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  • paulocarames 1:46 em 12/07/2019 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Beau Berdahl Oliver, Blaze Berdahl, , Brad Greenquist, cemitério maldito, church, Dale Midkiff, Denise Crosby, Fred Gwynne, gage, Jason Clarke, John Lithgow, Mary Lambert, o cemitério, pet sematary, , , , , terror   

    Filme – Cemitério Maldito (Pet Sematary) 1989/2019 

    Sinopse: Um médico muda para a pequena e fictícia Ludlow (onde vai assumir uma posição na Universidade do Maine) acompanhado pela esposa e os dois filhos do casal, além do gato da família.

    Eles irão descobrir que uma perigosa estrada frequentada por caminhões em alta velocidade cruza na porta da sua casa, enquanto nos fundos de sua propriedade está localizado um cemitério de animais.

    Baseado em obra de Stephen King, não é um conto de terror, mas uma história de escolhas entre vida e morte.

    ———————— SPOILERS A SEGUIR ————————

    1989:
    O primeiro terço da trama é autobiográfico. King havia mudado com a família para lecionar na Universidade do Maine e não só o gato de sua filha morreu atropelado como seu filho quase teve o mesmo fim, sendo salvo pelo vizinho. E, claro, nos fundos da propriedade havia um cemitério de animais.

    A partir desta experiência surgiu o livro que quase não foi lançado devido a trama macabra. Para saldar o débito de um título frente a editora, acabou publicado em 1983 e em inglês preservou o mesmo nome (Pet Sematary, algo como Simitério de Bichos) embora por aqui tenha ganho títulos distintos (Cemitério Maldito para o filme e O Cemitério para o livro).

    A grafia errada do título é fruto do cemitério em questão ter sido idealizado por crianças, que enterravam seus animaizinhos vitimados na estrada. Os direitos para adaptar a obra haviam sido comprados mas o projeto não avançava. Até que uma greve de roteiristas foi o pretexto ideal para que a produção começasse a tomar forma.

    O experiente Fred Gwynne (da série Car 54, Where Are You?) incorpora com fidelidade tanto sotaque quanto figurino do Jud Crandall da literatura. Ao se apresentar, o vizinho logo é questionado a respeito da misteriosa trilha presente nos fundos do terreno da recém chegada família Creed. Constrangido, o idoso promete uma explicação satisfatória em momento mais adequado.

    Apesar do desgosto de Rachel (Denise Crosby), Jud cumpre a promessa e apresenta o tal cemitério e os motivos da sua existência, o que semeia no imaginário da pequena Ellie (Blaze Berdahl/Beau Berdahl Oliver) o medo de perder seu gato, Church.

    Na escola o doutor Louis (Dale Midkiff) tenta sem sucesso salvar o jovem Victor Pascow (Brad Greenquist), vítima de um atropelamento. Pascow, agradecido, aparece em sonho para alertá-lo a não ir além do Cemitério de Bichos.

    No entanto, sem cultivar uma boa relação com os sogros, ele deixa de acompanhar a família em uma viagem a Chicago no feriado de ação de graças. É quando ele e Jud descobrem que Church foi morto, provavelmente atropelado. Eles partem em uma jornada além do Cemitério de Bichos e enterram o gato em um antigo cemitério indígena.

    Ocultando o real significado deste ato, Jud acredita estar preservando Ellie da dura realidade de encarar uma perda tão cedo. O segundo terço do filme começa com Church retornando pra casa. Jud então conta a Louis a lenda dos Micmac e a história de como ele próprio enterrou seu cão Spot que ressurgiu com vida, apesar de precisar sacrificá-lo após algum tempo pois todos que retornam de lá, não voltam exatamente os mesmos de antes.

    A empregada da família comete suicídio, numa aparente influência do mal que fora despertado no cemitério índio. Neste ponto vem à tona a dificuldade de Rachel em lidar com a morte, culpando-se pelo sofrimento da irmã de quem ela cuidava quando esta morreu.

    Stephen King, que tem grande apreço pelos Ramones, em seu livro cita Rockaway Beach, enquanto no filme vemos um caminhoneiro ao som de Sheena is a Punk Rocker, ele não freia a tempo e o pequeno Gage é morto. Inevitável prever o desdobramento da situação.

    Louis finge ignorar a rixa com o sogro e despacha esposa e filha rumo a Chicago para buscarem alento. Sua real intenção é trazer o filho de volta, a despeito dos conselhos de Pascow e do arrependido Jud.

    Pascow, que agora tentar alertar Ellie através de sonhos, também passa a ajudar Rachel na tentativa de chegar em casa para evitar que o marido cometa uma loucura.

    O ato final faz jus a avaliação de King, que considera esta sua obra mais sombria. Quando Gage volta dos mortos, mata Jud e Rachel. Louis em aparente momento de lucidez dá fim a Church e Gage mas, em mais uma atitude desesperada, enterra a esposa – que retorna e por fim o mata.

    Ao final, os créditos sobem ao som de Pet Sematary, composta pelos Ramones a pedido do próprio autor. A canção acabou sendo um dos maiores sucessos da banda e seu videoclipe teve duas versões. Na primeira, a banda toca enquanto são enterrados intercalando cenas do filme. Na versão alternativa, as cenas do filme dão lugar a uma filmagem da banda em preto e branco caminhando por um cemitério em meio às lápides.

    Stephen King impôs que Cemitério Maldito fosse rodado em sua terra natal (Maine) e assinou o roteiro promovendo a mudança no papel de dois personagens em relação ao livro: Norma, esposa de Jud, já é falecida (no livro ela morre durante a trama) enquanto a empregada, Missy (Susan Blommaert), aqui ganha mais destaque em cena.

    A trama é permeada pela disputa entre o espírito de Pascow e os conselhos de Jud, como anjos (do bem e do mal) tentando influenciar Louis em relação a ir ou não ao cemitério Micmac.

    Uma outra forma de encarar a trama é considerar este um conto tendo o cemitério como gênio que concede três desejos. Louis usa todos (reviver Church, Gage e Rachel) e paga com a vida.

    George Romero chegou a ser cotado para direção que acabou a cargo de Mary Lambert (responsável pelo videoclipe de Say You Will de Mick Jagger e por Material Girl de Madonna). King faz uma pequena participação como padre, no enterro de Missy. A trilha sonora ficou a cargo de Elliot Goldenthal (Drugstore Cowboy, Alien 3 e Batman Eternamente).

    2019:
    Os remakes servem pra tirar a poeira da versão anterior, a exemplo de Carrie (1977/2013) e do bem sucedido caso de IT (1990/2017), ambas obras primas de King e clássicos do cinema. No entanto, os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer ao tentar atualizar a trama para uma audiência renovada, pecam ao alterar elementos chave.

    No intuito de não realizar uma mera refilmagem, promovem mudanças que descaracterizam tanto o livro quanto o filme anterior. O cenário permanece, assim como a estrutura familiar, embora Missy desapareça da trama, o papel de Pascow seja reduzido (tinha tamanha importância no anterior que compunha com Church a capa do filme) e a disputa com o sogro não exista. A esta altura trocar Boston por Chicago ou Ação de graças por Halloween não é nada demais.

    A primeira cena entrega o que está por vir, com uma casa em chamas, e do outro lado da rua, uma residência com rastros de sangue porta adentro. O icônico gato britânico de pelo curto foi trocado por gatos da raça Maine Coon. No livro, Zelda repete ‘o grande e teível’, que Rachel relembra em seus pesadelos com a irmã morta. Ignorada no roteiro do próprio autor, aqui é a primeira fala de Ellie.

    Ellie descobre por si só o cemitério de bichos, e é quando Jud se apresenta, repreendendo ela – a exemplo do que faz algumas cenas mais tarde quando a menina entra em sua casa sem permissão.

    A história se repete com Jud acolhido pela família até Ellie morrer ao invés de Gage. Ela então revive e mata Jud por tentar convencer Louis a dar um fim nela (ao contrário de Gage que o mata em uma espécie de justiça poética por ter apresentado o cemitério à Louis).

    A reta final é ainda mais comprometida com cenas de sustos e uma indecisão do tipo de obra que os diretores se propõe a entregar, oscilando entre A Órfã e os clichês de filmes de possessão. Rachel é morta pela filha e juntas elas enterram Louis que assim completa a família zumbi tendo Gage à sua mercê.

    Como positivo, a sacada modernização do acidente fatal atribuído a um motorista distraído pelo celular (quem liga pra ele é uma tal Sheena) e a bem executada cena do sonho em que Pascow tenta alertá-lo sobre os perigos do cemitério Micmac. A lenda do Wendigo é citada mas acaba deixada de lado. Já a morte de Zelda é retratada como, de fato, culpa da ação direta de Rachel.

    Em ambos os filmes foram usadas crianças gêmeas na filmagem. No longa de 1989, duas meninas interpretaram Ellie, enquanto em 2019 dois meninos interpretaram Gage. O clima de filme cover se completa com os créditos ao som de Pet Sematary na versão da banda Starcrawler. Apesar dos ótimos Jason Clarke e John Lithgow no elenco, a versão 2019 usando os mesmos 100 minutos, sentiu os efeitos do cemitério Micmac. Sometimes, dead is better.

    Livro

    VHS

    Laserdisc

    DVD

    Bluray

    Bluray (ed 30 anos)

    Documentário Unearthed and Untold: The Path to Pet Sematary

    Trilha Sonora LP




    Trilha Sonora CD


    Trilha Sonora CD Limited Edition













    Singles Pet Sematary (Ramones)




















    Memorabilia







     
  • paulocarames 10:00 em 18/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , terror, The Lords of Salem,   

    Trailer: The Lords of Salem (The Lords of Salem) 2012 

     
  • paulocarames 10:00 em 04/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Centopeia Humana, terror, The Human Centipede (First Sequence),   

    Trailer: Centopeia Humana (The Human Centipede (First Sequence)) 2009 

     
  • paulocarames 10:00 em 30/01/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Anabeth Gish, bag of bones, , Jason Priestley, Melissa George, pierce brosnan, , , terror   

    Série – Bag of Bones (2011) 

    bag of bonesComo boa parte das obras de terror de Stephen King adaptadas para tv ou cinema, Bag of Bones é recheada de imagens perturbadoras e uma trama pesada.

    Um escritor famoso vivido por Pierce Brosnan passa por um bloqueio criativo após a morte da esposa grávida.

    Ele retorna à casa de verão da família. Lá, ao invés de paz ele acaba se envolvendo em uma disputa familiar entre uma viúva e seu sogro e isto logo vira romance.

    Ele precisa lidar também com a constante visita de fantasmas, inclusive de sua esposa, que tenta lhe entregar uma última mensagem. E, claro, ele precisará descobrir segredos da pequena cidade, muito bem escondidos.

    O elenco ainda tem Anabeth Gish (de Arquivo X), Melissa George e Jason Priestley.


     
  • paulocarames 10:00 em 01/08/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , , Benicio del Toro, , , , Brooke Shields, Christopher Reeve, Dan Aykroyd, , Demi Moore, Ewan McGregor, , Joe Pesci, Katey Sagal, Kirk Douglas, , Mark Dacascos, , , , Roger Daltrey, , , Tales from the Crypt, terror, , Timothy Dalton, Whoopi Goldberg,   

    Série – Tales from the Crypt (1989-1996) 

    Tales from the cryptTales from the Crypt (ou Contos da Cripta) fez muito sucesso nas tardes de terror da Band nos anos 1990. Inspirada nas HQs de William Gaines, cada episódio com cerca de meia hora trazia sempre um conto de terror diferente.

    Ao longo de 7 temporadas foram quase 100 episódios e participações de grandes promessas e outras tantas estrelas consagradas (Dan Aykroyd, Steve Buscemi, Daniel Craig, Timothy Dalton, Roger Daltrey, Mark Dacascos, Benicio del Toro, Kirk Douglas, Whoopi Goldberg, Malcolm McDowell, Ewan McGregor, Meat Loaf, Demi Moore, Bill Paxton, Joe Pesci, Brad Pitt, Iggy Pop, Christopher Reeve, Tim Roth, Katey Sagal, Martin Sheen, Brooke Shields, Slash…).

    Tudo apresentado pelo Guardião da Cripta que ao final proferia uma sentença bem humorada e, ao mesmo tempo, sórdida. Cada história ainda trazia uma lição de moral embutida, algo como ‘o crime não compensa’, por exemplo – mas para os personagens esta era sempre uma lição aprendida a duras penas. A série ainda geraria filmes como Os Demônios da Noite (1995) e O Bordel de Sangue (1996).

     
  • paulocarames 12:28 em 07/03/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Kingdom Hospital, , , terror   

    Série – Kingdom Hospital (2004) 

    kingdom hospitalMais uma série com a grife de Stephen King, Kingdom Hospital se desdobra em 13 episódios para contar a saga de um hospital que já passou por dois incêndios.

    Ele é assombrado por uma garotinha, vítima do primeiro incêndio quando ali funcionava uma fábrica no período da Guerra de Secessão.

    Recuperado, o local abrigou o Old Kingdom, hospital que também pegou fogo. Antes do incêndio, um médico conduzia ali experiências das mais horrendas. Hoje, novamente restaurado o New Kingdom abriga personagens peculiares ao melhor estilo das produções do mestre do terror.

    Não espere algo na linha de Grey’s Anatomy pois nesta obra baseada na minissérie The Kingdom de Lars Von Trier, vemos os tipos estranhos já comuns na obra de King (como uma paciente que fala com espíritos e criaturas fantásticas) e que dariam susto na equipe do Seattle Grace.

     
  • paulocarames 11:00 em 07/02/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Henry Thomas, Jacqueline McKenzie, Jeremy Sisto, Kim Delaney, Marsha Mason, Nightmares & Dreamscapes, , Ron Livingston, Samantha Mathis, , Steven Weber, terror, , , William Hurt   

    Série – Nightmares & Dreamscapes (2006) 

    nightmaresdvdNightmares & Dreamscapes é uma adaptação da TNT americana para obras de Stephen King: parte das histórias são adaptações do livro de mesmo nome, publicado em 1993. The Road Vírus Heads North é da obra Everything’s Eventual, de 2002, e Battleground adapta a obra Nighshift, de 1978.

    Serão oito episódios, de uma hora cada, com a participação de grandes nomes: William H. Macy (Fargo e The Wool Cap), Jacqueline McKenzie (The 4400 e Divine Secrets of the Ya-Ya Sisterhood), Kim Delaney (NYPD Blue e CSI: Miami), Steven Weber (The Shining e Wings), Samantha Mathis (The Mists of Avalon e Salem’s Lot), Jeremy Sisto (Six Feet Under e Julius Caesar), Ron Livingston (Band of Brothers e The Cooler), Henry Thomas (E. T), Tom Berenger (Platoon), Marsha Mason (The Goodbye Girl e Frasier) e William Hurt (Kiss of the Spider Woman e The Village).

    A Warner anunciou para esta noite o conto Battleground, apesar deste não ser o primeiro pela ordem de exibição nos Estados Unidos. Os contos que compõem a mini-série são:

    Umney’s Last Case
    Com William H. Macy e Jacqueline McKenzie
    Um escritor atormentado pela perda de seu filho resolve trocar de lugar com o personagem de seu livro, forçando o mesmo a viver nos tempos atuais. O problema é que, de dentro do livro, ele não tem mais poder algum sobre sua história.

    The End of the Whole Mess
    Com Ron Livingston e Henry Thomas
    Um novo mundo, onde a paz e o amor reinam, foi erguido. O problema é que tudo tem um preço e um renomado produtor de cinema com apenas uma hora restandod e sua vida irá contar como um experimento mundial pode dar incrivelmente errado.

    Crouch End
    Com Eion Bailey e Claire Forlani
    Um casal em lua de mel, em Londres, sai para jantar com um amigo em uma cidade próxima. O problema é que a cidade não é o que aparenta e quanto mais eles procuram por uma saída, mais parecem perdidos.

    The Fifth Quarter
    Com Jeremy Sisto e Samantha Mathis
    Willie ganha a liberdade após anos na prisão. Um mapa em quatro partes pode levá-lo a encontrar milhões de dólares, resultado de um roubo. Ele parte atrás das três partes do mapa que estão desaparecidas, também buscando vingar a morte de seu melhor amigo.

    Autopsy Room Four
    Com Richard Thomas e Greta Scacchi
    Um executivo em férias joga golfe, quando acaba picado por uma cobra e acaba paralisado, sem mostrar sinais de ainda estar vivo. Sem poder se comunicar ele acaba na sala do legista, se tornando testemunha de sua própria autópsia.

    You Know They Got a Hell of a Band
    Com Kim Deney e Steven Weber
    Ao errarem uma entrada na estrada Clark e Mary Willingham acabam chegando a uma cidade que não existe em nenhum mapa. Lá, toda noite um show de rock acontece, mas o preço da entrada pode ser alto demais.

    Battleground
    Com William Hurt
    Jason Renshaw, assassina o presidente de uma companhia de brinquedos. Depois enfrenta um desafio de vida e morte quando um pacote da companhia é entregue em sua casa com um conteúdo mortal.

    The Road Virus Heads North
    Com Tom Berenger e Marsha Mason
    Um escritos famoso está lidando com a própria mortalidade quando compra uma pintura que parece mais sinistra a cada olhar. Ao acreditar que a pintura quer matá-lo ele resolve dar a única solução possível ao caso: destruí-la primeiro.

    Postado originalmente por Só Seriados de TV.

     
  • paulocarames 12:48 em 05/11/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Como não ter mais medo em filmes de terror, exorcista, , terror   

    Como não ter mais medo em filmes de terror 

     
  • paulocarames 15:14 em 25/06/2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , terror, vhs   

    V/H/S ganha o trailer mais assustador do ano 

    Por Filipe Siqueira

    Os filmes de terror de “fitas amadoras” (ou found footage, fitas encontradas) são os melhores do gênero, sem dúvida. Quem assistiu Cannibal Holocaust, REC e A Bruxa de Blair – e até Atividade Paranormal, em menor grau – sabe muito do que estou falando. O caso de A Bruxa de Blair foi ainda mais acentuado, já que em tempos de Internet discada não era lá muito difícil viralizar uma lenda urbana da pesada, o que levou quase todos a acreditarem que a história era real.

    V/H/S é o mais novo representante dessa safra de filmes, e parece primar justamente pelo que está em falta nos filmes de terror: terror genuíno, e não porcarias para agradar adolescentes. A trama do filme envolve seis bandidos contratados para roubar uma casa em busca de uma fita VHS rara, e acabam assistindo seis outras fitas com gravações de horror das piores.

    Cada um dos seis diretores do filme -Ti West , Joe Swanberg, Radio Silence,David Bruckner, Adam Wingard e Glenn McQuaid – dirige uma história. Não se engane com a capa ridícula acima e veja o trailer abaixo, com um aviso: tem cenas fortes, com sangue, garotas sem roupa, espíritos fazendo arruaça, entre outras coisas.

     
  • paulocarames 1:19 em 27/09/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Halloween, , , michael myers, psicopata, , , , terror   

    Filme – Halloween (Halloween) 2007 


    Sheri Moon (nascida em 26/9/1970) é esposa do diretor Rob Zombie (ex-líder do White Zombie) que, a exemplo de outros diretores como Woody Allen (Scarlett Johansson), Pedro Almodóvar (Penélope Cruz) e Alfred Hitchcock (Ingrid Bergman), elegeram suas musas e estabeleceram uma parceria de trabalho com elas.

    Juntos, o casal Zombie fez A Casa dos mil corpos (2003), Rejeitados pelo diabo (2005) e Halloween II (2009) além de Halloween (2007) onde Sheri Moon interpreta a mãe do perturbado Michael Myers (um garoto excluído pelos colegas na escola e maltratado em casa pelo namorado de sua mãe).

    Não é de hoje que a inspiração para novos filmes é artigo raro, principalmente em Hollywood. O resultado é a onda de remakes que a cada mês toma conta dos lançamentos no cinema. Mas outros artifícios também são usados como transpor pra tela grande, livros que foram sucesso de venda.

    Na falta de uma boa história, outra febre são as versões ‘o início’ que procuram explicar o princípio de tramas já consagradas e, em geral, esgotadas pelo tempo.

    Zombie conseguiu renovar a saga de John Carpenter sobre o assassino mascarado elucidando os acontecimentos que transformaram Myers no assassino frio e implacável que fez sucesso nos anos 1980 mas acabou deixado de lado nos últimos anos por conta de histórias fracas e mal conduzidas.

    Na trama co-escrita por Carpenter e Zombie, Myers (que aos 10 anos de idade maltratava pequenos animais) é internado em um hospital psiquiátrico após uma chacina na qual mata a irmã, seu namorado e o namorado de sua mãe, uma stripper que escapa da matança junto com a filha recém nascida.

    Myers fica 17 anos preso e quando foge do hospital, parte à caça de sua irmã dando sequência aos seus instintos psicopatas.

    O filme segue o modelo de Hannibal a origem do mal (2007), O Massacre da Serra Elétrica (2006) e O Exorcista (2004) que tiveram suas histórias revistas com foco na origem dos protagonistas.


     
  • paulocarames 1:16 em 28/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , O Abominável Dr. Phibes, , terror, The Abominable Dr Phibes, vincent price   

    Filme – O Abominável Dr. Phibes (The Abominable Dr Phibes) 1971 

    Vincent Price (nascido Vincent Leonard Price Jr em 27 de maio de 1911) ficou conhecido pelos inúmeros filmes de suspense e terror que estrelou. Destaque para as décadas de 1950, 60 e 70 onde encarnou personagens icônicos em filmes como Museu de Cera, A casa dos maus espíritos e Mortos que matam.

    Em 1971 ele estrelou O Abominável Dr Phibes, um médico diabólico que após um acidente tem seu rosto desfigurado e perde sua esposa que depois do acidente morre na mesa de cirurgia. Inconformado com a perda ele utiliza planos elaborados, que se inspiram nas dez pragas do Egito, para levar sua vingança a cada um dos médicos envolvidos na mal sucedida cirurgia.

    Inicialmente dado como morto, Dr Phibes passa a ser perseguido pelo inspetor Trout que acredita ser ele o responsável pelas mortes. Por outro lado, a Scotland Yard não leva as suspeitas a sério por conta da suposta morte de Phibes. Agora, o inspetor corre contra o tempo para evitar que o doutor maquiavélico leve a cabo seu plano de vingança.

    Vincent Price voltaria a interpretar Dr Phibes no ano seguinte em A Câmara dos Horrores do Abominável Dr. Phibes. Seu último filme foi Edward Mãos de Tesoura (1990), no qual contracenou com Johnny Depp a convite do próprio Tim Burton, grande fã do ator. Price viria a falecer três anos mais tarde, aos 82 anos, vitimado por um câncer de pulmão.

     
  • paulocarames 21:51 em 12/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , dario argento, eli roth, fantasmas, fear itself, , , , masters of horror, , , , , , terror, ,   

    O Medo em sua essência: Masters of Horror / Fear Itself 

    Lado A – Masters of Horror (2005-2006)
    Tudo começou com o documentário Boogeymen II: Masters of Horror em que Bruce Campbell apresentava uma série de entrevistas com Dario Argento, George Romero, John Carpenter e Wes Craven falando sobre suas produções mais clássicas e aterrorizantes. Algum tempo depois 13 diretores foram convidados para dirigir, cada um deles, um episódio desta nova série nomeada em homenagem ao documentário de 2002.
    Cada diretor teve direito a um orçamento de 1 milhão e meio de dólares para realizar o seu episódio com total liberdade criativa com a condição de não utlizar artistas renomados, filmar tudo em no máximo dez dias e realizar as filmagens em Vancouver, no Canadá.
    Já na primeira temporada, Dario Argento (Prelúdio para Matar), o pai dos zumbis George Romero (A Noite dos Mortos Vivos, Despertar dos Mortos e Madrugada dos Mortos), John Carpenter (Halloween, O Enigma de Outro Mundo), Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica) assumem a batuta. Além deles, outros nomes, como Eli Roth (O Albergue 1 e 2), David Cronemberg (A Mosca) e Rob Zombie (Rejeitados pelo diabo e A Casa dos mil corpos) foram cogitados, mas por estarem envolvidos em outros projetos não puderam participar. A série teve duas temporadas e os roteiros ficaram a cargo dos próprios diretores e em alguns casos foram inspirados na obra de autores consagrados como HP Lovecraft e Stephen King.

    Lado B – Fear Itself (2008)
    Criado por Mick Garris (de Masters of Horror e Ghosts – famoso curta de terror estrelado por Michael Jackson) Fear itself é uma série de terror que segue o estilo de Masters of Horror. A série tem 13 episódios, cada um realizado de maneira independente do outro e tem produtores e diretores que participaram de outras obras memoráveis do terror como Chuck – O Brinquedo Assassino, Jogos Mortais, Freddy x Jason, A Mosca 2 e A Maldição de Quicksilver.
    Zumbis, vampiros, serial killers, canibais e fantasmas assombram cada um dos treze episódios que tem também suspense e, óbvio, muito sangue. A trilha de abertura fica por conta de Serj Tankian do System of a Down e o título é derivado de uma frase de Franklin Roosevolt: “a única coisa que devemos temer é o próprio medo” em tradução literal.

     
  • paulocarames 14:51 em 02/11/2010 Link Permanente | Resposta
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    Filme – A Noite dos Mortos Vivos (The Night of the Living Dead) 1968/1990/2006 

    Se o livro Eu sou a Lenda (1956) de Richard Matheson é o pai das histórias de zumbis (ou mortos vivos, como preferirem) sem dúvida alguma A noite dos mortos vivos fez o mesmo para os zumbis nas telas, embora o termo nunca tenha sido usado no decorrer do filme. Dar esta importância não é nenhum exagero já que este clássico de George A. Romero de 1968 praticamente criou um subgênero para os filmes de terror, seguido posteriormente por uma infinidade de produções que exploram o tema – como a série The Walking Dead que estreou esta semana sendo o primeiro seriado a abordar o assunto.
    Que me perdoem os mais conservadores, afinal, falar de mortos vivos no dia de finados pode soar um tanto estranho. Mas, não se deixem levar pelas aparências, pois distúrbios civis, racismo, fim do núcleo familiar e a possibilidade de um final de vida apocalíptico eram medos vividos pelos americanos e são magistralmente explorados por Romero enquanto usa o conflito entre vivos e mortos para entreter o público.

    Trama:
    Um casal de irmãos (Johnny e Barbra) viaja em direção a uma cidadezinha para visitar o túmulo onde sua mãe está enterrada. Em meio ao cemitério deserto são atacados por um homem de aparência grotesca que por fim acaba por matar Johnny. Barbra foge e refugia-se em uma casa afastada onde um grupo de pessoas também buscou abrigo. Eles pregam portas e janelas enquanto a casa vai sendo cercada por cambaleantes criaturas renascidas dos mortos que buscam a todo custo carne humana para alimentar-se.
    Transmissões de rádio e tv dão informações desencontradas de uma possível epidemia que poderia ter escala mundial e que faz com que as pessoas revivam e saiam de seus túmulos. Dentro da casa, os conflitos para decidir o rumo a seguir nesta jornada faz com que os sobreviventes fiquem ainda mais em perigo enquanto esperam por uma ajuda que não sabem se virá.

    Principais Diferenças:
    1968 – Em preto e branco tem 96 minutos e além da narrativa acima, mostra, numa das primeiras vezes no cinema americano, um negro como herói da trama.
    1990 – Remake colorido com 92 minutos, teve o argumento re-escrito pelo próprio Romero. Além de mudanças sutis, como a grafia no nome dos protagonistas tem o final totalmente alterado em relação a obra original.
    2006 – Uma homenagem explícita durante os 80 minutos do filme, que tem início com a mesma cena do filme de 68. No instante seguinte revela-se que na verdade é um televisor transmitindo o filme em preto e branco. Então temos um corte para mesma estrada nos dias atuais em filmagem colorida e em 3D. Desta vez Barbra e Johnny vão ao enterro de uma tia onde eles são atacados por criaturas reanimadas e Johnny foge deixando a irmã em apuros. Fica devendo em relação aos demais.

    Qual assistir:
    O original, de 1968. Extremamente perturbador, todo em preto e branco, retrata os conflitos da época além de ter inovado os filmes de terror. Uma verdadeira obra prima que jamais foi alcançada por outros filmes do gênero, seja por remakes ou por aqueles que deveriam ser a continuação da trama, “Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead, 78) e “O Dia dos Mortos” (Day of the Dead, 85) ou mesmo pelas demais obras de Romero para o tema, “Terra dos Mortos” (Land of the Dead, 2005), “Diário dos Mortos” (Diary of the Dead, 2007) e “Survival of the Dead” (idem, 2009).

     
    • Mateus 19:15 em 03/11/2010 Link Permanente | Resposta

      they’re comin’ to get you, barbara!
      clássico mesmo! pessoalmente prefiro o de 1990 por ter sido o 1° filme de zumbi que assiti na vida. esse e os 3 primeiros “return of the living dead” são definitivos. fora eles, os outros eu olho atravessado. ¬¬ (com algumas excessões, é claro!)

  • paulocarames 16:46 em 12/09/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , terror, torre negra   

    A Torre Negra de Stephen King sai do livro 

    Em um projeto grandioso entre a Universal Pictures e a rede de tv NBC uma franquia será concebida pela primeira vez simultaneamente para televisão e cinema. Serão 3 filmes e uma série baseados nos livros de King que já escreveu 7 volumes de A Torre Negra e agora trabalho no oitavo.
    Atuam no projeto a mesma equipe (diretor, roteirista e produtor) de filmes como O Código Da Vinci e Uma Mente Brilhante. A idéia é que a série seja exibida entre o lançamento dos filmes, servindo de elo para o restante da trama.

     
  • paulocarames 21:55 em 29/08/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , contagem de corpos, despertar dos mortos, house of dead, , , resident evil, terror,   

    Contagem de corpos 

    Segue a lista dos filmes de terror com mais mortes na história do cinema, haja catchup:

    1º – 310 – Planeta Terror/À Prova de Morte (Grindhouse: Double Feature) 2007
    2º – 175 – Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead) 1978
    3º – 141 – House of the Dead: O Filme (House of the Dead) 2003
    4º – 131 – Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead) 2004
    5º – 124 – Resident Evil 3 – A Extinção (Resident Evil: Extinction / Resident Evil 3) 2007

     
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