Marcado como: Soulfly Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 10:00 em 07/03/2014 Link Permanente | Resposta
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    Soulfly – Bloodshed 

     
  • paulocarames 11:00 em 29/01/2013 Link Permanente | Resposta
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    Max Cavalera: turnê com Ramones foi ponto alto da carreira 

    Jeff Maki, do site Live-Metal.net, conduziu em novembro de 2009 uma entrevista com o vocalista e guitarrista Max Cavalera (SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY, ex-SEPULTURA). Confira alguns trechos da entrevista abaixo:

    Live-Metal.net: NAILBOMB foi um projeto temporário? Você algum dia consideraria fazer outro disco do NAILBOMB, talvez com uma colaboração diferente ou algo do tipo?

    Cavalera: “Não, o NAILBOMB na verdade acabou. Foram apenas dois álbuns que fizemos, ‘Point Blank’ e ‘Proud to Commit Commercial Suicide’. Eu ainda toco algumas das faixas do NAILBOMB ao vivo de tempos em tempos. Muitos fãs curtem, muitas pessoas estão perguntando a respeito, mas não vou mais fazer nada com a banda. Nós a mataríamos, sabe? Nós terminamos com ela”.

    Live-Metal.net: É, eu achei que era algo completamente único na época, algo completamente inesperado. Me impressionou muito. É quase como se houvesse um culto de seguidores da banda e do álbum.

    Cavalera: “Sim, eu escuto muito isso sobre o NAILBOMB.”

    Live-Metal.net: Digamos que daqui a 20 anos alguém tenha o livro de história do metal. Onde você acha que o seu legado estará? No SEPULTURA ou no SOULFLY, e por que?

    Cavalera: “Eu acho que seria com ambos. Porque o SEPULTURA foi uma grande parte disso, também, porque nós apresentamos uma banda do Brasil. Foi algo inédito naquela parte do mundo com uma banda de heavy metal. Então fomos os primeiros em muitas coisas – primeira banda da América do Sul, primeira banda brasileira. Os álbuns que eu fiz com eles, até o ‘Roots’, são álbuns legendários. As pessoas os consideram álbuns muito, muito legais, que mudaram a vida de muitas pessoas. Também há o SOULFLY, que é outro capítulo que está se desdobrando agora, enquanto falamos. Então, ambos”.

    Live-Metal.net: Você disse “até o ‘Roots’. Eu na verdade estava ouvindo o “Roots” no caminho para cá e eu acho que [é um álbum incrível. Na sua opinião, “Roots” é um álbum menor ou é só o que você escuta da perspectiva dos fãs?

    Cavalera: “Você tem fãs do SEPULTURA que gostam de diferentes discos. Alguns deles gostam do ‘Arise’, alguns deles gostam do ‘Chaos A.D.’, alguns deles gostam do ‘Beneath the Remains’. Alguns deles gostam do ‘Roots’ — diferentes álbums para diferentes pessoas. Eu fico satisfeito por gostarem dele [do “Roots”] — eles gostam do álbum, então eu acho que isso é o que importa”.

    Live-Metal.net: Como o NAILBOMB, “Roots” foi meio inesperado — o disco estava cheio de surpresas.

    Cavalera: “Nós adotamos uma abordagem diferente. Toda a viagem até os índios [a tribo Xavante, no Mato Grosso] e a coisa toda foi realmente única — o visual da capa do disco com o índio, aquilo foi inédito no metal. Eu acho que até Dave Grohl disse que aquele foi o álbum que, para ele, mudou o metal. Ele disse isso em uma entrevista, e eu achei legal, vindo de alguém tão ‘grande’ quanto ele. Então eu fico contente que o álbum tenha conseguido tudo isso, e eu ainda toco ‘Roots [Bloody Roots]’ toda noite — a canção ‘Roots’ é um clássico, é algo que eu tenho que tocar — uma ‘música obrigatória do Max. E eu me divirto muito fazendo isso, de verdade.”

    Live-Metal.net: Quais foram os pontos altos e baixos da sua carreira com o SEPULTURA ou o SOULFLY?

    Cavalera: “Os mais baixos foram a morte do Dana [Wells, enteado de Max] e a separação do SEPULTURA, que aconteceram ao mesmo tempo. Na época, eu até pensei em desistir da música por um tempo — foi um período realmente depressivo. Os mais altos… Eu acho que com o SEPULTURA foi a turnê com os RAMONES no Brasil. Aquilo foi incrível. Foram apenas cinco shows — era a turnê do ‘Chaos A.D.’ e o promotor decidiu trazer os RAMONES para fazerem cinco shows, juntos, SEPULTURA e os RAMONES. E os shows lotaram, isso se espalhou como fogo selvagem. E pra mim foi uma turnê legendária, viajando com uma banda como os RAMONES, dividindo o palco com eles. Eles eram ótimos caras, muito legais. Aquela turnê foi ótima. Foi no meu país, e eu toquei na minha cidade natal [Belo Horizonte]. Eu acho que o show na cidade natal foi o ponto mais alto. Cinco mil pessoas aparecem na minha cidade natal, todos fãs do SEPULTURA, então foi ótimo”.

    Live-Metal.net: CAVALERA CONSPIRACY, isso é como o NAILBOMB? Uma coisa temporária?

    Cavalera: “Não, na verdade o CAVALERA CONSPIRACY vai continuar. É algo que eu vou carregar por um longo tempo — acho que enquanto eu puder. É ótimo tocar com o Igor [Cavalera, baterista] — é meu irmão, e é uma enorme conexão com o passado. E é ótimo fazer discos com ele. Eu adorei fazer o álbum ‘Inflikted’. Foi tão divertido gravar com ele novamente. Sem pressão, foi apenas divertido. É divertido estar em um estúdio com ele e detonar aquelas canções e só observar o álbum ganhar vida. E muitas pessoas estão perguntando pelo segundo. Está nos planos. Em algum momento do ano que vem, ou coisa assim”.

    Fonte: Whiplash.

     
  • mateus 21:45 em 24/10/2012 Link Permanente | Resposta
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    Não tá fácil pra ninguém: baterista do Soulfly abandona a música 

    Estrada? Rock n’ roll? Fama?

    Já tem gente desistindo até de ser rockstar para pensar no futuro. É a consciência de que nem todo músico vai chegar a ser um Lemmy, um Gene Simmons ou um Angus Young.

    O baterista David Kinkade, no Soulfly desde o ano passado, anunciou que a turnê asiática deste ano seria sua última atividade como músico. Depois disso, estaria abandonando tudo: banda, bateria e música.

    Segundo o site hornsuprocks.com, ontem, 23 de outubro, teria sido o último show de David no Hollywood Awards em Bangkok, Tailândia.

    David afirma que “a música não fornece um ‘plano B'”, referindo-se aos limites humanos que podem se esgotar dentro de alguns anos, não dando garantia nenhuma de “aposentadoria”.

    “A música não garante nada, não há plano de aposentadoria, nada que possa apoiar a mim ou minha família quando meu corpo não aguentar mais. Não posso mais correr pra cama de mamãe quando alguma coisa der errado. Pessoas dependem de mim e não posso mais ser egoísta. Preciso focar no que é real ao invés de viajar em um sonho.”

    David também disse que nunca passaria de um músico contratado e que, apesar de ter conseguido ter ido mais longe do qua a maioria consegue, não consegue ver glamour na vida que leva na estrada.

    Referindo-se à sua noiva, filhos, mãe e avô o (ex)-baterista afirma: “as únicas pessoas que significam algo pra mim, e fico feliz de tomar essa decisão aos 29 anos, e não aos 39”.

     
  • paulocarames 1:34 em 25/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Max Cavalera deve lançar autobiografia em breve 


    Previsto para 2012 o lançamento da autobiografia de Max Cavalera. A empreitada está sendo tocada pelo escritor britânico Joel McIver, responsável por obras sobre Metallica, Motorhead e Slayer. A introdução deve ficar a cargo do atarefado Dave Grohl (eles tocaram juntos no projeto Probot) e entre os entrevistados estão Ozzy Osbourne e Chino Moreno (Deftones).

    Em 1999 uma biografia escrita por André Barcinski e Silvio Gomes retratava as origens da banda que revelou Max para o mundo. Ao lado de seu irmão e do baixista Paulo Jr e do guitarrista Andreas Kisser, eles mudaram a cara do trash metal mundial com o Sepultura.

    Após lançar o aclamado Roots em 1996, Max deixou a banda e criou o Soulfly (banda que lidera até hoje) e o projeto Cavalera Conspiracy (ao lado de seu irmão Igor Cavalera) além do Nailbomb (projeto com o qual lançou dois discos).

    Max falou ao programa The Bone’s a respeito de sua autobiografia e também da morte de seu enteado Dana Wells, assassinado em 1996.






     
  • paulocarames 3:05 em 27/07/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , black crowes, , , , , , burzum, , , , , , , , , , , hole, , , , , , , limp bizkit, , , , , , , , , , , , , , , , , significado nome das bandas, Soulfly, , , ,   

    Origem do nome de algumas, várias, bandas… 

    AC/DC – A irmã de Angus e Malcolm Young, Margaret, criou o nome. Aparentemente ela achou a sigla em um eletrodoméstico, e achou que casava bem com a banda, visto que tinha a ver com eletricidade (AC/DC é um indicativo de corrente contínua e alternada). Depois descobriram que era também uma gíria que designava bissexuais mas já era tarde. São infundadas as versões de que o nome seria uma sigla para Anti-Christ/Dead-Christ (anticristo, cristo morto).
    Aerosmith – O nome Aerosmith não significa absolutamente nada. Foi proposto por Joey Kramer e segundo Steven Tyler foi o único nome entre vários propostos que ninguém odiou.
    Alice In Chains – Paródia masoquista de Alice no País das Maravilhas. A idéia inicial (que nunca chegou a acontecer) era de tocarem covers de Slayer usando vestidos.
    Anthrax – É o nome de um microorganismo desenvolvido para guerra bacteriológica. Ficou famoso após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, quando a banda chegou a cogitar mudar de nome.
    Audioslave – Primeiro, a banda foi batizada Civilian. Mas acontece que já existia uma banda de nome Civilian, e foi preciso procurar outro nome. Chris Cornell (vocalista) sugeriu Audioslave e ninguém na banda ousou discordar. Só que também já existia um Audioslave. Desta vez, a banda resolveu entrar em acordo com a banda homônima para continuar sendo Audioslave. (Colaborou: Leonardo Apolinário)
    B. B. King – Abreviatura para “Blues Boy King”.
    Beastie Boys – Beastie quer dizer animalesco. Porém o nome dessa banda é na verdade um acrônimo para “Boys Entering Anarchistic States Toward Internal Excellence” (Rapazes Entrando em um Estado Anárquico Visando a Excelência Interna).
    Black Crowes – O nome original da banda era Uncle Crowe’s Garden, tirado de historia infantil.
    Black Flag – A bandeira preta é a bandeira dos piratas. É também uma marca de inseticida. Quando Adam Ant tocou na Califórnia, membros da banda distribuiram bottons com os dizeres “Black Flag kills ants!” (Black Flag mata formigas). Ainda segundo Henry Rolins, se inspiraram no nome do Black Sabbath.
    Black Sabbath – Um Sabbath Negro é uma reunião de bruxas e feiticeiras. A banda se chamava Earth e resolveu assumir o nome de uma música composta por Geezer Butler, inspirada em um suspense do novelista Denis Wheatley.
    Blur – A banda na verdade se chamava SEYMOUR porem uma das condições em seu primeiro contrato era de se mudar o nome para um contido em uma lista oferecida pela gravadora. Blur foi escolhido como a melhor opção.
    Bob Dylan – Seu nome verdadeiro é Robert Zimmerman. Achando o nome excessivamente étnico e sendo grande admirador do poeta Dylan Thomas, ele mudou para Bob Dylan.
    Burzum – Significa “Mais Trevas” na língua fictícia inventada por JRR Tolkien para seu livro “O Senhor Dos Anéis”. Essa banda de Black Metal está atualmente desativada pois seu fundador está descansando na penitenciária após ter assassinado Euronymous da banda Mayhem.
    Bush – Alusão a “Sheperd’s Bush”, bairro em Londres.
    CBGB’s – Templo Nova Yorquino para o new wave, punk e thrash. O nome completo do lugar é CBGB and OMFUG, lendo “Country, Bluegrass, Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers”.
    Clash – Tirado de manchete do jornal “A Clash With Police”. Paul Simmon teve a idéia e todos concordaram.
    Dead Kennedys – Kennedys mortos era uma alusão aos assassinatos do presidente John Fitzgerald Kennedy e seu irmão senador Robert Fitzgerald Kennedy. Uma citação famosa de East Bay Ray (guitarrista) sobre este assunto: “Um Show dos Dead Kennedys no dia 22 de novembro, aniversário da morte de John Kennedy, não seria de mau gosto? Claro! Mas os assassinatos também não são de mau gosto?”
    Engenheiros do Hawaii – Tudo começou em 1984 na Faculdade de Arquitetura em Porto Alegre, onde o grupo estudava. Existia uma rixa entre o pessoal de arquitetura e engenharia. Os estudantes se envolviam em rixas curriculares, filosóficas, estilos de vidas, etc. Enfim, o pessoal da arquitetura inventou um apelido para acabar com os inimigos. “Todo estudante de arquitetura é meio arrogante, acha que os engenheiros estão abaixo. Tinha um pessoal na engenharia que usava aquelas roupas de surfista, e, para irritá-los, nós fazíamos questão de chamá-los de ‘engenheiros’ e, mais do que isso, ‘engenheiros do hawaii’, que é um paraíso meio kitsch”. Na época, havia uma explosão de bandas punk, todas com nomes heróicos entre elas: Cavaleiros do apocalipse, Virgens Nucleares, Titãs, etc. Disse Humberto: “Sempre me assustou essa coisa heróica da música pop, porque te leva a ser meio semideus. Engenheiros do Hawaii era um nome desmistificador, ninguém nos levaria muito a sério. É um nome que até hoje nos protege de nos encararem como sacerdotes”. (Colaborou: Leandro Silva)
    Exploited – Explorado.
    Faith No More – Fé Nunca Mais. O nome anterior era Sharp Young Men, que depois mudou para Faith No Man quando seu crooner era Mike “The Man” Morris. Quando Morris saiu em 1982, evoluíram para Faith No More.
    Foo Fighters – Gíria originada durante a Segunda Guerra Mundial significando UFO’s (OVNI’s). A palavra Foo é uma corruptela do francês “feu” significando “fogo” ou “fou”, significando “insano”. Dizem que tudo começou quando um grupo de pilotos da aeronáutica tentaram atirar em possíveis UFO’s.
    Green Day – Trata-se de uma referência a maconha. Um dia verde é um dia em que você deixa de fazer suas obrigações para ficar fumando. Também cotado como inspiração, uma placa no filme “Soilent Verde” escrito “Green Day”. A banda se chamava Sweet Children.
    Guns N’Roses – Tirado dos nomes de Tracii Guns e Axl Rose ou de suas respectivas bandas, LA Guns e Hollywood Roses.
    Heavy Metal – Termo criado pelo autor beatnick William Burroughs nos anos sessenta sem nenhuma relação a música. Steppenwolf em “Born to be Wild” é o primeiro a usá-lo, “Heavy Metal Thunder”, referindo-se ao barulho alto do motor das motorcicletas.
    Hole – Frase da mãe de Courtney, “Você não pode seguir com um buraco (hole) na cabeça só porque teve uma infância ruim”.
    Iggy Pop & The Stooges – Iggy adotou este apelido em 64/65 no High School (2º Grau) por conta de ser o baterista da banda The Iguanas. Essa banda chegou a lançar um compacto em 1965. Stooges é homenagem aos Três Patetas (The Three Stooges).
    Iron Maiden – O nome “Iron Maiden” foi tomado do filme “The Man in The Iron Mask”. A “donzela de ferro” é um instrumento de tortura composto de uma caixa repleta de lanças pontiagudas em seu revestimento interior onde o condenado era trancafiado. “Donzela de Ferro” é também um dos apelidos da ex-primeira ministra inglesa Margareth Tatcher.
    Johnny Rotten – “Joãozinho Podre” ganhou seu apelido por causa dos seus dentes poderes.
    Kiss – Significa Beijo. O nome foi escolhido por soar perigoso e sexy. O acrônimo “Knights In Satan’s Service” (“Cavaleiros a Serviço de Satã”) foi uma inteligente e lucrativa maneira para ajudar evangelistas a colocarem o medo de Deus no homem comum.
    Korn – Varias versões propagadas pela própria banda. Referente a lenda urbana sobre um homem que comeu milho estragado e teve diarréia. Corruptela para Kiddy Porn (Pornografia Infantil). Ou não quer dizer nada mas a banda gostou do nome assim mesmo.
    Led Zeppelin – O baterista do the Who, Keith Moon, achou que a banda de Jimmy Page, que ainda se chamava The New Yardbirds, era pesada como chumbo e flutuava como um Zepelim. Daí Lead Zeppelin (Zepelim de Chumbo). Um Zepelin trata-se de um balão dirigível em forma de charuto. Mais tarde o nome foi mudado para Led Zeppelin para não ter dúvidas quanto à pronúncia.
    Limp Bizkit – O nome Limp Bizkit surgiu durante uma conversa entre o vocalista Fred Durst e um amigo que diz que seu cérebro parece um “limp biscuit” (uma bolacha amolecida). Ele gostou da idéia e adotou o nome.
    MC5 – “Motor City Five” são cinco hippies de Detroit, cidade cujo o apelido é Motor City pela pesada industria automobilística existente.
    Megadeth – Depois de sair do Metallica, Dave Mustane formou sua banda e a batizou com um nome inspirado no termo militar “megadeath”. Uma megadeath é a morte de um milhão de pessoas, portanto, exemplificando, a Segunda Guerra Mundial obteve 80 megadeaths.
    Metallica – Lars Ulrich ajudava um amigo bolar o nome de um metal fanzine. Uma das sugestões foi Metallica que não foi aproveitado para a revista. Lars então pegou para ele.
    Motorhead – Cabeçote de motor. Gíria para quem está sempre tomando anfetamina e nome de uma poderosa anfetamina que o vocalista Lemmy usava quando fazia parte da banda Hawkwind. Era também o nome de uma das músicas deste seu primeiro grupo.
    Muddy Waters – Águas Lamacentas. Seu nome é McKinley Morganfield e ganhou seu apelido em uma referência as águas lamacentas do Mississippi de onde ele vem.
    Nirvana – Estado avançado de espírito na cultura hindú.
    Nofx – Forma simplória para “no effects” (“sem efeitos”). Uma banda punk honesta não quer mesmo muita parafernália tecnológica no som.
    Offspring – Tiraram o nome do filme B “The Offspring – They Were Born To Kill” (Os Decendentes – Eles Nasceram Para Matar).
    Pearl Jam – Uma das prováveis origens do nome Pearl Jam tem a ver com uma geleia (jam em inglês) feita pela avó de Eddie Veder (chamada Pearl) cuja composição incluía peyote. Outras versões informam que Pearl Jam seria gíria, significando esporra. Eles quase se chamaram de “Mookie Blaylock” em homenagem a um jogador de basquete.
    Pennywise – Nome do palhaço no livro “It” de Stephen King.
    Pink Floyd – O nome Pink Floyd é a junção dos nomes de dois antigos músicos de Blues, Pink Anderson e Floyd Council (Dipper Boy), que influenciaram Syd Barret. Syd nomeou a banda com o nome de um dos discos da dupla, The Pink Floyd Sound, mais tarde abreviado para Pink Floyd. Por pouco eles não se chamaram de “Anderson Council” ou “Megadeath”.
    Radiohead – Tirado da música “Radio Head” dos Talking Heads.
    Rage Against The Machine – A primeira banda do vocalista Zack De La Rocha se chamava Inside Out, e chegou a lançar um CD. O nome do segunto CD desta banda seria Rage Against The Machine, mas esse segundo CD nunca chegou a ser lançado. Zack então aproveitou o nome para a sua nova banda.
    Ramones – O Beatle Paul McCartney usou o pseudônimo Paul Ramone durante a primeira excursão dos Beatles à Escócia. A banda tomou emprestado dele o sobrenome.
    Rolling Stones – Pedras Rolantes. Brian Jones escolheu o nome por causa da frase “A rolling stone gathers no moss” (Pedras rolantes não criam limo) e da música Rollin’ Stone, ambas frase e canção de Muddy Waters.
    Rush – Estavam todos preocupados pois já tinham uma apresentação marcada porem ainda não tinham nome. O irmão mais velho de John Rustley deu como suggestão Rush.
    Sex Pistols – O nome da banda foi baseado no nome da loja de Malcolm McLaren (Sex). É também uma conotação para o pênis.
    Soulfly – Alma Voa. Max Cavalera homenageou seu afilhado falecido.
    Supergrass – Grass (grama) é gíria para maconha.
    Ultraje à Rigor – Durante uma festa em que se apresentavam, Roger pensou em Ultraje, mas achou punk demais para a época. Resolveu perguntar a Edgard Scandurra (então guitarrista da banda), que chegou no meio da conversa e, sem entender direito a pergunta, disse: “Que traje? O traje a rigor?”
    White Zombie – Título de filme B estrelado por Bela Lugosi.
    ZZ Top – De acordo com o livro “Z.Z Top: Bad and Worldwide”, o nome foi inspirado num poster do bluesman texano chamado Z.Z. Hill. Queriam também um nome que sugerisse o melhor (“top”).

    O post completo e o significado do nome de outras bandas você confere no blog da Putzgrila

     
  • paulocarames 22:48 em 15/12/2010 Link Permanente | Resposta
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    Sepultura vs Max Cavalera 

    A relação entre os integrantes do Sepultura e Max Cavalera (ex-membro e fundador da banda) anda abalada ultimamente, ainda mais do que o normal. Max deixou a banda em 1997 por desentendimentos com os demais membros e em seguida formou o Soulfly, banda com a qual excursiona e lança cds desde então. Em 2006 foi a vez de seu irmão, o baterista Igor Cavalera deixar o Sepultura. Os dois lançaram em 2007 um disco pelo projeto Cavalera Conspiracy, tocando inclusive no SWU e já noticiaram o lançamento de um novo álbum para março do ano que vem.
    A polêmica da vez são as recentes declarações de Max, primeiro, afirmando que uma reunião com os membros originais do Sepultura estava sendo acertada. O fato descontentou Andreas Kisser, guitarrista da banda, a tal ponto que por meio de um vídeo no site da banda desmentiu qualquer contato e refutou a possibilidade de uma reunião. Além disto, Max declarou em entrevista ao site Revolver Magazine que Roots teria sido o ‘primeiro’ disco gravado pelo baixista Paulo Jr em 1996. Paulo é creditado como baixista nos 5 discos anteriores a Roots. Antes disto, alega Max, o baixista não era nada bom e fora mantido na banda em nome da amizade que tinham e que durante os shows precisavam diminiuir o volume do instrumento de Paulo para não comprometer o resultado da banda. Próximos capítulos dessa novela devem se desenrolar em breve. Abaixo, o comunicado de Andreas e o Sepultura em dois momentos, em sua formação clássica e excursionando com sua nova formação, sem os irmãos Cavalera.

     
  • paulocarames 13:58 em 28/11/2010 Link Permanente | Resposta
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    CD – Probot: Probot 2004 


    Projeto paralelo do FAZTUDO Dave Grohl com membros de diversas bandas de metal como Max Cavalera (ex-Sepultura e atual Soulfly), Lemmy (Motorhead) e Snake (Voivod), só pra começar. Após uma parada em 2000 Dave gravou diversas faixas instrumentais deixando de fora o vocal, mas tendo em mente diversos vocalistas de sua predileção metaleira de bandas dos anos 1980 e 1990. “Não é um disco que vai mudar o mundo ou vender milhões de cópias”, disse Grohl à revista Time. “É apenas um tributo a todos aqueles caras que eu admiro desde os 16 anos.” Destaque para Red War com Max Cavalera e para faixa escondida depois da música Sweet Dreams, que tem participação de outro polivalente, o ator/comediante/músico Jack Black.

    Faixas:
    01.”Centuries Of Sin” – 4:09 com Cronos (Venom)
    02.”Red War” – 3:30 com Max Cavalera (Sepultura, Soulfly)
    03.”Shake Your Blood” – 2:59 com Lemmy (Motörhead)
    04.”Access Babylon” – 1:24 com Mike Dean (Corrosion of Conformity)
    05.”Silent Spring” – 3:27 com Kurt Brecht (DRI)
    06.”Ice Cold Man” – 5:53 com Lee Dorrian (Cathedral, Napalm Death)
    07.”The Emerald Law” – 5:33 com Scott “Wino” Weinrich (St. Vitus, Obsessed, Spirit Caravan, Place of Skulls)
    08.”Big Sky” – 4:51 com Tom G. Warrior (Celtic Frost, Apollyon Sun)
    09.”Dictatorsaurus” – 3:52 com Snake (Voivod)
    10.”My Tortured Soul” – 5:00 com Eric Wagner (Trouble)
    11.”Sweet Dreams” – 5:25 com King Diamond (Mercyful Fate)
    12.”Untitled” – 6:41 (Inicio sem cortes a partir da faixa anterior.)

     
  • paulocarames 15:31 em 22/08/2010 Link Permanente | Resposta
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    CD/DVD – Nailbomb: Live at Dynamo 2005 

    Lançados com uma diferença de 10 anos (Proud to commit commercial suicide – 1995; Live at Dynamo – 2005) são, respectivamente, os registros em áudio e vídeo da passagem da banda pelo Dynamo Open Air Festival. Nos distantes anos 1990, Nailbomb foi um projeto paralelo dos irmãos Cavalera e que gerou outro disco além do já citado acima – Point Blank, álbum de estúdio de 1994.
    Além de músicas do cd de estúdio, executadas com extrema competência, destaque para Police Truck dos Dead Kennedys, mais uma homenagem dos Cavalera à banda de Jello Biafra, que já havia sido homenageada com a cover de Drug Me nos EPs Slave New World e Refuse/Resist, ambos do Sepultura, ainda no tempo do disco de vinil. Ótimo material para fãs de Sepultura, Soulfly ou Cavalera Conspiracy. O cd ainda conta com duas faixas extras que não estão no dvd. Orgulhoso de cometer suicídio comercial.

    01.”Wasting Away” – 3:56
    02.”Guerillas” – 3:27
    03.”Cockroaches” – 4:07
    04.”Vai Toma No Cú” – 4:10
    05.”Sum of Your Achievements” – 2:52
    06.”Religious Cancer” – 4:34
    07.”Police Truck” (East Bay Ray, Jello Biafra) – 3:11
    08.”Exploitation” (Dickens, Nash, Pickering, Talbot) – 2:09
    09.”World of Shit” – 3:26
    10.”Blind and Lost” – 2:09
    11.”Sick Life” – 6:53
    12.”While You Sleep, I Destroy Your World” – 5:09
    13.”Zero Tolerance” – 6:32

     
    • Rafael 6:27 em 29/08/2010 Link Permanente | Resposta

      Gostei do seu Blog, qnd tiver um tempo visite o meu tb. Abs!

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