    11 Vulnerable 3:11
    12 Forgotten Years 4:18
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  • carames 10:00 em 28/06/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , No Tomorrow Records, , , , ramones solo, , , The Bowery Electric, , Tribute to Joey Ramone   

    Compacto/CD – VA: The Bowery Electric A Tribute to Joey Ramone 2004 

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    Com a morte de três dos quatro integrantes originais (Joey, Dee Dee e Johnny) sobrou para os Ramones remanescentes administrar a expectativa dos fãs de algum projeto conjunto nos moldes do que ocorrera no final dos anos 1990 quando Marky e Dee Dee se reuniram para alguns shows sob o nome de The Ramainz.

    CJ e Richie integraram a banda em fases distintas mas tocaram juntos recentemente. Apesar disto, Marky já declarou que não tem o menor interesse em se reunir com os demais já que se considera o único em condições de tocar o legado da banda adiante.

    No entanto, The Bowery Electric A Tribute to Joey Ramone, lançado em 1º de maio de 2004 como tributo a Joey serve como registro de um momento único. Arturo Vega, mentor de toda concepção artística da banda foi produtor executivo deste encontro.

    As duas sessões em março de 2002 tiveram Daniel Rey (produtor de Halfway to Sanity e Adios Amigos além de diversos projetos solo dos ex-integrantes) na guitarra, Tommy (baterista nos três primeiros discos e produtor de Ramones, Rocket to Russia, Road to Ruin e Too Tough to Die) na percussão além de Marky na bateria e CJ no baixo e vocais de Jed Davis.

    Foi a primeira vez que Tommy e CJ tocaram juntos – o primeiro deixou a banda em 1978 e o segundo só ingressou em 1989. Apesar de ter produzido Marky no já citado Road to Ruin, foi a primeira vez que Tommy tocou com seu sucessor.

    No EP (pink e azul com tiragem de 500 cópias em cada cor) três canções: no lado A em 33RPM o registro dos ex-ramones sob o nome de The Bowery Electric Crew e Going Places com a música Never Forget. No lado B, em 45RPM, Suzy & Los Quattro com I’m Not Glad To See You Go presta sua homenagem a Dee Dee.

    A versão em cd repetia estas três acrescidas de outras três músicas (entre elas, Why, presente no LP que CJ lançou com sua banda Bad Chopper).

    Como diz a letra de Jed Davis, i put my headphones on and you are never really gone.

    Ficha Técnica:
    No Tomorrow Records – produzido por Tommy Ramone e Arturo Vega

    Daniel Rey – guitarra
    CJ Ramone – baixo
    Marky Ramone – bateria
    Tommy Ramone – percussão
    Jed Davis – teclados e vocal

    Tracklist EP:
    A1 The Bowery Electric (The Bowery Electric Crew)
    A2 Never Forget (Goin’ Places)
    B1 I’m Not Glad To See You Go (Suzy & Los Quattro)

    Tracklist CD:
    01 The Bowery Electric (The Bowery Electric Crew)
    02 Never Forget (Goin’ Places)
    03 I’m Not Glad To See You Go (Suzy & Los Quattro)
    04 Joey’s Song (The Kowalkis)
    05 I Don’t Wanna be a Schnook (Mensch)
    06 Why Why Why Why Why Why? (Bad Chopper)
    VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (5)VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (6)
    VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (7)VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (8)
    VA - 2004 - The Bowery Electric  Tribute To Joey Ramone (7)VA - 2004 - The Bowery Electric  Tribute To Joey Ramone (8)
    VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (4)VA - 2004 - The Bowery Electric A Tribute To Joey Ramone (1)

     
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