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  • paulocarames 1:37 em 11/09/2011 Link Permanente | Resposta
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    Série – Arquivo X / The X-Files (1993-2002) 


    Antes da febre por seriados, que hoje toma conta da tv mundo afora, houve uma época em que não existiam downloads de episódios poucas horas após sua exibição nem legendas heroicamente traduzidas e disponibilizadas via redes sociais. Na verdade, a tv a cabo vivia seu reinado e seriados como Taken, 4400, Falling Skies e V que exploram o tema invasão alienígena sequer pensavam existir.

    Me refiro ao hoje distante 10 de setembro de 1993. Foi a data de estréia de Arquivo X, uma série que estabeleceria novos conceitos na tv mundial. Tanto que entre 1994 e 1998 emplacou 4 prêmios Globo de Ouro de melhor série (três deles consecutivos) e ainda um de melhor ator, outro de melhor atriz.

    Antes também do fatídico 11 de setembro de 2001, Arquivo X já imprimia muitas das teorias da conspiração nas quais Michael Moore se debruçaria em sua crítica ao governo Bush. E mais, alienígenas, conspiração governamental e atividades paranormais faziam parte do dia a dia de investigação dos agentes Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) do FBI.

    A trama principal era a busca incansável de Mulder para solucionar o misterioso desaparecimento de sua irmã, supostamente abduzida quando eles eram crianças. Mulder é uma pedra no sapato de seus superiores e um embaraço para a agência que não gostaria de ver seu nome envolvido em investigações sobre ocultismo, fantasmas e outros fenômenos sem explicação comprovada.

    Scully é uma cientista e não compartilha das crenças de Mulder. É então escalada para trabalhar como sua parceira na tentativa de invalidar seu trabalho. Ela vê seu ceticismo abalado a medida que vai se deparando com episódios que ela própria não pode negar nem sequer explicar.

    Além dos mistérios (muito mais criativos que Lost) a serem resolvidos os fãs também colecionaram frases que habitam ainda hoje o imaginário dos Excers, como eram conhecidos os fãs do programa. ‘Eu quero acreditar‘ estampado em um pôster no escritório, com um ovni pairando sobre um campo, dá idéia do quanto o tema extraterrestre foi levado a sério.

    Do epísódio final da primeira temporada saiu ‘Não confie em ninguém‘, antecipando a paranóia que tomaria conta da segunda temporada. Nas temporadas seguintes novos elementos foram sendo adicionados a série como o agente John Doggett (Robert Patrick, o eterno T-1000 do Exterminador do Futuro) e Monica Reyes (Annabeth Gish) que juntaram-se aos sempre presentes Pistoleiros Solitários – três nerds amigos de Mulder que sempre que podiam davam uma ajuda aos detetives.

    Em 2001 eles acabaram ganhando sua própria série que, assim como Arquivo X, foi idealizada por Chris Carter e co-produzida por Vince Gilligan (o mesmo de Breaking Bad).

    Por 200 episódios Mulder e Scully buscaram a verdade até o fim do programa em maio de 2002 totalizando 9 temporadas, fazendo o programa recordista na época com maior tempo de duração. Tudo isto ao som da trilha magistral de Mark Snow e hoje usada em todo programa que retrata fenômenos inexplicáveis ou bizarros.

    A série ainda renderia uma série de livros, vídeos e uma extensa memorabilia que ajudariam a fazer de Arquivo X imperdível e definitivamente inesquecível.

    David Duchovny mais tarde passou a estrelar Californication, voltando em 2008 para estrelar Arquivo X: Eu Quero Acreditar ao lado de sua antiga parceira. A série já tinha rendido um filme em 1998 costurando a trama entre a 5ª e a 6ª temporadas e dando destaque ao principal oponente da dupla, o Canceroso.

    Especula-se sobre a produção de um novo longa metragem para estréia antes do final de 2012. Com o prazo cada vez menor, parece cada vez mais difícil que isto ocorra. Resta aguardar, sabendo que a verdade ainda está lá fora.










     
  • paulocarames 16:30 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
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    Então, Johnny Cash e Elvis Presley são irmãos?: Elvis, Início de uma Lenda / Johnny and June 

    Lado A – Elvis O Início de uma Lenda (Elvis) 2005
    Nos anos 50 Elvis Presley (Jonathan Rhys Meyers) gravou pela Sun Records a música That’s Alright, Mama e a partir de então obteve sucesso meteórico, tornando-se o maior artista da época. Presley teve de servir o exército na Alemanha, neste período perdeu sua mãe, fato que influenciou sua vida desde então.
    Ironicamente, deste ponto em diante tornou-se praticamente um mito. Após sucessos de vendagem Elvis dedicou-se ao cinema nos anos 1960 tendo feito 32 filmes, nem todos aclamados pelo público ou pela crítica.
    Neste filme, além dos maiores sucessos do Rei do Rock, conhecemos seu problema com a dependência em remédios, seu casamento com Priscilla e o misterioso relacionamento com o coronel Tom Parker, seu empresário desde o período seguinte à sua saída da gravadora Sun Records.
    Assim como em Johnny and June que retrata a vida de Johnny Cash, contemporâneo de Elvis, o filme não aborda todo período de vida do astro. Ao invés disto temos 4 horas de uma riquíssima reconstrução dos primórdios da carreira até o show Comeback Special que marcou a volta triunfal do rei após um período de trabalhos criticados no cinema.

    Lado B – Johnny and June (Walk the Line) 2005
    A vida do rebelde e polêmico cantor Johnny Cash (Joaquin Phoenix) desde sua infância, o começo da carreira com as primeiras gravações para a lendária Sun Records e as turnês com Elvis Presley e Jerry Lee Lewis.
    Seu casamento conturbado, sua prisão em decorrência do vício em anfetaminas e sua obsessão pelo seu verdadeiro amor June Carter (Reese Whiterspoon) – que o ajudou a recuperar-se da dependência e retomar o caminho do sucesso com o disco At Folsom Prison de 1968. A história deste ícone da música, permeada pelos seus maiores hits.
    Assim como em Elvis O Início de uma Lenda, Robert Patrick (Arquivo X, e eterno T-1000 de Exterminador do Futuro 2) – que interpretou o pai de Elvis, aqui, interpreta o pai de Johnny Cash.

     
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