Marcado como: resenha seriado Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • carames 10:00 em 20/03/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , chuck d, , , , , John C. Reilly, Johnny Knoxville, matt dillon, , , , resenha seriado, rollins band, , Sleater-Kinney, The Henry Rollins Show, , William Shatner   

    Série – The Henry Rollins Show (2006-2007) 

    the-henry-rollins-showO currículo de Henry Rollins é impressionante e extenso. Além de vocalista do Black Flag e de sua Rollins Band, ele já se aventurou pela literatura (com o livro Get in the Van onde narra sua jornada com o Black Flag de 1981 a 1986 e também colaborou na biografia de Johnny RamoneCommando).

    Como ator participou de várias produções como Pânico na Floresta 2 e Timelapse. Na tv atuou na série Sons of Anarchy e teve um programa onde era o anfitrião e que foi ao ar por duas temporadas.

    No The Henry Rollins Show ele recebeu músicos, atores, diretores e artistas em geral para um bate papo e em muitos casos para fazer um som.

    A lista é de convidados é seleta: Billy Bob Thornton, Chris Cornell, Chuck D, Gene Simmons, Jeff Bridges, John C. Reilly, Johnny Knoxville, Matt Dillon, New York Dolls, Ozzy Osbourne, Rollins Band, Slayer, Sleater-Kinney, The Stooges e William Shatner, entre outros.

     
  • carames 10:00 em 13/03/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , , , , resenha seriado,   

    Série – The Office (2005–2013) 

    The OfficeSimplesmente uma das melhores e mais insanas séries de tv já feitas. The Office nasceu da idéia de Ricky Gervais e Stephen Merchant e teve duas temporadas pela britânica BBC antes de ganhar uma adaptação americana.

    Pois foi a segunda que, produzida por Gervais com Steve Carell no papel de destaque, ganhou evidência já na primeira temporada – com Carell ganhando o Globo de Ouro de 2006.

    Filmada com apenas uma câmera a série refletia o cotidiano do mundo corporativo a partir da filial de uma empresa de papel.

    O departamento de vendas, contabilidade, RH… todos eram acompanhados de perto e falavam diretamente para câmera simulando um semi documentário. Carell é o amalucado Michael Scott, Gerente regional da filial de Scranton da Dunder Mifflin.

    Em sua equipe, Dwight Schrute é o Assistente do gerente regional embora constantemente se autointitule Gerente Regional Assistente – reflexo de sua constante busca por ser legitimado como autoridade do escritório.

    No páreo com Dwight está Jim Halpert, outro vendedor destacado e que adora pregar peças no colega (como o clássico grampeador na gelatina). Daí por diante as cenas são no mínimo, constrangedoras.

    Foram 9 temporadas, as duas últimas sem seu principal astro. Para seu lugar e de seu personagem, foi escalado James Spader, mais um gestor inconsequente e egocêntrico.

    Neste guia do politicamente incorreto, reinava o caos em situações que parecem fazer parte do nosso dia a dia mas evoluem para um desfecho surreal. Você nunca mais verá o mundo corporativo da mesma forma.

     
  • carames 10:00 em 27/02/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , resenha seriado, sci-fi, the 4400   

    Série – The 4400 (2004–2007) 

    4400Ambientada em Seattle mas filmada em Vancouver, no Canadá, The 4400 durou 4 temporadas com uma trama que mostrava 4400 pessoas que depois de abduzidas retornam à terra no que parecia ser um cometa.

    Algumas delas ficaram sumidas por meses outras por mais de 50 anos, sendo que nenhuma envelheceu um dia sequer mas voltaram mudadas pela experiência. Poderes telepáticos, controle da mente e premonição são parte dos poderes anormais que começam a ser percebidos.

    O mistério a ser desvendado é a missão destas pessoas ao retornarem, quem as levou e como conseguiram tais poderes. Para eles, o desafio é se readaptar em um mundo que já se acostumava com sua ausência e que agora será alterado pelo seu retorno.

    Apesar do cancelamento após a quarta temporada, dois livros ficaram com o compromisso de garantir o encerramento da trama no que seria o equivalente a quinta e sexta temporadas.

     
  • carames 10:00 em 06/02/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , história, , resenha seriado, The Untold History of the United States   

    Série – The Untold History of the United States (2012) 

    The Untold History of the United StatesDividida em 10 episódios e com narração e direção de Oliver Stone, The Untold History of the United States traça um panorama alternativo da história americana.

    O diretor já abordou parte desta história em obras ficcionais como Nascido em 4 de Julho (Tom Cruise vive um veterano do Vietnã), Nixon (com Anthony Hopkins no papel principal), W. (sobre o ex-presidente George W. Bush) e World Trade Center.

    Agora o tom é documental e Stone começa pelo envolvimento na Segunda Guerra Mundial e revisita a Guerra Fria e o assassinato de JFK (tema de filme dele oscarizado em 1991) de uma perspectiva menos otimista que a habitual propaganda americana capitaneada por Hollywood.

    O legado dos presidentes Bush pai e filho, Bill Clinton e Barack Obama também recebem a lente do diretor controverso que em 2009 produziu e dirigiu Ao Sul da Fronteira, documentário dedicado ao então presidente venezuelano Hugo Chávez – o que desagradou a muitos conterrâneos dadas as recorrentes críticas do venezuelano ao governo dos Estados Unidos.

    Os também polêmicos Richard Nixon e o conflito com forças comunistas no Vietnã são tema obrigatório na história recente da superpotência.

    Lista de episódios:
    Episódio 01: World War II
    Episódio 02: Roosevelt, Truman & Wallace
    Episódio 03: The Bomb
    Episódio 04: The Cold War: 1945–1950
    Episódio 05: The 50s Eisenhower, the Bomb & the Third World.
    Episódio 06: JFK: To the Brink
    Episódio 07: Johnson, Nixon & Vietnam: Reversal of Fortune
    Episódio 08: Reagan, Gorbachev & Third World: Revival of Fortune
    Episódio 09: Bush & Clinton: Squandered Peace – New World Order
    Episódio 10: Bush & Obama: Age of Terror

     
  • carames 10:00 em 30/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Anabeth Gish, bag of bones, , Jason Priestley, Melissa George, pierce brosnan, resenha seriado, ,   

    Série – Bag of Bones (2011) 

    bag of bonesComo boa parte das obras de terror de Stephen King adaptadas para tv ou cinema, Bag of Bones é recheada de imagens perturbadoras e uma trama pesada.

    Um escritor famoso vivido por Pierce Brosnan passa por um bloqueio criativo após a morte da esposa grávida.

    Ele retorna à casa de verão da família. Lá, ao invés de paz ele acaba se envolvendo em uma disputa familiar entre uma viúva e seu sogro e isto logo vira romance.

    Ele precisa lidar também com a constante visita de fantasmas, inclusive de sua esposa, que tenta lhe entregar uma última mensagem. E, claro, ele precisará descobrir segredos da pequena cidade, muito bem escondidos.

    O elenco ainda tem Anabeth Gish (de Arquivo X), Melissa George e Jason Priestley.


     
  • carames 10:00 em 23/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Édgar Ramírez, , , chacal, Ilich Ramírez Sánchez, resenha seriado, terrorismo   

    Série – Carlos (2010) 

    carlos o chacalCarlos foi condenado à prisão perpétua na França por cumplicidade em quatro atentados entre 1982 e 1983 que mataram ao todo 11 pessoas.

    Terrorista renomado àquela época, o venezuelano Ilich Ramírez Sánchez também ficou conhecido por sua incrível capacidade de escapar das tantas tentativas de capturá-lo até ser finalmente preso no Sudão em 1994.

    Na série de 2010 que leva seu nome de guerra, ele é interpretado por Édgar Ramírez, também venezuelano. Ao todo a produção custou 14 milhões de euros e tem mais de cinco horas de duração divididas em três episódios.

    A trama começa em 1973 e acompanha seu ‘trabalho’ para palestinos e soviéticos, o sequestro na reunião da OPEP em 1975 e sua ligação com grupos extremistas da Alemanha que tinha como principal expoente o Baader-Meinhof Group (retratados em filme em 2008).

    A série foi indicada para o Globo de Ouro de 2011 em duas categorias vencendo como Melhor Minissérie ou Filme para Tv .

     
  • carames 10:00 em 16/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , comanche moon, Elizabeth Banks, resenha seriado, Steve Zahn, ,   

    Série – Comanche Moon (2008) 

    comanche moonComanche Moon adapta o romance de mesmo nome publicado por Larry McMurtry em 1997.

    Um grupo de Texas Rangers é enviado à região de Llano Estacado perseguir Índio Veloz, um comanche ladrão de cavalos. O capitão Inish Scull (Val Kilmer) comanda o grupamento mas durante a caçada tem seu cavalo roubado e levado para o México.

    Ele resolve continuar a perseguição a pé e acaba preso por um bandido local – Val Kilmer sendo torturado já vale a série.

    A selvageria dos nativos é destaque enquanto os desbravadores são vistos como colonos vítimas da brutalidade dos peles vermelha que saqueiam fazendas, matam homens a sangue frio e violentam mulheres.

    No elenco Steve Zahn (de Treme) e Elizabeth Banks. A direção é de Simon Wincer, que também dirigiu um episódio de Into the West e Lonesome Dove – com Robert Duvall no elenco e também baseado em obra de McMurtry.

     
  • carames 10:00 em 09/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , over there, resenha seriado   

    Série – Over There (2005) 

    over thereBand of Brothers de 2001 abordava a segunda guerra com muita competência mas com uma distância segura pelos 60 anos que separam os acontecimentos reais da produção da série.

    Over There cobre acontecimentos em outra guerra, a do Iraque, quase que à medida em que eles aconteciam. Dividida em treze episódios, a série conta a incursão da 3ª Divisão da Infantaria do Exército dos Estados Unidos no Iraque em plena guerra ao terror.

    No front a vida não é fácil enfrentando tempestades de areia, missões noturnas em vilas no meio do nada, snipers e homens-bomba. Por outro lado, os poucos que conseguem voltar pra casa (feridos muitas vezes) sofrem com a reabilitação e o processo de se adaptar em uma rotina longe da adrenalina do front.

    Filmada em grande parte no deserto da Califórnia, mostra não só a unidade em missão no front como as famílias que permaneceram nos Estados Unidos. Três anos mais tarde seria a vez de Generation Kill abordar o tema.

     
  • carames 10:00 em 02/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Beau Bridges, , into the west, , Matthew Modine, resenha seriado, , Tom Beringer,   

    Série – Into the West (2005) 

    into the westProduzida por Steven Spielberg, Into the West mostra a conquista do oeste americano e o conflito entre brancos e índios.

    O diferencial é ter feito isto a partir da visão do povo que foi massacrado e confinado em reservas ao invés do habitual ponto de vista dos conquistadores que viam os nativos como selvagens.

    São seis episódios de duas horas de duração, cada um com um diretor diferente. O ponto de partida é um romance entre um branco, que sai da Virgínia em busca de riqueza, e uma índia Lakota – mais um tabu a ser quebrado.

    A série abrange de 1825 a 1891, período da corrida do ouro na Califórnia, do desenvolvimento da região a partir das ferrovias e de intensos embates onde a crueza não cedia espaço à gentileza e prevalecia quem sacava o revólver primeiro.

    No elenco, Beau Bridges, Josh Brolin, Tom Beringer e Matthew Modine.

     
  • carames 10:00 em 28/11/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , , oz, prisão, resenha seriado, violência   

    Série – Oz (1997-2003) 

    Oz - Temporada 1A série criada por Tom Fontana (de Homicide) não tem nada em comum com a obra de L. Frank Baum, O Mágico de Oz.

    A vida em Oswald (Oz como é conhecida), uma prisão de segurança máxima, não tem magia alguma. Um retrato fiel do cotidiano duro das prisões com tensão entre gangues rivais, etnias e religiões que não se toleram e um sistema carcerário incapaz de recuperar os presos.

    A corrupção e a brutalidade dos carcereiros também não ajudam. Dirigida por Leo Glynn, a prisão tem um projeto piloto (chamado Emerald City) conduzido por Tim MacManus onde, como premissa, não é permitido abuso sexual ou drogas em uma tentativa de reintegrar os detentos à sociedade. Claro que não funciona.

    Apesar de cada gangue ter o mesmo número de detentos para evitar que alguma delas se sobressaia, os mafiosos controlam a cozinha, enquanto supremacistas brancos dominam a correspondência e por consequência o contrabando e assim por diante.

    O prisioneiro Augustus Hill é quem narra o cotidiano recheado de abusos, conflitos e mortes. Ainda tem o governador que, sempre que pode, usa o que acontece na prisão para tirar proveito político.

     
  • carames 10:00 em 17/10/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Jesse Mclean, , o guia não oficial de mad men, os reis da madison avenue, , resenha seriado,   

    Livro – O guia não oficial de Mad Men, os reis da Madison Avenue 2011 

    livromadmenguianaooficialSucesso de crítica e de público, com o incrível feito de bater Sopranos em audiência, Mad Men mostra o cotidiano dos homens da publicidade nos anos 1960.

    A série ganhadora do Globo de Ouro e do Emmy de melhor série, além de indicada em diversas outras categorias e premiações, aqui tem suas duas primeiras temporadas dissecadas pelo autor, Jesse Mclean.

    Além da biografia dos principais personagens, um guia de cada episódio em uma estrutura bem bacana: Sinopse; A filosofia de Mad Men; Fatos da Época; Vendendo o Peixe; Imóveis de Manhattan e Drinque da Vez.

    A série ainda tem a seu favor além do elenco premiado, o diretor Alan Taylor (Homicide, Deadwood e Six Feet Under) e o roteirista Marti Noxon (Prison Break).

    O slogan Beber, Fumar, Vender quase descreve Don Draper com precisão, faltou apenas o lado mulherengo do protagonista. Não se deixe enganar pelo ‘não oficial’ do título, o resultado entregue pelo autor é de primeira e ajuda a mergulhar na série com estilo. Editora BestSeller, 288 páginas.

     
  • carames 12:31 em 29/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , james caviezel, Jim Caviezel, Kevin Chapman, Michael Emerson, person of interest, resenha seriado, , Taraji P. Henson   

    Série – Person of Interest (2011-) 

    person of interestApós os atentados de 11 de setembro o governo americano implanta um novo sistema de vigilância capaz de monitorar toda comunicação eletrônica desde e-mails e celulares até câmeras de segurança.

    A ferramenta desenvolvida por Mr. Finch (Michael Emerson) é capaz de prever ameaças terroristas com base nos dados que coleta. Além de dados sobre atentados o sistema também prevê outras ameaças, que afetam o cidadão comum mas que são irrelevantes para os interesses do governo.

    O sistema fornece um número de seguro social do envolvido, podendo ele ser a vítima ou o agressor mas sem determinar quando o crime irá acontecer. Cabe a John Reese (Jim Caviezel) ex-boina verde e ex-agente da CIA descobrir se terá que impedir ou proteger a pessoa em questão.

    Ele utiliza informações de campo de Lionel Fusco (Kevin Chapman), um policial corrupto que se vê obrigado a mudar de lado ao colaborar com a dupla Reese/Finch – força bruta e cérebro das operações.

    Com boas cenas de ação ao estilo dos melhores filmes de Steven Seagal, Caviezel derruba os oponentes na porrada mas quando necessário também dá seus tiros com a precisão de quem foi treinado para ser o melhor.

    A produção é de JJ Abrams (diretor de Star Trek e Super 8) e a direção fica a cargo de Jonathan Nolan (co-roterista de Batman, o cavaleiro das trevas), irmão de Christopher Nolan (diretor de Batman, o cavaleiro das trevas e A Origem).

     
  • carames 10:00 em 22/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , alienígenas, aliens, , , Emily Bergl, , , Heather Donahue, Joel Gretsch, , Matt Frewer, resenha seriado, Ryan Hurst, taken   

    Série – Taken (2002) 

    takenDifícil imaginar uma série com assinatura de Steven Spielberg e que não leve o carimbo de mega produção. Aqui ele volta a abordar a possibilidade de não sermos os únicos no universo, inclusive, esta é uma crença pessoal dele.

    Vencedora do Emmy de melhor série, em 10 episódios, Taken se passa ao longo de 5 décadas e 4 gerações acompanhando 3 famílias: Keys, Crawfords, e Clarkes. Os primeiros incidentes se passam durante a segunda guerra, até que aconteceu o episódio Roswell.

    O elenco tem Dakota Fanning, Matt Frewer, Emily Bergl, Heather Donahue, Joel Gretsch (4400 e V), John Hawkes (As Sessões e Lincoln) e Ryan Hurst (Sons of Anarchy).

    Conspirações ao estilo visto em Arquivo X povoam a trama a medida que geração após geração cada família se vê profundamente envolvida nos planos alienígenas.

     
  • carames 10:00 em 15/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Barry Pepper, , , bobby kennedy, Greg Kinnear, history channel, jackie kennedy, jfk, john f kennedy, Katie Holmes, ReelzChannel, resenha seriado, ,   

    Série – The Kennedys (2011) 

    thekennedysO assassinato do presidente americano John F. Kennedy já foi tema do célebre JFK de Oliver Stone em 1991. Duas décadas mais tarde The Kennedys apresenta não apenas o presidente e sua esposa Jackie Kennedy (Katie Holmes), mas o cerne de sua família e os bastidores do poder.

    Inicialmente sob a batuta do History Channel, a produção foi atacada e a pressão da família (principalmente da filha de Jackie e JFK, Caroline Kennedy e de María Shriver, sobrinha do ex-presidente e ex-mulher de Arnold Schwarzenegger) fizeram com que o canal desistisse e ela quase não fosse exibida.

    Por fim o canal pago Reelz abraçou a bronca e levou ao ar os 8 episódios que trazem à tona a vida de uma das mais emblemáticas famílias americanas e conhecida não só pela relevância política mas pela série de controvérsias que a envolve. De quebra, foi a maior audiência do canal até então.

    Contestada por alguns historiadores, a série mostra um John Kennedy inseguro quanto a se tornar presidente, tarefa que lhe é dada após a morte do irmão mais velho e sonho frustrado do próprio pai.

    Aliás, cada passo dos irmãos John (Greg Kinnear) e Bobby (Barry Pepper de Bravura Indômita) seria meticulosamente orquestrado pelo patriarca Joseph (Tom Wilkinson, em mais uma produção presidencial, a outra foi John Adams).

    E não foram poucos os problemas que tiveram de enfrentar juntos: Baía dos Porcos, crise dos mísseis de Cuba, luta pelos direitos civis além dos casos extraconjugais de JFK, seu posterior assassinato bem como de seu irmão. Uma reconstituição de época cuidadosa que, entre diversas indicações e prêmios, abocanhou 4 Emmys.

     
  • carames 10:00 em 01/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , Benicio del Toro, , , , Brooke Shields, Christopher Reeve, Dan Aykroyd, , Demi Moore, Ewan McGregor, , Joe Pesci, Katey Sagal, Kirk Douglas, , Mark Dacascos, , , resenha seriado, Roger Daltrey, , , Tales from the Crypt, , , Timothy Dalton, Whoopi Goldberg,   

    Série – Tales from the Crypt (1989-1996) 

    Tales from the cryptTales from the Crypt (ou Contos da Cripta) fez muito sucesso nas tardes de terror da Band nos anos 1990. Inspirada nas HQs de William Gaines, cada episódio com cerca de meia hora trazia sempre um conto de terror diferente.

    Ao longo de 7 temporadas foram quase 100 episódios e participações de grandes promessas e outras tantas estrelas consagradas (Dan Aykroyd, Steve Buscemi, Daniel Craig, Timothy Dalton, Roger Daltrey, Mark Dacascos, Benicio del Toro, Kirk Douglas, Whoopi Goldberg, Malcolm McDowell, Ewan McGregor, Meat Loaf, Demi Moore, Bill Paxton, Joe Pesci, Brad Pitt, Iggy Pop, Christopher Reeve, Tim Roth, Katey Sagal, Martin Sheen, Brooke Shields, Slash…).

    Tudo apresentado pelo Guardião da Cripta que ao final proferia uma sentença bem humorada e, ao mesmo tempo, sórdida. Cada história ainda trazia uma lição de moral embutida, algo como ‘o crime não compensa’, por exemplo – mas para os personagens esta era sempre uma lição aprendida a duras penas. A série ainda geraria filmes como Os Demônios da Noite (1995) e O Bordel de Sangue (1996).

     
  • carames 10:00 em 11/07/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , Alley Mills, , Dan Lauria, Danica McKellar, Fred Savage, Jason Hervey, Josh Saviano, Olivia d'Abo, resenha seriado, the wonder years   

    Série – The Wonder Years (1988–1993) 

    the-wonder-yearsThe Wonder Years (no Brasil, Anos Incríveis) estreou em janeiro de 1988 e tornou-se um fenômeno cult. A narração em off do adulto Kevin Arnold costurava em retrospectiva o período de sua adolescência durante os anos 60 e 70.

    A trama gira em torno da paixão de Kevin pela vizinha Winnie Cooper, mas mostra também os conflitos internos da família Arnold. Em plena guerra do Vietnã, sua irmã mais velha (Karen) é uma hippie que vai pras ruas protestar enquanto seu irmão (Wayne) é o clássico bully descerebrado que é o terror dos professores e o motivo de constrangimento para os parentes.

    O pai deles frequentemente chega em casa esgotado e de péssimo humor e os castiga severamente quando Wayne os mete em confusão. A mãe (Norma) é a típica dona de casa do final dos 60 preocupada com o lar, o futuro dos filhos e em agradar o marido.

    Outro elemento importante na trama é Paul Pfeiffer, melhor amigo de Kevin, extremamente inteligente mas alérgico a quase qualquer coisa na face da terra.

    Fazer amigos não era algo fácil naqueles tempos e os dois se juntam a Winnie para formar um trio cuja amizade será testada a cada temporada enquanto a trilha sonora reflete o espírito da época (The Byrds, Beach Boys, Bob Dylan, Beatles, Jimi Hendrix, Steppenwolf, Kingsmen, The Doors, BB King, The Troggs, Joan Baez, Muddy Waters, John Lennon, Neil Young, The Who, The Ventures, Johnny Cash, The Ventures, Creedence Clearwater Revival, Rolling Stones e Grateful Dead).

     
  • carames 10:00 em 04/07/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , David Morse, , john adams, Laura Linney, , resenha seriado, Rufus Sewell,   

    Série – John Adams (2008) 

    JohnAdams_AD_REVMuito antes do filme Lincoln (2012) e a atuação irretocável de Daniel Day-Lewis interpretando o presidente americano morto no exercício do mandato, John Adams (desta vez na telinha ao invés da telona) retratou a vida de outro icônico líder da hoje maior potência mundial.

    John Adams (interpretado com maestria por Paul Giamatti) foi um dos fundadores dos Estados Unidos da América que emancipou-se do império britânico. Ele acabaria por ser também o primeiro vice-presidente e no mandato seguinte, se tornaria o segundo presidente da nova nação. A série, ganhadora de 4 Globos de Ouro e 13 prêmios Grammy destaca não só a carreira do político e advogado mas também apresenta um panorama dos primeiros cinquenta anos do país.

    Tom Hanks foi um dos responsáveis por produzir a série que teve sete episódios e foi dirigida por Tom Hooper – que tem em seu currículo a biografia de Elisabeth I (2005) e do Rei George VI em O Discurso do Rei (2010).

     
  • carames 10:00 em 20/06/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , Powers Boothe, resenha seriado,   

    Série – Hatfields & McCoys (2012) 

    Hatfields-McCoys-Promo-kevin-costner-31115893-1067-1574A trama central de Hatfields & McCoys já é comum na relação entre muitas famílias. Apesar de Anse Hatfield e Randall McCoy lutarem lado a lado durante a guerra civil americana, no retorno ao lar eclode uma briga entre as dinastias dos dois clãs que começa com pequenas discussões e acaba caminhando para o derramamento de sangue.

    Fato é que além das famílias, toda a comunidade em torno delas se vê envolvida no caso real conhecido como o maior conflito entre famílias da história dos Estados Unidos.

    A produção é do History Channel, renomado por suas produções de caráter histórico, e concorreu a mais de uma dúzia de prêmios Emmy no ano passado.

    Destaque, ao lado de Bill Paxton (de Apollo 13), Tom Berenger (de Platoon) e Powers Boothe (de Deadwood) para Kevin Costner (que volta em grande forma após alguns papéis médios no cinema) interpretando ‘Devil’ Anse Hatfield – papel que lhe rendeu o Globo de Ouro de melhor ator em série dramática e tinha ainda, Gerald McRaney (das recentes Southland e Justified)

    Costner assina também a produção executiva e uma faixa dos extras com seu Modern West. A audiência para os três episódios até então foi a maior da tv paga americana.

     
  • carames 10:00 em 13/06/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , James Cromwell, Michael C. Hall, Peter Krause, resenha seriado,   

    Série – Six Feet Under (2001–2005) 

    six feet underUm dos pontos altos de Six Feet Under são as mortes. Sim, parece estranho dizer isto mas entenda que falamos de uma série que se passa na Funerária Fisher & Sons.

    Com a morte do patriarca, a empresa toma novos rumos. O filho do meio e gay assumido David (Michael C. Hall de Dexter) se junta ao irmão Nate (Peter Krause de Dirty Sexy Money) para tocar a empresa, anexa à casa da família onde moram com a mãe e a irmã.

    Uma morte dava início a cada episódio e o tom ora cômico sem ser caricato, ora dramático sem ser mórbido é outro ponto forte. Não raramente, os mortos conversavam com o funcionário que o prepara para seu funeral, tudo claro, uma alegoria para aquilo que se passa de fato na cabeça do funcionário.

    Já o elenco ainda contava com James Cromwell (de American Horror Story e Boardwalk Empire) em mais esta produção da HBO que repetidamente é citada como uma das melhores séries já produzidas. Indicada ao Emmy em diversas categorias, venceu o Globo de Ouro de melhor série dramática em 2001.

     
  • carames 10:00 em 30/05/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Grant Show, Jack Davenport, Lana Parrilla, , resenha seriado, Swingtown   

    Série – Swingtown (2008) 

    swingtownNo subúrbio da Chicago do final dos anos 1970 vivem os casais Miller, Decker e Thompson. Tom Drecker (Grant Show de Melrose Place e Six Feet Under) é um piloto de avião que tem um casamento aberto, ele e Trina (Lana Parrila de 24 horas) buscam juntos aventuras em festas e no trabalho de Tom – o que os distancia muito da realidade mais conservadora do casal Thompson.

    Entre estas duas realidades estão Bruce (Jack Davenport) e Susan Miller (Molly Parker de Dexter, Deadwood e Six Feet Under), divididos pelas novas experiências apresentadas pelo tentador casal Drecker e a ameaça de perder a amizade de longa data com os Thompson.

    Não bastasse os dilemas que envolvem sua vida sexual e o uso de substâncias que dominaram a década, cabe aos Miller criar o casal de filhos em meio a este turbilhão de mudanças e incertezas.

    A ambientação dos treze episódios da série é impecável. Da trilha sonora ao figurino, incluindo as situações cotidianas. Inicialmente rejeitada por HBO e Showtime, a produção acabou na CBS e mais tarde, tornou-se mais uma cancelada já na primeira temporada.

     
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