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  • paulocarames 22:16 em 21/05/2011 Link Permanente | Resposta
    Tags: adaptação, , orgulho e preconceito, , zumbis   

    Filmes pra família toda 

    Há um bom tempo o cinema vem sofrendo com a falta de originalidade e inspiração. Tanto é verdade que nos últimos tempos o que mais temos visto na tela grande são adaptações de obras literárias, heróis de HQ e releitura de obras já consagradas. Nessa mesma balada chegam ao mercado os mash-ups, também baseados na literatura.
    Os mash-ups são híbridos de clássicos literários com monstros. Exemplo é a mistura entre zumbis e Orgulho e Preconceito – clássico de época de autoria de Jane Austen. Na conta temos também Razão e Sensibilidade e Monstros Marinhos e Abraham Lincoln caçador de vampiros. Opção de filmes para família, se a namorada curte filme de época com belos figurinos, pros marmanjos resta os vampiros sanguinários. Sem motivo pra briga.

     
  • paulocarames 21:51 em 12/12/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , dario argento, eli roth, fantasmas, fear itself, , , , masters of horror, , , , , , , , zumbis   

    O Medo em sua essência: Masters of Horror / Fear Itself 

    Lado A – Masters of Horror (2005-2006)
    Tudo começou com o documentário Boogeymen II: Masters of Horror em que Bruce Campbell apresentava uma série de entrevistas com Dario Argento, George Romero, John Carpenter e Wes Craven falando sobre suas produções mais clássicas e aterrorizantes. Algum tempo depois 13 diretores foram convidados para dirigir, cada um deles, um episódio desta nova série nomeada em homenagem ao documentário de 2002.
    Cada diretor teve direito a um orçamento de 1 milhão e meio de dólares para realizar o seu episódio com total liberdade criativa com a condição de não utlizar artistas renomados, filmar tudo em no máximo dez dias e realizar as filmagens em Vancouver, no Canadá.
    Já na primeira temporada, Dario Argento (Prelúdio para Matar), o pai dos zumbis George Romero (A Noite dos Mortos Vivos, Despertar dos Mortos e Madrugada dos Mortos), John Carpenter (Halloween, O Enigma de Outro Mundo), Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica) assumem a batuta. Além deles, outros nomes, como Eli Roth (O Albergue 1 e 2), David Cronemberg (A Mosca) e Rob Zombie (Rejeitados pelo diabo e A Casa dos mil corpos) foram cogitados, mas por estarem envolvidos em outros projetos não puderam participar. A série teve duas temporadas e os roteiros ficaram a cargo dos próprios diretores e em alguns casos foram inspirados na obra de autores consagrados como HP Lovecraft e Stephen King.

    Lado B – Fear Itself (2008)
    Criado por Mick Garris (de Masters of Horror e Ghosts – famoso curta de terror estrelado por Michael Jackson) Fear itself é uma série de terror que segue o estilo de Masters of Horror. A série tem 13 episódios, cada um realizado de maneira independente do outro e tem produtores e diretores que participaram de outras obras memoráveis do terror como Chuck – O Brinquedo Assassino, Jogos Mortais, Freddy x Jason, A Mosca 2 e A Maldição de Quicksilver.
    Zumbis, vampiros, serial killers, canibais e fantasmas assombram cada um dos treze episódios que tem também suspense e, óbvio, muito sangue. A trilha de abertura fica por conta de Serj Tankian do System of a Down e o título é derivado de uma frase de Franklin Roosevolt: “a única coisa que devemos temer é o próprio medo” em tradução literal.

     
  • paulocarames 15:31 em 09/11/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , , , , zumbis   

    Série – The Walking Dead (2010-) 

    Outro dia falei em A noite dos mortos vivos e da importância que o filme de George Romero teve para este subgênero do terror. Estreou na semana passada The Walking Dead, a mais nova cria desta influência, um seriado da AMC adaptado a partir da HQ de Robert Kirkman, sobre um grupo de pessoas tentando sobreviver em um mundo em que a maioria se tornou zumbi.

    O seriado tem roteiro e direção de Frank Darabont (de Um sonho de liberdade e À espera de um milagre e impressiona não só pelo fato de ser o primeiro seriado dedicado a este assunto mas pela qualidade da produção, maquiagem e efeitos especiais.

    A estréia aconteceu no dia 31 de outubro nos Estados Unidos, quando é comemorado o dia das bruxas por lá. No Brasil a estréia aconteceu apenas dois dias mais tarde numa tentativa de diminuir o número de downloads ilegais e consequente queda de audiência. Aparentemente as pessoas que fizeram download do primeiro episódio mesmo assim optaram por revê-lo na tv a cabo brasileira.

    O detalhe é que a Fox, responsável pelo programa no país, cortou cerca de 15 minutos do episódio para poder encaixá-lo em sua grade de programação, o que foi não só percebido mas largamente criticado por fãs na internet. Via twitter e facebook teve início uma série de campanhas e comentários negativos contra a atitude da emissora.

    Um making off exibido na tv americana detalha melhor os primeiros capítulos da trama que trás o policial Rick Grimes (Andrew Lincoln) que após acordar em um hospital (aliás, esta sequência foi feita tal qual o plano inicial de outra bela obra do gênero – Extermínio, 2003) sai em busca de um lugar seguro para viver longe de zumbis que assolam a terra. Este especial revela também a curiosa semelhança física entre os atores escolhidos para fazer parte do elenco da série e os personagens originais das HQs que serviram de inspiração.

    E ao que tudo indica, a promessa é de muito sucesso pois já em sua estréia a audiência foi de 5,3 milhões de espectadores só em território americano (a maior da AMC que também produz Mad Men e Breaking Bad), o que a julgar pela repercussão, não foi muito menor em outros países como Brasil e Portugal.

     
  • paulocarames 14:51 em 02/11/2010 Link Permanente | Resposta
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    Filme – A Noite dos Mortos Vivos (The Night of the Living Dead) 1968/1990/2006 

    Se o livro Eu sou a Lenda (1956) de Richard Matheson é o pai das histórias de zumbis (ou mortos vivos, como preferirem) sem dúvida alguma A noite dos mortos vivos fez o mesmo para os zumbis nas telas, embora o termo nunca tenha sido usado no decorrer do filme. Dar esta importância não é nenhum exagero já que este clássico de George A. Romero de 1968 praticamente criou um subgênero para os filmes de terror, seguido posteriormente por uma infinidade de produções que exploram o tema – como a série The Walking Dead que estreou esta semana sendo o primeiro seriado a abordar o assunto.
    Que me perdoem os mais conservadores, afinal, falar de mortos vivos no dia de finados pode soar um tanto estranho. Mas, não se deixem levar pelas aparências, pois distúrbios civis, racismo, fim do núcleo familiar e a possibilidade de um final de vida apocalíptico eram medos vividos pelos americanos e são magistralmente explorados por Romero enquanto usa o conflito entre vivos e mortos para entreter o público.

    Trama:
    Um casal de irmãos (Johnny e Barbra) viaja em direção a uma cidadezinha para visitar o túmulo onde sua mãe está enterrada. Em meio ao cemitério deserto são atacados por um homem de aparência grotesca que por fim acaba por matar Johnny. Barbra foge e refugia-se em uma casa afastada onde um grupo de pessoas também buscou abrigo. Eles pregam portas e janelas enquanto a casa vai sendo cercada por cambaleantes criaturas renascidas dos mortos que buscam a todo custo carne humana para alimentar-se.
    Transmissões de rádio e tv dão informações desencontradas de uma possível epidemia que poderia ter escala mundial e que faz com que as pessoas revivam e saiam de seus túmulos. Dentro da casa, os conflitos para decidir o rumo a seguir nesta jornada faz com que os sobreviventes fiquem ainda mais em perigo enquanto esperam por uma ajuda que não sabem se virá.

    Principais Diferenças:
    1968 – Em preto e branco tem 96 minutos e além da narrativa acima, mostra, numa das primeiras vezes no cinema americano, um negro como herói da trama.
    1990 – Remake colorido com 92 minutos, teve o argumento re-escrito pelo próprio Romero. Além de mudanças sutis, como a grafia no nome dos protagonistas tem o final totalmente alterado em relação a obra original.
    2006 – Uma homenagem explícita durante os 80 minutos do filme, que tem início com a mesma cena do filme de 68. No instante seguinte revela-se que na verdade é um televisor transmitindo o filme em preto e branco. Então temos um corte para mesma estrada nos dias atuais em filmagem colorida e em 3D. Desta vez Barbra e Johnny vão ao enterro de uma tia onde eles são atacados por criaturas reanimadas e Johnny foge deixando a irmã em apuros. Fica devendo em relação aos demais.

    Qual assistir:
    O original, de 1968. Extremamente perturbador, todo em preto e branco, retrata os conflitos da época além de ter inovado os filmes de terror. Uma verdadeira obra prima que jamais foi alcançada por outros filmes do gênero, seja por remakes ou por aqueles que deveriam ser a continuação da trama, “Despertar dos Mortos” (Dawn of the Dead, 78) e “O Dia dos Mortos” (Day of the Dead, 85) ou mesmo pelas demais obras de Romero para o tema, “Terra dos Mortos” (Land of the Dead, 2005), “Diário dos Mortos” (Diary of the Dead, 2007) e “Survival of the Dead” (idem, 2009).

     
    • Mateus 19:15 em 03/11/2010 Link Permanente | Resposta

      they’re comin’ to get you, barbara!
      clássico mesmo! pessoalmente prefiro o de 1990 por ter sido o 1° filme de zumbi que assiti na vida. esse e os 3 primeiros “return of the living dead” são definitivos. fora eles, os outros eu olho atravessado. ¬¬ (com algumas excessões, é claro!)

  • paulocarames 21:55 em 29/08/2010 Link Permanente | Resposta
    Tags: , contagem de corpos, despertar dos mortos, house of dead, , , resident evil, , zumbis   

    Contagem de corpos 

    Segue a lista dos filmes de terror com mais mortes na história do cinema, haja catchup:

    1º – 310 – Planeta Terror/À Prova de Morte (Grindhouse: Double Feature) 2007
    2º – 175 – Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead) 1978
    3º – 141 – House of the Dead: O Filme (House of the Dead) 2003
    4º – 131 – Despertar dos Mortos (Dawn of the Dead) 2004
    5º – 124 – Resident Evil 3 – A Extinção (Resident Evil: Extinction / Resident Evil 3) 2007

     
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