Atualizações de julho, 2019 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • paulocarames 1:46 em 12/07/2019 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Beau Berdahl Oliver, Blaze Berdahl, , Brad Greenquist, cemitério maldito, church, Dale Midkiff, Denise Crosby, Fred Gwynne, gage, Jason Clarke, John Lithgow, Mary Lambert, o cemitério, pet sematary, , , , ,   

    Filme – Cemitério Maldito (Pet Sematary) 1989/2019 

    Sinopse: Um médico muda para a pequena e fictícia Ludlow (onde vai assumir uma posição na Universidade do Maine) acompanhado pela esposa e os dois filhos do casal, além do gato da família.

    Eles irão descobrir que uma perigosa estrada frequentada por caminhões em alta velocidade cruza na porta da sua casa, enquanto nos fundos de sua propriedade está localizado um cemitério de animais.

    Baseado em obra de Stephen King, não é um conto de terror, mas uma história de escolhas entre vida e morte.

    ———————— SPOILERS A SEGUIR ————————

    1989:
    O primeiro terço da trama é autobiográfico. King havia mudado com a família para lecionar na Universidade do Maine e não só o gato de sua filha morreu atropelado como seu filho quase teve o mesmo fim, sendo salvo pelo vizinho. E, claro, nos fundos da propriedade havia um cemitério de animais.

    A partir desta experiência surgiu o livro que quase não foi lançado devido a trama macabra. Para saldar o débito de um título frente a editora, acabou publicado em 1983 e em inglês preservou o mesmo nome (Pet Sematary, algo como Simitério de Bichos) embora por aqui tenha ganho títulos distintos (Cemitério Maldito para o filme e O Cemitério para o livro).

    A grafia errada do título é fruto do cemitério em questão ter sido idealizado por crianças, que enterravam seus animaizinhos vitimados na estrada. Os direitos para adaptar a obra haviam sido comprados mas o projeto não avançava. Até que uma greve de roteiristas foi o pretexto ideal para que a produção começasse a tomar forma.

    O experiente Fred Gwynne (da série Car 54, Where Are You?) incorpora com fidelidade tanto sotaque quanto figurino do Jud Crandall da literatura. Ao se apresentar, o vizinho logo é questionado a respeito da misteriosa trilha presente nos fundos do terreno da recém chegada família Creed. Constrangido, o idoso promete uma explicação satisfatória em momento mais adequado.

    Apesar do desgosto de Rachel (Denise Crosby), Jud cumpre a promessa e apresenta o tal cemitério e os motivos da sua existência, o que semeia no imaginário da pequena Ellie (Blaze Berdahl/Beau Berdahl Oliver) o medo de perder seu gato, Church.

    Na escola o doutor Louis (Dale Midkiff) tenta sem sucesso salvar o jovem Victor Pascow (Brad Greenquist), vítima de um atropelamento. Pascow, agradecido, aparece em sonho para alertá-lo a não ir além do Cemitério de Bichos.

    No entanto, sem cultivar uma boa relação com os sogros, ele deixa de acompanhar a família em uma viagem a Chicago no feriado de ação de graças. É quando ele e Jud descobrem que Church foi morto, provavelmente atropelado. Eles partem em uma jornada além do Cemitério de Bichos e enterram o gato em um antigo cemitério indígena.

    Ocultando o real significado deste ato, Jud acredita estar preservando Ellie da dura realidade de encarar uma perda tão cedo. O segundo terço do filme começa com Church retornando pra casa. Jud então conta a Louis a lenda dos Micmac e a história de como ele próprio enterrou seu cão Spot que ressurgiu com vida, apesar de precisar sacrificá-lo após algum tempo pois todos que retornam de lá, não voltam exatamente os mesmos de antes.

    A empregada da família comete suicídio, numa aparente influência do mal que fora despertado no cemitério índio. Neste ponto vem à tona a dificuldade de Rachel em lidar com a morte, culpando-se pelo sofrimento da irmã de quem ela cuidava quando esta morreu.

    Stephen King, que tem grande apreço pelos Ramones, em seu livro cita Rockaway Beach, enquanto no filme vemos um caminhoneiro ao som de Sheena is a Punk Rocker, ele não freia a tempo e o pequeno Gage é morto. Inevitável prever o desdobramento da situação.

    Louis finge ignorar a rixa com o sogro e despacha esposa e filha rumo a Chicago para buscarem alento. Sua real intenção é trazer o filho de volta, a despeito dos conselhos de Pascow e do arrependido Jud.

    Pascow, que agora tentar alertar Ellie através de sonhos, também passa a ajudar Rachel na tentativa de chegar em casa para evitar que o marido cometa uma loucura.

    O ato final faz jus a avaliação de King, que considera esta sua obra mais sombria. Quando Gage volta dos mortos, mata Jud e Rachel. Louis em aparente momento de lucidez dá fim a Church e Gage mas, em mais uma atitude desesperada, enterra a esposa – que retorna e por fim o mata.

    Ao final, os créditos sobem ao som de Pet Sematary, composta pelos Ramones a pedido do próprio autor. A canção acabou sendo um dos maiores sucessos da banda e seu videoclipe teve duas versões. Na primeira, a banda toca enquanto são enterrados intercalando cenas do filme. Na versão alternativa, as cenas do filme dão lugar a uma filmagem da banda em preto e branco caminhando por um cemitério em meio às lápides.

    Stephen King impôs que Cemitério Maldito fosse rodado em sua terra natal (Maine) e assinou o roteiro promovendo a mudança no papel de dois personagens em relação ao livro: Norma, esposa de Jud, já é falecida (no livro ela morre durante a trama) enquanto a empregada, Missy (Susan Blommaert), aqui ganha mais destaque em cena.

    A trama é permeada pela disputa entre o espírito de Pascow e os conselhos de Jud, como anjos (do bem e do mal) tentando influenciar Louis em relação a ir ou não ao cemitério Micmac.

    Uma outra forma de encarar a trama é considerar este um conto tendo o cemitério como gênio que concede três desejos. Louis usa todos (reviver Church, Gage e Rachel) e paga com a vida.

    George Romero chegou a ser cotado para direção que acabou a cargo de Mary Lambert (responsável pelo videoclipe de Say You Will de Mick Jagger e por Material Girl de Madonna). King faz uma pequena participação como padre, no enterro de Missy. A trilha sonora ficou a cargo de Elliot Goldenthal (Drugstore Cowboy, Alien 3 e Batman Eternamente).

    2019:
    Os remakes servem pra tirar a poeira da versão anterior, a exemplo de Carrie (1977/2013) e do bem sucedido caso de IT (1990/2017), ambas obras primas de King e clássicos do cinema. No entanto, os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer ao tentar atualizar a trama para uma audiência renovada, pecam ao alterar elementos chave.

    No intuito de não realizar uma mera refilmagem, promovem mudanças que descaracterizam tanto o livro quanto o filme anterior. O cenário permanece, assim como a estrutura familiar, embora Missy desapareça da trama, o papel de Pascow seja reduzido (tinha tamanha importância no anterior que compunha com Church a capa do filme) e a disputa com o sogro não exista. A esta altura trocar Boston por Chicago ou Ação de graças por Halloween não é nada demais.

    A primeira cena entrega o que está por vir, com uma casa em chamas, e do outro lado da rua, uma residência com rastros de sangue porta adentro. O icônico gato britânico de pelo curto foi trocado por gatos da raça Maine Coon. No livro, Zelda repete ‘o grande e teível’, que Rachel relembra em seus pesadelos com a irmã morta. Ignorada no roteiro do próprio autor, aqui é a primeira fala de Ellie.

    Ellie descobre por si só o cemitério de bichos, e é quando Jud se apresenta, repreendendo ela – a exemplo do que faz algumas cenas mais tarde quando a menina entra em sua casa sem permissão.

    A história se repete com Jud acolhido pela família até Ellie morrer ao invés de Gage. Ela então revive e mata Jud por tentar convencer Louis a dar um fim nela (ao contrário de Gage que o mata em uma espécie de justiça poética por ter apresentado o cemitério à Louis).

    A reta final é ainda mais comprometida com cenas de sustos e uma indecisão do tipo de obra que os diretores se propõe a entregar, oscilando entre A Órfã e os clichês de filmes de possessão. Rachel é morta pela filha e juntas elas enterram Louis que assim completa a família zumbi tendo Gage à sua mercê.

    Como positivo, a sacada modernização do acidente fatal atribuído a um motorista distraído pelo celular (quem liga pra ele é uma tal Sheena) e a bem executada cena do sonho em que Pascow tenta alertá-lo sobre os perigos do cemitério Micmac. A lenda do Wendigo é citada mas acaba deixada de lado. Já a morte de Zelda é retratada como, de fato, culpa da ação direta de Rachel.

    Em ambos os filmes foram usadas crianças gêmeas na filmagem. No longa de 1989, duas meninas interpretaram Ellie, enquanto em 2019 dois meninos interpretaram Gage. O clima de filme cover se completa com os créditos ao som de Pet Sematary na versão da banda Starcrawler. Apesar dos ótimos Jason Clarke e John Lithgow no elenco, a versão 2019 usando os mesmos 100 minutos, sentiu os efeitos do cemitério Micmac. Sometimes, dead is better.

    Livro

    VHS

    Laserdisc

    DVD

    Bluray

    Bluray (ed 30 anos)

    Documentário Unearthed and Untold: The Path to Pet Sematary

    Trilha Sonora LP




    Trilha Sonora CD


    Trilha Sonora CD Limited Edition













    Singles Pet Sematary (Ramones)




















    Memorabilia







     
  • paulocarames 22:30 em 11/05/2015 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , jaquetas de couro, leo drummond, , , ramones reportagem   

    Ramones, movie stars and leather jackets 

    Por Leo Drummond.

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    Ilustração na contracapa do cd “Acid Eaters”

    O lendário Lemmy definiu o visual como “black leather, knee-hole pants”. E assim, os Ramones inventaram o visual do que ficaria conhecido como Punk e, por 22 anos ininterruptos, a trajetória do fast four caminhou de mãos dadas com uma das mais icônicas peças de vestuário existentes, a jaqueta de couro.

    A história das emblemáticas jaquetas de couro usadas pela banda confunde-se com a história de uma das mais tradicionais fabricantes de jaquetas dos EUA, a Schott NYC. Criada em 1913 pelos irmãos Irving e Jack Schott, a companhia era responsável pela fabricação de roupas impermeáveis, resistentes e que tinham uma boa resposta contra intempéries.

    Mas foi em 1928 que o mais clássico modelo das jaquetas Schott chegou ao mercado. Alcunhado em homenagem ao charuto preferido de Irving Schott, o modelo chamar-se-ia Perfecto. Em 1940, surge o modelo Perfecto 613, apelidado de “The One Star Jacket”, devido à estrela que trazia nas ombreiras.

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    Schott Perfecto 613

    O pós-guerra trouxe uma grande mudança no ritmo e estilo de vida do cidadão americano. Os garotos que retornavam do front não queriam mais usar o bom e velho terno engomado. Os cabelos já não se apresentavam tão comportados e as jaquetas entram em cena como símbolo de renovação e rebeldia. “É o visual da garotada americana, que está aí há um bocado de tempo, desde os anos 50”, afirma o baixista CJ Ramone. No início da década de 50, o modelo Perfecto 618 chega ao mercado.

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    Schott Perfecto 618

    Apesar de fabricarem inúmeros modelos de jaquetas, as Schott Perfecto 613 e 618 marcaram definitivamente. Ambas ficaram amplamente conhecidas através das telas dos cinemas. Marlon Brando, em “The Wild One”, tornou-se um ícone da cultura pop ao encarnar Johnny Strabler. A jaqueta de couro e o quepe de lado tornaram-se marcas registradas do filme. É possível ver a influência do estilo em diversos outros filmes, como em “Grease” e “Cry Baby”. Mesmo naquelas jaquetas que não eram fabricadas pela Schott Bros., notamos a influência do modelo Perfecto.

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    Marlon Brando, no clássico “The Wild One”

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    Dennis Stewart, no filme “Grease”, usando uma Schott 613 “one star”

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    Johnny Depp, em “Cry Baby”

    Em 1976, uma capa de disco trouxe, em definitivo, a jaqueta de couro para o visual rocker. Punk rocker, pra ser mais específico. Os Ramones, fotografados naquela ocasião por Roberta Bailey, chamaram a atenção pelo visual minimalista e uniforme. “Era o meu ‘uniforme’, quando eu era garoto”, relembra CJ. Literalmente: Jeans, tênis surrados e a jaqueta de couro. Tudo bem, sabemos que, na primeira capa, apenas Johnny vestia uma Schott Perfecto. Mas o estilo estava definido. Daí por diante, poderíamos ver os garotos desfilando suas jaquetas em praticamente todas as capas de álbuns em que apareciam. E o “praticamente” não foi usado por acaso, pois, na capa do álbum “End Of The Century”, fotografada por Mick Rock, eles quebraram o protocolo. Pareciam bons meninos, bem diferentes da foto do encarte.

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    A clássica capa do álbum homônimo

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    No encarte de “End Of The Century”, as jaquetas marcam presença

    A composição das artes dos álbuns era ajudada pelo estilo rústico das jaquetas. Tal característica fica bastante evidente na contracapa do álbum “Too Tough To Die”. O pano de fundo utilizado, com seu zíper devidamente enquadrado, era uma jaqueta Perfecto. Em “Animal Boy”, na atmosfera de backstage criada para sua contracapa, encontramos nada mais nada menos que a boa e velha jaqueta jogada, compondo o visual. Sem mencionar a arte do CD de “Ramonesmania 2”, lançamento exclusivo do Japão.

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    “Too Tough To Die”

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    “Animal Boy”

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    Arte do CD “Ramonesmania 2”

    A rotina não seria diferente no que diz respeito ao material promocional da banda. As sessões de fotos deveriam ser feitas com o “uniforme” completo. George DuBose, fotógrafo oficial dos Ramones por cerca de 13 anos, teve a oportunidade de registrar e imortalizar o estilo da banda em diversas ocasiões. Até mesmo Clem Burke, o famoso Elvis Ramone, que posou com uma inusitada camisa Coco Chanel, trazia consigo sua Perfecto.

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    Clem (segundo da esq para dir), em sua breve passagem como Elvis Ramone

    CJ, o último Ramone, teve a responsabilidade de receber não só o baixo de Dee Dee, mas também a jaqueta. “Me deram a jaqueta usada por Dee Dee. Usei durante os sete anos em que estive na banda, exceto por uma vez ou outra, quando usei minha própria”, revela.

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    CJ Ramone, em 1996

    Com mais de 100 anos de estrada, a Schott NYC continua fabricando seus modelos clássicos. É possível encontrá-las, em grande quantidade e variedade, no próprio site da Schott, no Ebay (em especial pra quem está à procura de um modelo vintage) ou numa terceira opção chamada Rakuten Global Market. É nessa hora que surgem as dúvidas relacionadas ao design de cada tipo de jaqueta.

    É muito importante, especialmente para aquisições de jaquetas novas, que seja fielmente seguida a tabela de medidas fornecidas pelo vendedor. As jaquetas costumam ser bem fiéis ao tamanho indicado. Outra dica importantíssima é saber a origem da jaqueta. Ok, todas são fabricadas nos EUA. Mas nem todas são fabricadas para o público americano. Um exemplo clássico disso é o modelo 613US, fabricado nos EUA, mas vendido, exclusivamente, no mercado Japonês.

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    Schott 613, vendida dos EUA

    Exatamente o que você leu. Não é possível, inclusive para cidadãos americanos, adquirir esse modelo nos EUA, mesmo direto com o fabricante. A diferença básica está na largura das mangas. As jaquetas 613 fabricadas atualmente (para o mercado americano) possuem uma circunferência de manga bem exagerada, diferente das vintage.

    Essa tendência pode ser explicada, talvez, pela mudança do perfil corporal do cidadão americano. Resumindo: você fica “bem” na jaqueta, mas seus braços “somem” dentro da jaqueta. Se você não for um bombadinho e nem pensa em viver os próximos anos dentro de uma academia, fuja.

    Em contrapartida, o modelo 613US, fabricado exclusivamente para o Japão, possui um design mais justo. Lembram bastante os modelos usados por Johnny e Dee Dee nos anos 70. As mangas são bem mais ajustadas ao braço.

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    Schott 613US, exclusividade japonesa

    É possível encontrar também a Schott 613US Long Riders, feita para japoneses mais altos que a média do país. A diferença no preço é substancial, normalmente de 50 a 100 dólares.

    O mais importante é encontrar o modelo que lhe agrade. Como mencionado anteriormente, as jaquetas modelo Perfecto não são fabricadas exclusivamente pela Schott Bros. Inúmeras outras fabricantes foram “inspiradas” pelo modelo. É possível encontrar boas jaquetas por aí, como as das marcas Wilson’s e Excelled. Entretanto, vale ressaltar que a verdadeira Perfecto é originalmente fabricada pela Schott.

    Colaboração: CJ Ramone.

    Links úteis:
    http://www.ebay.com
    https://www.schottnyc.com
    http://global.rakuten.com

     
  • paulocarames 10:00 em 25/09/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 18/09/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 11/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Chris Pratt, Ela, Her, , Rooney Mara, , Spike Jonze,   

    Trailer: Ela (Her) 2013 

     
  • paulocarames 10:00 em 04/09/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Centopeia Humana, , The Human Centipede (First Sequence),   

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  • paulocarames 10:00 em 28/08/2014 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Caça Aos Gângsteres, Emma Stone, Gangster Squad, , , Michael Peña, , policial, Ryan Gosling, Sean Penn,   

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  • paulocarames 10:00 em 21/08/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 07/08/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 17/07/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 10/07/2014 Link Permanente | Resposta
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  • paulocarames 10:00 em 03/07/2014 Link Permanente | Resposta
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    Trailer – A Caça (Jagten) 2012 

     
  • paulocarames 10:00 em 26/06/2014 Link Permanente | Resposta
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    Trailer – Nebraska (Nebraska) 2013 

     
  • paulocarames 10:00 em 05/06/2014 Link Permanente | Resposta
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    Trailer – Os Mercenários 3 (The Expendables 3) 2014 

     
  • paulocarames 10:00 em 06/03/2014 Link Permanente | Resposta
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    Livro – Curiosidades do Western 2003 

    livrocuriosidadesdowesternEngana-se quem imagina o faroeste como mero filme de tiroteio ou com foco no conflito entre colonos e indígenas. O Western ou Faroeste é um gênero que abriga outros tantos em si próprio.

    Situado em um determinado local no tempo e espaço da história norte-americana o Western pode ser classificado como drama, romance, ação e até mesmo comédia.

    Ao lado de Publique-Se A Lenda: a história do western e 100 Anos de Western, Curiosidades do Western celebra o centenário do gênero com um guia rápido de obras que ajudam a mergulhar na mística do velho oeste.

    Uma interessante seleção de fotos e dados pitorescos estimulam a curiosidade do leitor a conhecer mais de obras clássicas e outras menos conhecidas. Opera Graphica Editora, 144 páginas.


     
  • paulocarames 10:00 em 13/02/2014 Link Permanente | Resposta
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    Livro – Publique-Se A Lenda: a história do western 2004 

    livro-publiquesealendaO autor, A. C. Gomes de Mattos, é professor de História do Cinema Americano e aborda nesta obra os principais elementos do western, os primeiros filmes, a era mais clássica e o western moderno – embora produzido em menor escala, mantendo a mística e resultando em grandes produções.

    Mattos empresta o título para o livro de uma frase do clássico O Homem Que Matou o Facínora (1962) de John Ford: “No Oeste, quando a realidade se converte em lenda, publicamos a lenda.”. Na trama, James Stewart, John Wayne e Lee Marvin compõe a história de um senador americano que ainda jovem fica famoso após a morte de um renomado bandido da região.

    O autor faz uma minuciosa pesquisa e entrega, além de um panorama abrangente do western, detalhada ficha técnica e breve sinopse de uma filmografia selecionada proporcionando aos leitores uma experiência mais completa.

    Lançado durante a celebração do centenário do gênero, é acompanhado por 100 Anos de Western ajudando na perpetuação de atores, diretores e obras excepcionais. Editora Rocco, 224 páginas.


     
  • paulocarames 10:00 em 21/11/2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , editora papirus, mauro baptista, O Cinema de Quentin Tarantino, ,   

    Livro – O Cinema de Quentin Tarantino 

    cinema de quentin tarantinoMauro Baptista analisa a obra do premiado e polivalente (diretor, roterista, produtor e ator) Quentin Tarantino pela ótica de sete filmes.

    Seu começo foi avassalador dirigindo Cães de Aluguel (1992) e escrevendo Amor à queima roupa (1993) e Assassinos por Natureza (1994).

    A partir daí, a cada filme, ele homenageia um gênero ou diretor de sua predileção. Em Pulp Fiction, foram os exploitation dos anos 1970 que ganharam uma releitura. Bastardos inglórios reescreve a segunda guerra mundial e o recente Django Livre, os western spaghetti.

    Kill Bill, dividido em dois volumes e estrelado por Uma Thurman e David Carradine é um filme de artes marciais como visto nos anos 1960. Aliás, temática familiar a Carradine que capitaneou a série Kung Fu no período 1972-1975.

    Alguns atores costumam bater cartão nas obras de Tarantino como Samuel L Jackson, Tim Roth, Steve Buscemi e Harvey Keitel.

    Além de admiração, obras como Jackie Brown (1997) e À prova de morte (2007) ainda deram origem a algumas teorias conspiratórias (assista no vídeo abaixo a explicação de Selton Mello). Editora Papirus, 144 páginas.



     
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