Marcado como: replicantes Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 10:00 em 09/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , cond show, , , lugh, , , , , , replicantes, , ,   

    CJ Ramone em dose tripla no sul (2014) 

    cj ramone - 6 de setembro
    Tal como ocorrido em sua última passagem pelo Rio Grande do Sul em setembro de 2012, a tour de CJ Ramone pelo estado em 2014 ofereceu três momentos para os fãs interagirem com o músico.

    Começando em Novo Hamburgo na noite de 5 de setembro (após tocar em São Paulo, Goiânia, Santos, Uberlândia, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis – num ritmo digno das intermináveis turnês dos Ramones) o ex-ramone se apresentou no Rock Show com abertura dos gaúchos da Tequila Baby, que já gravaram cd/dvd com o ex-parceiro de CJ, Marky Ramone.

    Na serra gaúcha o evento aconteceu no Cond Show Bar, em Caxias do Sul, com abertura da banda local Dones Primata. Em seguida foi a vez dos paulistas da Gritando HC com clássicos como Ande de skate e destrua, Quero ser punk com você e a apropriada Quero meu ingresso pro show dos Ramones.

    Em seguida foi a vez dos Replicantes com Festa Punk, Eu Quero é mucra, Astronauta e outras tantas, chamar a galera pra pista. Os veteranos irmãos Cláudio e Heron Heinz, ao lado do batera Cléber Andrade e de Júlia Barth, fizeram jus aos mais de 30 anos de estrada em show rápido mas com pegada que contou com um guitarrista adicional.

    O som, infelizmente deixou a desejar e acabou comprometendo não só as bandas convidadas mas também a atração principal. Após certa demora, CJ subiu ao palco acompanhado de Steve Soto e Dan Root (ambos do Adolescents) nas guitarras e Michael Wildwood (do D Generation– única mudança na formação que passou por aqui dois anos antes) na bateria.

    No setlist, um mix de canções do novo disco que será lançado em novembro, músicas do álbum Reconquista e, claro, vários clássicos dos Ramones. Chama atenção a predileção pelos primeiros discos do grupo. Exceção feita por Strenght to Endure, nenhuma interpretação remete ao tempo de CJ na banda, inaugurado em estúdio com Mondo Bizarro – e a lista não é pequena: Cretin Family, Scattergun, Makin Monsters for my friends, The Crusher, Main Man, My back pages, The Shape of things to come e Journey to the center of the mind.

    No dia em que se comemora a independência do Brasil foi a vez da capital gaúcha receber o último show desta tour no Bar Opinião – palco onde dois anos antes CJ fizera uma participação especial com os Ratos de Porão tocando Commando.

    Na noite de domingo a abertura ficou por conta dos santamarienses da Lugh. Com presença de palco e composições próprias o punk celta logo deu lugar a uma atração de última hora com a proposta de prestar um tributo aos Ramones mas que mostrou-se uma grande roubada.

    O pano de fundo com seu nome e a parede de tijolos do disco de estréia da banda já decoravam o palco pouco antes das 22h quando CJ e cia deram início ao show que durou pouco mais de uma hora mas, mais recheado que o da noite anterior.

    Algumas variações no set valeram o ingresso de quem pode acompanhar mais de um show. Entre as músicas novas destaque para Clusterfuck, hardcore no estilo Wart Hog. Para I wanna be your boyfriend uma mensagem dedicando a canção aos namorados e namoradas mas também namorados e namorados, namoradas e namoradas.

    Não poderia faltar Three Angels, homenagem a Joey, Dee Dee e Johnny (com a adequada menção a Tommy). Dannys Says foi uma das surpresas da noite, incluída de última hora. R.A.M.O.N.E.S. do Motorhead fechou a noite de reencontro, não só de CJ com os fãs mas de amigos que se encontram a cada evento ramônico. Agora é esperar pelo cd em novembro e pela próxima passagem dos caras por aqui.

    Setlist:
    judy is a punk/ understand me/ what we gonna do now/ commando/ king cobra/ judy is a punk/ ghost ring/ low on ammo/ danny says/ carry me away/ last chance to dance/ rockaway beach/ you’re the only one/ strength o endure/ 3 angels/ won’t stop swinging/ i wanna be your boyfriend/ glad to see you go/ clusterfuck/ one more chance/ 53rd and 3rd/ cretin hop/ blitzkrieg bop/ do you wanna dance/ california sun/ i wanna be sedated/ what’s your game/ i just want to have something to do/ sheena is a punk rocker/ r.a.m.o.n.e.s.

     
  • paulocarames 10:00 em 17/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , ai-5, anarquia planetária e a cena brasileira, , , , camisa de vênus, , , , , , , , , , , , , , , replicantes, , , , silvio essinger,   

    Livro – Punk, anarquia planetária e a cena brasileira 1999 

    anarquia interplanetária-0Punk, anarquia planetária e a cena brasileira é um cuidadoso estudo de Silvio Essinger explorando a cena punk desde os primórdios na segunda metade dos anos 1970 em Londres e Nova Iorque.

    Foi lá que bandas como Sex Pistols, The Clash, Buzzcocks e, claro, Ramones foram precursores deste movimento social/cultural/musical que atravessaria continentes e transporia hemisférios.

    Já no Brasil, o punk paulista (Inocentes, Cólera, Restos de Nada, AI-5, Garotos Podres e Ratos de Porão), carioca (Coquetel Molotov, Descarga Suburbana, Desespero e Eutanásia) e brasiliense (Plebe Rude e Aborto Elétrico) são extensamente abordados. Não ficam de fora Camisa de Vênus e Replicantes, originados em locais mais improváveis.

    Essinger ainda inclui o revival nos anos 1990 com Green Day, Offspring e Rancid e as influências das primeiras bandas no emergente som grunge.

    A editora 34 apadrinha mais uma grande obra sobre a música a exemplo das biografias do Sepultura e Paralamas do Sucesso mas aqui apresentando um gênero, como feito em Blues, da lama a fama. Editora 34, 224 páginas.




     
  • paulocarames 16:05 em 06/03/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , replicantes   

    Carnaval é assim 

     
  • paulocarames 15:34 em 21/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , caminando y cantando, , , macondo, , replicantes, sangue sujo, ,   

    Wander Wildner e Inseto Social se reencontram em Santa Maria 

    Em 19 de novembro fui no show dos Replicantes, aqui em Santa Maria. Um mês depois, fecho a cota hard core deste final de ano com Wander Wildner tocando com a Inseto Social, neste caso, no Macondo Lugar. O show comemorou os 10 anos em que ambos se encontraram em palcos santamarienses, na época a Inseto Social viajou 11 dias a pé no trajeto Santa Maria/Porto Alegre para ganhar direito a se apresentar no Planeta Atlântida daquele ano.
    Diferente da impressão que tive horas antes ao assistir Ratos de Porão, desta vez a frustração foi muito grande. Talvez pelo show dos RDP ter sido memorável. Ou, talvez, por ter ido a um show marcado para começar onze da noite que começou depois das duas da manhã – um completo absurdo.
    Com o show rolando, Wander fez um set solo acompanhado apenas de sua guitarra, apresentando músicas de seu mais novo cd (Caminando y Cantando) e a clássica Sandina, do seu tempo de Replicantes. Nos dois terços seguintes do show ele teve a companhia da Inseto Social, agora interpretando seus sucessos com uma levada rock n’ roll de maneira competente (mesmo sendo chamado de traidor e playboy por alguns presentes).
    Além de músicas do novo álbum, canções de sua carreira solo como Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo, Sou feio mas sou bonito também foram lembradas. Destaque para as covers 2×2 e Amigo Punk além de Eu acredito em milagres (versão para I Believe in Miracles dos Ramones) e Garoto Solitário (Lonely Boy dos Sex Pistols) que fizeram parte do EP da Sangue Sujo, banda de Wander Wildner após sua saída dos Replicantes.
    Simplesmente fui embora na quinta música da excelente Inseto Social sem poder aproveitar o restante do show já que o cansaço naquela altura era demais. Fui, com a certeza que quando os Ramones se apresentarem no Macondo, eu volto lá. Antes disso, NÃO.

     
  • paulocarames 15:27 em 20/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , replicantes, , ,   

    Replicantes abrem show da TSF em Santa Maria 


    Showzaço dos Replicantes, ontem no The Groove Music Hall. Não tava muito a fim de ir, sabe como é: “Quem é Júlia? Replicantes é Gerbase ou Wildner…”, mas acabei indo mesmo assim, em memória a fita K7 que surrei durante o segundo grau ouvindo Astronauta e Sandina.
    E foi bom ter ido, uma verdadeira festa punk. Lugar pequeno e apertado, como tem que ser show hardcore, duas bandas de abertura – já na primeira, problemas técnicos atrasaram a entrada de ambas no palco de tal forma que acabaram não tocando, pois a banda principal entraria pontualmente 1:30.
    Eis que chega a hora e Os Replicantes sobem ao palco com sua formação tradicional mais Júlia Barth nos vocais (que aliás, não ficou devendo nada a seus antecessores) mandando de cara Boy do Subterrâneo. Daí por diante, pogo liberado e os clássicos da banda, Astronauta, Festa Punk, Surfista Calhorda e Nicotina. Músicas menos conhecidas como Só mais uma chance e Papel de mau do disco de mesmo nome de 1989 também foram lembradas, assim como Sangue Sujo do homônimo projeto solo de Wander Wildner logo após deixar a banda em 1990. O show faz parte da divulgação do disco Replicantes 2010 lançado recentemente que além da já citada Sangue Sujo, tem também a regravação de Rockstar – lançado em 1985 no EP Nicotina.
    Por fim, Lugh e TSF entrariam em ação após os Repli. Mas isso já era pra lá de 3 e meia. A esta altura minha carruagem já tinha virado abóbora e acabei indo pra casa sem poder conferir a apresentação. Acabou sendo uma ótima noite de hardcore e no final das contas, com os Replicantes abrindo para a TSF.
    Gravação tosca (meu celular definitivamente não funciona bem à noite) mas vale pelo registro e pra sentir o clima da parada: Tem que ser hard, tem que ser core, tem que ser hardcore.

     
c
escrever novo post
j
post seguinte/ comentário seguinte
k
post anterior/comentário anterior
r
Resposta
e
Editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
vá para login
h
mostrar/ocultar ajuda
shift + esc
Cancelar
%d blogueiros gostam disto: