Marcado como: rock n’ roll Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 21:46 em 18/07/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , guia do roqueiro aprendiz, It's a long way to the top (if you wanna rock n' roll), rock n' roll   

    Video – Guia do roqueiro aprendiz 

    Pra quem ainda sofre com os males do axé e do pagode um recado:
    It’s a long way to the top (if you wanna rock n’ roll)

     
  • paulocarames 1:35 em 09/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , assassinato de john lennon, , , capítulo 27, chapter 27, , Killing of John Lennon, , , rock n' roll   

    Há 30 anos, John Lennon era assassinado: Capítulo 27 / O Assassinato de John Lennon 

    Lado A – Capítulo 27 (Chapter 27) 2007
    No dia 8 de dezembro de 1980 Mark David Chapman, um lunático fã dos Beatles, assassinou John Lennon na porta de seu prédio, o edifício Dakota em Nova York. Capítulo 27 é uma referência ao livro O Apanhador no Campo de Centeio de JD Salinger que foi encontrado em posse de Chapman quando este foi preso. O livro contém 26 capítulos e o 27º seria a continuação da história, já que Mark Chapman inúmeras vezes dizia se chamar Holden Caufield, nome do protagonista fictício e que daria continuação a obra. O filme mostra três dias de Chapman rondando o prédio de Lennon e conta com a participação de Lindsei Lohan no papel de Jude, uma garota que simpatiza com o assassino ainda no período em que ele preparava-se para abordar seu ídolo. É ela que sugere a ele comprar um disco do ex-beatle para que o cantor pudesse autografá-lo. Diferente de O Assassinato de John Lennon, desta vez Chapman é visto como uma pessoa extremamente perturbada e determinada a acabar com seu ídolo, que no seu ponto de vista, era um hipócrita por cantar o fim da propriedade e da riqueza e ainda assim andar pela cidade em carros caros com motorista e morar num endereço elegante em Nova York.

    Lado B – O Assassinato de John Lennon (The Killing of John Lennon) 2008
    “Eu era ninguém até que matei o maior alguém da Terra” – foram as palavras de Mark Chapman, assassino de John Lennon. Em O Assassinato de John Lennon, boa parte da narrativa se passa na mente de Chapman que é o enfoque principal do filme, mostrando Lennon de maneira muito discreta. O filme começa em Honololu de onde Chapman parte em direção a Nova York deixando pra trás sua esposa. Lá chegando, não consegue encontrar o alvo de sua ira, deixando de lado momentaneamente o sentimento de raiva que toma conta de si. Numa segunda tentativa ele faz uma vigília em frente ao edifício onde o ex-beatle mora com a família conseguindo finalmente o desfecho desejado. O álbum Double Fantasy autografado por Lennon e que foi usado pela polícia como evidência do crime na época, foi recentemente a leilão por R$ 850 mil, este é provavelmente o mais valioso artefato relacionado ao rock que se tem notícia.

     
    • Leandro 20:45 em 11/12/2010 Link Permanente | Resposta

      Tenho Catcher In The Rye (apanhador no campo de centeio), alias foi indicado pela minha querida mãe pq ela era e é muito fã de John Lennon, ela leu e nao gostou, eu li e achei bom, apesar de ser um livro um tanto rebelde 😀

  • paulocarames 23:47 em 08/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , estados unidos contra john lennon, , , rock n' roll, us vs john lennon   

    Filme – Os Estados Unidos Contra John Lennon (The U.S. vs. John Lennon) 2006 

    Mostra a mudança na vida de John Lennon no período de 1966 a 1976 quando transformou-se de músico de sucesso e compositor de baladas em ativista político e anti-guerra. Com o final dos Beatles logo após Abbey Road, Lennon investe em sua carreira solo contando com o apoio de sua mulher Yoko Ono. Morando em Nova York ele passa a ser alvo do governo americano que tenta silenciá-lo e expulsá-lo do país por conta de suas críticas e protestos contra a guerra que os Estados Unidos travavam no Vietnã. Com imagens recuperadas de diferentes momentos de Lennon durante sua conturbada estadia em Nova York o documentário vai além e motra também a guerra sangrenta que era travada num território distante, a luta pelos direitos civis e os escândalos do governo Nixon, um período de intensas mudanças na vida dos americanos.

     
  • paulocarames 0:33 em 04/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , rock n' roll   

    Paul McCartney saúda fãs brasileiros 

    Ensaiando para sua passagem pelo Brasil o ex-Beatle gravou um depoimento em sua página no youtube para os fãs brasileiros. Paul apresenta a turnê “The Up and Coming” no próximo domingo, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre com ingressos esgotados.

     
  • paulocarames 23:19 em 28/10/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , rock n' roll   

    Viva Elvis 

     
  • paulocarames 0:33 em 11/10/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , , , rock n' roll,   

    A onda das biografias 

    Houve um tempo (pareço velho falando, mas se a vida começa aos 30, recém fiz dois anos, hehe). Vamos de novo… Houve um tempo em que informação era algo dificílimo de se obter. Tome isto no sentido literal, pois durante a ditadura toda informação era controlada e após este período continuou sendo difícil conseguir informação a respeito de qualquer coisa: política, música, literatura, educação, notícias em geral, etc.

    Quero pinçar para este post apenas a questão musical. Nos anos 80 deixamos um pouco de lado a fama de terra do carnaval para tentar ser o país do rock com o Rock in Rio, Hollywood Rock e toda a safra de bandas do rock nacional oitentista. Por outro lado, no tempo do disco de vinil, ficávamos sabendo que um artista havia lançado um álbum vários meses depois do acontecido.

    Com o passar do tempo surgiram revistas que davam conta das últimas notícias mas nada que fosse muito a fundo no que acontecia com as bandas, fossem elas nacionais ou não, e as biografias existentes eram disponíveis somente em versões importadas, para poucos privilegiados com dinheiro e fluência em inglês suficientes.

    Hoje a conversa é outra, muitos discos estão disponíveis na internet antes mesmo de chegarem às lojas além das notícias que, em tempo real, são disseminadas em blogs, fóruns e portais na web. Na contramão disto tudo, um formato secular tem nos últimos anos preenchido uma lacuna e corrigido uma antiga injustiça. Em tempos de celebridades instantâneas e bandinhas de araque feitas por conveniência, é um alívio que tenhamos acesso a tantos títulos que nos deixam a par de tudo aquilo que nos foi negado naquele período.

    E não falo somente da extensa lista (logo abaixo alguns exemplos) de artistas estrangeiros que tiveram sua vida retratada em biografias recentemente lançadas por aqui em bom português. As bandas nacionais também perceberam a chance de preencher a lacuna deixada pela queda na receita com a venda de cds e ocuparam espaço nas prateleiras das livrarias do país.

    Afinal, ao contrário da música que evoluiu existindo hoje em outros suportes (evolução é em primeiro lugar mutação, não obrigatoriamente melhoria) e embora fiquem tentando vender aparatos modernos que prometem fazê-lo, a literatura ainda não encontrou um substituto adequado para o livro impresso.
    Sendo assim, escolha um gênero ou um artista e boa leitura.

    Pra Ser Sincero: 123 variações sobre um mesmo tema (Eng Haw)
    Mapas do Acaso, 45 variações sobre o mesmo tema (Eng Haw)
    Eu Sou Ozzy (Ozzy Osbourne)
    Paralamas do Sucesso, vamo batê lata
    Heavy Metal – A História Completa
    Slash, biografia
    Quando os gigantes caminhavam sobre a terra (Led Zeppelin)
    Let there be rock, a história da banda (AC/DC)
    Kiss, por trás da máscara
    Coração Envenenado, minha vida com os Ramones (Dee Dee Ramone)
    Hey Ho Let’s Go, a história dos Ramones
    Paul Mccartney, uma vida
    Vida (Keith Richards)
    Acorda Hip Hop
    Blues, da lama a fama
    Magia Do Reggae
    Come as you are, a história do Nirvana
    Sexo, drogas e Rolling Stones
    Elvis, a vida na música
    O Diário dos Beatles
    Titãs, a vida até parece uma festa
    Kurt Cobain, fragmentos de uma autobiografia
    Kurt Cobain, mais pesado que o céu
    Não Devemos nada a você
    Marcelo D2, vamos fazer barulho
    O Que é Punk
    The Doors por The Doors
    Ultraje a rigor, nós vamos invadir sua praia
    RPM, revelações por minuto
    Johnny Cash, uma biografia
    Almanaque Do Rock
    A Filosofia do Punk, mais do que barulho
    Fodido e Xerocado, a cena punk revelada
    Mate-me Por Favor, uma história sem censura do Punk
    Ramones: An American Band
    Ramones: Tratamento de Choque
    Commando: the Autobiography of Johnny Ramone
    Ramones: Hey! Ho! Let’s Go! A História dos Ramones
    Ramones: Ramones (33 1/3)
    On the Road with The Ramones
    I Slept with Joey Ramone: A Family Memoir
    Barulho: uma viagem pelo underground do rock americano
    Ramones, the complete twisted history
    Dave Grohl – Nada a Perder
    Pearl Jam – Duas Décadas de Sucesso
    Elvis Presley e a Revolução do Rock
    O Retorno do Rei – a grande volta de Elvis Presley
    Metallica – A Biografia
    Não Devemos nada a Você
    Titãs – a vida até parece uma festa
    Titãs – Caminhos Titânicos
    Rage Against the Machine – Guerreiros do Palco
    Crescendo com os Sex Pistols
    Punk – Anarquia Planetária e a Cena Brasileira
    The New York Dolls – Do Glitter Ao Caos
    Neil Young: Autobiografia

     
    • Mateus 14:43 em 11/10/2010 Link Permanente | Resposta

      Pois é, eu sempre digo que nasci na época errada e depois eu paro pra pensar: de que adiantaria eu ter vinte e tantos anos na década de 80, se naquela época eu talvez não tivesse acesso a um Metallica, Iron e Slayer assim como teria à Legião Urbana, por exemplo.
      Por um lado é preferível ter a modernidade como aliada, fazer uso da disseminação desenfreada e que por vezes banaliza tudo por meio da internet… mas se não somos contemporâneos de épocas “sagradas” (musicalmente falando), pelo menos hoje temos acesso à essas obras que nos proporcionam a cultura que não teríamos 20 anos atrás. é viver no presente pra desfrutar o passado.

    • Heloisa 1:34 em 11/01/2011 Link Permanente | Resposta

      concordo totalmente
      kkkkk

  • paulocarames 16:22 em 27/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , foxboro hot tubs, , , , rock n' roll   

    CD – Foxboro Hot Tubs: Stop Drop and Roll!!! 2008 


    Se você cansou da linha que o Green Day adotou em seus últimos discos ou nunca chegou a gostar, Foxboro Hot Tubs é uma ótima pedida para dar um tempo na nova sonoridade da banda, embora não seja necessariamente uma volta ao velho punk rock do começo da carreira. Trata-se de um projeto paralelo que segundo o próprio Billie Joe Armstrong, vocalista da banda, “a única diferença entre as duas bandas é o nome”.
    Nem tanto já que este álbum em nada lembra as melodias elaboradas que fizeram parte dos dois últimos discos da banda, tão pouco trata-se de um cd punk como o clássico Dookie de 1994. Inicialmente haviam sido liberadas 6 músicas para download no myspace e no site do grupo. O cd conta ainda com outras 7 faixas totalizando 13 canções rockabilly de ótima qualidade inspiradas no rock dos anos 1960.

    01. “Stop Drop and Roll” 2:25
    02. “Mother Mary” 2:46
    03. “Ruby Room” 2:01
    04. “Red Tide” 2:58
    05. “Broadway” 3:30
    06. “She’s a Saint, Not a Celebrity” 2:26
    07. “Sally” 3:02
    08. “Alligator” 2:25
    09. “The Pedestrian” 2:15
    10. “27th Ave. Shuffle” 2:50
    11. “Dark Side of Night” 2:57
    12. “Pieces of Truth” 3:04
    13. “Cyrus is epic” 1:30

     
  • paulocarames 17:12 em 18/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , rock n' roll   

    Jimi Hendrix (27/11/1942 – 18/09/1970) 

    Há 40 anos morria Jimi Hendrix. Poderia fazer como de costume e elaborar uma resenha sobre sua vida e sua obra. Porém, meu grande amigo Márcio Grings fez um trabalho de pesquisa tão completo que seria vergonhoso fazer outra coisa aqui que não fosse simplesmente citar seu post como fonte de informação ao invés de tentar rascunhar algo:

    O Rei da Guitarra

     
  • paulocarames 18:13 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , rock n' roll   

    Johnny Cash: 26/02/1932-12/09/2003 

    Em 12 de setembro de 2003 o mundo perdia Johnny Cash aos 71 anos devido ao diabetes. Cash cresceu no Arkansas, serviu na força aérea americana na Alemanha onde comprou um violão. Recém casado e de volta aos Estados Unidos, mudou-se para Memphis com sua esposa Vivian Liberto, onde formou o grupo Tennessee Two.
    Após as primeiras gravações pela Sun Records (incluindo Cry Cry Cry e Folsom Prison Blues), passou a excursionar com Elvis Presley e Jerry Lee Lewis no final dos anos 50. Na década seguinte já com a carreira em alta, o Homem de Preto viciou-se em anfetaminas e viu sua imagem de fora-da-lei criar ainda mais forma quando foi preso em 1965 contrabandeando-as em seu violão. O problema com as drogas e o consequente divórcio afetaram sua carreira que continuava, mas sem uma regularidade criativa.
    Em 1968 lançou um disco, gravado na penitenciária de Folsom na Califórnia, que reergueu sua carreira. Meses mais tarde ele casaria com June Carter que tornou-se sua parceira também nos palcos, até sua morte (Johnny partiria 4 meses após ela).
    Nas décadas de 1970 e 1980 Cash continou lançando discos apesar da queda em sua popularidade até que na década de 1990 junto com o produtor Rick Rubin deu início ao projeto American Recordings onde regravou, entre outros, Kris Kristofferson, Soundgarden, Beck, Hank Williams e Nine Inch Nails. Este projeto revigorou sua carreira até que, com sua morte em 2003, sua fama foi ainda mais impulsionada por uma série de biografias, documentários e discos póstumos.
    Além da participação em alguns filmes (como o faroeste O Duelo, ao lado de Kirk Douglas), lançou quase duas centenas de discos e vendeu cerca de 50 milhões de álbuns. Teve sua obra incluída na trilha sonora de inúmeras produções – como em The Sarah Connor Chronicles (inspirada na trilogia O Exterminador do Futuro). Na cena final onde um agente do FBI tenta capturar o exterminador, Cash cantando sobre alguém que veio a terra e que agora decide quem deve viver e quem deve morrer parece ter sido feita sob medida.

    Para saber mais sobre Johnny Cash:
    Livro – Johnny Cash: Uma Biografia/
    DVD – Johnny Cash: The Anthology 2001/
    Clipe – Johnny Cash: Hurt/
    Cd – Johnny Cash: At Folsom Prison 1968/
    Clipe – Johnny Cash: Ain’t No Grave/
    Cd – The Highwaymen: The Highwaymen 1985/
    Cd – Johnny Cash: American IV – The Man Comes Around-2002/
    Filme – Johnny and June (Walk the Line) 2005/

     
  • paulocarames 16:30 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , Reese Whiterspoon, , , rock n' roll, walk the line   

    Então, Johnny Cash e Elvis Presley são irmãos?: Elvis, Início de uma Lenda / Johnny and June 

    Lado A – Elvis O Início de uma Lenda (Elvis) 2005
    Nos anos 50 Elvis Presley (Jonathan Rhys Meyers) gravou pela Sun Records a música That’s Alright, Mama e a partir de então obteve sucesso meteórico, tornando-se o maior artista da época. Presley teve de servir o exército na Alemanha, neste período perdeu sua mãe, fato que influenciou sua vida desde então.
    Ironicamente, deste ponto em diante tornou-se praticamente um mito. Após sucessos de vendagem Elvis dedicou-se ao cinema nos anos 1960 tendo feito 32 filmes, nem todos aclamados pelo público ou pela crítica.
    Neste filme, além dos maiores sucessos do Rei do Rock, conhecemos seu problema com a dependência em remédios, seu casamento com Priscilla e o misterioso relacionamento com o coronel Tom Parker, seu empresário desde o período seguinte à sua saída da gravadora Sun Records.
    Assim como em Johnny and June que retrata a vida de Johnny Cash, contemporâneo de Elvis, o filme não aborda todo período de vida do astro. Ao invés disto temos 4 horas de uma riquíssima reconstrução dos primórdios da carreira até o show Comeback Special que marcou a volta triunfal do rei após um período de trabalhos criticados no cinema.

    Lado B – Johnny and June (Walk the Line) 2005
    A vida do rebelde e polêmico cantor Johnny Cash (Joaquin Phoenix) desde sua infância, o começo da carreira com as primeiras gravações para a lendária Sun Records e as turnês com Elvis Presley e Jerry Lee Lewis.
    Seu casamento conturbado, sua prisão em decorrência do vício em anfetaminas e sua obsessão pelo seu verdadeiro amor June Carter (Reese Whiterspoon) – que o ajudou a recuperar-se da dependência e retomar o caminho do sucesso com o disco At Folsom Prison de 1968. A história deste ícone da música, permeada pelos seus maiores hits.
    Assim como em Elvis O Início de uma Lenda, Robert Patrick (Arquivo X, e eterno T-1000 de Exterminador do Futuro 2) – que interpretou o pai de Elvis, aqui, interpreta o pai de Johnny Cash.

     
  • rafael86 2:55 em 10/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: estado das coisas, , neto fagundes, rock de galpão, rock n' roll   

    Rock de Galpão 

    E quem é que disse que não da pra misturar rock e bagualismo? Rock de galpão é a junção de Estado das coisas e Neto Fagundes vale a pena ouvir!

     
  • paulocarames 4:05 em 07/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , James Burton, , John Fogerty, John Mayer, , , Kid Rock, , , mean old men, Mick Jagger, , Ringo Starr, rock n' roll, Ronnie Wood, Shelby Lynne, Sheryl Crow, ,   

    CD – Jerry Lee Lewis: Mean Old Man 2010 

    Ainda na onda das novidades, previsto para ser lançado nesta terça, Mean Old Man, novo disco de Jerry Lee Lewis que no ano passado passou pelo Brasil, incluindo Porto Alegre, com sua turnê Last Man Standing.
    Aqui o lendário membro do Million Dollar Quartet (os outros eram Elvis Presley, Johnny Cash e Carl Perkins) assim como no album anterior, faz dobradinhas com figuras pra lá de carimbadas em releituras de vários clássicos.
    A faixa Mean Old Man (Kris Kristofferson) foi gravada em parceria com Ronnie Wood, ao melhor estilo Johnny Cash. Aliás, Sunday Morning Coming Down, também composta por Kristofferson e popularizada por Cash foi incluída na edição deluxe. O disco será lançado em duas versões:

    Versão Simples:
    01 – Mean Old Man (Ronnie Wood)
    02 – You Can Have Her (Eric Clapton/James Burton)
    03 – Sweet Virginia (Keith Richards)
    04 – Rockin’ My Life Away (Kid Rock/Slash)
    05 – Roll Over Beethoven (Ringo Starr/John Mayer/Jon Brion)
    06 – Bad Moon Rising (John Fogerty)
    07 – Dead Flowers (Mick Jagger)
    08 – You Are My Sunshine (Sheryl Crow/Jon Brion)
    09 – Whiskey River (Willie Nelson)
    10 – Middle Age Crazy (Tim McGraw/Jon Brion)

    Versão Deluxe:
    01 – Mean Old Man (Ronnie Wood)
    02 – You Can Have Her (Eric Clapton/James Burton)
    03 – Dead Flowers (Mick Jagger)
    04 – Middle Age Crazy (Tim McGraw/Jon Brion)
    05 – Rockin’ My Life Away (Kid Rock/Slash)
    06 – You Are My Sunshine (Sheryl Crow/Jon Brion)
    07 – Swinging Doors (Merle Haggard/James Burton)
    08 – Hold You In My Heart (Shelby Lynne)
    09 – I Really Don’t Want To Know (Gillian Welch)
    10 – Railroad to Heaven (Solomon Burke)
    11 – Sweet Virginia (Keith Richards)
    12 – Roll Over Beethoven (Ringo Starr/John Mayer/Jon Brion)
    13 – Bad Moon Rising (John Fogerty)
    14 – Please Release Me (Gillian Welch)
    15 – Whiskey River (Willie Nelson)
    16 – Sunday Morning Coming Down
    17 – Will The Circle Be Unbroken (Mavis Staples/Robbie Robertson/Nils Lofgren)
    18 – Miss The Mississippi and You

     
  • paulocarames 1:29 em 06/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Editora 8inverso, , , , johnny cash uma biografia, , rock n' roll   

    Livro – Johnny Cash, uma biografia 

    Publicado pela primeira vez na Alemanha em 2006, este livro ganhou versão em português no ano passado pela editora 8inverso de Porto Alegre. Trata-se do relato em quadrinhos da apresentação de Johnny Cash em 1968 na prisão de Folsom Prison, que na época virou disco. Reinhard Kleist retrata em preto-e-branco e com detalhismo além da apresentação, a trajetória do polêmico Homem de Preto sem negligenciar passagens de sua infância e adolescência. Destaque especial para a transposição das principais músicas para HQ e uma galeria de ilustrações no final do livro. Também ganhou espaço nesta biografia o detento Glen Sherley que escreveu Greystone Chapel, mais tarde gravada por Cash.
    “A vida errante de Cash como um solitário, patriota, um rebelde contra o sistema do music business em uma história escrita de forma a agradar não apenas os fãs do cantor” declarou Kleist.
    A apresentação em questão é a mesma abordada na cinebiografia do cantor (Johnny and June – Walk the Line, 2006) porém, com enfoque um pouco diferente. No entanto, ambos fundamentais para conhecer a obra deste artista singular que lançou quase duas centenas de discos e que morreu em 2003. Editora 8inverso, 224 páginas.

     
    • MARCELE 1:33 em 06/09/2010 Link Permanente | Resposta

      Johnny Cash NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO.

      • carames 1:43 em 06/09/2010 Link Permanente | Resposta

        como assim???? é a semana JOHNNY CASH. até dia 12. um post por dia.

      • annestreep 2:24 em 06/09/2010 Link Permanente | Resposta

        ninguém merece Johnny Cash, só tu e a Malú Magalhães ah ah!

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