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  • paulocarames 12:00 em 14/11/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1956, , , , , , don siegel, , , invasion of the body snatchers, invasores, invasores de corpos, , remake, , the invasion   

    Filme – Invasores de Corpos (Invasion of the Body Snatchers) 1956/1978/1993/2007 


    Um médico e sua esposa se deparam com o comportamento estranho de amigos e vizinhos na cidade de Santa Mira na Califórnia. Pouco a pouco eles descobrem que sementes alienígenas gigantes dão vida a clones dos seres humanos enquanto suas vítimas estão dormindo.

    Principais Diferenças:
    1956 – primeira versão filmada do livro homônimo de Jack Finney, lançado em 1954;
    1978 – conta com Jeff Goldblum e Donald Sutherland no elenco. Aqui, Bennell (Sutherland) é um fiscal sanitário e a trama acontece em San Francisco;
    1993 – história bastante modificada em relação às outras versões, mantendo apenas a premissa da substituição alienígena. Talvez por isto seja a mais fraca de todas. Traz Forest Whitaker no elenco;
    2007 – a trama é basicamente a mesma embora o nome tenha sido alterado para simplesmente Invasores. No elenco as estrelas Daniel Craig e Nicole Kidman tem um filho e desta vez, é a mocinha quem foge dos substitutos alienígenas.

    Qual assistir:
    A versão de 2007 é a mais bem acabada e que imprime maior tensão principalmente nas cenas em que a mocinha é perseguida pelos humanos já substituídos. É deste remake também o final mais otimista, oposto do mostrado nas duas primeiras filmagens.




     
    • marcello da silva rego 22:29 em 20/07/2018 Link Permanente | Resposta

      eu gostei muito da versão da década de 70 . um suspense de tira fôlego , o final marcou . ainda estou para ver as outras versóes. essa de 93 vi algumas cenas e me pareceu fraca mesmo . vou ver a da de 56 e depois essa que vcs acharam melhor ,

  • paulocarames 12:14 em 02/11/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , carrie, remake, ,   

    Trailer: Carrie 

     
  • paulocarames 12:26 em 29/10/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , evil dead, remake   

    Refilmagem do pior filme de todos os tempos 

     
  • paulocarames 15:49 em 12/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , dia dos namorados, Dia dos Namorados Macabro, filme para o dia dos namorados, my Bloody Valentine, remake,   

    Filme – Dia dos Namorados Macabro (My Bloody Valentine) 1981/2009 

    Trama:
    A delegacia de uma cidade pequena passa a receber uma série de caixas de bombons com corações humanos. De volta à cidade natal após dez anos do massacre do dia dos namorados onde 22 pessoas foram assassinadas, Tom passa a ser o principal suspeito já que os assassinatos acontecem com pessoas próximas a ele.

    Principais Diferenças:
    Não existem. Quase 3 décadas após seu lançamento este clássico do slasher movie ganha uma versão atualizada e com recursos 3D. As duas versões são praticamente iguais, salvo a adição de uma eventual picareta voando pela tela na sua direção.

    Qual assistir:
    Ambos são muito próximos, como é provável que na locadora tenha apenas o filme de 2009, fique com esta opção.

     
  • paulocarames 4:05 em 18/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , grace kelly, , peter bogdanovich, rear window, remake, , suspeita, , voyeur   

    Filme – Janela Indiscreta (Rear Window) 1954 

    Em Janela Indiscreta, Alfred Hitchcock desafia o espectador num exercício de voyeurismo que causou controvérsia devido aos costumes da época que repudiavam a idéia de um filme onde o protagonista passava o tempo espionando a vida alheia.

    Em Greenwich Village, o fotógrafo profissional L.B. Jeffries (James Stewart) está confinado em seu apartamento após quebrar a perna em um acidente. Seguindo o conceito de ‘não dizer aquilo que pode ser mostrado’, o diretor apresenta com genialidade a história do personagem. Mostrando as diversas fotos em sua parede entendemos que se trata de um fotógrafo que adora velocidade e compreendemos assim o motivo de sua perna quebrada.

    Ele recebe a visita da noiva Lisa (Grace Kelly) com a qual tenta evitar o casamento. Sem opções de entretenimento ele passa a observar a vida dos vizinhos. A trilha ilustra o dia-a-dia de cada um deles – um músico solteiro que se embriaga, uma bela dançarina, um casal sem filhos que adotou um cachorrinho e um casal constantemente metido em brigas violentas. Observando este casal ele percebe o desaparecimento da mulher e, imobilizado na cadeira de rodas, envolve a noiva e uma amigo policial na tentativa de desvendar o que teria acontecido com ela.

    Hitchcock dirigiu todo o filme a partir do apartamento de Jeffries e quase todas as cenas mostram o seu ponto de vista, ou seja, o que acontece no conjunto de apartamentos em frente ao seu. Para as filmagens foi construído o maior set até então já feito pela Paramount. Os atores que trabalhavam do outro lado da rua utilizaram fones de ouvido para receber as orientações do diretor.

    O filme foi baseado em um conto de Cornel Woolrich de 1942 e apesar da controvérsia inicial tornou-se um grande sucesso sendo, a exemplo de Psicose refilmado em 1998 (Com Daryl Hannah e Christopher Reeve) além de ter a história adaptada em diversos outros filmes como Paranóia, de 2007. A edição especial do filme conta extras como a entrevista de Peter Bogdanovich e mostra o processo de restauração feito para conservação dos negativos originais.

     
  • paulocarames 16:30 em 08/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1960, , , , chuveiro, , , remake,   

    Filme – Psicose (Psycho) 1960/1998 

    Das tantas obras-primas criadas por Alfred Hitchcock, Psicose é sem sombra de dúvida a sua obra maior, maiúscula. Considerado pelo American Film Institute o melhor thriller já feito, está entre os 25 mais votados no Top 250 do IMDB e figura facilmente em toda lista de melhores filmes de todos os tempos além de ser um dos mais plagiados, reverenciados e referenciados.

    Embora costume comparar a obra original e seu remake, que algumas vezes supera sua fonte de inspiração, no caso da colorida refilmagem de 1998 (do diretor Gus Van Sant com Vince Vaughn, Julianne Moore e Viggo Mortensen) isto é impossível por tratar-se de um filme dispensável, que em nada acrescenta e não serve nem mesmo como homenagem – mais parece uma afronta. O mesmo pode ser dito dos três filmes feitos após a morte do diretor britânico e que dão seqüência à saga de Norman Bates, pois são no máximo, filmes médios. Até mesmo porque refilmar um Hitchcock com sucesso é tarefa que somente ele próprio conseguiu em 1956 comandando James Stewart na versão americana de seu filme feito em 1934.

    Bem, voltando ao Psicose de 1960, Marion Crane (Janet Leigh) é empregada de uma imobiliária e é constantemente assediada por um de seus clientes. Após seu chefe receber 40 mil dólares deste cliente por conta de um negócio feito entre eles, Marion fica responsável por fazer o depósito no banco para o patrão. No entanto, ela resolve fugir com a bolada – o já citado McGuffin de Hitchcock.

    Deste ponto em diante entram em cena os dois atores principais de Hitchcock, a câmera e a trilha sonora. Sua direção magistral dá o tom e a tensão é crescente enquanto acompanhamos Marion sendo parada durante a fuga por um policial que desconfia da moça. Cada instante é nervoso, a câmera flagra suas reações nos forçando a tentar adivinhar se ela conseguirá escapar. Vencido este primeiro obstáculo, ela dirige durante a noite chuvosa até que chega a um motel de beira de estrada onde Norman Bates (atuação épica de Anthony Perkins) a recebe. Uma das mais sensacionais viradas da história do cinema está para acontecer.

    Trata-se da famosa cena do chuveiro, tão explorada em outros filmes, seriados, fotografias e até mesmo desenhos animados. Para evitar custos e também o choque que tanto sangue em cores vívidas poderia causar nos espectadores o filme foi intencionalmente filmado em preto e branco.

    Foi preciso uma semana de filmagens com câmeras em 70 ângulos diferentes ao custo de 90 rolos para que o perfeccionismo do diretor fosse saciado nesta tomada de meros 45 segundos que entraram para história. Bernard Herrmann adicionou a mítica trilha à cena que fora pensada sem som. Testes exaustivos com diferentes frutas foram feitos até que o melão foi o que ficou mais próximo na tarefa de emitir o som de um corpo humano sendo esfaqueado.

    Hitchcock inovou ao incluir na exibição nos cinemas um pedido para que o final do filme não fosse contado a quem ainda não tivesse assistido. Proibiu também a entrada nas sessões depois que o filme tivesse começado (um cartaz bem humorada dizia “mesmo que você seja o presidente dos Estados Unidos ou a Rainha em pessoa, não deverá entrar se o filme tiver iniciado).

    O filme fora baseado em um livro de Robert Bloch, que Hitchcock acabou comprando quase que sua totalidade para evitar que as pessoas conhecessem de antemão o final da trama. Evidentemente vou respeitar o mestre do suspense e não revelarei mais do que o suficiente para manter a trama.

    Acabou indicado ao Oscar em quatro categorias, sem que, no entanto, a academia reconhecesse sua relevância. Janet Leigh acabou levando o Globo de Ouro daquele ano como melhor atriz coadjuvante. Apesar disto, o filme que custou menos de 1 milhão de dólares, arrecadou mais de 40 milhões e teve filas e alvoroço em suas sessões.

    A edição especial lançada em dvd duplo mostra o próprio diretor como guia pelos antagônicos prédios utilizados para as filmagens, o horizontal motel e a vertical casa da mãe de Norman. Uma aula de suspense e mais do que isto, uma aula de cinema. Aos mais jovens fica a obrigação de conhecer esta obra-prima, aos mais rodados que ainda não viram, só me resta recomendar serem queimados em praça pública.

    Trailer de Psicose:

    Análise da famosa cena do chuveiro:

     
  • paulocarames 23:48 em 25/01/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , chloe moretz, cinema sueco, deixa ela entrar, deixe-me entrar, kodi smit-mcphee, let me in, Let the Right One In, matt reeves, remake, tomas alfredson,   

    Filme – Deixa Ela Entrar (Let the Right One In) 2008/2010 

    Infelizmente não sou o dono da razão. Gostaria de ser (é verdade) e se fosse, uma das coisas que gostaria de ter razão é: “remake serve para levar a mesma mensagem para um público novo. Ou seja, resgate um filme antigo com atores que já morreram, grave com recursos do momento com atores da moda e ponto. Não mexa na trama, afinal, se ela fosse ruim qual o sentido de filmá-la outra vez? Um bom exemplo disto é Deixe Ela Entrar (original) ou Deixe-me Entrar (remake americano) em que a trama foi respeitada – condição do diretor Matt Reeves para capitanear esta empreitada.

    Trama:
    Em um local afastado e sombrio um garoto sofre apanhando dos valentões da escola que insistem em perturbá-lo. Ele ensaia um revide apenas em frente ao espelho, mas isto tende a mudar com a chegada de uma nova vizinha, uma menina misteriosa que acaba de mudar para o apartamento ao lado e que passa a lhe dar conselhos para enfrentar seus problemas. Paralelo a isto, mortes estranhas começam a acontecer na vizinhança e conforme o tempo passa ele percebe que tem algo errado com sua nova amiga.

    Principais Diferenças:
    2008 – Uma das novas pérolas do cinema sueco, o filme foi tão bem recebido que rapidamente ganhou refilmagem americana. Mais sombrio e ausente de efeitos especiais do que sua nova versão.
    2010 – Um remake como eles devem ser, praticamente uma transposição do original sueco para uma leitura ‘mais americana’ atualizando o ambiente da gélida Suécia para o Novo México. Embora pudessem ter sido dispensados, os efeitos (ausentes no original) não chegam a comprometer, tampouco a estética menos sombria. É um bom filme, seria ótimo se não estivesse à sombra do excelente original. Com Chloe Moretz de Kick-Ass e Kodi Smit-McPhee de A Estrada, dirigido por Matt Reeves de Cloverfield.

    Qual assistir:
    O ambiente sombrio, a palidez da protagonista, a ausência de efeitos especiais fazem da versão original um filme incomparável. Neste filme onde a palavra Vampiro só é ouvida uma única vez e eles não brilham ao sol, algumas das lendas mais clássicas também estão presentes como ‘vampiros precisam de permissão antes de entrar na casa de alguém’. O diretor Tomas Alfredson criou um verdadeiro conto de vampiros que se destaca mais pela dramaticidade do que pelo terror, sem no entanto deixá-lo de lado. IMPERDÍVEL!!!

     
  • paulocarames 20:21 em 24/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1932, , , , boris karloff, brian de palma, gângster, Mary Elizabeth Mastrantonio, máfia, MICHELLE PFEIFFER, remake,   

    Filme – Scarface, Vergonha de uma Nação (Scarface) 1932/1983 

    Trama:
    Um gângster tem uma ascensão meteórica dentro da organização criminosa da qual faz parte até o ponto em que entra em conflito com seu chefe e tenta assumir o controle do bando. Somado a isto, uma paixão incestuosa pela sua própria irmã pode ter consequências desastrosas quando ela envolve-se com o seu braço direito e parceiro de crimes.

    Principais Diferenças:
    1932 – É o tradicional filme de gângster, ambientado na Chicago dos anos 1930 em plena era da lei seca, usa a lenda de Al Capone como fonte e mostra o ambiente de violência que tanto a polícia corrupta quanto organizações criminosas impuseram à sociedade da época.
    1983 – Atualiza a trama inicial para o contexto dos anos 1980 ambientado desta vez em Miami e trocando os criminosos de sobrenome italiano por imigrantes cubanos em busca do sonho americano. Nesta versão a violência é elevada à enésima potência assim como a duração do filme que salta dos 90 minutos da versão de 1932 para 160 minutos.

    Qual assistir:
    Embora siga a estrutura original (exceto pela ambientação – Chicago ao invés de Miami) a versão de 1983 é épica. Com Al Pacino e Michelle Pfeiffer no elenco, este remake impressiona pela violência e o uso desenfreado de palavrões (só a palavra FUCK é dita 218 vezes) e não economiza na hora de escancarar o ganho fácil com o tráfico de drogas no seu âmago. Seu impacto é tamanho que frases do filme são até hoje reproduzidas em outros filmes, seriados e músicas além de um jogo para videogame ter sido criado, inspirado no filme.

     
  • paulocarames 14:51 em 02/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , remake, , ,   

    Filme – A Noite dos Mortos Vivos (The Night of the Living Dead) 1968/1990/2006 

    Se o livro Eu sou a Lenda (1956) de Richard Matheson é o pai das histórias de zumbis (ou mortos vivos, como preferirem) sem dúvida alguma A noite dos mortos vivos fez o mesmo para os zumbis nas telas, embora o termo nunca tenha sido usado no decorrer do filme. Dar esta importância não é nenhum exagero já que este clássico de George A. Romero de 1968 praticamente criou um subgênero para os filmes de terror, seguido posteriormente por uma infinidade de produções que exploram o tema – como a série The Walking Dead que estreou esta semana sendo o primeiro seriado a abordar o assunto.
    Que me perdoem os mais conservadores, afinal, falar de mortos vivos no dia de finados pode soar um tanto estranho. Mas, não se deixem levar pelas aparências, pois distúrbios civis, racismo, fim do núcleo familiar e a possibilidade de um final de vida apocalíptico eram medos vividos pelos americanos e são magistralmente explorados por Romero enquanto usa o conflito entre vivos e mortos para entreter o público.

    Trama:
    Um casal de irmãos (Johnny e Barbra) viaja em direção a uma cidadezinha para visitar o túmulo onde sua mãe está enterrada. Em meio ao cemitério deserto são atacados por um homem de aparência grotesca que por fim acaba por matar Johnny. Barbra foge e refugia-se em uma casa afastada onde um grupo de pessoas também buscou abrigo. Eles pregam portas e janelas enquanto a casa vai sendo cercada por cambaleantes criaturas renascidas dos mortos que buscam a todo custo carne humana para alimentar-se.
    Transmissões de rádio e tv dão informações desencontradas de uma possível epidemia que poderia ter escala mundial e que faz com que as pessoas revivam e saiam de seus túmulos. Dentro da casa, os conflitos para decidir o rumo a seguir nesta jornada faz com que os sobreviventes fiquem ainda mais em perigo enquanto esperam por uma ajuda que não sabem se virá.

    Principais Diferenças:
    1968 – Em preto e branco tem 96 minutos e além da narrativa acima, mostra, numa das primeiras vezes no cinema americano, um negro como herói da trama.
    1990 – Remake colorido com 92 minutos, teve o argumento re-escrito pelo próprio Romero. Além de mudanças sutis, como a grafia no nome dos protagonistas tem o final totalmente alterado em relação a obra original.
    2006 – Uma homenagem explícita durante os 80 minutos do filme, que tem início com a mesma cena do filme de 68. No instante seguinte revela-se que na verdade é um televisor transmitindo o filme em preto e branco. Então temos um corte para mesma estrada nos dias atuais em filmagem colorida e em 3D. Desta vez Barbra e Johnny vão ao enterro de uma tia onde eles são atacados por criaturas reanimadas e Johnny foge deixando a irmã em apuros. Fica devendo em relação aos demais.

    Qual assistir:
    O original, de 1968. Extremamente perturbador, todo em preto e branco, retrata os conflitos da época além de ter inovado os filmes de terror. Uma verdadeira obra prima que jamais foi alcançada por outros filmes do gênero, seja por remakes ou por aqueles que deveriam ser a continuação da trama, “Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead, 78) e “O Dia dos Mortos” (Day of the Dead, 85) ou mesmo pelas demais obras de Romero para o tema, “Terra dos Mortos” (Land of the Dead, 2005), “Diário dos Mortos” (Diary of the Dead, 2007) e “Survival of the Dead” (idem, 2009).

     
    • Mateus 19:15 em 03/11/2010 Link Permanente | Resposta

      they’re comin’ to get you, barbara!
      clássico mesmo! pessoalmente prefiro o de 1990 por ter sido o 1° filme de zumbi que assiti na vida. esse e os 3 primeiros “return of the living dead” são definitivos. fora eles, os outros eu olho atravessado. ¬¬ (com algumas excessões, é claro!)

  • paulocarames 3:54 em 23/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , 60 segundos, 60s, angelina jolie, , , remake, , , vinnie jones   

    Filme – 60 Segundos (Gone in Sixty Seconds) 1974/2000 

    Trama:
    Filme de ação sempre tem a sinopse muito curta: Grupo de ladrões precisa roubar quantia considerável de carros exóticos em tempo recorde enquanto foge da polícia.

    Principais Diferenças:
    1974 – No original os ladrões usam elaborados planos para encobrir os roubos e sua fuga, num clássico setentista onde a polícia é feita de boba.
    2000 – Aqui, um ex-ladrão de carros é obrigado a retomar a carreira para salvar a vida de seu irmão caçula, ameaçado por um traficante. Juntam-se a eles, ladrões de carro da nova e velha guarda ao som de DMX, The Cult e Moby em perseguições de carro que lembram Bullit, outro clássico dos anos 1970.

    Qual assistir:
    A versão de 2000. Além das costumeiras atualizações tecnológicas que um remake oferece em relação ao original, esta versão conta com uma trilha sonora única e a presença de astros como Nicolas Cage, Angelina Jolie e Robert Duvall. A história é melhor resolvida e as sequências de Cage sendo perseguido pela polícia deixa o 60s original até sonolento.

     
  • paulocarames 19:48 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1933, , , adrien brody, , , , , king kong, naomi watts, remake,   

    Filme – King Kong (King Kong) 1933/1976/2005 


    Trama:
    Um cineasta decide viajar com sua equipe para filmagens em uma ilha desconhecida e distante. Lá, deparam-se com um gigantesco macaco que é venerado pelos nativos locais. Após apaixonar-se pela linda atriz integrante do grupo, o primata é capturado e levado para Nova Iorque para ser usado como uma bizarra atração. Ele escapa e fica à solta em meio aos arranha-céus. A partir de então, ele é perseguido pelas ruas da cidade até que escala o topo do Empire State Building e é atacado por aviões que tentam abatê-lo.

    Principais Diferenças:
    1933 – Com duração de pouco mais de 1 hora e meia, é a história original conforme apresentado acima;
    1976 – Somando duas horas, desta vez, ao invés de uma equipe de cineastas, é uma empresa petrolífera que ruma à ilha em busca de lençóis de petróleo. No caminho, salvam a náufraga Dwan (Jessica Lange) por quem o macaco se apaixona. Kong, nesta versão, escala o World Trade Center;
    2005 – Com a riqueza de recursos e efeitos disponíveis, é recriado o ambiente dos anos 1930 conforme o original de 1933 adicionando-se elaboradas cenas de interação entre o primata e sua musa.

    Qual assistir:
    As mudanças são tão sutis entre as três versões que defintivamente a versão de 2005 supera as demais pelas diferenças tecnológicas que apresenta e pelo elenco galático, além das 3 horas de duração.

     
  • paulocarames 17:57 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , remake   

    A onda dos Remakes 

    Já faz algum tempo que a indústria cinematográfica vem sendo criticada pela falta de criatividade em seus filmes. Recentemente duas produções suecas – não, não são os tão falados filmes suecos para adultos, trata-se do ótimo Deixe Ela Entrar e da trilogia Os homens que odiavam as mulheres – ganharam remakes hollywoodianos, atualmente em produção.
    Para os defensores do formato este recurso atualiza a história em questão aproximando o público mais jovem que dificilmente teria interesse em um filme de um tempo em que ele nem era nascido. Mas isto por si só nem sempre é sinônimo de qualidade.
    Vou inaugurar uma série de posts com alguns dos mais célebres e também, porque não, dispensáveis remakes já feitos.

     
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