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  • paulocarames 10:00 em 06/03/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Curiosidades do Western, , , , , , , , Sergio Leone,   

    Livro – Curiosidades do Western 2003 

    livrocuriosidadesdowesternEngana-se quem imagina o faroeste como mero filme de tiroteio ou com foco no conflito entre colonos e indígenas. O Western ou Faroeste é um gênero que abriga outros tantos em si próprio.

    Situado em um determinado local no tempo e espaço da história norte-americana o Western pode ser classificado como drama, romance, ação e até mesmo comédia.

    Ao lado de Publique-Se A Lenda: a história do western e 100 Anos de Western, Curiosidades do Western celebra o centenário do gênero com um guia rápido de obras que ajudam a mergulhar na mística do velho oeste.

    Uma interessante seleção de fotos e dados pitorescos estimulam a curiosidade do leitor a conhecer mais de obras clássicas e outras menos conhecidas. Opera Graphica Editora, 144 páginas.


     
  • paulocarames 10:00 em 13/02/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , , , Publique-Se A Lenda, , Sergio Leone,   

    Livro – Publique-Se A Lenda: a história do western 2004 

    livro-publiquesealendaO autor, A. C. Gomes de Mattos, é professor de História do Cinema Americano e aborda nesta obra os principais elementos do western, os primeiros filmes, a era mais clássica e o western moderno – embora produzido em menor escala, mantendo a mística e resultando em grandes produções.

    Mattos empresta o título para o livro de uma frase do clássico O Homem Que Matou o Facínora (1962) de John Ford: “No Oeste, quando a realidade se converte em lenda, publicamos a lenda.”. Na trama, James Stewart, John Wayne e Lee Marvin compõe a história de um senador americano que ainda jovem fica famoso após a morte de um renomado bandido da região.

    O autor faz uma minuciosa pesquisa e entrega, além de um panorama abrangente do western, detalhada ficha técnica e breve sinopse de uma filmografia selecionada proporcionando aos leitores uma experiência mais completa.

    Lançado durante a celebração do centenário do gênero, é acompanhado por 100 Anos de Western ajudando na perpetuação de atores, diretores e obras excepcionais. Editora Rocco, 224 páginas.


     
  • paulocarames 2:20 em 01/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , enio morricone, , por um punhado de dólares, por uns dólares a mais, Sergio Leone, três homens em conflito, trilogia   

    Filme – Trilogia do Homem Sem Nome (1964/1965/1966) 

    Clinton Eastwood Jr nasceu em San Francisco no dia 31 de maio de 1930. No final dos anos 1950 Clint Eastwood começou sua carreira em filmes como a ficção Tarântula (1959) e seriados de tv como Rawhide, um faroeste com o qual ele teve sua ambientação com o gênero que o consagraria nos anos seguintes.

    Por um Punhado de Dólares (Per un pugno di dollari) 1964:

    Na década de 1960 o cinema sofria com a concorrência da tv, fato que enfraquecia o faroeste, gênero consolidado na tela grande. Eis que o diretor Sergio Leone convida o jovem Clint para filmar na Europa. O projeto é inspirado em Yojimbo (1961), de Akira Kurosawa.

    Na trama, Clint interpreta um pistoleiro que chega à cidade de San Miguel, na fronteira dos Estados Unidos com o México. A cidade é disputada por duas gangues de pistoleiros, uma contrabandeia armas e a outra, bebidas.

    O pistoleiro sem nome (em momento algum dos três filmes ele diz o próprio nome) passa a matar sob ordem dos dois grupos, ganhando dinheiro de ambos lados e causando uma guerra de consequências irreparáveis.

    Este foi o pontapé do que seria conhecido como Western Spaghetti, faroestes sanguinolentos ambientados na Itália que desmontaram o mito do oeste americano justo. Com pistoleiros solitários e lacônicos que era uma mera aposta de filme barato e violento foi um tremendo sucesso garantindo mais duas sequências. Por um punhado de dólares e o próprio Yojimbo ainda seriam inspiração para O Último Matador (1996) com Bruce Willis.

    Por alguns Dólares a mais (Per Qualche Dollaro in Più) 1965:

    Gravado na região de Almeria (Espanha), a segunda parte da saga apresenta o herói sem nome como um caçador de recompensas que rivaliza com o coronel Douglas Mortimer (Lee Van Cleef) na caça a um bandido procurado, El Indio.

    Vagando pelo oeste em busca de novos alvos ele se depara com o cartaz oferecendo recompensa pela captura do personagem interpretado por Gian Maria Volonté.

    Diante da impossibilidade de eliminar um ao outro e não tendo conseguido capturar seu alvo, eles resolvem unir forças e tentam infiltrar-se disfarçados no bando de El Índio na tentativa de prendê-lo.

    Ennio Morricone marca presença nos três filmes da franquia criando a trilha sonora definitiva do gênero.

    Três Homens em Conflito (The Good, The Bad and The Ugly) 1966:

    O episódio final desta trilogia apresenta o personagem de Clint Eastwood (o bom do título) com uma pontaria sem igual. Ele é responsável por prender Tuco (o mal) e entregá-lo à justiça recebendo uma recompensa por isso.

    Tuco é solto por seu comparsa momentos antes de ser enforcado. Cada vez que fazem isto o valor pela sua captura aumenta e eles vão faturando cada vez mais às custas da ingenuidade das autoridades.

    Após uma ruptura entre os dois eles se juntam ao imoral personagem de Lee Van Cleef (o feio) em busca de um tesouro abandonado pelo exército confederado em meio à guerra civil americana.

    O final do filme reserva um duelo a três, ao embalo da emblemática trilha de Morricone, para decidir quem ficará com o tesouro. A câmera registra cada momento de tensão no rosto dos pistoleiros culminando num final mais do que original. Toque de mestre para encerrar esta obra-prima que revigorou um gênero e revelou um astro.

    Clint Eastwood voltaria a ter um papel marcante em um faroeste com seu Os Imperdoáveis (1992), filme que lhe rendeu Oscar de melhor filme e melhor diretor. Dirigiu a cinebiografia do saxofonista Charlie Parker, fez sucesso ao interpretar o violento policial Harry Callahan na franquia de sucesso Magnum 44. Voltou a ganhar um Oscar, desta vez pela direção de Menina de Ouro (2004). Eastwood, já com oito décadas de vida atuou como ator em mais de 60 filmes, foi diretor e produtor de pelo menos 30 nos mais variados gêneros demonstrando sua versatilidade. Go ahead, make my day.

     
  • paulocarames 0:03 em 09/02/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , , , , Sergio Leone, true grit,   

    Livro – 100 Anos de Western 

    O Grande Roubo do Trem de 1903 é o pontapé inicial na saga dos Western (ou faroestes  como são conhecidos no Brasil) e também do livro 100 Anos de Western – A epopéia do velho oeste no cinema, obra de Primaggio Mantovi. A partir deste filme mudo do começo do século passado o gênero se desenvolveu e se estabeleceu tendo consagrado muitos atores e diretores. O mestre John Ford realizou clássicos e épicos enquanto Sergio Leone fez uma revolução com os western spaghetti. Quanto aos atores, John Wayne, James Stewart, Clint Eastwood e até Ronald Reagan (que mais tarde seria eleito presidente americano) tiveram papéis marcantes assim como Lee Van Cleef destacou-se como o bandido clássico.
    Apesar de ter sofrido forte concorrência da televisão na década de 1950, o faroeste permaneceu forte e ampliou seu leque com diversos filmes abordando diferentes temáticas. Os filmes narravam o conflito entre o homem branco e os nativos norte-americanos além dos duelos entre xerifes e gangues de pistoleiros. Havia também aqueles em que prevaleciam romances ou em oposição a isto, abordavam temas como a vingança, assaltos e crimes. Enfim, diversão para toda a família.
    Com a chegada dos anos 80 o faroeste foi dado como morto. Dança com Lobos (90), Os Imperdoáveis (92), Dead Man (95) e Pacto de Justiça (03) demonstram que, se o lançamento de diversas obras por ano não é mais uma realidade, ao menos os poucos faroestes tardios são repletos de qualidade, excelente narrativa e atuações irretocáveis.
    A refilmagem de Bravura Indômita (filme homônimo de 1969 que deu a John Wayne o único oscar de sua carreira) é uma prova da qualidade das obras ainda produzidas concorrendo ao oscar em 10 categorias. Voltando ao livro, repleto de fotografias e dados históricos, recria o ambiente e retrata diversos fatos que ajudaram a criar o mito que envolve o Bang Bang. Em edição limitada e numerada, é fundamental para quem curte um duelo ao pôr-do-sol. Opera Graphica Editora, 144 páginas.

     
  • paulocarames 16:15 em 30/08/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Charles Bronson, Desejo de Matar, , Ennio Morricone, Era uma vez no oeste, , , , Sergio Leone   

    Era uma vez Paul Kersey: Era uma vez no oeste / Desejo de matar 

    Charles Bronson (nascido Charles Dennis Buchinsky em 3 de novembro de 1921) morreu no dia 30 de agosto de 2003 aos 81 anos em consequência de uma pneumonia. Entre tantos filmes, Bronson estrelou a sequência Desejo de Matar, diversos faroestes e também um filme ao lado de Elvis Presley (Kid Galahad, 1962) em que o rei do rock aprendia a lutar boxe.

    Lado A – Era uma Vez no Oeste (C’era una volta il West) 1968
    Fruto de uma parceria entre Sergio Leone, Dario Argento e Bernardo Bertolucci, o roteiro original previa cerca de oito horas de filme. No fim das contas o filme foi feito com “somente” 3 horas de duração e é o equivalente ao Pulp Fiction dos faroestes dada a violência apresentada. Jill (Claudia Cardinale) é uma ex-prostituta que tem sua nova família assassinada pelos capangas de um ganancioso dono de ferrovia que tem planos de expandir-se passando pelas terras da família. Ela é ajudada por um pistoleiro sem nome (Charles Bronson) que busca um acerto de contas com o vilão Frank (Henry Fonda). Um filme antológico, especialmente pela trilha sonora de Ennio Morricone e pela sequência inicial que dura 14 minutos sem diálogo, onde três homens esperam a chegada de um trem.

    Lado B – Desejo de Matar (Death Wish) 1974

    Paul Kersey é um pacato arquiteto que vive tranquilamente em Nova York até que três marginais invadem sua casa, estuprando sua filha e assassinando sua mulher. A partir da inércia da polícia, Paul decide atuar como um vigilante justiceiro. Começa então, a andar armado e a eliminar todo e qualquer bandido ou ladrão que cruza seu caminho. É perseguido por um policial insatisfeito com a ação do vigilante. Filme que deu início a uma série total de 5 filmes.

     
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