Marcado como: suspense Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • carames 10:00 em 14/08/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Jessica Chastain, Mama, suspense,   

    Trailer: Mama (Mama) 2013 

    Anúncios
     
  • carames 1:21 em 07/06/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , mostra hitchcock, suspense   

    Mostra exibe obra de Hitchcock 

    A mostra tem cursos, debates além de exibir 59 filmes e 127 episódios de séries de tv totalizando 8954 minutos da obra de Alfred Hitchcock, mestre do suspense.

    Mais informações no site http://www.hitchcock.com.br
    Imperdível.

     
  • carames 4:05 em 18/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , grace kelly, , peter bogdanovich, rear window, , , suspeita, suspense, voyeur   

    Filme – Janela Indiscreta (Rear Window) 1954 

    Em Janela Indiscreta, Alfred Hitchcock desafia o espectador num exercício de voyeurismo que causou controvérsia devido aos costumes da época que repudiavam a idéia de um filme onde o protagonista passava o tempo espionando a vida alheia.

    Em Greenwich Village, o fotógrafo profissional L.B. Jeffries (James Stewart) está confinado em seu apartamento após quebrar a perna em um acidente. Seguindo o conceito de ‘não dizer aquilo que pode ser mostrado’, o diretor apresenta com genialidade a história do personagem. Mostrando as diversas fotos em sua parede entendemos que se trata de um fotógrafo que adora velocidade e compreendemos assim o motivo de sua perna quebrada.

    Ele recebe a visita da noiva Lisa (Grace Kelly) com a qual tenta evitar o casamento. Sem opções de entretenimento ele passa a observar a vida dos vizinhos. A trilha ilustra o dia-a-dia de cada um deles – um músico solteiro que se embriaga, uma bela dançarina, um casal sem filhos que adotou um cachorrinho e um casal constantemente metido em brigas violentas. Observando este casal ele percebe o desaparecimento da mulher e, imobilizado na cadeira de rodas, envolve a noiva e uma amigo policial na tentativa de desvendar o que teria acontecido com ela.

    Hitchcock dirigiu todo o filme a partir do apartamento de Jeffries e quase todas as cenas mostram o seu ponto de vista, ou seja, o que acontece no conjunto de apartamentos em frente ao seu. Para as filmagens foi construído o maior set até então já feito pela Paramount. Os atores que trabalhavam do outro lado da rua utilizaram fones de ouvido para receber as orientações do diretor.

    O filme foi baseado em um conto de Cornel Woolrich de 1942 e apesar da controvérsia inicial tornou-se um grande sucesso sendo, a exemplo de Psicose refilmado em 1998 (Com Daryl Hannah e Christopher Reeve) além de ter a história adaptada em diversos outros filmes como Paranóia, de 2007. A edição especial do filme conta extras como a entrevista de Peter Bogdanovich e mostra o processo de restauração feito para conservação dos negativos originais.

     
  • carames 16:30 em 08/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: 1960, , , , chuveiro, , , , suspense   

    Filme – Psicose (Psycho) 1960/1998 

    Das tantas obras-primas criadas por Alfred Hitchcock, Psicose é sem sombra de dúvida a sua obra maior, maiúscula. Considerado pelo American Film Institute o melhor thriller já feito, está entre os 25 mais votados no Top 250 do IMDB e figura facilmente em toda lista de melhores filmes de todos os tempos além de ser um dos mais plagiados, reverenciados e referenciados.

    Embora costume comparar a obra original e seu remake, que algumas vezes supera sua fonte de inspiração, no caso da colorida refilmagem de 1998 (do diretor Gus Van Sant com Vince Vaughn, Julianne Moore e Viggo Mortensen) isto é impossível por tratar-se de um filme dispensável, que em nada acrescenta e não serve nem mesmo como homenagem – mais parece uma afronta. O mesmo pode ser dito dos três filmes feitos após a morte do diretor britânico e que dão seqüência à saga de Norman Bates, pois são no máximo, filmes médios. Até mesmo porque refilmar um Hitchcock com sucesso é tarefa que somente ele próprio conseguiu em 1956 comandando James Stewart na versão americana de seu filme feito em 1934.

    Bem, voltando ao Psicose de 1960, Marion Crane (Janet Leigh) é empregada de uma imobiliária e é constantemente assediada por um de seus clientes. Após seu chefe receber 40 mil dólares deste cliente por conta de um negócio feito entre eles, Marion fica responsável por fazer o depósito no banco para o patrão. No entanto, ela resolve fugir com a bolada – o já citado McGuffin de Hitchcock.

    Deste ponto em diante entram em cena os dois atores principais de Hitchcock, a câmera e a trilha sonora. Sua direção magistral dá o tom e a tensão é crescente enquanto acompanhamos Marion sendo parada durante a fuga por um policial que desconfia da moça. Cada instante é nervoso, a câmera flagra suas reações nos forçando a tentar adivinhar se ela conseguirá escapar. Vencido este primeiro obstáculo, ela dirige durante a noite chuvosa até que chega a um motel de beira de estrada onde Norman Bates (atuação épica de Anthony Perkins) a recebe. Uma das mais sensacionais viradas da história do cinema está para acontecer.

    Trata-se da famosa cena do chuveiro, tão explorada em outros filmes, seriados, fotografias e até mesmo desenhos animados. Para evitar custos e também o choque que tanto sangue em cores vívidas poderia causar nos espectadores o filme foi intencionalmente filmado em preto e branco.

    Foi preciso uma semana de filmagens com câmeras em 70 ângulos diferentes ao custo de 90 rolos para que o perfeccionismo do diretor fosse saciado nesta tomada de meros 45 segundos que entraram para história. Bernard Herrmann adicionou a mítica trilha à cena que fora pensada sem som. Testes exaustivos com diferentes frutas foram feitos até que o melão foi o que ficou mais próximo na tarefa de emitir o som de um corpo humano sendo esfaqueado.

    Hitchcock inovou ao incluir na exibição nos cinemas um pedido para que o final do filme não fosse contado a quem ainda não tivesse assistido. Proibiu também a entrada nas sessões depois que o filme tivesse começado (um cartaz bem humorada dizia “mesmo que você seja o presidente dos Estados Unidos ou a Rainha em pessoa, não deverá entrar se o filme tiver iniciado).

    O filme fora baseado em um livro de Robert Bloch, que Hitchcock acabou comprando quase que sua totalidade para evitar que as pessoas conhecessem de antemão o final da trama. Evidentemente vou respeitar o mestre do suspense e não revelarei mais do que o suficiente para manter a trama.

    Acabou indicado ao Oscar em quatro categorias, sem que, no entanto, a academia reconhecesse sua relevância. Janet Leigh acabou levando o Globo de Ouro daquele ano como melhor atriz coadjuvante. Apesar disto, o filme que custou menos de 1 milhão de dólares, arrecadou mais de 40 milhões e teve filas e alvoroço em suas sessões.

    A edição especial lançada em dvd duplo mostra o próprio diretor como guia pelos antagônicos prédios utilizados para as filmagens, o horizontal motel e a vertical casa da mãe de Norman. Uma aula de suspense e mais do que isto, uma aula de cinema. Aos mais jovens fica a obrigação de conhecer esta obra-prima, aos mais rodados que ainda não viram, só me resta recomendar serem queimados em praça pública.

    Trailer de Psicose:

    Análise da famosa cena do chuveiro:

     
  • carames 11:30 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , Companhia das Letras, françois truffaut, Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva, , suspense   

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva 

    Os feriados prolongados favorecem as viagens para descansarmos e visitarmos a família. O último feriado me proporcionou além desta satisfação, a leitura na íntegra daquele que é o registro definitivo a tratar da obra do maior mestre do suspense em todos os tempos que, por coincidência, morria há exatos 31 anos. HITCHCOCK TRUFFAUT – ENTREVISTAS foi idealizado pelo também cineasta François Truffaut durante os anos 1950 e 1960 quando Alfred Hitchcock era considerado, pela crítica norte-americana, mediano e comercial.
    Para mudar a opinião dos céticos Truffaut propôs a Hitchcock uma série de 500 perguntas tratando exclusivamente de sua obra e que por fim geraram 50 horas de entrevistas em que, numa conversa franca e sem censura, o diretor francês questiona o colega inglês sobre seu começo de carreira, as experiências na direção e o desafio de conduzir estrelas em seus filmes.
    Lançado pela primeira vez em 1967 o livro foi revisto em 1983 ganhando então sua edição definitiva, hoje esgotada no Brasil. Recheado de fotografias e com texto irretocável de François Truffaut, HITCHCOCK TRUFFAUT oferece ainda um apanhado com a filmografia de Sir Alfred incluindo a ficha técnica de cada um dos seus filmes e um índice remissivo que facilita a pesquisa detalhada.
    Fica a dica para uma ótima leitura de um livro que ajudou a converter Hitchcock em um dos mais celebrados realizadores do cinema mundial e pôs um carimbo de cult em suas obras. Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva (François Truffaut e Hellen Scott), Companhia das Letras, 2004

     
  • carames 2:03 em 29/04/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , suspense   

    A morte de Alfred Hitchcock – o homem errado 

    Em 29 de Abril de 1980 morria Alfred Hitchcock. Agora, se você está se perguntando QUEM foi Alfred Hitchcock:

    Sua história confunde-se com a própria história do cinema, foi do cinema mudo e em preto/branco na Inglaterra para os filmes sonoros e coloridos em Hollywood. Introduziu o conceito do McGuffin (objeto que orienta a trama sem, no entanto, ter importância para conclusão da mesma) – em Psicose (1960) o dinheiro roubado só serve para conduzir a personagem até o Motel Bates onde ele perde a importância para trama.

    Alfred Joseph Hitchcock nascido em uma sexta-feira 13 de agosto no ano de 1899 na Inglaterra era filho de pais humildes. Aos 14 anos perdeu o pai e aos 20 começou sua carreira no cinema desenhando cartões para filmes mudos. Rapidamente foi promovido e passou a diretor. Chamou atenção à frente dos suspenses O inquilino (1926), Os 39 degraus (1936) e A dama oculta (1938). Convidado a trabalhar nos Estados Unidos, mudou-se para lá com a esposa Alma Revile, sua ajudante de longa data.

    Em Hollywood veio a consagração. Se antes as pessoas iam ao cinema para ver os grandes astros, agora tinham motivo para ver o diretor representado por sua direção vigorosa e detalhista. No início das filmagens ele tinha as cenas tão bem concebidas em sua cabeça que mal se dava ao trabalho de conferir o resultado dado a certeza de conseguir o resultado que procurava.

    Além do já citado Psicose, Janela indiscreta (1954), O terceiro tiro (1955) Um corpo que cai (1958), Intriga internacional (1959) e Os pássaros (1963) são filmes que figuram facilmente em qualquer lista de melhores de todos os tempos.

    Alfred foi responsável por alguns filmes médios e muitas obras primas fazendo concessão a outros gêneros além do suspense como provam Um Casal do Barulho (1941), Valsas de Vienna (1934) e Spellbound (1945) que complementam a excelente filmografia do diretor que jamais realizou obras menores.

    Uma crítica simplista descreveria seus filmes como: ‘conto do homem errado, acusado injustamente e que perseguido precisa provar que é inocente’. Mas é impossível ser simplista quando falamos de um verdadeiro mestre. Hitchcock filmava sexo como fosse assassinato e vice-versa, ignorando a verossimilhança e mantendo a prerrogativa de que “tudo que possa ser mostrado, não dever ser dito”. Foi assim que realizou obras até hoje copiadas, reverenciadas e que habitam nosso imaginário com cenas inesquecíveis (como a cena do chuveiro em Psicose, a perseguição do avião em Intriga Internacional ou o plano seqüência de Festim Diabólico).

    Além dos 53 filmes que dirigiu, teve seu nome associado a pelo menos dois seriados de tv (Hitchcock Presents e Hitchcock Hour), era um dos principais acionistas da Universal Studios e dirigiu em 1944, dois curtas que, em apoio ao esforço de guerra, homenageava a resistência francesa que sofria em mãos nazistas.

    Diferente da realidade atual em que a moda é a adaptação fílmica de best-sellers, Alfred Hitchcock evitava fazer tais transposições, buscando enredos originais para seus filmes. Sir Alfred (título recebido da rainha Elizabeth II quatro meses antes de morrer) defendia o envolvimento do diretor em todo processo, desde a composição dos cenários, do roteiro, da direção e da montagem (seus métodos únicos evitaram que os estúdios interferissem na montagem de seus filmes já que a maneira que filmava possibilitava apenas uma única maneira de montá-lo).

    Nos próximos posts irei detalhar algumas de suas obras. Por hora, as aparições de Hitchcock, participação que o diretor fez em cada um de seus filmes e que virou sua marca registrada:

    Filmografia:

    1925 – Jardim da Alegria, o (The Pleasure Garden)
    1927 – Anel, o – O Aviso(The Ring)
    1927 – Champagne (Champagne)
    1927 – Downhill (Downhill)
    1927 – Inquilino Sinistro – O Pensionista (The Lodger)
    1928 – Mulher do Fazendeiro, a – Pobre Pete (The Farmer’s Wife)
    1928 – Mulher Pública (Easy Virtue)
    1929 – Chantagem e Confissão (Blackmail)
    1929 – Ilhéu, o (The Manxman)
    1930 – Assassinato (Murder!)
    1930 – Juno And The Paycock (Juno And The Paycock)
    1931 – Ricos e Estranhos (Rich and Strange)
    1931 – Skin Game, the (The Skin Game)
    1932 – Mistério no nº 17, o (Number Seventeen)
    1934 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1934 – Valsas de Viena (Waltzes from Vienna)
    1935 – 39 Degraus, os (The 39 Steps)
    1936 – Agente Secreto, o – Os 4 Espiões (Secret Agent)
    1936 – Sabotagem – O Marido era o Culpado (Sabotage)
    1937 – Jovem e Inocente (Young and Innocent – The Girl Was Young)
    1938 – Dama Oculta, a (The Lady Vanishes)
    1939 – Estalagem Maldita – A Pousada da Jamaica (Jamaica Inn)
    1940 – Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent)
    1940 – Rebecca, A Mulher Inesquecível (Rebecca)
    1941 – Casal do Barulho, um (Mr. & Mrs. Smith)
    1941 – Suspeita (Suspicion)
    1942 – Sabotador (Saboteur)
    1943 – Sombra de uma Dúvida, a (Shadow of a Doubt)
    1944 – Barco e Nove Destinos, um (Lifeboat)
    1945 – Spellbound, Quando Fala o Coração (Spellbound)
    1946 – Interlúdio (Notorious)
    1947 – Agonia do Amor (The Paradine Case)
    1948 – Festim Diabólico (Rope)
    1949 – Sob o Signo de Capricórnio (Under Capricorn)
    1950 – Pavor nos Bastidores (Stage Fright)
    1951 – Pacto Sinistro (Strangers in a Train)
    1953 – Tortura do Silêncio, a (I Confess)
    1954 – Disque M Para Matar (Dial M For Murder)
    1954 – Janela Indiscreta (Rear Window)
    1954 – Ladrão De Casaca (To Catcha Thielf)
    1955 – Terceiro Tiro, o (The Trouble with Harry)
    1956 – Homem Errado, o (The Wrong Man)
    1956 – Homem que Sabia Demais, o (The Man Who Knew Too Much)
    1958 – Corpo que cai, um (Vertigo)
    1959 – Intriga Internacional (North By Northwest)
    1960 – Psicose (Psycho)
    1963 – Pássaros, os (The Birds)
    1964 – Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie)
    1966 – Cortina Rasgada (Torn Curtain)
    1969 – Topázio (Topaz)
    1972 – Frenesi (Frenzi)
    1976 – Trama Macabra – Intrigas em Família (Family Plot)

    Livro – Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva

    Mais sobre as obras de Hitchcock, aqui

     
  • carames 21:51 em 12/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , dario argento, eli roth, fantasmas, fear itself, , , , masters of horror, , , , , suspense, , ,   

    O Medo em sua essência: Masters of Horror / Fear Itself 

    Lado A – Masters of Horror (2005-2006)
    Tudo começou com o documentário Boogeymen II: Masters of Horror em que Bruce Campbell apresentava uma série de entrevistas com Dario Argento, George Romero, John Carpenter e Wes Craven falando sobre suas produções mais clássicas e aterrorizantes. Algum tempo depois 13 diretores foram convidados para dirigir, cada um deles, um episódio desta nova série nomeada em homenagem ao documentário de 2002.
    Cada diretor teve direito a um orçamento de 1 milhão e meio de dólares para realizar o seu episódio com total liberdade criativa com a condição de não utlizar artistas renomados, filmar tudo em no máximo dez dias e realizar as filmagens em Vancouver, no Canadá.
    Já na primeira temporada, Dario Argento (Prelúdio para Matar), o pai dos zumbis George Romero (A Noite dos Mortos Vivos, Despertar dos Mortos e Madrugada dos Mortos), John Carpenter (Halloween, O Enigma de Outro Mundo), Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica) assumem a batuta. Além deles, outros nomes, como Eli Roth (O Albergue 1 e 2), David Cronemberg (A Mosca) e Rob Zombie (Rejeitados pelo diabo e A Casa dos mil corpos) foram cogitados, mas por estarem envolvidos em outros projetos não puderam participar. A série teve duas temporadas e os roteiros ficaram a cargo dos próprios diretores e em alguns casos foram inspirados na obra de autores consagrados como HP Lovecraft e Stephen King.

    Lado B – Fear Itself (2008)
    Criado por Mick Garris (de Masters of Horror e Ghosts – famoso curta de terror estrelado por Michael Jackson) Fear itself é uma série de terror que segue o estilo de Masters of Horror. A série tem 13 episódios, cada um realizado de maneira independente do outro e tem produtores e diretores que participaram de outras obras memoráveis do terror como Chuck – O Brinquedo Assassino, Jogos Mortais, Freddy x Jason, A Mosca 2 e A Maldição de Quicksilver.
    Zumbis, vampiros, serial killers, canibais e fantasmas assombram cada um dos treze episódios que tem também suspense e, óbvio, muito sangue. A trilha de abertura fica por conta de Serj Tankian do System of a Down e o título é derivado de uma frase de Franklin Roosevolt: “a única coisa que devemos temer é o próprio medo” em tradução literal.

     
  • carames 16:46 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , suspense, , torre negra   

    A Torre Negra de Stephen King sai do livro 

    Em um projeto grandioso entre a Universal Pictures e a rede de tv NBC uma franquia será concebida pela primeira vez simultaneamente para televisão e cinema. Serão 3 filmes e uma série baseados nos livros de King que já escreveu 7 volumes de A Torre Negra e agora trabalho no oitavo.
    Atuam no projeto a mesma equipe (diretor, roteirista e produtor) de filmes como O Código Da Vinci e Uma Mente Brilhante. A idéia é que a série seja exibida entre o lançamento dos filmes, servindo de elo para o restante da trama.

     
c
escrever novo post
j
post seguinte/ comentário seguinte
k
post anterior/comentário anterior
r
Resposta
e
Editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
vá para login
h
mostrar/ocultar ajuda
shift + esc
Cancelar
%d blogueiros gostam disto: