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  • paulocarames 10:00 em 10/10/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , Nas Entrelinhas Do Horizonte, , , rock gaúcho   

    Livro – Nas Entrelinhas Do Horizonte 2012 

    livro - nas entrelinhas do horizonteHumberto Gessinger tomou gosto pela escrita. Com a regularidade de quem lançava um disco a cada ano, depois de publicar Pra Ser Sincero, 123 variações sobre um mesmo tema (2010) e Mapas do Acaso, 45 variações sobre um mesmo tema (2011) ele lançou este Nas Entrelinhas Do Horizonte em 2012.

    O título remete a letra de Infinita Highway (nas entrelinhas do horizonte desta highway) lançada em 1987 no disco A Revolta dos Dândis – segundo álbum dos gaúchos Engenheiros do Hawaii.

    O mundo é ímpar, não dá para dividi-lo em duas metades iguais” é uma analogia a estrutura do livro, dividido em duas partes.

    Na primeira O Dia Em Que Deixei de Ser Criança com textos novos e a segunda com reedições de textos já publicados no blog que Gessinger atualiza periodicamente. Editora Belas Letras, 160 páginas.

     
  • paulocarames 10:05 em 11/01/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , longe demais das capitais, marcelo pitz, , , , rock gaúcho   

    Crie suas próprias músicas dos Engenheiros do Hawaii 


    A brincadeira é do site Mundo Perfeito. Você preenche diversos campos de um formulário e está apto a escolher entre três versões de letras Gessingerianas.

    A brincadeira serve apenas para lembrar que, no dia 11 de janeiro de 1985, os Engenheiros do Hawaii faziam seu primeiro show (do qual Humberto Gessinger declara no livro Pra Ser Sincero não lembrar com muitos detalhes). Deste show em diante a banda realizaria outros tantos Brasil afora, no Japão e Estados Unidos.

    Depois de 27 anos e vinte e tantos discos lançados a banda continua sendo a principal referência do rock gaúcho e Humberto Gessinger, um dos principais letristas do rock nacional. Hoje à noite deve rolar uma twittcam para celebrar a data com Gessinger interpretando músicas da sua carreira.


     
    • cherrybo 15:08 em 19/01/2012 Link Permanente | Resposta

      O ponei é puto

      O ponei é puto
      O puto não come ninguém
      O ponei levou um peido na unha
      O puto não come ninguém

      Bis

      Qualquer boneca , seja bizarra
      Bancos de memória, bancas de revistas
      E o joÃO é calvo
      E você está salvo
      Um barco . Um
      Um segundo eterno.
      É bocejar no inferno.
      É torcer em beleza.
      É em tristeza.
      boneca bizarra
      O ponei é puto
      O puto não come ninguém

      Repita 109 vezes até derreter seu cérebro.

    • cherrybo 15:10 em 19/01/2012 Link Permanente | Resposta

      Atrás de um peido

      Não importa se só come

      O joÃO já sabe
      Somos um ponei sem infância
      Atrás de um peido
      Atrás de um barco
      Depois de um trago
      Eu trago um
      E molho a unha
      E moldo a boneca
      Você é bizarra
      sua mãe é bizarra
      que importa um trago

      Bis

      Atrás de um peido
      Atrás de um barco
      Para bocejar
      Para torcer
      Para e fazer estrago
      Depois de um trago

      Repita 94 vezes até ficar loiro(a) e burro(a).

  • paulocarames 16:04 em 17/07/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , olelê, , , , rock gaúcho, ultramen   

    CD/LP – Ultramen: Olelê 2000 


    Lançado em duas versões o segundo disco da Ultramen misturava com competência: samba rock, rap, reggae e acordes mais pesados. Não bastasse a excelente sonoridade das gravações, nos shows a banda conseguia (literalmente) amplificar suas virtudes sonoras.

    Neste disco lançado pela Rockit!, Tonho Crocco (voz), Zé Darcy (bateria), Pedro Porto (baixo), Júlio Porto (guitarra), Marcito (percussão), Malásia (percussão) e DJ Anderson (toca-discos) ainda contaram com as participações especiais de Buiú (D.R.O.), Baze (Da Guedes) e Black Alien (Planet Hemp).

    No embalo das 13 músicas do CD eles lançaram também um EP com um apanhado de 6 músicas extraídas do CD e que representam bem a sonoridade da banda. No lado A uma pegada mais samba rock enquanto ficou reservado para o lado B do bolachão a parte mais pesada e viajandona do disco.

    Antes da dissolução da banda em 2009 eles ainda lançou outros dois discos de estúdio e participou do projeto Acústico da MTV ao lado de Wander Wildner, Bidê ou Balde e Cachorro Grande.

    Músicas do CD:
    01 – Ultramanos
    02 – Esse É O Meu Compromisso
    03 – General
    04 – Bem Mal
    05 – Preserve
    06 – Olelê
    07 – Dívida
    08 – Não Me Empurra
    09 – Johnny
    10 – A Estrada Perdida
    11 – Exodus
    12 – Peleia
    13 – A Estrada Perdida (Dub)

    Seleção para o LP:
    A 01 – Olelê
    02 – Dívida
    03 – Preserve
    B 01 – Peleia
    02 – Esse É O Meu Compromisso
    03 – General

     
  • paulocarames 13:20 em 07/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 45 variações sobre um mesmo tema, , , , , , , Mapas do Acaso, , , rock gaúcho   

    Livro – Mapas do Acaso, 45 variações sobre um mesmo tema 

    “As coisas mudam de nome, mas continuam sendo religiões”. Quem diria que a frase impressa em 1988 no encarte de Ouça o que eu digo, não ouça ninguém acabaria por definir o próprio artista. Seja com os Engenheiros do Hawaii, Gessinger Trio, Pouca Vogal ou ainda, na literatura, o culto gessingeriano permanece inabalado.
    Humberto Gessinger é um artista de trilogias. Quem é fã vai entender: a trilogia das cores, a cada três discos um ao vivo, os discos gerúndios, etc. A mais nova trilogia de Gessinger é literária (e para isto, não estou contando Meu Pequeno Gremista, livro sobre futebol destinado ao público infantil).
    Depois de Pra Ser Sincero, 123 variações sobre um mesmo tema, chegou às livrarias este ano Mapas Do Acaso, 45 Variações Sobre Um Mesmo Tema que serve para que Humberto passe o seu passado a limpo e é, analogamente a um disco de vinil, o lado B da primeira obra.
    Se em sua incursão anterior ele dissecava a trajetória dos Engenheiros do Hawaii, nesta obra o tom é mais intimista. Menos linear e escrito a partir de crônicas, ou melhor ‘notas mentais para uma próxima vida’, o livro não deixa de lado as frases feitas, clichês habituais na composição deste engenheiro há 25 anos na estrada.
    Ponto para letras inéditas incluídas ao final do livro que a exemplo do primeiro, compila a letra de algumas das principais músicas compostas por HG. O projeto gráfico reproduz a já conhecida estética presente nos álbuns do grupo e também em Pra ser sincero. Resta aguardar a seqüência desta trilogia que tem em seu segundo capítulo uma boa opção de leitura, para gessingerianos ou não. Editora Belas Letras, 144 páginas.

    Nota mental para hoje:
    Após vasta divulgação nas redes sociais web afora, Humberto aporta hoje em Santa Maria para divulgação e sessão de autógrafos de seu mais novo livro na Livraria Nobel à partir das 16h e à noite para show do power duo Pouca Vogal.
    Post composto no outono de 2011 utilizando o editor do wordpress.

     
  • paulocarames 1:33 em 12/01/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , augusto licks, , , , , , , , revolta dos dândis, , rock gaúcho   

    LP/CD – Engenheiros do Hawaii: A Revolta dos Dândis 1987 

    Em 11 de janeiro de 1985 os Engenheiros do Hawaii faziam seu primeiro show, começando sua trajetória de sucesso. Segundo disco da carreira dos Eng Haw, A Revolta dos Dândis foi lançado em 1987 e registra a banda em um momento de mudança: a sonoridade passa a lembrar menos o SKA do que seu antecessor (Longe Demais das Capitais de 1986); Augusto Licks substituia Marcelo Pitz enquanto Humberto Gessinger dedicava-se ao baixo; Foi o marco inicial da trilogia ‘Cores da bandeira do Rio Grande’ e também da identificação com as engrenagens, marca registrada da banda a partir de então.
    A abertura do disco ficou por conta de A Revolta dos Dândis I que era seguida por Terra de Gigantes cujo clipe ficou bastante conhecido. Ela inicialmente não tinha bateria (fato que preocupava a gravadora pois fatalmente não tocaria nas rádios apesar de seu potencial para fazer sucesso) recebeu uma curtíssima virada de bateria – provavelmente a mais breve na história da música e teve sua letra retirada do encarte do disco em uma espécie de “autosabotagem” do grupo.
    Confirmando a excentricidade que marcaria o álbum, Infinita Highway com seis minutos, apesar de extensa para os padrões radiofônicos, tinha alguns trechos que haviam sido escritos ainda na adolescência de Gessinger e tornou-se definitivamente o hino da banda.
    Refrão de Bolero é uma balada frequente ainda hoje nos sets acústicos da banda e faz com que os músicos sejam frequentemente questionados a respeito de “Quem é Ana?”. O lado A do LP encerrava com a interessante Filmes de Guerra, Canções de amor que sobreviveu ao tempo e batizou o álbum desplugado de 1993.
    O lado B reservava uma sonoridade mais sombria, começando com A revolta dos Dândis II, passando para Além dos Outdoors. Na sequência a arrastada e excelente Vozes contrastava com a veloz Quem tem pressa não se interessa, uma referência ao livro O Ser e O Nada de Jean-Paul Sartre. Por fim a balada rock, Desde Aquele Dia e Guardas da Fronteira (com participação de Julio Reny) encerram o álbum.
    Na reunião de apresentação do disco a impressão dos executivos foi “Esse disco é um Boeing com tanque cheio. Poder ir longe… Se não explodir na decolagem”. Bom, o que explodiu foi a carreira da banda – e no bom sentido.

    Logo abaixo você confere o clipe da já citada Terra de Gigantes e um vídeo via Twitcam feito por Humberto Gessinger poucas horas atrás celebrando o distante 11/01/1985.

    Tracklist da versão CD:
    01.”A Revolta Dos Dândis I” – 4:10
    02.”Terra De Gigantes” – 3:59
    03.”Infinita Highway” – 6:11
    04.”Refrão De Bolero” – 4:34
    05.”Filmes De Guerra, Canções De Amor” – 4:02
    06.”A Revolta Dos Dândis II” – 3:13
    07.”Além Dos Outdoors” – 3:33
    08.”Vozes” – 3:35
    09.”Quem Tem Pressa Não Se Interessa” – 2:27
    10.”Desde Aquele Dia” – 3:30
    11.”Guardas Da Fronteira” – 4:31

    Humberto via Twitcam

     
  • paulocarames 3:01 em 01/10/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: 123 variações sobre um mesmo tema, , , , , , , , Pra Ser Sincero, , rock gaúcho   

    Livro – Pra Ser Sincero, 123 variações sobre um mesmo tema 

    É consideravelmente difícil encontrar uma boa referência bibliográfica que aborde o rock nacional, imagine o rock gaúcho então. As principais fontes de informação sempre foram revistas especializadas e artigos em cadernos de cultura de jornais locais.
    Lançado em 11 de janeiro deste ano, no aniversário do primeiro show da banda, Pra Ser Sincero narra os 25 anos da carreira de Humberto Gessinger e por consequência a saga dos Engenheiros do Hawaii – do começo improvável em 1985 passando pelos primeiros discos, as turnês internacionais e diferentes formações, culminando no recente projeto Pouca Vogal (que além de Humberto conta com Duca Leindecker da Cidadão Quem).
    Em 304 páginas além da história da banda e de seu messiânico líder, contada nas palavras do próprio Gessinger, estão presentes as letras de 123 das principais músicas de sua carreira e uma grande quantidade de fotos e capas de revistas estampadas pelos responsáveis por hinos como Infinita Highway, O Papa é Pop e Longe Demais das Capitais.
    Um registro há muito merecido e aguardado pelos fãs e que segue a máxima Gessingeriana refletindo a temática de seus lançamentos fonográficos: uma composição repleta de clichês e trocadilhos, a identidade visual característica dos Eng Haw e outros tantos detalhes que fizeram deles o maior expoente que o rock gaúcho já teve.
    Parafraseando a nota final do livro, assim como as notas que encerravam os encartes de cada LP da banda,
    Post composto na primavera de 2010 utilizando o editor do wordpress. Editora Belas Letras, 304 páginas.

     
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