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  • paulocarames 8:29 em 13/05/2012 Link Permanente | Resposta
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    Os 20 filmes mais punk da história 

    O site Premiere fez em 2008 uma lista com os 20 filmes mais relevantes com a temática punk. Na lista, estão filmes como Rock ‘n’ roll high school dos Ramones, Sid and Nancy que conta a história dos Sex Pistols e What We Do Is A Secret, dramatização da breve história dos The Germs.

    Documentários como The Blank Generation e Juventude Decadente narram os primórdios da primeira e segunda gerações do punk/hardcore, respectivamente, no final dos anos 1970 (Blondie, Ramones, Heartbreakers…) e começo da década seguinte (X, The Germs, Black Flag…). Confira a lista abaixo:

    01 Ramones: Rock n’ Roll High School – 1979

    02 The Blank Generation (The Blank Generation) – 1980

    03 Juventude Decadente (The Decline of Western Civilization) – 1981

    04 Ladies and Gentlemen, the Fabulous Stains (Ladies and Gentlemen, the Fabulous Stains) – 1981

    05 Urgh! A Music War (Urgh! A Music War) – 1981

    06 Smithereens (Smithereens) – 1982

    07 Suburbia (Suburbia) – 1984

    08 Repo Man A Onda Punk (Repo Man) – 1984

    09 Procura-se Susan Desesperadamente (Desperately Seeking Susan) – 1985

    10 A Volta Dos Mortos-Vivos (Return of the Living Dead) – 1985

    11 Sid and Nancy – O amor pode matar (Sid and Nancy) – 1986

    12 Dogs in Space (Dogs in Space) – 1987

    13 Roadkill (Roadkill) – 1989

    14 Um Som Diferente (Pump Up The Volume) – 1990

    15 What About Me (What About Me) – 1993

    16 Geração Maldita (The Doom Generation) – 1995

    17 Hackers – Piratas de Computador (Hackers) – 1995

    18 SLC Punk – 1998

    19 Joe Strummer: The Future is Unwritten – 2007

    20 The Germs: What We Do Is A Secret – 2007

     
  • paulocarames 0:04 em 13/11/2011 Link Permanente | Resposta
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    Pearl Jam faz show apoteótico em Porto Alegre 

    Paguei, na noite de ontem uma dívida de 6 anos que tinha comigo mesmo e com o bom senso. Em novembro de 2005 o Pearl Jam tocou no estado e simplesmente não fui ao show. Um erro consciente mas que não poderia ser cometido duas vezes.

    Minha escolha àquela altura foi lógica. Simples assim. Apesar das dezenas de shows que vi da banda em DVD e uma quantia ainda mais numerosa dos tão famosos bootlegs do grupo que ouvi (e que só atenuam a minha culpa) é lógico pensar que pagar um valor por um produto ou serviço é uma decisão que não se toma sem levar em consideração outros aspectos.

    Ingressos caros, horas de viagem, outras tantas de espera em filas mal organizadas sob sol forte ou mal tempo. Estrutura do evento carente de conforto para o público, preços abusivos de bebida e comida e para completar atrasos absurdos e um show burocrático por parte de uma banda cansada da rotina de repetir o repertório uma cidade após a outra. Esta é a prática que se aplica a festivais e grandes eventos no país e é o motivo lógico que sempre me fez evitá-los.

    Bem, continuo pensando desta maneira embora há seis anos tenha percebido que Pearl Jam é uma das únicas três bandas que seriam capazes de me fazer dar razão ao emocional, ignorando os fatores já enumerados e compensariam tamanho esforço. Sendo assim, comprei o ingresso e fui preparado para o pior.


    O resultado? Não poderia ter sido melhor. Fiquei em uma das filas protegido do sol forte sob uma sombra providencial e adentrei ao estádio do São José (o famoso Zequinha) tão logo os portões abriram e de acordo com o que havia sido prometido pela organização. Já na entrada uma boa surpresa para quem gosta de voltar pra casa com algo mais do que fotos, vídeos ou histórias para contar. Camisetas, bonés, cartazes e outros itens oficiais da banda estavam disponíveis para venda.

    O fato de toda arquibancada ser coberta, as apresentações quase pontuais e os shows que vieram a seguir não me deixam outra alternativa além de elogiar a organização do evento e concluir que valeu cada centavo. A banda Wannabe Jalva subiu ao palco às 18:45 para um set rápido enquanto o lugar ainda enchia de fãs e o sol desaparecia no horizonte.

    Praticamente uma hora mais tarde foi a vez dos veteranos do X, banda formada ainda nos anos 1970 e que, liderada pelo vocalista John Doe, levantou o público com todos os hits que os fãs da banda poderiam esperar. Johny Hit and Run Paulene passando por Nausea, Los Angeles e sua versão de Soul Kitchen dos The Doors, finalizando com Devil Dog e Eddie Vedder nos vocais.

    Com quinze minutos de atraso Eddie Vedder (vocal e guitarra), Mike McCready (guitarra), Stone Gossard (Guitarra), Jeff Ament (baixo) e Matt Cameron (bateria) subiram ao palco já com a casa cheia e fizeram vibrar cada um dos vinte mil presentes. A sequência inicial com Why Go e Do the Evolution davam mostra do que estaria por vir. Falando com frequência entre as músicas (a maioria das vezes em português) Vedder avisou que este era o último show da turnê no Brasil e assumiu seu apreço pelo público brasileiro.

    A platéia correspondeu cantando parabéns a você para esposa do vocalista. Black, Jeremy, Daughter, Even Flow e uma versão arrepiante de Crazy Mary estiveram entre as 32 músicas que o público entoou como hino.

    As homenagens continuaram com Light Years emendada em I Believe in Miracles dos Ramones, tributo ao falecido guitarrista Johnny Ramone, velho amigo de Vedder.

    Foram quase 3 horas em que o Pearl Jam apresentou um set bastante vigoroso e com set diferente dos demais shows da turnê com direito ao vocalista passeando em meio a galera e ainda convidando três adolescentes para subirem ao palco e assistirem ao show com maior conforto.


    Ainda teve Alive e Rockin in the Free World com o estádio em êxtase, incluindo Eddie Vedder que também não continha a euforia. O show terminou quando já passava da meia noite. Vedder e cia seguiram viagem com sua tour mundial que estão fazendo celebrando os 20 anos de banda e que inclui Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e México.

    Eu, voltei pra casa, cansado mas satisfeito. Convencido que um grande show pode ser bem organizado, pontual e cuidar bem do seu público. Com uma dívida quitada e com a promessa da banda de um retorno em breve. Bem, estarei lá também.

    Main Set: Why Go, Do the Evolution, Severed Hand, Corduroy, Got Some, Low Light, Given To Fly, Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town, Evenflow, Unthought Known, Present Tense, Daughter/Crowd Improv/Blitzkrieg Bop/It’s Ok, 1/2 Full, Wishlist, Rats, State of Love and Trust, Black

    Encore 1: Just Breathe (Crowd sang Happy Birthday to Jill prior to song), Oceans, Comatose, Light Years (Dedicated to Johnny Ramone), I Believe in Miracles, The Fixer, Rearviewmirror

    Encore 2: Last Kiss, Betterman, Crazy Mary, Jeremy, Alive, Rockin’ in the Free World, Indifference, Yellow Ledbetter




     
    • Vitor 18:36 em 13/11/2011 Link Permanente | Resposta

      Cara, eu também deixei de ir no show de 2005, e na mesma situação de arrpendimento, não poderia ter deixado de ir neste. Fiquei na arquibancada coberta também. Que showzaço!! Tche, valeu muuuito!

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